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O dia que eu dei banho na minha amiga parte 2
O dia que eu dei banho na minha amiga parte 2
Romântico
No dia seguinte eu acordei e vi que Lívia já não estava na cama, lembrei do banho que dei nela ontem e já fiquei de pau duro. Depois de um tempo enrolando na cama a Livia aparece só de toalha com uma cara de safada, mordendo os lábios e olhando fixamente pra mim. Ela se aproxima e puxa minha mão, eu me levanto e sigo ela. Saímos da casa em direção a área da piscina. Lívia não disse nada até chegarmos do lado de fora e com jeito tímido e nervosa ela disse:
— Lá fora… na ducha da piscina. — Quero que você me dê banho lá. Pelada. No ar livre.
Meu pau, que já estava duro de tanto tesão. A ideia de vê-la exposta sob o céu aberto, com o sol da tarde batendo na pele molhada, me deixou sem ar.
— Tem certeza? — perguntei, só pra confirmar.
Ela balançou a cabeça mostrando que sim e mordendo o lábio.
A piscina era de alto padrão ficava nos fundos, cercada por um muro baixo de madeira e algumas plantas altas, mas ainda assim era ao ar livre. O sol batia quente, o vento morno carregava cheiro de maresia. A ducha externa era chique: um cano alto com uma torneira grande. Liguei a água fria primeiro, depois ajustei pra morna, sim tinha água morna na ducha da piscina, coisa de gente rica.
Lívia deixou a toalha cair no chão de pedra. Ficou completamente nua ali, os seios médios tremendo um pouco com o vento, os mamilos duros de novo. Ela cruzou os braços por instinto, mas logo os baixou devagar, expondo-se pra mim.
— Me dá banho… como lá dentro — pediu, a voz baixa e contida.
Peguei o sabonete líquido que a Lívia já tinha deixado lá e comecei. Espalhei espuma nos ombros dela, descendo devagar pelos braços, pelas costas. Ela virou de frente, erguendo os braços pra eu lavar as axilas. Depois os seios: massageei com as mãos cheias de espuma, apertando de leve, sentindo os bicos escorregarem entre meus dedos. Ela gemia baixinho, os olhos semicerrados.
Desci pela barriga, pelas coxas. Ajoelhei de novo, como no box, e lavei as virilhas, separando os lábios da buceta com cuidado e depois coloque a ponta do dedo no hímen dela sentido o pequeno buraco não violado da vagina. Ela abriu as pernas mais, apoiando uma mão na minha cabeça. A água caía sobre nós, lavando a espuma devagar. O sol refletia nas gotas que escorriam pelo corpo dela, fazendo a pele brilhar. Curti cada centímetro do corpo dela, com a luz natural eu podia ver cada detalhe da pele macia branca e jovem.
De repente antes de poder brincar mais com a buceta virgem, ela apertou minhas mãos contra as coxas.
— Ai… eu… preciso fazer xixi — murmurou, olhando para o lado. — Posso fazer aqui enquanto você olha?
Meu coração disparou. Ela nunca tinha sido assim tão direta. Eu disse tudo bem, sem tirar os olhos dela.
Lívia abriu um pouco mais as pernas, relaxou o corpo. Primeiro veio um fiozinho tímido, depois um jato quente e forte que caiu no chão de pedra, misturando-se à água da ducha. Ela fechou os olhos, o rosto vermelho, mas não parou. O som do xixi batendo no chão era alto no silêncio da tarde. Ela tremia inteira, não de frio, mas de excitação pura. Quando terminou, soltou um suspiro longo, quase um gemido.
— Desculpa… mas eu queria muito fazer isso — disse, ainda ofegante.
Levantei, abracei ela por trás, meu pau duro pressionando contra as nádegas molhadas dela.
— Não precisa pedir desculpa. Eu gostei também — quando eu disse isso a Lívia olhou para mim e deu um sorriso.
Desliguei a ducha. Peguei a toalha grande e sequei ela com calma, começando pelos cabelos, descendo pelo pescoço, pelos seios, pela barriga. Sequei entre as pernas com cuidado, sentindo o calor que ainda saia dali. Ela ficou quieta, deixando eu cuidar dela.
Depois peguei o biquíni que ela tinha deixado no deck. Primeiro o top: passei as tiras pelos braços, ajustei os bojos sobre os seios ainda sensíveis. Ela gemeu baixinho quando meus dedos tocaram os mamilos, eu sempre fazia questão em tocar naqueles mamilos lindos quando tinha oportunidade. Em seguida a calcinha: ajoelhei de novo, segurei pra ela passar um pé de cada vez. Subi devagar, puxando o tecido pelas coxas, apreciei a xoxota virgem dela antes de cobrir com a calcinha, terminei de vestir ela e ajustei o biquíni colocando tudo no lugar.
Quando terminei, ela me olhou com aqueles olhos asiáticos e tímidos de sempre, mas agora com um brilho novo.
— Obrigada por me dar banho — disse, e me deu um beijo gostoso na boca.
O sol subia devagar no horizonte. Ficamos ali, abraçados, o vento secando o resto da água nos nossos corpos. O dia ainda tinha acabado de começar. Fiz sexo com outras mulheres mas com Lívia ta sendo diferente, sinto que quero curtir essa inexperiência dela, adoro ver ela nervosa e descobrindo as coisas comigo e cuidar dela com carinho tudo para ela é novo, e o fato dela ter o hímen intacto me deixa com tesão e quero brincar com isso até não poder mais.


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