Junho 8, 2019

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O Passar do Tempo

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Até que um belo dia, ela começa a namorar. Eu tirei meu time de campo e passamos a ser amigos>
Realmente não tinha expectativa de ter algo mais com ela, também segui com minha vida amorosa e sexual. Porém, coisas boas aparentemente não foram feitas pra durar. O namoro dela terminou e ela estava “subindo pelas paredes”.

Contextualizando: estamos falando de alguém aqui que ama a nobre arte do sexo em todas as suas vertentes. Mais do que importante, é fundamental pra ela uma transa boa. Ela sempre me dizia que “Já não sou uma pessoa doce, sem uma boa foda fico mais amarga ainda”.

Sendo assim, é muito difícil pra ela ficar tanto tempo sem fazer e ser acariciada. Quando ela ficou solteira, nossas conversas voltaram a ser mais picantes, era um provocando verbalmente o outro. Como se quisesse testar até onde o outro pudesse ir. Até que chegou aquela noite…

Tarde da noite, ela me chamou no WhatsApp pra conversar. Disse que estava com tesão e precisava transar. Simples assim. Exausta das cobranças que estava tendo em família e no trabalho, ela meio que se refugiou em um hotel. Por fim, ela concluiu: “Você tem meia-hora pra chegar até o quarto onde estou hospedada. Se você não aparecer, eu vou dormir e não vai ter outra chance.”

Com isso, me arrumei rapidamente e peguei um Uber até o hotel dela. Era um hotel próximo, cheguei em 15, 20 Minutos. Quando cheguei no quarto dela, me recebeu com um roupão vermelho. Era um pouquinho mais baixa que eu, cabelos negros e lisos, morena gostosa e de pele clara. Sabia que seria bem tratado e a trataria bem. Conversamos um pouco sobre a vida, mas logo fomos ao que gostamos.

A despi do roupão e por cima dela, a beijei. Um beijo saboroso, com gosto de bala de melancia. Depois, fui percorrendo o corpo dela com a boca. Logo percebi que ela estava com a sensibilidade muito aguçada, tinha meses que não transava, por isso cada carícia minha tinha potência elevada nos sentidos dela. Tanto é que ao chegar na buceta dela, estava totalmente encharcada de tesão.

Ela gostava tanto de ser chupada que arqueava o quadril dela pra frente só pra ter mais língua a percorrendo. Ela gemia alto de tesão, estava precisando desse cuidado. Por fim, ela não resistiu muito tempo e gozou na minha boca. Seria a primeira da noite.

Nos deitamos, e ficou de costas pra mim. O que em muito facilitou provocá-la com beijos e mordidas. “Isso é covardia”, ela chegou a dizer em um momento. Logo, ela queria mais. Aliás, muito mais.

Depois, ela ficou de quatro, com o quadril empinado. Tive todo o prazer dela ao alcance dos dedos e em imagem panorâmica. Comecei com o dedo médio entrando e saindo da buceta dela. Logo em seguida, o indicador se juntou a ocasião. Por fim, usei o anelar. Com 3 dedos, ela estava no ápice do tesão, gemendo alto e pedindo por tapas na bunda. Ali senti que a destravei totalmente. Por um bom tempo, entrei e saí daquela buceta encharcada, até que ela teve um orgasmo forte. Enquanto ela curtia o momento, chupava os dedos cheios de mel vindo da fonte.

Mas ela ainda queria meu cacete dentro dela. Para tanto, me chupou como se a milênios estivesse sem chupar. Com vontade, olhando nos olhos, ela estava se saciando. Acabei ficando em ereção máxima.

Sendo assim, quando ela sentiu meu cacete dentro dela, foi como se entrasse ferro em brasa. De quatro, foram metidas fortes e profundas, ficou ensandecida, rebolava e jogava o quadril pra trás pra que entrasse tudo.

Por fim, mudamos pra posição onde costumo durar muito: Ela por cima e sentando. Sentava como se não houvesse amanhã. Queria minha rola totalmente dentro dela, o que pude sentir sensorialmente que acontecia. E como estava quente. Foi quando entendi como ela precisava disso, o tal do tesão pleno. Acho que entramos num transe contínuo de foda até que ela gozou intensamente. Tremendo, mal conseguia se sustentar, gemia alto. Era como se estivesse fazendo as pazes com o próprio prazer. Deitou-se ao meu lado e ficou um tempo sem dizer nada, apenas curtia a sensação intensa. Acabei gozando junto também.

O que me lembro é de nós, deitados de conchinha depois de tudo aquilo, é ela dizendo que fui nota 11 como parceiro. Tinha um semblante satisfeito no rosto que nada nem ninguém poderia tirar dela naquela noite. Nosso primeiro encontro pessoalmente não foi o trivial, e mesmo sendo direto ao ponto, foi maravilhoso. Pros dois. Hoje em dia somos bons amigos, mas nunca se sabe. Vai que o tempo resolve passar outra vez…

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Uma resposta

  1. anônimo

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