Praia proibida
Oie, gente! Hoje tô aqui com uma memória que me deixa com calor até hoje, e eu preciso compartilhar. Kkkk. É sobre o dia em que eu e meu namorado resolvemos ir para uma praia deserta e eu fiquei pelada o dia TODO. Foi uma das experiências mais libertadoras e tesudas da minha vida.
A gente sempre gosta de ir à praia, mas aquele dia foi diferente. Meu namorado, o Ricardo, me pegou de surpresa quando sugeriu uma praia mais afastada, daquelas que só os locais conhecem. No carro, a caminho, aquele clima já estava esquisito, sabe? Aquele tesãozinho quieto, que vai crescendo. Eu, de biquíni sob o vestido, já sentia a calcinha ficando úmida só de imaginar as possibilidades. Foi quando eu soltei a ideia, meio sem jeito: “Amor, e se eu ficar pelada hoje?”
O olhar dele no retrovisor mudou na hora. Um sorriso malicioso, cheio de cumplicidade e desejo. “Só se eu puder admirar a vista o dia todo”, ele respondeu, e minha buceta latejou instantaneamente. Ainda no carro, antes mesmo de chegar, a excitação já estava incontrolável. Abri o vestido, mostrando o biquíni, e ele, sem tirar os olhos da estrada, deslizou a mão por dentro da minha calça, encontrando meu clitóris já inchado e pulsando. “Já tá molhadinha, safada?”, ele sussurrou, e eu só consegui gemer, pressionando minha buceta contra seus dedos. Foi um aperitivo do que estava por vir.
Quando finalmente estacionamos num cantinho escondido, longe de tudo, eu não aguentei. “É agora”, eu disse, e com gestos travessos, tirei o vestido, desfiz o top e desci a calcinha, ficando completamente nua no banco do carro. A brisa do mar batendo nos meus seios, nos meus mamilos durinhos, foi uma sensação de liberdade pura. Meus seios são médios, bem redondos, e meus mamilos ficaram tão sensíveis que pareciam implorar por um toque. O Ricardo só olhou, com aquele olhar predador que eu amo, e disse: “Você é a coisa mais linda que já vi”.
Descemos do carro, e a sensação da areia quente sob os meus pés descalços, enquanto o vento acariciava cada centímetro do meu corpo, era eletrizante. Estendemos a toalha numa parte mais escondida, atrás de algumas rochas, mas ainda dava para ver a trilha por onde as pessoas eventualmente passavam. Deitei de bruços primeiro, sentindo o sol beijando minhas costas, meu bumbum. A excitação era um constante zumbido na minha virilha. Eu sabia que pessoas podiam passar e me ver, e a ideia, em vez de me assustar, me deixava com ainda mais tesão. A minha buceta estava latejando, uma coceirinha gostosa que pedia por atenção.
E não demorou muito. Ouvi vozes ao longe. Um casal de caminhantes apareceu na trilha. Eu finji estar dormindo, mas pelo canto do olho vi o homem olhando fixamente para mim, para as curvas do meu corpo exposto. A mulher deu um tapa no braço dele, rindo, mas eu senti uma onda de poder, de exibicionismo puro. A minha buceta ficou ainda mais molhada, e eu sussurrei para o Ricardo: “Ele estava me olhando”. Ele se aproximou, deitou ao meu lado e sussurrou no meu ouvido: “É porque você é uma gostosa, uma deusa. Ele queria estar no meu lugar agora”. Suas palavras eram como gasolina no fogo.
Não aguentamos muito mais. A tensão sexual estava insuportável. Ele se levantou, deu a mão para mim e disse: “Vamos dar um mergulho”. Entramos no mar, e a água gelada nas minhas coxas, na minha buceta exposta, foi um choque delicioso. Quando estávamos na altura da cintura, longe de qualquer olhar, ele me puxou contra ele. Sua bermuda molhada esfregava na minha pele nua, e eu podia sentir o volume duro do pau dele pressionando minha barriga.
“Eu preciso te comer agora”, ele rosnou no meu ouvido, e minhas pernas tremeram.
Ele me virou de costas para ele, e eu me inclinei para a frente, apoiando as mãos em uma rocha submersa. A água batia em nossas coxas. Senti suas mãos abrindo minhas nádegas, e então a ponta dura e quente do seu pau encontrando a entrada da minha buceta, que já escorria de tesão. A penetração foi lenta, mas profunda. Um gemido longo e alto escapou da minha boca, perdido no barulho das ondas. “É isso, geme, minha puta”, ele sussurrou, enquanto começava a meter.
A sensação era completamente diferente dentro d’água. A resistência líquida, a flutuação, fazia com que cada investida fosse uma surpresa deliciosa. O pau dele, de uns 17 cm, parecia me preencher de um jeito novo, batendo em pontos profundos que me faziam ver estrelas. Eu me contraía em volta dele, sentindo cada centímetro entrando e saindo, enquanto a água do mar formava pequenas ondulações em nosso redor. Eu gemia sem pudor, cada estocada mais forte que a anterior. Ele segurava meus quadris com força, me puxando contra ele, e eu sentia o corpo dele todo suado e salgado contra as minhas costas. Foi uma das fodas mais intensas e primais da minha vida. Eu gozei com um grito abafado, um tremor violento que fez minhas pernas quase cederem, e senti ele jorrar quente dentro de mim, seu próprio gemido gutural ecoando no meu pescoço.
Mas o dia não tinha acabado. Voltamos para a toalha, nossos corpos ainda salgados e ofegantes. Deitei de costas, sentindo o sol e a brisa secando a água e os nossos fluidos na minha pele. Meus seios estavam sensíveis, e meus mamilos pareciam implorar por mais. O Ricardo percebeu. Ele se ajoelhou entre minhas pernas, que eu abri sem qualquer vergonha, expondo minha buceta inchada, vermelha e ainda pulsando para ele.
“Linda demais”, ele murmurou, antes de baixar a cabeça e enterrar a língua em mim.
O orgasmo na praia, sob o sol, foi uma coisa de outro mundo. Eu gritei, meus dedos enterrando na areia, enquanto ele chupava meu clitóris com uma fome que me deixou delirante. Gozei na boca dele, tremendo, vendo o mundo girar.
Mais tarde, já no final da tarde, ele me comeu mais uma vez. Dessa vez, na areia, comigo de quatro. A areia grudava nos meus joelhos, nas minhas mãos, e cada estocada seu empurrava meu corpo para a frente. Eu estava completamente entregue, uma animal em busca de prazer. Ele me encheu de porra de novo, e nós desabamos juntos na toalha, rindo, exaustos e completamente felizes.
A volta para casa foi em um silêncio satisfeito. Eu, ainda pelada sob o vestido, sentia o corpo dolorido, marcado pelo sol, pelo sal e pelo sexo. Foi mais do que um dia gostoso de praia e piroca, kkk. Foi um dia em que nos libertamos completamente, e o tesão veio puro, cru e inesquecível. Adoro lembrar de cada detalhe!
Espero que tenham gostado do relato! Contem se também curtem uma aventura assim. Beijos!


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