Agosto 27, 2022

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Relatos Inofensivos, Volume 5 - Relacionamento da Erótica

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Desde os 16 (ano anterior ao conto do volume 4, eu tinha 17 nesse conto) eu tinha uma identidade falsa. Eu sempre tive barba, desde os 13 começou a crescer, então sempre pareci mais velho. A identidade falsa era da federal que tinha na cidade, e a namorada do meu irmão fez uma “carteira de estudante” de lá, já que era fácil de plagiar, e era basicamente um pedaço de papel. Então desde os 16 eu saio com meus amigos para baladas e festinhas. Meu melhor amigo (com quem eu sempre bebi) tem 4 anos a mais que eu, então ele quem comprava as bebidas, desde que eu tinha 14.

Eu preferia frequentar baladas alternativas ou lgbt. Todo os amigos do pier eram alternativos e eu também. Em baladas heterossexuais eu fico deslocado, consigo sentir o cheiro de disputa no ar e não é um ambiente propício a iniciar uma conversa. Parece também que as mulheres são bem desrespeitadas, pelo que conhecia. Em contra ponto, em baladas lgbt você podia literalmente chegar em qualquer grupo, com qualquer grito ou ação, e você ia ser bem recebido. Ninguém fica te passando a mão, contrariando o que muitos pensam. Os gays sempre me perguntavam se eu era hetero, porque eu me vestia como hetero. Dificilmente tinham mulheres hetero, a maioria era bi. Mas eu sempre ficava com uma.

Eu nunca precisei do Tinder. Toda sexta feira eu ia a uma balada lgbt e aos sábados ia ao pier. Eu tinha um lema que “todo beijo pode significar algo além até ser definido”. Significa que se eu ficasse com uma menina, não ficava com outra até saber o que essa menina queria com o beijo, se ela pretendia continuar ficando, ou até mesmo namorar se desse certo. Se eu não ficasse interessado, eu definia após o beijo que não iriamos continuar. Seguindo esse lema, eu ficava com uma menina por dia, até descobrir o que ela queria.

Em uma balada LGBT, a festa do dia foi chamada de Erótica. Fez muito sucesso, então logo fizeram continuações específicas. Erótica Britney Spears, Erótica Madonna, Erótica Lady Gaga. Era basicamente um Carnaval fora de época para alternativos e lgbt, com muita bebida, pessoas montadas e drogas. Fez tanto sucesso que abriram um cerimonial em frente à balada, e os dois lotavam. A rua também lotava, a balada fica numa rua de canto, só tem uma via, únicas pessoas que vão nessa rua é para ir na balada. Um ingresso te dava acesso às duas baladas e o cerimonial era todo montado ao tema. Tinham várias dançarinas em palcos circulares, espalhadas nas pilastra, apenas de lingerie, bem no estilo do tema. A grande maioria dos frequentadores eram gays, sejam homens ou mulheres.

Meu grupo e eu comprávamos uma cartela de um remédio infantil chamado Benflogin. Tomar a cartela toda com bebida alcoólica não é o suficiente para te matar, mas te deixa elétrico e alucinado. E era o que a gente tomava para toda festa.

Em meio a festa, perdi meus amigos. Eu tinha que esperar dar 6 da manhã para conseguir pegar um ônibus para casa, ou teria que ir andando. A maioria do grupo morava nos bairros adjacentes, então andavam para casa, mas para minha casa o caminho era deserto e perigoso, preferia não correr riscos.

O movimento estava diminuindo, tinham poucos grupos ainda ali, a maioria estava dispersos em outros grupos, usando o último de suas energias e vozes para fazer piadas. Esse dia, achei que não ia pegar ninguém, mas a noite foi bem divertida. Eu ainda estava sentindo os efeitos do remédio, entao sentei na calçada para respirar e tentar ficar sóbrio, sentando próximo a um grupo de 3 pessoas, duas meninas e um menino, para ouvir a conversa e ajudar a fazer o cérebro funcionar. Acontece que eles ficavam se perguntando que horas eram e que horas os ônibus voltavam, e eu respondi. O menino virou para me olhar e as meninas se inclinaram para frente e eu pude ver a cabeça de todos. Fiquei meio confuso, mas dei um “oi”. O menino começou a rir mas sentou mais de lado para me incluir no grupo. Em um grupinho de balada alternativa, a primeira pergunta a se fazer após o nome é se a pessoa é gay ou não. Respondi que era hetero e ele deu uma cutucada com o ombro na menina ao lado dele, dizendo “minha amiga também é hetero, vou buscar uma água e deixar vocês conversando” e levantou, puxando a outra menina. Nós dois rimos vendo ele se afastar e eu sentei um pouco mais perto dela, mas não tanto para não ser invasivo.

— Ele não é muito sutil, né? — Perguntei a ela.

— Nem um pouco. Como é seu nome? — A voz dela era bem suave. Dava uma sensação de água gelada no calor.

— Luis. E você?

— Karina. Eu sou hetero, como você deve imaginar.

— Prazer em te conhecer. Qual sua idade?

— 16. E você?

— 17. Você sempre veio nas Eróticas?

— Essa é a segunda vez.

— E o que achou?

— É diferente. E você curtiu?

— Não lembro, mas não estou daquele jeito. — Falo apontando para alguém dando PT sendo socorrido pelos amigos em um canto. — Então diria que foi uma noite bem sucedida.

— Bem sucedida? Ficou com alguém?

— Não, longa história, mas se eu tivesse ficado não estaria conversando com você agora. E você?

— Festa passada eu vim acompanhada, ele me largou no meio e fiquei com outro menino. Hoje fiquei com um só.

— Então você diria que ainda está ficando com ele?

— Não, foi só um beijo mesmo, ele veio, me pegou e foi pegar outras.

— Nossa, quem dera fosse fácil assim. — Respondi sem pensar.

— E o que te faz pensar que não é?

Olhei para ela e ela me olhou de volta. Eu percebi os seus olhos verdes claros bem brilhantes e eu movi sem pensar. Me aproximei para beijá-la e ela correspondeu. O beijo não encaixou bem, talvez a posição estava ruim, talvez eu estava muito doido. Me sentei mais próximo, me virei totalmente a ela e abri a perna, colocando uma na rua e uma no canteiro de terra e chamei ela de lado nessa posição. Ela veio e nos beijamos novamente, dessa vez o beijo encaixou. Ficamos ali um tempo nos conhecendo, e então os amigos dela chamaram ela para ir embora e ela se foi.

Ela se recusou a me passar seu Facebook ou seu MSN, dizendo que se eu quisesse mesmo ficar com ela ia encontrar ela na próxima Erótica.

E assim fiz. Esperei uma semana e na festa seguinte estava no mesmo lugar em que tínhamos ficado, dessa vez sóbrio. Uns vinte minutos depois, ela aparece e me recebe com um abraço.

— Você só quis provar que eu estava errada?

— Não, queria te beijar mais.

Ela sorriu e me deu um selinho. Ela me pega pela mão e foi apresentar os amigos dela. Ficamos um tempo no grupo dela e então fomos dançar. Não existe uma maneira certa de dançar pop, então ficamos mais agarradinhos nos balançando em um ritmo, eu com as mãos na cintura dela e ela com os braços no meu ombro me abraçando, enquanto mais nos beijávamos do que dançamos. A música era muito alta, mas conseguíamos nos escutar falando no ouvido:

— Agora me explica o por que você não falaria comigo se tivesse ficado com alguém. — Ela disse no meu ouvido. Expliquei para ela meu lema e ela responde: — Então se eu sumir agora, você não vai ficar com ninguém?

— Só vou ficar se você falar que não vamos mais nos ver, porque eu tenho interesse em você.

— Eu tenho interesse em você também. Mas duvido. Vou pra casa, semana que vêm eu vou saber se você é um mentiroso ou não.

Karina me deu um selinho, virou as costas e sumiu. Eu continuei na festa com meus amigos, e ali conheci a Helena. Ela era muito gente boa e éramos praticamente irmãos gêmeos. Mas ainda é muito cedo para falar dela. Só guardem a informação.

Dito e feito, não fiquei com ninguém, nem com Helena. Semana seguinte na próxima Erótica, ela aparece novamente no mesmo lugar e sorri quando me vê. Ela se aproxima e me da um selinho de oi.

— Soube que você não é um mentiroso. Ganhou pontos.

— Conheci uma menina legal, mas ficamos só amigos, sem beijos.

— Eu sei — Ela disse rindo.

Não me interessei muito em saber o que ela tava falando, mas me interessava em outra coisa.

— Por que você pediu pra não te procurar nas redes sociais?

— Segredo! Te conto na próxima festa.

— Você vai fazer isso toda semana?

— Até você me pedir em namoro.

— Só depois de transar. — Nessa época, eu tinha ficado sério com várias meninas, mas elas nunca quiseram transar, e eu não via muito sentido em ter um relacionamento sem sexo, melhor ficar na amizade, então decidi que meus namoros sempre seriam sexualmente ativos.

— Isso era sua recompensa por não mentir, já estava encaminhado. — Ela disse bem próxima de mim. — Trouxe até camisinha, se você quiser usar.

— Eu tenho as minhas. Mas como assim, se eu quiser usar?

— Ah, eu gosto de sentir na pele e tenho ovário policistico, então eu não posso engravidar.

— E você transa muito sem camisinha? — Perguntei meio assustado.

— Não tanto quanto eu gostaria, você é o primeiro em bastante tempo.

— E tá fácil assim?

— Meu filho, você não tem ideia de como é difícil achar homem que não mente. Você merece até o cu, porque teve chance, sem procurar, e não fez nada.

— Você realmente mandou alguém ficar me olhando?

— Não, eu tava aqui, só fiquei vigiando.

— Assustadoramente sexy. — Rimos juntos e seguimos para a festa.

Ficamos dançando e nos beijando novamente. Dessa vez tomei mais liberdade e apertei a bunda dela. Ela deu um pulinho de susto e me deu um tapinha na nuca.

— Menino, aqui não, vem pelo menos mais pro canto. — Ela diz se soltando de mim, andando de costas e me puxando pela mão, até que se virou e foi fazendo o caminho.

De todas as vezes que eu entrei no cerimonial, eu nunca tinha ido tão adentro. O canto do cerimonial era coberto com “casca de ovo” (aquela espuma preta para abafar som) no teto e nas paredes. Não tinha um palco principal. Os palcos circulares nas pilastras ainda continuavam, com dançarinas e dançarinos. Os cantos tinham luzes vermelhas e uma área menos movimentada. Pensei “não é possível que tem um redroom, vigilancia sanitária já teria interditado.” E ao nos aproximar, eu vi que tinham pequenos nichos na espuma, nada demais, não era um red room, era uma red zone. Luzes vermelhas do chão e do teto, os nichos eram para se apoiar na parede. A ideia não era transar, só uma pegação mais intensa. É claro que o ser humano não segue regras.

Quanto mais perto chegávamos, conseguíamos ver diversos casais em pegação, a maioria gays. Tinha homens beijando homens de calça aberta e o pau pra fora recebendo punheta do parceiro, mas também tinham mulheres com peito de fora e com mãos da parceira dentro da calcinha. Putaria particular generalizada. Comecei a ficar apreensivo, “que tipo de lugares essa menina visita pra não se chocar com isso?” lembro de pensar.

Chegamos próximo a um dos nichos e ela se encostou na parede, me puxando pra perto dela. Ela levantou uma perna, apoiando na minha cintura e me puxou para encaixar meu quadril no dela.

— Você vai querer transar aqui? — Perguntei a ela.

— Não, aqui é só um aquecimento. Quando estiver tudo pronto, vamos para um lugar mais privado, entra e sai rápido. — Ela diz rindo, e então chega mais perto, como se precisasse disso para ninguém escutar. A casca de ovo era tanta que mal dava pra ouvir a música naquela área. — Você tem que ver as loucuras que fazem nos banheiros.

— A polícia não sabe disso? Vigilância sanitária? Como conseguiram fazer isso?

— Mentiram no alvará, mas já denunciaram, acho que só vão conseguir fazer mais duas festas, então seu tempo tá acabando.

— De que?

— Me pedir em namoro, uai.

Tinham muitas coisas incertas. Quem era essa menina? Como ela sabia de tanta coisa? Que lugares ela frequenta? Eu iria descobrir os mistérios se a pedisse em namoro? Muitas duvidas passavam na minha cabeça. Mas a mais importante era: O que fazem nos banheiros?

Karina era uma menina bem sorridente. A boca dela é bem larga, apesar de lábios pequenos. Ela tinha um cabelo liso castanho claro que ia até seu pescoço, e era bem magra, dava pra sentir os ossos de sua costela. Normalmente, eu não fico com meninas tão magras, eu gosto de pegar e apertar, e fico com medo de quebrar alguma coisa quando são magras assim. Seus peitos eram pequenos, sua bunda era até grande para uma menina tão magra.

Encaixado ali naquela posição, meu pau não demorou muito pra reagir. Ela puxou a saia que usava para cima, entao meu quadril tocava diretamente sua calcinha, duvido que ela já não tinha sentido meu pau, mas ela não esboçou nenhuma reação, apenas continuava me beijando, com os braços no meu ombro me abraçando. Então levei minha mão para suas costas e apertei sua bunda, ela aperta seu quadril contra o meu. Coloquei minha mão dentro da minha bermuda e posicionei o pau para ficar reto, armando a barraca. Fiquei cutucando sua buceta por entre as roupas, então ela finalmente deu uma tremida curta.

— Até que enfim! Achei que ia ter que falar pra você fazer alguma coisa além de me beijar. — Ela disse sorrindo me zoando.

Peguei os braços dela e os prendi na espuma, deixando seu corpo bem aberto. Ela fica me olhando, com um sorriso estampado no rosto, mordendo discretamente o lábio. Me aproximei dela e comecei a beijar seu pescoço, enquanto esfregávamos o quadril.

— Não sei você, mas eu diria que já estou pronto. — Disse para ela. Ela sorriu e respondeu:

— Eu estou pronta desde casa.

Sorri e me afastei um pouco, estiquei a mão para ela, que ajeitava a saia. Ela pegou minha mão e foi guiando para os banheiros. O banheiro do cerimonial não tinha portas, era uma curva em S para chegar até a entrada. No meio desse corredor, tinham várias mesinhas, cheias de coisas. Uma mesa com uma caixa de camisinhas, uma mesa com uma pilha de lenços, uma mesa com óleo de massagem e uma mesa que tinha uma boneca inflável atrás, como se fosse uma funcionária. Achei meio nojento, mas continuamos a seguir. Entramos no banheiro feminino, porque ela disse que seria supostamente mais tranquilo. Logo que entramos tinha um casal de mulheres na entrada. Uma delas estava com os peitos de fora, só com uma fita em X tapando os mamilos e tinha a mão da parceira dentro de sua calcinha, com os botões da calça abertos. Ela continuou guiando sem parar, e fomos até o último box, e ela fecha a porta. Tinha apenas um ocupado, que era o vizinho ao nosso.

A primeira coisa que ela faz ao fechar a porta é ficar parada por alguns segundos de costas. Ela então se vira com um sorriso e começa a tirar a roupa. Entrar, sair rápido. Entendi. Comecei a tirar minha roupa também, sem tempo para todas as preliminares. Fiquei apenas de tênis, coloquei as roupas em cima da privada fechada. Comecei a bater uma punheta, enquanto observava ela se despir, já que ela também tinha me olhado.

O corpo dela era bem sexy, com menos curvas do que eu esperava. O corpo dela parecia uma daquelas modelos super magras, mas com uma cintura natural. A pele dela era extremamente branca, cheia de sardas nos ombros, ela também tinha sardas no rosto, mas não tinha reparado até então. Seu peito era realmente bem pequeno, mal enchia a mão, mas encaixava bem na boca, bem redondinhos. Sua buceta era bem avermelhada, com um cabelo bem cultivado em um triângulo de cabeça para baixo, castanho bem claro, que bem os cabelos da cabeça.

Ela sorriu e foi até mim. Me beijou, já me empurrando para sentar na privada. Ao me sentar, joguei o quadril mais a frente pra ela ter espaço também. Ela passa uma perna pela minha esquerda e monta em mim com a direita, apoiando no lixo fechado. Ainda em pé ela fica ali, com os dedos, se masturbando. Eu continuei batendo a punheta para evitar que meu pau mimado perdesse o pique. Ela começa a gemer bastante com sua masturbação, enquanto olhava fixamente meu pau. Então começa a ser possível a escutar um barulho de molhado, como se fossem tapinhas em uma poça de água. Olhei para meu pau, estava bem melado, mas não era eu. Olhei para ela, e de sua buceta começou a escorrer um líquido. Tirei a mão do pau e levei até ele, catei e levei à boca. Era bem viscoso, pegajoso, bem escorregadio. Era bem semelhante com o gosto de buceta, ao chupar uma buceta bem molhada. Era seu líquido natural. Ela definitivamente estava pronta.

Apoiei as mãos na cintura dela, guiando ela a abaixar seu quadril, levando sua buceta ao meu pau. Quando estava perto o suficiente, seus cabelos tocaram meu pau e eu senti o quão molhados eles estavam, parecia que ela saiu do banho. Ela segura meu pau e o levou até sua entrada, e então sentou bem devagar, tremendo o corpo enquanto entrava. Até hoje, na vida, senti apenas uma buceta tão quente e molhada quanto ela. Meu pau entrava constantemente, deslizando. Ela gemeu apenas quando entrou tudo. Eu conseguia sentir algo na cabeça do meu pau, mas não sabia o que era. Parecia uma língua, mas não tem muitas opções de coisas que têm dentro da buceta, estava tocando seu útero. Sem levantar, ela começou um movimento de esfregar seu colo no meu, inevitavelmente fazer meu pau se mover dentro dela, mas não muito. Ela parecia lamber e engolir meu pau por dentro, e era uma sensação fora do normal. Eu não consigo nem detalhar direito.

Ainda no movimento, ela leva os braços para meu ombro e me puxa para um abraço do mesmo jeito que sempre abraçou, sem parar de cavalgar. Ela me dá um beijo mas depois fica apenas com a testa encostada na minha, com o nariz encostado no meu, de olhos fechados e gemendo muito, mas baixo. Levei minha mão para seus peitos e fiquei estimulando seu mamilo com uma mão, enquanto apertava sua bunda com a outra. Ela começou a gemer mais alto, e então aumentou ainda mais o volume. Seu gemido ecoava no banheiro, se misturando com a música do cerimonial. Conseguimos ouvir uma voz do box ao lado:

— Cacete, que tesão. — Seguido de silêncio.

Paramos por um segundo, até que ouvimos algo arrastando no chão. Era um celular. Karina levantou, pegou o celular do chão. Ouvimos um grito de protesto do outro lado, mas ela ignorou. Karina me chamou para ir para trás dela e cobriu seu rosto com minha camisa. Ela colocou a câmera frontal e iniciou uma gravação, sem mostrar meu rosto. Ela colocou o celular de volta na posição que estava e se ajeitou, me puxando pelo braço para encaixar nela. Olhei rapidamente e a câmera estava no meio das pernas dela, e filmava diretamente sua buceta. Meu pau também estaria bem evidente no vídeo.

— Ta conseguindo ver? — Ela pergunta.

— Estou. Mas se for pra fazer isso, eu poderia ficar aí dentro vendo. Não vai ter vídeo. — A menina responde.

Realmente, o que ela falou faz sentido. Karina me olhou, meio que perguntando o que eu achava. Eu dei de ombros. Ela continuou me olhando e mordeu o lábio sorrindo.

— Então vem.

O celular foi puxado do chão e ouvimos o box do lado abrir. Abrimos o nosso e a menina entrou. Era uma menina até bonita, vestida como homem. Usava um boné para trás, um cabelo curto como de homem, vestia uma blusa larga de marca e uma bermuda xadrez, bem parecida com as que eu usava. Tinha um alargador pequeno de um lado só. Porém, ela era bonita. Tinha um rosto bem fofinho, um peito grande e uma bunda média. Ela trancou a porta atrás de si, e começou a se despir. O corpo dela era sensacional. Seus mamilos bem duros, um peito grande, mas firme. Sua barriga não era grande, diria apenas “fora de forma”, parece que a gordura ia toda para a bunda, que tinha bastante celulite. Mas eu não ligo, nem nunca liguei. Quanto mais curvas melhor.

Karina estava com as costas na parede do box, de frente pra mim, olhando a menina, e eu de frente para Karina, também a olhando. Ela desvia a atenção para mim e começa a fazer uma careta, franzindo a sombrancelha.

— Ta olhando demais. — Com uma cara brava, puxando meu rosto pelo queixo.

A menina parou de se despir por um segundo, até que Karina voltou a olhar pra ela sorrindo.

— Foi você quem chamou ela. — Disse respondendo.

— Não significa que tem que dar mais atenção a ela do que a mim.

— Mas ela acabou de chegar. Você também não parou de olhar. — A menina começou a rir. Ela percebeu que estávamos nos zoando.

— Meu nome é Nicole. Eu sou bissexual. — Ela disse, finalmente se apresentando. Sua voz era bem grossa, se não fosse o rosto feminino e o tamanho do peito, diria que era um homem. Enquanto ela se apresentava, tirou sua calça e a calcinha. Sua buceta era depilada, bem rosinha.

— Luiz e Karina, prazer. Somos heterossexuais. — Respondi de volta. Karina vira para mim.

— Você é hetero, eu sou bi. — Me respondeu séria.

— Seu amigo disse que você era hetero. — Virei para Karina.

— Vocês são engraçados. Vocês namoram? — Nicole pergunta.

— Sim. — Respondi a Nicole, sem hesitar.

— Ah, é? Desde quando? — Karina pergunta para mim com cara de espanto.

— Segredo! Semana que vem te conto. — Ela sorriu para mim e me da um selinho.

— Lembra que eu falei que você merecia até o cu? Então, não vou te dar o cu, mas isso deve substituir. — Karina começa a me masturbar, enquanto fala, e então vira para Nicole. Nicole não tirava os olhos do meu pau, que agora também brilhava com os líquidos de Karina.

— Não é como se você não pudesse dar o cu outro dia, né? — Falei rindo, mas também olhava Nicole. Nós três rimos.

— Gente, que menino abusado. — Karina responde rindo. — Tem que merecer.

— Gente, não quero atrapalhar nada, estou aqui só para ver. — Disse Nicole bem tímida. Ela leva sua mão até a buceta e começa a se masturbar nos olhando.

— Que isso, miga. Pode entrar a hora que quiser. — Diz Karina me dando um beijo no pescoço enquanto ainda me masturbava.

— Pera ai, que que você tava fazendo no banheiro do lado desde que entramos? — Perguntei curioso.

— Eu bebi demais, e as pessoas não param de me trazer bebida. Vim pro banheiro pra dar uma sumida e tentar respirar.

— Entendi. Bom, a Karina já te deu a palavra, entra quando quiser. — Disse sorrindo, olhando para sua buceta.

Nicole sorri de volta e então para de se masturbar. Ela aponta pra mim, como uma surpresa:

— Você é um unicórnio! — Ela disse sorrindo.

— Que? — Olhei confuso de volta.

— Como assim? — Pergunta Karina, olhando para Nicole.

— Um unicórnio! É um cavalo e tem um chifre grande, mas também é bonito, fofinho e brilha! — Nicole diz empolgada.

Confesso que não entendi muito bem na hora, até olhar para meu corpo. Eu estava brilhando. Karina também estava brilhando. Olhei para o vaso, cheio de purpurina, de outra pessoa que estava ali. O chão e as paredes também tinha bastante purpurina. E meu pau estava brilhando também, dos líquidos. Karina tinha acabado de perceber também, mas riu de volta para Nicole. Eu fiquei apenas pensando como ia me livrar dessa merda

— Realmente, amor. Você é um unicórnio. — Karina disse rindo, me dando um selinho para consolar.

Era a primeira vez que alguém me chamou de amor. Ela acabou de se tornar minha terceira namorada, mas nunca tive liberdade ou conforto para chamar alguém de amor. Na hora eu pensei rapidamente sobre isso, e estranhamente ficaria confortável de chamá-la de amor de volta, sem hesitar, mesmo que eu não conhecesse tanto ela assim. Pulei de cabeça na fantasia e entrei na onda dela. Fui tomado por um fogo que tive poucas vezes na vida, pressionando Karina contra a parede com bastante força, levantei uma de suas pernas e apoiei em baixo do joelho, apoiando a outra mão em sua cintura. Posicionei ela direito e meti meu pau novamente, sem nem precisar da mão. A resposta dela foi soltar um gemido abafado, dizendo bem baixo “Que safadinho”. Era possível ver a mão de Nicole frenética ao redor, mas eu tinha olhos apenas para Karina, e ela me olhava de volta intensamente, enquanto meu pau entrava e saia.

Ficamos nessa posição por um tempo, até Nicole resolver se aproximar. Continuei metendo em Karina, mas agora Nicole a beijava, enquanto estimulava seus mamilos. Levei minha mão que estava na cintura de Karina até a bunda de Nicole e dei uma apertada forte. Ela empinou a bunda como resposta e levei meus dedos até sua buceta, começando a brincar com seu clitóris. Nicole gemia junto de Karina, atrapalhando o beijo delas. Quando Karina viu onde estava minha mão, me deu uma olhada que eu não consegui decifrar. Ela tentou abaixar a perna, entendi que a posição tava ruim, e abaixei a perna dela, me afastando um pouco e tirando meu pau de dentro. A perna dela escorria, meu pau pingava. Karina ficava tão molhada que se fosse transar em um hotel, teria problemas com os lençóis. Nicole olhou surpresa e se ajoelhou, puxou minha perna em sua direção e começou a chupar meu pau.

Karina segurava os cabelos de Nicole para trás, e se aproximou para me beijar. Durante o beijo, ela vem a meu pescoço e fala bem baixo para Nicole não escutar:

— Se quiser comer ela, usa camisinha. Se você gozar, vou ficar muito puta. — Então ela morde minha orelha.

Karina, que segurava o cabelo de Nicole, a puxa para cima com carinho, para ela se levantar. Nicole ainda estava com a boca lambuzada, lambendo os lábios. Karina a puxa para um beijo, puxando o corpo dela bem colado, arrastando seus cabelos pubianos no colo de Nicole, enquanto seus peitos se tocavam. Karina também apertava os peitos de Nicole com força e ela gemia baixo com a pegada. Karina então levou as duas mãos para a bunda de Nicole e a apertou, levando ela a abrir e empinar. Nicole entendeu e empinou ainda mais. Me abaixei ali na frente e fui chupar a buceta de Nicole, mas parei para olhar Karina rapidamente e ela me olhava com uma cara bem séria.

Entrar, sair, rápido, as palavras ecoaram rapidamente com aquele olhar, e então me lembrei que não tinha nem chupado a Karina. Aproveitei que ja tinha abaixado e fui até minha bermuda pegar minha camisinha, enquanto Karina agora masturbava Nicole pela frente. Coloquei minha camisinha e me levantei, me posicionando atrás de Nicole. Ela empinou ainda mais o quadril, e eu abri uma de suas nádegas para ver melhor, começando a enfiar o pau lentamente, porque ela era bem apertada e eu não queria estourar a camisinha.

Com certo esforço meu pau entrou todo. Karina beijava o pescoço de Nicole e estimulava seus mamilos, enquanto eu apertava a bunda de Nicole com uma mão e masturbava Karina com a outra. Comecei a meter em Nicole e ela gemia bastante. Karina se ajoelhou em frente dela e começou a chupar seu clitóris, vez em quando esticava a língua para tocar meu pau. Nicole segurava a cabeca de Karina e eu continuava metendo. Comecei a ficar muito perto de gozar e me lembrei da fala fria e ameaçadora de Karina, então tirei o pau. Tirei a camisinha tambem, e Karina sorriu. Ela se levantou, me colocou na frente da privada e encostou Nicole na porta. Ela se enfiou no meio, inclinando a bunda e a abrindo, enquanto olhava para trás e mordia o lábio para mim.

Consegui ver sua buceta e seu cu, bem à minha disposição, no mesmo frame. Sua buceta ainda escorria, e seus cabelos estavam empapados. Sua buceta estava mais avermelhada do que no começo. E então ela diz bem baixo, mas que nós dois ouvimos:

— Goza dentro de mim.

Fui até ela e atendi seu pedido. Enfiei meu pau novamente e meti com bastante força, fazendo seu corpo quicar para frente. Eu a segurei firme pelos quadris e continuei metendo. Ela chama Nicole com o dedo, e Nicole se abaixa em sua frente, chupando seu clitóris da mesma forma que ela a havia chupado. Comecei a sentir a língua de Nicole estimulando meu pau ao mesmo tempo que chupava Karina, e aquilo foi sensacional. Continuei metendo, cada vez mais forte, fazendo os peitos de Karina quicarem, até que senti que ia gozar, e a segurei bem forte no quadril, puxando para meu pau. Ela começa a gemer e gritar, dizendo: “Isso, goza pra mim, goza comigo!” E eu não consegui segurar, soltando toda minha porra dentro dela enquanto gemia, e ela começou a tremer também, descontroladamente, segurando a cabeça de Nicole.

Ela tremeu por alguns segundos e tirei meu pau de dentro e deixei a porra escorrer. Ela posicionou a boca de Nicole, que começou a catar minha porra com a língua. Nicole então se levantou e começou a beijar Karina, com a boca cheia de porra. Foi uma das coisas mais sexy que eu já presenciei.

Começamos a nos arrumar para sair. Nicole se vestiu primeiro e foi buscar lenços na mesa do corredor e trouxe para nós. Karina se limpou em silêncio, e eu senti um clima pesado. Nos vestimos e saímos do banheiro, finalmente.

Karina me pega pela mão e me arrasta pela multidão, com muita rapidez. Eu achei que ela queria mais safadeza, mas o motivo era bem diferente. Ela me puxou para fora do cerimonial e então para uma rua lateral que não tinha ninguém. Ela se encostou em uma parede, de braços cruzados e vi que ela estava chorando. Fiquei preocupado, me aproximei e limpei seu rosto, perguntando o que houve. E ela começou:

— Você disse que tava pronto. Porque demorou pra gozar?

— Como assim? Tava pronto pra transar, não gozar.

— Mas não demora assim para gozar. Você não tava gostando? É por isso que você só ficou com vontade de gozar depois que comeu ela? Eu não sou boa o suficiente?

— Que que você tá falando? Não tem nada a ver. Cheguei perto de gozar várias vezes, mas sempre segurei porque queria mais, estava muito bom. — Ela começou a chorar muito, evitava me olhar e até soluçava, fazendo caretas de choro.

— Você tá mentindo! Achei que você não era mais um mentiroso! — Ela me encarou bem séria, tentando não chorar. Nesse momento respirei fundo, mas não aguentei e falei bem sério, embora possa ter soado bravo:

— Você está errada! Se você quiser, podemos transar agora mesmo para te provar! Acabamos de começar, e você quem abriu a possibilidade para a situação! Não faz sentido você me chamar de mentiroso, quando é você quem fica de joguinhos! — Ela soluçou novamente.

— Não é joguinho. Eu só não quero ser abusada de novo. — Ela disse bem baixo, voltando a chorar.

Abracei ela bem forte. Ela afundou a cara no meu peito e chorou muito. Aquele momento deu um clique na minha mente. Luana também tinha tido experiências traumáticas e tinha traços semelhantes. O mistério, poucas informações, insegurança, baixa auto estima. Não era a hora de perguntar para Karina o que havia acontecido com ela, mas sabia que seria um longo processo de adaptação e compreensão. Eu não consegui fazer isso a 2 anos atrás com a Luana porque ela não me deu chances, mas agora tinha a oportunidade de tentar novamente, com uma pessoa que apostou bem alto em mim, e iria fazer tudo em meu alcance.

Continuamos a noite bem tranquilos, conversando sobre a experiência de transar e de ter a Nicole, enquanto bebíamos cerveja. Era a primeira vez que ela fazia um menage, e ela gostou, apesar do surto de ciúmes. Conversamos sobre as muitas coisas que queríamos fazer e estabelecemos os limites.

Ela me passou suas redes sociais, dizendo que não tinha me passado porque estava se protegendo e avaliando riscos, o que era compreensível. Ela ficou com bastante ciúme da amizade que tinha feito na semana passada, com a Helena. E realmente, só não fiquei com ela porque ela não quis ficar no dia em que me conheceu, tinha que ter um segundo encontro, então teve um pouco de sorte também.

O motivo de ela saber tantos detalhes da festa era porque um dos amigos dela pegava um promoter, que era irmão da namorada do Henrique. Henrique era o cabeça de tudo. Todo mundo conhecia ele e ele conhecia todo mundo. Ele organizava todas as festas, era o dono dos espaços e uma outra balada alternativa na cidade, e tinham duas festas por semana que bombavam. Ele vivia rodeado de pessoas, sempre. Então as informações vazavam, mas propositalmente, para se espalhar mesmo e fazer as pessoas curtirem como se não houvesse amanhã, porque amanhã não haveria mais essa festa, dessa forma.

Encontramos Nicole várias vezes naquela noite, sempre em grupos diferentes. Ela sempre nos apresentava como Karina e Unicórnio, e o apelido pegou. Ela sempre tinha um copo com bebidas diferentes na mão, mas parece que agora estava pronta para beber mais. Vimos ela beijando muitas pessoas também, e Karina comentou em certo ponto “Aff, sua porra ta passando por todas as bocas daqui, queria só pra mim” e eu ri, sabendo que Karina poderia ser complicada, mas ela tinha um jeitinho de demonstrar afeto e carinho.

E assim foi o início, e a primeira loucura, do meu segundo relacionamento mais longo, perdendo apenas para meu casamento.

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