Março 1, 2026

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Sessão Extra

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Era uma tarde de quinta-feira abafada, o ar-condicionado do consultório zumbia baixo, mas não conseguia vencer o calor que se acumulava entre as paredes brancas. O cheiro de álcool gel misturado ao óleo de massagem de lavanda ainda pairava no ambiente quando ouvi os saltos leves dela no corredor. Taiane apareceu na porta entreaberta, o cabelo castanho solto caindo em ondas sobre os ombros, a pele já levemente úmida de suor na clavícula.

— Douglas… ainda dá tempo de uma última sessão? — perguntou com aquela voz rouca que parecia acariciar a nuca.

Fechei a porta atrás dela com um clique suave da tranca. O som ecoou mais alto do que deveria no silêncio. Ela caminhou devagar até a maca de RPG, o quadril balançando de leve dentro da legging preta fina, quase translúcida nas coxas onde o tecido grudava na pele suada. Subiu na maca de bruços com uma lentidão provocante, apoiando o queixo nas mãos cruzadas. A regata cinza subiu um pouco nas costas, revelando a curva da cintura e a covinha logo acima da bunda.

Comecei como sempre: mãos quentes do álcool gel esfregando-se uma na outra, o cheiro cítrico invadindo o ar. Deslizei as palmas abertas pelas costas dela, sentindo a textura aveludada da pele, o leve relevo das vértebras sob meus dedos. Cada respiração profunda fazia os seios grandes e empinados se comprimirem contra a maca, e eu podia ouvir o tecido da regata roçando de leve nos mamilos já endurecidos.

— Relaxa aqui… — murmurei, pressionando a base da coluna com os polegares.

Ela soltou um gemido baixo, quase um ronronar, e empinou o quadril alguns centímetros. O cheiro dela subiu até mim: uma mistura quente de perfume floral suave com o almíscar natural da excitação que já começava a se espalhar. Minhas mãos desceram pelas laterais da cintura, subiram por baixo da regata e encontraram a pele nua, quente, ligeiramente pegajosa de suor. Quando alcancei a parte de baixo dos seios, senti o peso deles escapando pelos lados das minhas mãos — macios, pesados, quentes como se estivessem febris. Os mamilos roçaram minhas palmas e ela estremeceu, o corpo inteiro reagindo com um arrepio visível.

Virei-a devagar. A regata subiu junto, expondo a barriga lisa e a base arredondada dos seios. Eles se acomodaram contra o tórax dela, balançando levemente a cada respiração acelerada. Os bicos rosados estavam inchados, apontando para cima, a pele ao redor eriçada de tesão. Aproximei o rosto e inspirei fundo: o cheiro doce da pele misturado ao leve sal do suor. Beijei a curva do pescoço dela, sentindo o pulso acelerado sob a língua, o gosto salgado na boca.

Minhas mãos finalmente envolveram os seios por inteiro. Eram grandes demais, transbordavam entre meus dedos, a pele tão macia que parecia derreter ao toque. Apertei com firmeza e senti os mamilos endurecerem ainda mais contra as palmas. Quando chupei um deles, o sabor foi uma mistura de pele quente e um leve dulçor natural; a textura enrugada do bico roçando minha língua me fez gemer contra o peito dela. Taiane enfiou os dedos no meu cabelo, puxando com força, o couro cabeludo ardendo de leve enquanto ela arqueava as costas, empurrando o seio mais fundo na minha boca.

Desci beijos molhados pela barriga, sentindo os músculos tremerem sob meus lábios. Puxei a legging e a calcinha de renda preta juntas; o tecido deslizou devagar pelas coxas grossas, deixando um rastro úmido na pele. Quando a calcinha chegou aos tornozelos, o cheiro forte da excitação dela me envolveu — quente, almiscarado, irresistível. Abri as pernas dela com cuidado e passei a língua devagar por toda a extensão da buceta: do períneo encharcado até o clitóris inchado. O gosto era salgado, levemente ácido, viciante. Quando chupei o clitóris com firmeza, sentindo-o pulsar contra minha língua, ela deu um gritinho abafado e apertou as coxas contra minhas orelhas, o calor úmido delas me sufocando de prazer.

— Por favor… me fode agora… — a voz saiu entrecortada, quase um soluço.

Levantei rápido, o coração martelando nos ouvidos. Abaixe a calça e a cueca; meu pau saltou livre, duro, a cabeça brilhando de pré-gozo, latejando no ar fresco do consultório. Apoiei uma perna dela na minha cintura — a pele da coxa estava quente, escorregadia de suor — e segurei a outra com força. Entrei devagar, sentindo cada centímetro sendo engolido pela buceta apertada e molhada. O calor era absurdo, como entrar num banho quente demais; as paredes internas pulsavam ao meu redor, me apertando ritmicamente.

— Caralho, Taiane… você é tão apertada… — gemi, a voz rouca.

Ela cravou as unhas nas minhas costas por cima da camiseta, o tecido rasgando de leve enquanto eu começava a meter com força. O som molhado dos nossos corpos se chocando enchia o consultório — ploc, ploc, ploc ritmado —, misturado aos gemidos dela e ao ranger sutil das rodinhas da maca a cada estocada profunda. Segurei os seios com as duas mãos enquanto metia, sentindo o peso balançar contra minhas palmas, os mamilos roçando meus dedos a cada movimento. O suor escorria entre os seios dela, deixando a pele brilhante; eu me inclinei e lambi o vale entre eles, sentindo o sal na língua.

— Mais forte… me fode mais forte, Douglas… — implorou, os olhos semicerrados, a boca entreaberta deixando escapar suspiros quentes.

Aumentei o ritmo, batendo fundo, sentindo a cabeça do pau roçar no fundo dela a cada investida. O cheiro de sexo puro tomava conta do ar — suor, fluidos, tesão. Levei a mão até o clitóris e esfreguei em círculos rápidos, sentindo-o pulsar sob meus dedos melados. Foi o gatilho.

Taiane gozou com um grito longo e rouco, o corpo inteiro convulsionando, as coxas tremendo violentamente contra mim enquanto a buceta apertava meu pau em espasmos fortes, quase dolorosos de tão intensos. O líquido quente escorreu pelas minhas bolas, pingando na maca. Não aguentei: meti até o fundo uma última vez, sentindo o jorro forte dentro dela, cada espasmo do meu pau ecoando nos dela, enchendo-a enquanto eu gemia o nome dela contra o pescoço suado.

Ficamos imóveis por longos segundos, ofegantes, o peito dela subindo e descendo rápido contra o meu. O ar cheirava a sexo, suor e lavanda. Ela abriu os olhos devagar, aquele sorriso safado voltando aos lábios inchados de tanto morder.

— Sessão… concluída? — perguntou, a voz ainda trêmula.

Passei o polegar devagar na boca dela, sentindo a umidade dos lábios, e respondi ainda dentro dela, sentindo os últimos espasmos:

— Acho que vamos precisar de várias… pra corrigir essa postura tão… rebelde.

Ela riu baixinho, o som vibrando no peito dela, e me puxou para um beijo lento, preguiçoso, nossas línguas ainda com o gosto um do outro, enquanto a maca continuava balançando de leve sob o peso dos nossos corpos exaustos e satisfeitos.

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