Fevereiro 3, 2026

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Show Privado no Morro de São Paulo

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Vou aproveitar o tempo ocioso que tenho tido e convertê-lo em algo produtivo, contarei para vocês mais uma história do casal João e Julia. É um conto longo, então se não for a sua praia, talvez não valha a pena continuar por aqui. Dividirei em partes para facilitar a leitura.

Bom, vocês já conhecem os dois, mas, para aqueles que não leram os outros contos, farei uma breve descrição de ambos para que possam visualizar melhor a história.

João é baixo, tem 1,70 m, moreno e pauzudo, parece pouco para descrevê-lo, mas isso basta, melhor reservar mais palavras para Ju, sua namorada. Julia é baixinha também, tem 1,56 m de altura, é branquinha e deliciosa.

A garota tem um corpo perfeito (apesar de achar que pode melhorar uma coisa aqui e ali, coisa de mulher), sua bunda é redonda, grande, durinha e empinada, do tipo que chama atenção em qualquer lugar, tem um desenho perfeito e é motivo de adoração por João. Sua bocetinha é bem linda e parece feita à mão, inchadinha e com os lábios com tamanho perfeito – e quase sempre sem pelo algum. Tem, ainda, uma cinturinha fina que realça seus quadris largos e as coxas bem roliças e grossas. As panturrilhas são do tipo forte, os pés são pequenos, número 35 e as mãos são delicadas. Delicados são também seus seios, pequenos e pontudos (feito pêra), ela é doida para por silicone, mas João ama as medidas da namorada. Ju tem cabelos longos e castanhos, com algo de loiro, e faz questão de balançá-los enquanto anda e rebola.

Nosso casal é apaixonado por praia. João ensinou direitinho à namorada a gostar de uma cervejinha na praia e a baixinha aprendeu com gosto. Agora ela adora exibir seu rabo gostoso pelas areias das praias. A gata tem quase uma coleção de biquínis, tem de todos os tipos, mas prefere os de sutiã de cortininha e calcinha bem pequena – pra passear rebolando pela praia e perceber a série de olhares que recebe.

Numa semana em que os dois estavam de férias, resolveram curtir uma praia mais distante, fugir um pouco do usual. Como são gostam muito de Morro de São Paulo, o local foi o escolhido para uma esticada de quatro dias. João ligou para uma pousadinha que fica na segunda praia e reservou uma suíte, fizeram as malas e partiram.

Ju, safada, escolheu a dedo os biquínis que levou. Entraram na mala apenas os modelos que mais gostava e que melhor desenhavam sua bunda – coincidentemente eram os menores do guarda-roupa. João adorava todos aqueles, além de poder ver a bunda de sua gata por mais tempo, comer Ju no doggy style com uma marquinha pequena de sol era delicioso…

Fora os biquínis, a gatinha levou apenas roupas curtas, bem para o calor. Eram shorts jeans pequenininhos, vestidos leves e curtos, saídas de praia transparentes e as underwears, como vocês já devem imaginar, todas bem safadas. Ah! Importante dizer que a mala de Ju viajou sem nenhuma roupa para dormir. A garota disse que, devido ao calor, não haveria necessidade de levar nada para dormir e no final das contas, sua mala ficou bem leve até.

Chegaram ao local paradisíaco por volta das 10h da manhã de quinta-feira, era janeiro e o sol escaldava. Ju vestia uma regata branca e um short jeans meio folgado e bem curtinho, nos pés um par de chinelos Havaianas e por baixo da roupa apenas um fio dental rosa de algodão, estava sem sutiã. Os longos cabelos soltos e os olhos protegidos com um Wayfarer vermelho. Andando pela vila até chegar à escadaria que dava na segunda praia a garota já chamava atenção. Quem papeava no local esperava o casal passar para dar aquela conferida na bunda de Ju que, à medida que percebia os olhares, desfilava mais à vontade ainda.

Chegaram à Pousada Encanto do Morro e foram até a recepção pegar as chaves, lá foram recebidos por uma garota novinha, que aparentava ter por volta de 18 ou19 anos, já era uma delícia. Exibia os seios presos num biquíni pelo decote de sua regata branca (parecida com a de Ju) e vestia um short de malha claro, não tão curto quanto o da namorada de João, mas muito, muito colado, evidenciando um apetitoso corpinho violão, era o perfeito tipo “falsa magra”. Os cabelos eram loiros e a pele dourada, queimada de sol.

“ – Bom dia! Meu nome é Paula, sejam bem-vindos à Pousada Encanto do Morro. Em que posso ajudá-los?”

O nome da pousada é pertinente – pensou João. “ – Bom dia, Paula! Meu nome é João, esta aqui é minha namorada, Julia. Fiz uma reserva para nós há dois dias para hoje.”

Ju percebia o olhar do namorado quase fixo nos pequenos, mas apetitosos seios da atendente.

“ – Deixe-me ver…” – Disse Paula acessando suas planilhas de reservas no computador ao seu lado. “ – Sim, sim! Sr. João, quarto nº 14.”

Fizeram o check in e seguiram Paula até o quarto reservado.

“ – Vocês deram sorte, ficaram com o melhor quarto da pousada, é um bangalô e fica meio afastado da confusão dos outros quartos, pois foi construído depois, quando minha mãe resolveu expandir as coisas por aqui.” – Ia falando a garota enquanto conduzia os dois.

“ – Mas até que a pousada está bem tranquila, não?” – Disse João.

“ – É. Mas só porque ainda é quinta-feira. Amanhã começam a chegar outras pessoas e no sábado o local fica bem cheio…” – Responde a novinha.

Ju adorou o fato de o quarto ser um bangalô isolado, os dois são meio barulhentos quando fazem sexo e é um saco ter que se preocupar em segurar os gemidos. Enquanto isso, Paula ia à frente de João e Ju e o rapaz agora mantinha os olhos na bunda de Paula. Corpinho lindo tinha aquela ninfeta, a bunda não é das maiores, mas o rabinho era muito lindo. A garota tinha as coxas bem separadas, era daquelas boas de serem sarradas… Como o short era muito colado, a calcinha vestida pela novinha ficava desenhada, alimentado a safadeza de João mesmo não sendo tão pequena quanto as que era acostumado a ver em Ju.

Subiram o lance de escadas que mantinha o banfalô afastado e João teve ali uma linda visão, as bundas da recepcionista e de Ju à sua frente, bem empinadas (e como o short de Ju era muito curto e folgado, a polpinha de sua bunda ficava à mostra de quem estivesse embaixo).

Paula abriu a porta do nº 14 e os três entraram. Era bem aconchegante, nada de luxo, mas tudo muito bem arrumado. O bangalô tinha ainda uma pequena varanda com rede, e por estar no alto tinha uma vista maravilhosa da praia.

Assentaram suas mochilas e deram aquela espreguiçada. Paula lhes explicou os horários da pousada e chegou a dar algumas dicas de restaurantes e baladas do local. Ju agradeceu e disse que já conheciam Morro de São Paulo de longas datas e que já haviam aprontado muito por ali.

“ – Ah… Mas tem algumas coisas novas que vocês devem conhecer. Este ano tem uma barraca nova aqui na segunda praia que é muito legal, rola um DJ que faz discotecagem com músicas brasileiras e eles servem uns drinks óóóótimos!!!” – Contou Paula bastante animada.

“ – Ai, me perdoe pela falta de discrição, mas você tem idade para saber assim tão bem desses ‘drinks ótimos’, Paula?” – Interpelou Ju.

“ – Hahahahaha! Tudo bem, Julia! É que eu aparento ser muito novinha, né? Hahaha! Tenho 18 e já faço 19 anos no mês que vem! E apesar de não ir sempre para a balada, pois ajudo minha mãe aqui na pousada, às vezes saio para me distrair um pouco… Ah! E não precisa me chamar de Paula, pode ser Paulinha!”

Disse isso tocando o braço de Ju e se despediu do casal, fechou a porta e João acompanhou, pela janela aberta, aquele lindo rabinho se afastar, descendo as escadas.

Julia se dirige para o lado de João e se apoia de bruços no peitoril da janela, vendo Paulinha sumir de vista nos corredores da pousada: “ – Você é muito cachorro! Eu vi você comendo com os olhos a menina!” – Bradou Ju dando um tapa no braço de João, mas rindo.

“ – Ah, meu amor. Você sabe que só tenho olhos para você… Só estava analisando-a para comparar a beleza dela à sua… E claro que você é muito mais linda!” – Disse João com um sorriso cínico nos lábios, abraçando-a por trás.

“ – Sei, sei… Você estava era olhando a boca dela, o pescoço dela, os seios dela, a barriguinha dela, a bocetinha dela, a bunda dela, as coxas dela…” – Foi falando Ju, enquanto de desvencilhava dos braços de João e começava a esfregar o próprio corpo, seguindo com as mãos os locais que ia dizendo. E seguiu:

“ – Você já deve estar de pau duro, não é? E eu não sei se é por minha causa ou é pela loirinha da pousada…” – Ela diz isso fazendo uma carinha forçada de sofrimento, fingindo ciúmes.

João se enche de coragem (e já estava, de fato, com o pau duro) e diz: “ – É por causa das duas, meu amor, por causa das duas… Desde que comemos a Rafa que, de vez em quando, penso em você com outra mulher.” – E puxa a namorada para si, roubando-lhe um beijo e apertando sua bunda.

Ela se solta e o empurra na cama, sobe no sofá e, mesmo sem música, começa a rebolar e novamente a passar as mãos no corpo.

“ – Pois eu vou fazer você esquecer dessas ideias agora. Quero você pensando o tempo inteiro em mim, só em mim!”

A garota pega no próprio seio por cima da camiseta enquanto fala e segue rebolando. Com a outra mão desce o decote da regata até aparecer o mamilo esquerdo. Ela leva a mão direita à boca e chupa os dedos médio e polegar, descendo-as de volta ao mamilo descoberto e o alisa e aperta – enquanto morde o lábio e geme baixinho. João adora… Pega o celular e põe para tocar Down in Mexico do The Coasters. Ju gosta da trilha sonora e rebola ainda mais para seu homem.

Ela segue com a dança, movendo o corpo sensualmente – e João já usa o celular para fotografá-la – Ju desce e sobe algumas vezes, vira a bunda na direção de João e se abaixa… Quando sobe de volta, leva a mão esquerda até a bunda e a enfia pelo cós do jeans, agarra a fina calcinha e a puxa, exibindo para o namorado sua lingerie. João enlouquece e registra tudo na câmera do smartphone.

“ – Você acha que alguma mulher vai conseguir te deixar doido como eu sei te deixar? Que aquela tal de Paulinha rebola tão gostoso quanto eu? É tão safadinha como eu?” – Falava a pequena.

Ju sabe o estrago que causa em João e dá sequência às provocações soltando o elástico da calcinha, que estala em suas nádegas. Ela volta a ficar de frente e leva a mão direita novamente aos lábios, passa sua língua entre os dedos no ritmo da música e geme um pouco. A pica de João queria estourar a bermuda. Ju desce lentamente a mão que estava na boca e invade o cós do short de novo. Agora sua mão esta na bocetinha. Ela movimenta a mão entre as pernas e geme, mordendo novamente o lábio inferior.

Sem tirar a mão de dentro do jeans, Ju desce do sofá que servia de palco para seu show e vai até a cama onde João se encontra deitado. A gata sobe pela beirada no móvel e se põe em pé em cima do namorado, com uma perna de cada lado. A vista que João tinha era linda, como o short da namorada era muito curto e folgadinho, o movimento que Ju fazia em sua bocetinha por baixo da calcinha rosa ficava perfeitamente visível e fotografável.

“ – Huuunm… Aaii… A vista aí embaixo está boa, meu amor?” – Disse Ju entre os dentes.

A garota se masturbava lentamente em cima de João, movia os dedos e rebolava ao som do blues que tocava. Volta a descer e se agachar, ficando com a bocetinha a poucos centímetros do rosto de seu amado. Mesmo com o jeans e a calcinha, João podia sentir o cheiro de boceta que Ju exalava. Ela para a “massagem”, tira a mão do meio das pernas e leva os dedos à boca de João, que os chupa com vontade, se deliciando com o gosto da namorada. Ju aprova a saliva nos dedos, se levanta novamente e enfia de novo a mão na boceta, só que desta vez o faz mais rápido e com mais fome. A garota enfia o dedo médio na entrada de sua bocetinha e fica ali, tirando e colocando de volta enquanto geme e rebola.

Ju se vira, desce da cama e volta ao sofá, seu palco principal. De lá, abre os botões do jeans e faz menção de tirá-lo. João vibra (e registra mais fotos)! Ela desce um pouco, provocando o rapaz, dá meia volta, abaixa novamente um pouco o short, empina bem a bunda e o desce de uma só vez. Sua bunda perfeita e gostosa fica coberta apenas pela calcinha rosa que vestia (o que não cobria lá muita coisa).

O pau de João parecia que ia estourar a bermuda de tão duro e latejante.

Ju segue o seu show e agora ao som de Fly Away de Lenny Kravitz. Ela gira, joga os longos cabelos, levanta as pernas e dá tapinhas na própria bunda. Do blues ao rock, não importava, a garota sabia como usar os quadris para impressionar, deixando qualquer homem babando (e João era presa fácil).

Com o ritmo mais agitado da música, Ju se movia de forma mais frenética, alisando fortemente o corpo e abrindo mais ainda as coxas. De costas novamente, ela continua sua performance, começando a se despir da regatinha branca que vestia. Ela sobe e desce várias vezes o corpo, fazendo o mesmo com a peça de roupa, até que a tira por completo! João vai ao delírio…

A garota se volta para o namorado cobrindo os seios com um dos braços e arremessa nele a regata. Ele que estava sentado e assistindo o show, pega o pedaço de tecido branco e o leva ao nariz. Sente o cheiro que tanto gosta e chega a fechar os olhos saboreando. Ju adora a cena, se sente lisonjeada por ver o tesão que João sente por ela e aproveita o deslize do rapaz de olhos fechados e o surpreende.

Quando ele abriu os olhos foi deitado à força na cama. Ju monta em seu homem e abraça sua cabeça em meio aos seus seios. João adora. Aproveita a deixa e aperta a bunda da namorada, dando-lhe dois tapas de cada lado enquanto chupa avidamente os pontudos seios da garota. Ela segue fazendo carinhos em sua cabeça e rebolando o belo rabo no colo de João. O rapaz consegue, em meio à putaria, alcançar a boceta inchada da namorada – que estava encharcada – onde dá uma leve massageada por cima da calcinha (devidamente respondida com um gemido) e afasta o pequeno pedaço de pano rosa para o lado. Enfia o dedo médio na entrada da bocetinha, apenas para lubrificar o dedo e tateia o rabo da pequena à procura de seu cuzinho. Ainda com a calcinha afastada para o lado, João começa a circular o pequeno orifício com o dedo, sentindo cada contração de Ju, que a essa altura já mordia seu ombro de tanto tesão.

Já com a gata dominada – e sem tirar o dedo da entrada do rabinho dela, João joga o próprio peso para frente e se ergue, levantando consigo o pequeno corpo de Ju. Ela se abraça por completo ao corpo do namorado e ele a beija com amor. Ju se solta aos poucos, sai dos braços de João e fica de pé à sua frente. Eles seguem se beijando, mas com mais ardência, bem como João segue com as mãos na bunda de Ju. A garota, sentido o membro completamente rígido dele, afasta um pouco os quadris, desabotoa a bermuda do rapaz e solta o pau que tanto é viciada. Estava duro, muito duro e quente, pulsando.

Ela se solta dos braços dele, se ajoelha e leva a pica de João à boca. A boca de Ju parecia de veludo. Era deliciosa! Como já dito em outro conto, João, por muitas vezes, gozava mais rápido na boca da namorada que quando comia sua bocetinha…

Ela faz e acontece lá embaixo, se ajoelha e empurra novamente o rapaz para sentar-se na beirada da cama e chupa com vontade sua pica. Começa devagarzinho e vai aumentando o ritmo do blow job. A gata rodeia a cabeça com a língua, desce às bolas, bate punheta enquanto chupa, esfrega o pau nos próprios seios e, sempre que pode, olha para seu homem com a cara mais safada do mundo. Ju é gulosa, é safada e João adora.

Não deu outra, depois de um strip tease fenomenal e um boquete daqueles, João gozou – e como gozou! Gozou para caralho! Ju até tentou engolir tudo, mas parte da porra acabou escapando e caindo no chão… Nosso jovem felizardo cai para trás com um sorriso no rosto, curtindo o momento e a sensação…

Mas quem disse que Ju estava satisfeita? Lógico que não! Ela ainda não havia gozado e estava louca por isso. Nem daria tempo para João descansar. Caçando o próprio gozo, escalou o namorado pelas pernas, virou-se de costas para ele e montou-o novamente, mas desta vez com a bunda em sua cara. Ela queria ser explorada, queria apanhar, queria gemer e gozar.

Nem precisou falar nada. João abraçou as ancas da garota e as puxou para si, passou os dentes na bocetinha dela por cima da calcinha, mordendo o pedaço de pano rosa (encharcado), para colocá-lo para o lado. Ju geme na antecipação. João, contrariado com a presença daquele tecido inconveniente ali não vê alternativa a não ser arrancá-lo – e assim o faz. Puxa com as duas mãos a costura da calcinha e a rasga em duas. Ju faz menção de reclamar e é calada com um tapa forte na nádega direita. Ela geme e quando faz novo esforço para reclamar, João cai de boca em sua boceta e enfia o dedo médio em seu cu ao mesmo tempo. Claro que a chiadeira foi transformada num gemido alto e longo.

“ – AaAaAaiiii, amor! Não… Nããão para… Gostoso…”

João continua a chupar sua pequena com vontade, estapeia sua bunda e mete o dedo em seu cuzinho com um ritmo louco e Ju já estava fora de si. Ele alternava entre linguadas leves e intensas, lentas e velozes – e o dedo, que antes estava só com a ponta para dentro do rabinho de Ju, já estava com mais da metade de sua extensão adentro.

Ela já começava a se tremer em cima de seu corpo e, por conta disso, o pau de João já estava novamente rijo à frente da face de Ju. João sabia o que toda aquela tremedeira queria dizer, sua gata estava para gozar e ele queria que ela gozasse deliciosamente, ele queria aquela bocetinha ainda mais molhada, ele queria que ela gritasse ainda mais alto.

Ju goza. Goza muito e goza forte! Segue tremendo e contraindo a boceta e o cu rapidamente, sem controle algum sobre o próprio corpo e quando chega ao ápice, João para de fodê-la com a língua e com o dedo para apreciar à cena.

A garota amolece o corpo e fica paradinha onde estava, sentindo ondas de prazer se espalhando e voltando, como a maré. João não tinha como ver, mas sabia que nos lábios da namorada estava estampado um sorriso pequeno, mas verdadeiro, de quem acabou de ter um orgasmo daqueles.

Recuperando-se aos poucos, mas cheia de calor, Ju resolveu se levantar para tomar uma ducha antes que perdesse a coragem e fosse tomada ainda mais pelo cansaço pós gozo. Organizou despretensiosamente as roupas espalhadas pelo quarto e, enquanto trocava a playlist para algo mais relaxante, escutou um barulho estranho vindo do lado de fora do quarto.

Ela se assustou e olhou para João, que já estava cochilando e não pareceu escutar nada. Como o quarto não era grande, ela rapidamente chegou à janela e olhou para os lados e para baixo, quando viu um vulto de uma figura feminina magrinha terminando de descer as escadas que davam acesso ao quarto / bangalô deles.

Era, sem dúvida alguma, Paulinha. Será que a safada tinha visto tudo na varanda pela janela? Preocupou-se por alguns instantes, mas preferiu deixar pra lá. Julia sempre teve uma vibe meio exibicionista…

João, que realmente havia pegado no sono pouco depois das “brincadeiras” dos dois, continuava a dormir quando Ju terminou seu banho. A garota pôs um biquíni de calcinha branca com bolinhas vermelhas e sutiã também branco, mas com listras vermelhas, pois queria ir à praia quando João acordasse, vestiu uma saída de praia branca e vazada, pegou o celular do namorado e foi para a varanda deitar na rede e fuçar as fotos que fizeram. Viu uma a uma, deu zoom, girou, mexeu e analisou seus melhores ângulos, depois cortou as fotos (para que o seu rosto não aparecesse), adicionou uns filtros e postou na conta que haviam criado no (hoje extinto para tais finalidades) Tumblr só para as safadezas dos dois.

Coisa de 20 minutos depois João acorda de seu cochilo, se espreguiça e se apoia no peitoril da janela para admirar a namorada.

“ – Boa tarde, meu amor! Que faz aí sozinha? Por que fugiu de mim?”

“ – Estava fuçando seu celular, safado. Caçando algum vestígio de piriguetes por aqui!”

“ – Você sabe que a única piriguete para quem tenho olhos é você, minha pequena…”

Ju cai na risada e chama, logo depois, o namorado para ir à praia com ela. João, que estava louco por uma cervejinha, vai para o banho e rapidamente já está pronto para sair.

Os dois descem as escadas e caminham para frente da pousada. Ao passarem pela recepção, lá estava Paulinha, os dois a olham, cada um com uma coisa na cabeça. Ju pensava se a moleca tinha visto tudo mesmo e, caso tivesse realmente visto, se teria gostado de sua performance. João, mesmo após todas as safadezas que tinha feito com a namorada, fantasiava comer as duas durante aquela viagem. Ainda com Paulinha na cabeça, os dois se dirigem à praia como pretendiam.

Continua…

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