Por
Vingança da Porra
Eu e minha mulher temos um trato de CNC, ou seja, já damos consentimento antecipado para transar com o outro, independente da situação.
Dito isso, eu já estava há 3 dias frustrado.
Transamos 2 vezes nesses dias, e nas duas fomos interrompidos(ter criança é complicado). O problema é que ela não só não me ajudou a gozar depois, como me proibiu que eu gozasse sozinho.
Eu estava com tesão acumulado, com o pau na testa. Não conseguia focar no trabalho e nem nas tarefas de casa. Precisava resolver isso.
Eu ia me vingar disso. Ela gozou pra caralho nessas últimas transas, mas se negou em me ajudar. Eu vou fazer pior.
Trabalho de noite, e voltei de manhã para casa, com todos ainda dormindo. Meu plano já estava arquitetado. Fui tomar banho, e entrei no quarto só de toalha.
A vadia estava do jeito que eu queria: dormindo de camisola, sem calcinha. Era um alvo fácil. Deitada de bruços, só precisei tirar o cobertor de cima dela e subi em cima. Abri aquela bunda gostosa dela, e comecei a acariciar sua buceta e o cuzinho. Eu já estava duro pra caralho, estava fazendo isso só pra brincar com ela mesmo.
Cuspi na cabeça do meu pau, e molhei a buceta dela com cuspe. Mirei na entrada, e fui enfiando nela, devagar pra não machucá-la de início. Meti assim até perceber que ela estava ficando molhada, coisa que não demorou muito. Foi indo mais e mais forte. Me deitei por cima dela, e botei minhas mãos por debaixo dela para segurar seus peitos.
O sono pesado que ela estava não durou muito. Ela acabou acordando, surpresa, porém com um leve sorriso no rosto. Ela não falou nossa palavra de segurança, então eu podia continuar, para o azar dela.
Mas já? – perguntou ela, sussurrando enquanto gemia.
Mal sabia ela o que eu estava planejando.
Foi ela acordar que resolvi que iria pra valer. Tirei minhas mãos dos peitos dela, e com uma delas empurrei sua cabeça contra o colchão, enquanto com a outra segurei os 2 braços dela para trás. Não preciso nem dizer que comecei a meter nela igual uma britadeira.
Mesmo com a gemissão toda, precisava terminar rápido. E não estava difícil pra isso. Eu já estava sentindo que ia gozar, mas não iria avisar.
Minha mulher vira um pouco a cabeça pro lado e me fala:
Se você continuar assim, eu vou gozar muito forte…
Era o que eu queria.
Meti mais e mais forte. Ela gemia mais e mais alto. Até que parei, forte e fundo. Gozei, e gozei pra caralho. O tesão acumulado desses dias me fez me tremer todo, acabei caindo por cima dela.
Mas já? E nem avisou? Eu falei pra não parar porque eu já estava quase gozando..
Eu saí de cima dela, e abri a bunda dela pra ver o serviço feito. A buceta dela escorrendo tanta porra de dentro, não me lembro de ter gozado tanto assim antes.
Dei um tapa na bunda dela, e me deitei do seu lado. Fiquei a encarando por um tempo, enquanto ela esperava para ver quando eu iria continuar.
Me virei pra dormir.
E ela começou a me chamar. No começo era doce, ainda no clima da transa, mas logo sua voz começou a ficar mais nervosa. Acho que ela entendeu o que eu tinha feito. Logo ouvi gemidos do meu lado: ela estava tocando uma pra se satisfazer, mas eu sei que só isso não era o suficiente pra ela.
Ela gozou, se limpou e dormiu. Ela ficou puta comigo durante o dia inteiro, respostas secas e contato físico negado. Mesmo assim, fiquei provocando ela, e de noite tivemos um ótimo sexo de reconciliação.


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