Agosto 28, 2025

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A melhor amiga da minha sobrinha nos filmou a foder

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Já não escrevia há tanto tempo que até estranho sentir os dedos no teclado. A vida de casado, o trabalho, a rotina… tudo isso vai acabando com a nossa veia de contador de putarias. Mas as coisas que me têm acontecido neste último ano são de tal maneira intensas, tão perigosas e ao mesmo tempo tão viciantes, que me levaram a retomar este gustico…

Tudo começou com a minha sobrina, a Carolina. Ela tem 20 anos e é a típica miúda da nova geração, cheia de amigas desinibidas que vêm a casa e não têm papas na língua. Uma delas, a Sofia, chamou-me a atenção desde o primeiro dia. Loirinha, 23 anos, uns olhos claros que me olhavam de um jeito que não era de todo inocente, e um corpo que parecia feito para ser usado com força. Ela sabia que eu era casado, via a minha mulher por perto, e mesmo assim, cada olhar, cada sorriso, cada encosto “sem querer” quando passava por mim era um convite. Durante meses, a sedução foi subtil, mas constante. Mensagens de texto inofensivas que gradualmente ficaram mais ousadas, fotos no Instagram que ela sabia que eu via, elogios disfarçados. Eu, com os meus 39 anos e uma vida sexual em casa que era mais “vamos fazer isto rápido que eu estou cansada”, estava a ser caçado por uma miúda de 23. E eu adorava cada segundo.

A oportunidade surgiu num domingo. A minha mulher foi passar o fim de semana com a irmã noutra cidade e a Carolina combinou uma festinha na nossa casa com as amigas. Eu fingi que não gostei da ideia, mas por dentro estava a contar os minutos. A festa foi a desculpa perfeita. À uma da manhã, a Carolina e as outras já estavam todas bêbedas e foram para o quarto dela dormir. A Sofia “esqueceu-se” de uma coisa na sala e ficou para trás. O olhar que ela me deu quando as outras saíram do corredor não deixou margem para dúvidas.

“Preciso de ir à casa de banho”, disse ela, com uma voz já diferente, mais baixa, mais carregada. Mal entrámos no corredor, ela virou-se, empurrou-me contra a parede e meteu a língua na minha boca. O beijo foi selvagem, húmido, cheio de uma urgência que me fez ficar logo duro. “Há meses que quero fazer isto”, sussurrou ela, a mão já a abrir o meu cinto. “Leva-me para um sítio onde ninguém nos ouça.”

Levei-a para o quarto o mais afastado. Mal a porta se fechou, a foda foi de uma intensidade brutal. Não houve preliminares, não houve carícias. Ela arrancou-me a camisa e eu puxei-lhe o vestido pelos ombros, deixando-a só de calcinha. Atirei-a para a cama, ela caiu de bruços e eu puxei-a pelos quadris, deixando o rabo para o ar. Arranquei a calcinha com um puxão e cuspi na sua cona, depois no seu cú. Ela gemeu, “Sim, seu nojento, molha-me toda.” Enfiei dois dedos na sua buceta, que estava encharcada, e ao mesmo tempo cuspi de novo na ponta do meu pau e encostei à entrada do seu cú. “Não…”, ela gemeu, mas era um gemido de incentivo. “Vais levar com tudo, sua puta”, gritei, e empurrei com toda a força. Ela gritou quando entrei, um grito abafado pela almofada onde enterrou a cara. O cú dela era apertadíssimo, quente, uma luva de veludo a estrangular-me o pau. Comecei a foder aquele rabo com uma raiva que nem eu sabia que tinha, segurando-a pelos quadris com tanta força que lhe ia ficando com marcas roxas. As palmadas nas nádegas eram sonoras, e cada uma fazia com que ela se contraísse à volta de mim. “Dói, caralho, mas não pares!”, ela gritava, e eu obedeci, metendo cada vez mais fundo.

Depois de a foder de cão até me doerem os joelhos, virei-a de frente. Os olhos estavam lacrimejantes, a maquilhagem corria, mas ela sorria, uma puta completa. Agarrei-lhe no pescoço e comecei a apertar, enquanto com a outra mão guiava o meu pau para a sua buceta já muito usada. “Vais gozar, sua cadela?”, perguntei, apertando com mais força. Ela não conseguia falar, só anuía com a cabeça, os olhos a revirar-se de prazer. Eu via-a a ficar sem ar e soltava, para ela respirar, e depois apertava de novo. Ela gozou assim, a ser estrangulada, com um espasmo violento que me fez perder o controlo. Tirei o pau a custo e jorrei porra por cima da barriga e dos peitos dela, em fios grossos e quentes.

Ficámos deitados, a recuperar o fôlego. Ela riu-se, um riso rouco de quem tinha sido usada como um objecto. “Nunca me foderam assim”, disse. Eu senti-me o rei do mundo.

Agora, o problema. Dois dias depois, recebo uma mensagem no WhatsApp. Era a Sofia. Anexado, um vídeo de 30 segundos. O ângulo era de cima, filmando a cama. Era eu, por trás, a foder-lhe o cú com força, as palmadas no rabo, os meus gemidos guturais, os dela abafados. A mensagem dizia: “Adoro rever isto. Tenho mais. Queres ver?”. O sangue gelou-me nas veias. Esta putinha tinha cameras no quarto? Ela filmou-nos? Agora, tenho estes vídeos na posse de uma miúda de 23 anos, imprevisível, que pode achar piada mandar isto para a Carolina, ou pior, para a minha mulher. A minha mulher, que não suspeita de nada, que pensa que o nosso sexo “vainilla” é suficiente para mim, muito menos imagina que gosto de foder cu e de enforcar putas até elas quase desmaiarem de prazer.

Não sei se fico excitado ou em pânico. Ela manda mais cortes. Um dela de gatas a chupar-me o pau como uma profissional, outro meu a vir-me nos peitos dela. É uma bomba-relógio. E o pior? Parte de mim, a parte mais negra e sádica, adora o perigo. Adora saber que há uma gravação daquela noite suja. Mas a outra parte, a racional, sabe que isto me pode custar o casamento e a reputação. Por agora, só me resta jogar o jogo dela. E esperar que a puta continue a achare piada ter um video caseiro do tio da amiga a foder como um animal.

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