A Moleca e os Meninos da Igreja
A noite da quermesse na nossa cidade estava abafada, aquele calor úmido que faz a pele brilhar e a roupa grudar no corpo. Eu e minha mulher decidimos ajudar a igreja do bairro com esse evento. Eu, Tiago, estava na barraca do churrasco, imerso na fumaça e no barulho, mas meus olhos não saíam da barraca de refrigerantes, logo em frente, onde estava minha mulher.
Ali, a Camila, com seus 25 anos e aquela energia de “moleca” que sempre foi sua marca registrada, comandava o gelo e as latas.
Ela usava uma regata branca de algodão, com um corte cavado que não deixava nada para a imaginação. Como o calor era infernal e ela nunca gostou de se sentir presa, estava sem sutiã (pra mim isso já era motivo de ficar excitado) .O suor do trabalho intenso fazia o tecido branco ficar quase translúcido em alguns pontos, e o peso dos seios dela, sempre fartos e imponentes, fazia a regata balançar a cada movimento brusco. A pele branquíssima dela parecia irradiar uma luz própria sob as lâmpadas amarelas da barraca.
O Jogo de “Moleca” na Barraca
Lá dentro, o espaço era um corredor mínimo. Gabriel, de 21 anos, e Léo, de 19, rapazes do bairro e integrantes da nossa paróquia, estavam visivelmente em curto-circuito. Eles tentavam trabalhar, mas a Camila não facilitava. Com aquele jeito brincalhão, ela passava por eles como se o espaço fosse enorme, mas garantindo que o contato acontecesse.
— “Gabriel, sai da frente, menino! Você é muito lerdo!” — ela dizia, rindo alto.
Ao passar por ele, ela não apenas esbarrava; ela esfregava o busto farto no braço dele, sentindo a pele quente do rapaz. Gabriel travava, a respiração saindo curta.
— “Camila, você está me apertando contra a prateleira…” — Gabriel murmurou, tentando disfarçar o volume que já começava a marcar sua bermuda de sarja.
— “Ah, para de frescura! É só um esbarrão, você parece que nunca viu gente,” — ela provocou, voltando para trás e, dessa vez, deixando a bunda empinada roçar demoradamente na frente dele enquanto ela se esticava para pegar um copo. Gabriel não fazia nada, mas aproveitava aquele roça roça.
Léo, do outro lado, estava pálido. Camila percebia a tensão deles e parecia se alimentar daquilo. Léo já era mais tímido e quieto, e Camila gostava de encostar os peitos nas costas dele enquanto ele servia o refrigerante.
Eu da outra barraca estava excitado e percebia a tensão neles.
Ela jogava o cabelo para o lado, revelando o pescoço alvo e suado, e perguntava:
— “Vocês dois estão tão calados… o calor de Ribeirão derreteu a língua de vocês? Ou será que o trabalho está ‘pesado’ demais?” — Ela riu, olhando maliciosamente para baixo, para onde os dois tentavam esconder o óbvio.
O Depósito: A Provocação Extrema
— “Gabriel, acabou o guaraná diet. Vamos lá buscar, senão o pessoal do bingo vai reclamar,” — Camila ordenou, já saindo da barraca com aquele passo decidido.
O depósito era um quartinho de entulho nos fundos da paróquia. O cheiro era de madeira velha e umidade. A luz era fraca, apenas o que vinha da porta entreaberta. Camila entrou e foi direto para o fundo, onde as caixas estavam empilhadas. Ela se abaixou, ficando de joelhos no chão, com a bunda voltada para a porta.
Gabriel entrou e parou logo atrás dela, as mãos trêmulas. A visão dele era o decote da regata branca caindo para frente e a curva da bunda dela.
— “Pega aquela caixa ali, Gabriel… eu não alcanço,” — ela pediu, sem se levantar.
Gabriel se aproximou, mas o espaço era tão pequeno que ele teve que ficar praticamente colado nas costas dela. Quando ela fez um movimento para trás, para dar espaço, a parte de trás da cabeça dela bateu com força no ‘pau’ dele, que estava duro como pedra sob a bermuda.
Ela não se assustou. Ela parou. Encostou a nuca na rigidez dele e soltou um suspiro longo.
— “Nossa, Gabriel… que coisa é essa batendo na minha cabeça? Você trouxe alguma lanterna no bolso?” — ela perguntou, a voz agora baixa, carregada de uma malícia que o rapaz nunca tinha ouvido.
— “Não é… não é lanterna, Camila. Você sabe,” — Gabriel respondeu, a voz rouca, quase um sussurro de agonia.
— “Eu sei? Como eu vou saber? Deixa eu ver se você está bem…” — Ela virou o rosto lentamente, ainda ajoelhada.
Ao virar, o rosto dela ficou a milímetros da braguilha dele. O calor que emanava dali era absurdo. Ela não recuou. Pelo contrário, ela inclinou a cabeça para frente, e a cabeça da pica dele, marcada no tecido, tocou a testa e depois a ponta do nariz da Camila.
— “Nossa, Gabriel… sua pressão deve estar altíssima. Olha como isso aqui está pulsando,” — ela disse, soprando o tecido quente, fazendo o rapaz estremecer da cabeça aos pés. — “Você está tremendo? O que foi? O Tiago não está aqui, pode falar para a sua ‘vizinha’…”
— “Camila, por favor… você é peituda demais, essa blusa branca… eu estou ficando louco desde que a gente começou o turno,” — Gabriel confessou, as mãos descendo e segurando o colo branco dela, sentindo a maciez da pele de porcelana.
— “Louco por quê? Porque eu sou ‘moleca’ e gosto de brincar?” — Ela se levantou devagar, arrastando o corpo pelo dele, fazendo os seios fartos pressionarem a ereção do rapaz. — “Você queria que eu fizesse alguma coisa com esse seu ‘problema’ aqui no escuro? O que os meninos do grupo de jovens iam achar do Gabriel desse jeito com a mulher do Tiago?”
Ela o cercou contra as caixas de madeira, as mãos dela agora acariciando o peito dele, enquanto ela mantinha o busto colado no dele.
— “Sente meu coração, Gabriel… ele está batendo rápido porque eu adoro ver como vocês, meninos, ficam desesperados com essa minha pele branca.”
Gabriel estava maluco, e a cena terminou com ele com a mão na cintura dela, e ela com a mão na cabeça dele direcionando para o mamilo esquerdo, foi quando Léo gritou?
– Já terminaram, tem seis pessoas esperando!!!
A noite de trabalho terminou, e a correria fez com que nada mais acontecessse
Quando voltaram, a Camila tinha um sorriso vitorioso e o Gabriel parecia um fantasma, evitando qualquer contato visual. Eu, na barraca da frente, percebi a mudança na energia e o jeito que a regata dela estava agora: mais amassada e com marcas de dedos no ombro.
Em casa, naquela noite, o silêncio durou até chegarmos ao quarto. Ela tirou a regata branca, deixando os seios caírem livres, brancos e com os mamilos rosa vibrando de excitação.
— “Tiago… o depósito da igreja hoje foi um escândalo,” — ela começou, sentando no meu colo e puxando minha mão para a sua pele de leite. — “O Gabriel… eu me abaixei e o pau dele bateu na minha cabeça. Ele estava tão desesperado que o pau dele encostou no meu rosto. Eu provoquei ele até ele quase chorar, amor.”
Ela me olhou, os olhos brilhando com a adrenalina do pecado.
— “Eu perguntei se ele estava com febre enquanto sentia o pau dele latejar na minha testa. Ele disse que eu era um pecado de branco. Eu tive tanto medo de você entrar, Tiago… mas ao mesmo tempo, ver aquele rapaz de 21 anos perdendo o juízo por minha causa foi a coisa mais excitante da noite.”
Eu a apertei, sentindo o calor da confissão.
— “E o que mais você fez com ele, Camila? Me conta cada palavra que você disse para deixar o vizinho nesse estado.”
Continua…


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