Fevereiro 19, 2026

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A Noite Que Virei Corno

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O corno ficou em casa só na punheta

Já faz um tempo que eu e minha esposa conversávamos sobre o meu fetiche de cuckold. Eu fui o segundo namorado dela, e o único que comeu ela. Nosso casamento tem 7 anos, temos 2 filhos, um menino de 6 e uma menina de 4.

Depois que confessei meu fetiche para ela, e fomos conversando, ela disse que gostaria de ter mais experiências sexuais, mas tinha medo. Eu sempre tentei tranquilizar ela.

O tempo foi passando e ela começou a pensar mais nisso, conheceu alguns caras que ela mesmo falava que tinha vontade de ser “devorada” por eles. Com o tempo ela começou a fechar os olhos durante o sexo e imaginar que era um deles comendo ela. Aquilo me exitava demais.

Acho que o que estava faltando para ela se entregar de vez era alguém com atitude, um homem que a dominasse.

Foram muitos anos de espera, mas finalmente aconteceu.

Um amigo dela do trabalho começou a conversar com ela, ele sabia que ela era casada, mas ela flertava muito com ele. E ele aproveitou para macetar ela.

Foram semanas de conversa entre eles, ela me contava quando chegava em casa, eu ficava muito excitado sabendo que estava cada vez mais perto o momento de ela dar pra outro.

Um dia ela chegou mais tarde do trabalho, passou 2h do horário de costume. Eu já estava muito excitado em casa pensando que ela teria ido para um motel com ele e por isso a demora.

Quando ela chegou eu apressei ela para me contar como foi.

Para minha decepção, eles não transaram naquela noite. Ele chamou ela pra jantar após o trabalho, e só rolou um beijo. Mas ela disse que foi “O beijo”, não foi qualquer coisa.

Disse que estava com muita vontade de dar para ele. E o que me deixou mais feliz: Ela disse que marcaram de sair para um motel, que no dia seguinte não era pra esperar ela chegar em casa pois provavelmente dormiria fora.

Ela riu quando viu minha cara de felicidade e o pau duro marcando a calça.

“É pra ficar feliz mesmo, esperou tanto por isso. Finalmente vai acontecer, eu também estou empolgada, até hoje só vc me comeu, a partir de amanhã isso muda”.

No dia seguinte ela me deu um beijo antes de irmos trabalhar, e disse “Lembra de não me esperar hoje, saindo daquela porta não sou mais só sua”.

Fui para o trabalho de pau duro, não via a hora de chegar em casa pra bater uma punheta, imaginando ela sendo fodida por outro.

O dia foi longo, estava ansioso para chegar em casa.

Quando cheguei fui buscar as crianças na escola, disse que a mãe deles ia dormir na casa de uma amiga. Eles dormem cedo então coloquei eles para dormir às 8h30 da noite.

Estava uma chuva tremenda nesse dia, esperei meus filhos dormirem e corri para meu quarto, eufórico, o pau latejando dentro da calça.

Entrando no quarto eu arranquei a roupa, sentei na cama de bati o que só posso descrever como a melhor punheta da minha vida.

Eu imaginava ela dando pro outro cara naquele momento, eu não estava lá, mas o fato de saber que tinha outro comendo ela enquanto eu estava ali na punheta me excitava mais e mais.

Eu gozei litros, caiu em mim, na cama, no chão pra tudo quanto é canto.

Eu deitei, descansei por um tempo, mas o pau não deu trégua, o pensamento de outro cara macerando ela não saia, a excitação era constante, um tempo depois eu levantei, bati mais uma, gozei de novo e cai sem forças na cama.

A partir dali não tinha mais volta, eu era corno.

Eu dormi, acordei no meio da noite com os trovões da chuva. Eu estava todo sujo da minha própria porra, a cama também e o chão nem se fala.

Eu já acordei de pau duro então resolvi bater mais uma, e gozei de novo e voltei a dormir.

No dia seguinte, eu acordei mais cedo, arrumei as crianças para levar para a escola, e não limpei nada no meu quarto, queria mostrar pra ela como foi a minha noite.

Quando cheguei em casa, ela chegou logo depois, de mini saia, blusa curta, sem sutiã, com os peitos marcando. Ela entrou em casa em silêncio, séria, me encarou e deu um sorriso bem safado.

Ela chegou perto de mim, me beijou e falou “Corno”.

Vocês não tem noção do quanto eu fiquei excitado com aquilo.

Naquele momento ela não quis entrar em muitos detalhes de como foi a noite dela, mas ela disse “Me senti mulher como nunca tinha me sentindo antes, estou sendo sincera com você, em todos esses anos, vc nunca me comeu de verdade como ele”.

É esse tipo de coisa que um corno manso quer ouvir mesmo, eu só concordei com ela, com tudo.

Eu chamei ela pro quarto, queria mostrar a bagunça que eu fiz pensando nela, ela riu bastante, ficou impressionada com tanta porra pra tudo que é lado.

Ela disse “Só não tem mais porra do que a quantidade que eu engoli ontem”.

Ela nunca engoliu porra minha, isso torna ainda melhor.

Depois disso ela foi tomar banho, eu fiquei limpando a sujeira que fiz.

Logo após o banho ela me contou tudo como foi a noite, mas isso fica para uma segunda parte do conto.

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