Março 6, 2026

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A noiva que me deu o cuzinho

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Meu nome é Léo, hoje tenho 24 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha 19/20. Tenho 1,79 de altura, magro, pele branca mas quase parda.

Era carnaval, eu tinha acabado de ficar solteiro pela primeira vez sendo maior de idade, e combinei com meus amigos de comprar umas bebidas baratas e curtir um fervo no centro de minha cidade.

O carnaval aqui em Curitiba não é nada demais, mas tem um lugar em específico que sempre junta muuita gente, principalmente a galera mais nova, sempre tem algum carro com um funkão estourando, muita bebida e droga.

Nós já tínhamos curtido bastante o rolê e estávamos mais de boa, só bebendo e conversando em roda, quando vi duas meninas conversando com dois mlk. A conversa estava claramente desconfortável, os caras vendiam droga ali naquela esquina, tavam pegando no cabelo delas, mesmo elas dizendo que não queriam nada eles continuavam insistindo, então eu e meu grupo de amigos (estávamos em 5) nos aproximamos e fingimos que elas estavam com a gente. Chegamos rindo, perguntando porque elas demoraram, como se fossemos amigos mesmo. Elas entraram na brincadeira, só viraram de costas pros caras e vieram com a gente, foi até mais de boa do que eu esperava. Fiquei com medo real de tomar uma facada ksksks.

Elas agradeceram e se apresentaram pra gente. Carol era de Santa Catarina e Renata de Curitiba ,mas a que importa aqui nessa história é a Carol. 25 anos, loira, baixinha, pernas grossas, uma bunda incrível, grande e bem redondinha que ficava muito destacada na saia coladinha que ela tava usando. Cabelo bem longo, batia na metade das costas, olhos claros, e logo de cara começou a trocar muita ideia comigo.

Nós ficamos bebendo e conversando durante horas, mas até aí não tinha segundas intenções da minha parte. Um dos meus amigos tinha tentado dar ideia nela mas ela disse que não curtia homem, só beijava mulheres, então realmente não esperava nada.

O tempo foi passando e nós já tínhamos pegado muita intimidade. Ela, com aquela sainha marcando o bundão, tava dançando do meu lado e várias vezes acabava se esfregando em mim, até a hora em que ela “sem querer” encostou a bunda no meu pau e deu uma rebolada no ritmo da música:

Cara, você tá com alguma coisa no bolso? – Disse ela rindo, claramente sendo irônica, enquanto se virava de frente pra mim.

Você dançando desse jeito, se esfregando em mim, achou que eu estaria como? – Respondi rindo .

Ela se aproximou da minha boca, ameaçou um beijo, mas desviou no meio do caminho dando um sorrisinho de safada.

O que você tá querendo com isso? Perguntei, mas ela não respondeu.

Nos minutos seguintes ela fez isso pelo menos mais duas vezes, vinha em direção a minha boca e desviava. Já estava rebolando em mim descaradamente, até que, por trás, passei a mão no pescoço dela (como se fosse enforcar), vi que ela suspirou, virei o rosto dela pra mim e beijei. O beijo foi intenso, os dois estavam com muito tesão, parecia que ela queria tirar minha roupa ali mesmo, no meio da muvuca.

Achei que você só ficava com mulher – Perguntei depois do beijo.

Ah, eu tive que abrir uma excessão pra você. Curiosidade, né?

Como assim “curiosidade”?

Ela não respondeu, deu uma risadinha safada e uma leve passada de mão no meu pau por cima da calça.

Já estava ficando tarde e infelizmente não rolou mais nada demais entre a gente. Ela disse que precisavam ir embora, então eu fiquei com elas esperando o Uber enquanto meus amigos foram andar pra ver o movimento e tentar encontrar uma umas meninas.

Ela se despediu de mim com um selinho depois de pegar meu número de wpp. Quando entrou no carro já começou a me mandar mensagens.

Cara, não sei o que rolou, mas gostei muito de você kkkk.

Também gostei muito de você, Carol. A gente podia vir de novo amanhã, né? – Esse era o primeiro dia do carnaval.

Podia sim, mas tenho que te falar uma coisa. Eu disse que só ficava com meninas porque foi isso o que eu combinei com o meu noivo. Nós vamos nos casar daqui duas semanas e essa é a minha despedida de solteira. O combinado era não passar dos limites, e ficar com você já foi algo muito errado.

Eu não sabia como reagir, mas pra mim isso não era um problema. Respondi que tava tudo bem e que eu estava tranquilo com isso. Em seguida ela perguntou se tudo bem por mim se a gente fosse juntos, mas não ficasse, e eu só concordei.

No dia seguinte eu recebi uma menina em casa de manhã (história para outro conto), e por isso acabei ficando longe do celular. De tarde, quando a menina já tinha ido embora, tinham várias mensagens da Carol reclamando da Renata. Ela contou que tinham discutido e a amiga simplesmente decidiu sair pra dar (palavras dela, ksks) e deixou ela sozinha com um monte de familiares que a Carol nem conhecia.

Ela estava bem chateada, então falei que ela poderia vir pra minha casa, podíamos trocar uma ideia, assistir algo, beber ou sair pra comer, e esclareci que não tinha segundas intenções. A Carol aceitou, tomou um banho, pediu um Uber e veio.

Ela chegou com um vestido verde escuro, um pouco acima do joelho, justo, que dava muito destaque pro corpão que ela tinha. Ficamos um bom tempo conversando, rindo, desabafando sobre a vida, e ela me contou um pouco mais sobre o relacionamento dela.

Eles se conheceram na igreja evangélica, ele é músico, já namoravam há dois anos e existia uma certa pressão pra eles casarem. A Carol até mostrou uma foto dos dois, ele de terno e ela de vestido longo e me disse rindo:

O foda é que eu não posso usar salto alto, ele é muito baixinho.

Rimos e continuamos conversando.

Ela foi ficando mais a vontade, colocou as pernas em cima do sofá e, consequentemente, em cima das minhas. Quando ela ria, abria um pouco as pernas e dava pra ver que tava usando uma calcinha de renda verde escuro, bem pequena, não tampava muita coisa.

Minhas mãos ficaram sobre seus joelhos e eu ia acariciando aquela região, mas sem explorar as coxas.Em um certo momento perguntei:

Mas eai, como acha que vai ser a vida de casada?

Olha, eu tô bem ansiosa com tudo, mas tem uma coisa que me deixa muito pensativa. Já fazem dois anos que eu só transo com ele, e o casamento é a certeza de que eu só vou transar com ele pro resto da vida. Eu sempre fui bem solta, gosto de inovar, gosto de pegar mulher, mas ele é muito certinho. Acho que até se eu propor um ménage com uma menina ele não aceita. Fora outras coisas…

Como assim? Que coisas?

É, tipo, eu acho que ele não teve muitas experiências antes de mim. Acho que ele tem que aprender muita coisa ainda. Ele não tem um pau muito grande, mas pra mim isso não é um problema, tem outras formas de me fazer gozar. O problema é que ele não se dedica tanto no oral, sabe? Além disso eu gosto de anal, como o pau dele é pequeno, seria perfeito pra mim, mas ele nem tenta. Acho que tô me expondo demais, né, ksksks?

Não, poh, pode se abrir comigo – Respondi olhando nos olhos dela e subindo cada vez mais as mãos em direção a parte interna da sua coxa- Mas porque você acha que o pau dele é pequeno? Quanto que você considera grande?

Ah, uns 14 cm já tá ótimo. As vezes um pouco maior, mas dependendo pode machucar.

Nesse momento, ela já estava com a calcinha toda exposta. Minha mão tava do lado da sua buceta, ficou um silêncio na sala, a gente se olhou e ela disse:

-Opa, acho que você viu demais – fazendo o movimento de fechar as pernas, mas mantendo minha mão esquerda lá.

Graças a esse movimento, pude finalmente sentir sua buceta, encharcada, quente. Tirei a mão bem devagar, passando o dedo desde o comecinho até chegar no clitóris. Ali, fiz um pequeno movimento de masturbação e vi o tesão tomando conta da Carol.

Ela não disse nada, só subiu no meu colo e começou a me beijar freneticamente, enquanto esfregava a buceta no meu pau, ainda por cima da calça. Tirei as alças do seu vestido pelos ombros e comecei a chupar os peitos enquanto ela gemia e se contorcia de tesão.

Levei ela pro quarto, coloquei ela de quatro, levantei seu vestido e puta que pariu, que bunda gostosa. Fui tirando sua calcinha e revelando o cuzinho apertadinho e logo em seguida a bucetinha encharcada. Não me aguentei, comecei a chupar ela nessa posição, alternando entre a buceta e o cu. Na primeira linguada no cuzinho ela disse:

Ah caralho, aí não.

Shh, só me deixa.

Depois de uns minutos assim, virei ela de frente com as pernas nos meus ombros, de modo que possibilitava eu chupar o clitóris, colocar dois dedos na buceta e um dedo no cu. Essa filha da puta gemia alto, até que começou a se tremer toda e gozou a primeira vez.

Mas não tinha acabado aí.Ela deu uma respirada, ficou de pé e foi tirando minha calça enquanto se ajoelhava. Quando meu pau saiu totalmente da cueca, ela falou:

Caralho, matou minha curiosidade, é maior do que eu imaginava ksksks – e começou a chupar.

A filha da puta tava com muito tesão. Depois de alguns minutos eu pedi pra ela parar, não queria gozar antes de comer aquela bucetinha.

Não não, a buceta é só pro Bruno (o noivo), você vai ficar só com a boca mesmo. Eu quero leite agora. – Disse ela enquanto me olhava no olho.

Não questionei, só deixei ela continuar chupando até gozar na boca dela. Gozei muito. Caiu no rosto, nos peitos, e ela foi passando o dedo por tudo pra limpar e colocar na boca.

Ela levantou com um sorrisinho de safada, me deu um selinho, e quando eu virei de costas pra ir pegar algo pra me limpar ela me chamou e falou

Olha Leo, se você pudesse comer minha buceta eu ficaria bem assim – ficou de quatro com o rosto na cama e me olhando de canto.

Meu pau ainda estava duro. Cheguei perto e comecei a esfregar a cabeça dele na entradinha da buceta bem devagar, enquanto ela gemia baixinho. Posicionei ele pra colocar e ela recuou falando:

Não, Leo. Buceta não. Sou uma mulher de palavra. Prometi que não daria a buceta pra ninguém, ela é só do Bruno- Mas continuou de quatro

É? E o cuzinho? – perguntei enquanto molhava meu dedo na boca pra ele entrar mais fácil.

Não, no cu eu não aguento tudo isso – Disse, enquanto deixava meu dedo entrar.

você aguenta o do Bruno?

sim mas o dele é bem menor, é mais fácil.

então eu coloco só a metade, pode ser?

Ela respondeu só inclinando mais a bunda. Eu não tinha lubrificante, então deixei o cuzinho dela bem molhado de cuspe enquanto preparava com os dedos pra depois colocar o pau.

No começo foi bem difícil, coloquei bem devagar e ela disse que estava doendo. Falei que se ela quisesse parar tava tudo bem, mas ela respondeu:

Não não, eu não sou fraca ksks

Quando finalmente entrou ela gritou de prazer, e em pouco tempo ela já tava pedindo pra colocar tudo. Me pedia pra foder com força enquanto ela brincava com o seu clitóris. Ficamos assim até ela gozar de novo. Quando ela disse que ia gozar, acabei gozando também e enchendo o cuzinho dela de leite.

Agora sim, deitamos e ficamos naquele silêncio pós sexo. Ela me olhou e disse:

-Gostei, agora vou levar um pouquinho de você pra Santa Catarina, ksksks.

No mesmo dia nós voltamos a nos encontrar no rolê de carnaval, mas essa história rende outro conto.

Depois de tudo ela realmente voltou pra Santa Catarina e casou com o Bruno. Ficou um tempo me mandando mensagem, umas fotinhas de visualização única falando que tava com saudades de mim e do meu pau. Mas com o tempo acabamos perdendo contato. Hoje ela vive postando coisas da sua vida de casada e eu só fico pensando que eu gozei naquele cuzinho pouco antes do casamento.

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