Outubro 22, 2025

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A Sogra Proibida

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Mano, eu preciso contar essa parada pra alguém, senao eu vou explodir. Meu amigo disse que esse era um bom lugar pra desabafar, entao aqui estou eu. Aviso desde ja que o texto vai ser longo e cheio de detalhes, porque essa memoria ta queimando na minha mente 24 horas por dia. Eu sou um cara de 21 anos, namoro uma gata incrivel, linda demais, tambem tem 21. A gente é praticamente casado, ta junto ha mais de dois anos, entao ja sou praticamente da familia na casa dela. E é ai que começa o fogo. Faz uns 3 meses, minha casa tava sendo dedetizada, entao fiquei uma semana na casa da minha namorada. To falando, ja era como se fosse minha casa tambem. O contexto é importante, pana. Era uma quarta-feira, minha mina chegou do trabalho e falou que uma colega enfermeira tinha passado mal e ela teria que assumir um plantao de urgência, ia chegar muito tarde, tipo umas duas da manha. Fiquei de boa, sem problemas. Quem tava em casa era eu e a minha sogra. Agora, deixa eu te apresentar a minha sogra, porque ela é um capitulo a parte. Mulher de 42 anos, baixinha, 1,54m, mas um corpo que nao acaba mais. Cabelos loiros ate o meio das costas, uns olhos verdes que parecem que te leem a alma, uns peitoes redondos e firmes, uma bunda que é uma obra de arte, daquelas que enche a mao e ainda sobra. Sempre tive um tesao do caralho nela, mas era aquela coisa, sabe? Uma fantasia secreta, uma miragem, nunca que iria rolar nada. Ou pelo menos era o que eu pensava.

A noite foi indo, a gente jantou, viu um pouco de TV, e ela, minha sogra, resolveu abrir umas cervejas. “Bora tomar umas polar, Jhonatan? Pra descontrair.” Claro que eu topei. A gente comecou a conversar, de tudo um pouco, trabalho, vida, as dificuldades. Ela foi ficando mais solta, o alcool foi fazendo efeito, e a conversa foi descambando pra um terreno mais perigoso. Ela comecou a falar da vida sexual dela, como era dificil achar um homem decente na idade dela, que os caras so queriam coisa casual, que ela se sentia sozinha as vezes. Eu, ja tambem com umas cervejas no bucho, so reforcava: “Tia, com todo o respeito, mas o cara teria que ser maluco pra nao querer uma mulher como a senhora. Olha esse corpão!”. Eu ja estava chamando ela de “senhora” mas o tesao era tanto que minha voz ja estava falhando. A gente foi se aproximando, o clima foi esquentando, ate que ela solta a bomba, olhando fixo pra mim, com uns olhos meio vidrados e uma boca molhada de cerveja: “Eu precisava era de um homem como você, Jhonatan.”

Eu fiquei tipo, caralho, o que? Engasguei com a cerveja. “Como assim, tia? Eu?”, perguntei, totalmente sem reacao. Ela deu uma risadinha safada. “É. Eu ouço os gemidos da minha filha daqui do corredor. Ela geme de um jeito… nunca ouvi ela gemer assim com outro namorado.” Na hora, o meu pau ja deu um pulo dentro da minha bermuda. Aquilo era um convite, nao era possivel. O alcool e a audacia falaram mais alto. “Ah, é? Bom… ela fica assim por causa do meu tamanho, sabe?”, soltei, me exibindo um pouco. Ela levantou uma sobrancelha, duvidosa. “Hum, um pau grande nao é garantia de nada, meu filho. Tem que saber usar.” A provocacao estava lancada. O sangue so subiu pra uma cabeca. “Quer apostar?”, eu disse, a voz ja um pouco rouca. “Aposto que eu consigo fazer a senhora gozar. E gozar feio.” O olhar dela mudou, a brincadeira tinha virado algo real, pesado, o ar ficou eletrico. “Ta apostando, é?”, ela falou, mordendo o labio inferior. “Entao mostra. Mostra esse tal tamanho.”

Sem pensar duas vezes, empurrei a minha bermuda e a cueca pra baixo e deixei o meu pau pular pra fora. Ele nao estava totalmente duro ainda, mas ja dava pra ver o tamanho, uns 14 cm mole, mas prometendo muito. Ela olhou, estudou, com uma seriedade que era absurdamente excitante. “É bonito, sim. Mas, como eu disse, tamanho nao é tudo.” Foi ai que eu percebi que ela queria ser convencida, queria ser dominada, queria que eu tomasse a frente. “Entao deixa eu te mostrar que é tudo, sim”, eu disse, fechando a distancia entre a gente no sofa.

Ajoelhei no chao, entre as pernas dela que estavam meio abertas no sofa. Coloquei as maos nas coxas dela e puxei ela pra mais perto da minha boca. Ela estava usando um roupão de seda, e eu so puxei a parte da frente, expondo aquela boceta linda, depiladinha, um montinho perfeito, e os labios ja bem inchados e brillhantes de tesao. O cheiro era incrivel, um musk doce e feminino que me deixou louco. Ela soltou um gemido baixo quando minha lingua encostou no seu clitoris. “Isso, meu garoto… assim…” Ela colocou a mao na minha nuca, nao com força, mas guiando. Eu chupava aquela boceta como se fosse minha ultima refeicao, lambendo, chupando, enfiando a lingua dentro, focando no ponto certo. Ela gemeu mais alto, as pernas tremendo, os quadris se mexendo contra a minha boca. “Que lingua, meu Deus… que lingua gostosa…” Depois de um tempo, ela me puxou pra cima. “Agora é minha vez”, ela sussurrou, e se ajoelhou no chao na minha frente.

Ela pegou no meu pau, que agora estava completamente duro, uns 19 cm pulsando de vontade. Ela olhou pra ele como se estivesse vendo a oitava maravilha do mundo. “Nossa… é lindo mesmo”, ela disse, e antes que eu pudesse responder, ela abriu a boca e engoliu quase a metade de uma vez. A sensacao era surreal. Era a mae da minha namorada me chupando com uma fome que eu nunca tinha visto nela. A boca dela era quente, molhada, e ela usava a lingua de um jeito que parecia que ela tinha nascido pra fazer aquilo. Ela nao so chupava, ela adorava, beijava, lambia as bolas, era uma loucura. A gente acabou fazendo 69 no sofa, eu com a boca enterrada na boceta suja e deliciosa dela, e ela engasgando no meu pau. O som era nojento e maravilhoso, um misto de gemidos, respiracos ofegantes e aquele barulho molhado de sexo oral bem feito.

Foi ela que pediu. “Por favor, Jhonatan… me come… me come de quatro… agora.” A gente ainda estava com o roupao, ela so abriu a parte de tras. Ela se posicionou de quatro no sofa, aquela bunda enorme empinada pra mim, a boceta rosada e escorrendo os meus proprios fluidos misturados com os dela. Eu fiquei de pe atras dela, pegando o meu pau na mao e guiando ate a entrada. Olhei pra aquele cenario inacreditavel: a mae da minha namorada, de quatro, esperando a minha piroca. Enfiei de uma so vez, fundo. Ela gritou, um grito abafado no travesseiro do sofa. “Caralho! É grande mesmo, porra!”. Comecei a meter, devagar no comeco, sentindo cada centimetro daquela boceta quente e apertada me envolver. Ela era mais apertada que a filha, muito mais. A sensacao era de estar sendo sugado para dentro de um buraco quente e molhado.

Aos poucos fui aumentando o ritmo. As palmadas nas suas nadegas ecoavam pela sala, e cada tapa fazia ela gemer e empinar mais ainda. “Me fode, Jhonatan! Fode essa puta velha! Sua pica é muito boa, meu Deus!”. Ouvir aquelas palavras sairem da boca dela era a coisa mais perversa e excitante do mundo. Eu virei ela, deitei ela de costas no sofa e levantei as pernas dela pro alto. Entrei nela de novo, dessa vez conseguindo ir ainda mais fundo, batendo no colo do utero dela. O olhar dela era de puro êxtase, a boca aberta, os olhos revirados. “Ai, que gostoso, me fode assim, me come todo!”, ela gritava. Transamos em varias posicoes: ela por cima, cavalgando com uma forca que eu nao esperava de uma mulher de 42 anos, de pe contra a parede, com ela quase caindo de tanto prazer, e depois ela deitada de lado, com uma perna pra cima, enquanto eu entrava por tras, uma posicao que permitia uma penetracao profunda e intimissima.

Nao sei ao certo se ela gozou, porque ela nao era muito de falar na hora, so gemer e rosnar, mas depois de uns 40 minutos suados, ofegantes, com os dois cobertos de suor, ela parou e caiu no sofa, exausta. “Chega… por hoje chega, garoto. Você é um monstro.” Eu caí do lado dela, o coracao batendo a mil, o pau ainda latejando, mas o corpo ja sem forcas. O silencio que se seguiu foi pesado. A realidade comecava a voltar. Ela quebrou o silencio, sem me olhar. “Isso fica entre a gente, ta bom, Jhonatan? E… se você quiser… a gente pode fazer de novo outra hora.” Eu so consegui acenar com a cabeca, sem palavras. Ela se levantou, amarrou o roupao e foi pro quarto dela, sem olhar pra tras.

Fiquei la, no sofa, com o cheiro do sexo dela ainda no ar, na minha pele, na minha boca. A culpa bateu, claro. Pensei na minha namorada, linda, trabalhando, confiando em mim. Mas, mano… a sensacao de ter comido uma mulher mais velha, experiente, a mae da minha propria namorada… foi uma das coisas mais gostosas e proibidas que eu ja fiz na vida. As imagens daquela noite nao saem da minha cabeca. A visao dela de quatro, a boca dela no meu pau, os gemos… é um loop eterno. As vezes me sinto um lixo, mas na maioria do tempo so quero que se repita. Se tiverem duvidas, mandem msg. Foi mal pelo textao, mas precisava botar isso pra fora. Tchau!

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