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Setembro 13, 2025

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A visita sagrada dos testigos de Jehová

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Era uma terça-feira quente e entediante, daquelas que o maior acontecimento é o carteiro passar mais cedo. Eu estava em casa, entediada da minha vida marital perfeita e infeliz, quando tocaram a campainha. Esperava uma encomenda, mas eram dois homens de terno – um mais novo, loiro, de uns 23 anos, e outro mais velho, moreno, com uns 30 e poucos. Testigos de Jehová.

“Boa tarde, dona. Viemos falar sobre a palavra de Deus”, disse o mais velho, com um sorriso tão puro que quase me senti mal pelo que estava prestes a fazer.

Quase.

Eu abri a porta um pouco mais, deixando que vissem que estava apenas de shorts curtíssimos e um top que mal segurava meus peitos. O mais novo corou imediatamente, desviando o olhar. O mais velho tentou manter a compostura, mas seus olhos escorregavam para meus seios a cada pausa na fala.

“Que coincidência”, menti, “estava justamente pensando em religião hoje”.

Deixei-os entrar. O apartamento estava limpo, perfumado, e eu me certifiquei de me inclinar bastante ao buscar água na geladeira, sabendo que meu shorts ficaria ainda mais revelador. Quando me virei, o mais novo estava suando.

“Então, me digam”, comecei, cruzando as pernas lentamente, “o que Jeová pensa sobre… prazer?”

O mais velho, que se apresentou como Eduardo, começou a discursar sobre matrimônio e fidelidade. Enquanto ele falava, meus pés deslizaram para fora dos chinelos e encostaram na perna do mais novo – Marcos. Ele estremeceu, mas não recuou.

“Interessante”, interrompi Eduardo, “mas e se uma mulher se sente… negligenciada? Jeová não quer que sejamos felizes?”

Meus dedos do pé subiram pela calça de Marcos, e eu vi seu pau endurecer sob o tecido. Eduardo, percebendo a tensão, gaguejou em sua explicação.

“Às vezes”, sussurrei, levantando-me, “o corpo pede coisas que a mente não entende”.

Fiquei entre eles, colocando uma mão na coxa de cada um. “Vocês nunca se perguntam como seria… quebrar as regras?”

Marcos estava ofegante. Eduardo tentou protestar, mas quando me inclinei e beijei seu pescoço, seu corpo traiu seus princípios. Suas mãos agarram meus quadris como um homem faminto.

“Mostrem-me o paraíso”, desafiei, guiando a mão de Eduardo sob meu top.

Em minutos, estávamos no sofá. Eduardo me comia por trás, gemendo versículos bíblicos entre um impulso e outro, enquanto Marcos se masturbava assistindo, seus olhos ardendo de desejo e culpa. Troquei-os de posição, chupando o mais novo enquanto o mais velho observava, até que não aguentou mais e se juntou a nós.

Foram quarenta minutos de blasfêmia suada. Gozei duas vezes, e eles me encheram de porra sagrada, seus corpos tremendo de êxtase e remorso. Quando se foram, com ternos amarrotados e almas manchadas, deixaram-me mais rejuvenescida que qualquer sermão.

Agora, toda vez que tocam à minha porta, espero que sejam eles, voltando para me confessar – ou para pecar de novo.

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