Outubro 23, 2025

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Amigo em comum Extremamente Dotado - Parte II

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Assim que ela sentou ficou aquele cheiro de perfume importado e aquele clima que antecede o sexo, todo mundo sabe o que vai acontecer mas ninguém tem coragem de dar o primeiro passo. Começamos com cerveja e logo partimos para o Gin, bebida que deixa R mais sedenta ainda por pica. O que ela já fez por aí e colocou na conta do Gin, pode virar alguns bons relatos.

Já passados alguns goles de bebida, R29 finalmente largou o celular e voltou a interagir na conversa, parece que se recuperou de ver os peitos da minha mulher na minha frente. R levantou e foi buscar umas azeitonas e propositadamente deu a volta pela frente da mesa para que R29 visse a minúscula calcinha cravada no rabo, ele não se conteve e olhou sem aquele pudor inicial, parece que nesse momento a ficha finalmente caiu. Foi a deixa que eu precisava.

Eu falei: “Cara, relaxa, mulher quando quer dar não tem jeito, a gente precisa apagar esse fogo, se não for você, vai ser outro. Fica tranquilo, isso não vai mudar nossa amizade, finge que eu não estou aqui. Eu sei que vocês já fazem alguma coisa.” Nessa hora ele não sabia o que fazer e conseguiu soltar um “sim” meio trêmulo e jogou um copo de Gin p dentro de uma só vez.

Quando R voltou p mesa pareceria que as coisas estavam prontas para a largada. Com tudo mais “acertado” começamos a falar pequenas putarias e falei o quanto R estava gostosa, ela percebeu a mudança no tom da conversa e viu ali que não tinha mais como recuar e nem ela queria. R disse: “Tem mais coisa gostosa aqui fora eu, quer ver, meu bem?!” Nossa mesa da churrasqueira é grande e de mármore, cabem umas dez pessoas e são bancos, tipo de fazenda, um banco longo de cada lado da mesa, sentados eu de um lado, R29 de outro e R sentou em cima da mesa e abriu as pernas na minha direção, como se disse-se. “O banquete está servido!!!”

EU acabei de abrir as pernas e levantou aquele cheiro de buceta, cheirosa depilada e melada. eu dei um cheirada sem encostar, não queria tirar o lacre antes da visita, sou um homem educado. Girei ela nas mesa como que quem gira um prato de carne e ela parou na mesma posição, só que toda aberta para R29, Levantei me afastei para apreciar de camarote a cena. R29 puxou aquela calcinha de lado e começou a chupar aquela buceta como se fosse o último dia de vida, ouvia o barulho das linguadas e as gemidas de R e pensei como é bom ver sua mulher se entregando sem pudores na sua frente.

A sofreguidão daquela língua me deixava louco p entrar na brincadeira, mas consigo segurar a ansiedade até o momento certo. R29 levantou como que dono da situação, nitidamente sua postura inibida mudou para a de um touro raivoso doido p devorar o que viesse pela frente, acabou de tirar a calcinha puxou R para a ponta da mesa e colocou dos dedos na buceta dela e começou com movimentos extremamente fortes e rápidos. o barulho de buceta molhada ecoava alto pela madrugada. Em menos de cinco minutos vi a cena que nunca mais vai sair da minha cabeça. R esguichou pela primeira vez na vida, nem sabia que ela era capaz de fazer isso.

A quantidade de líquido que saiu daquela buceta não consigo descrever aqui, mas consigo mensurar o tamanho da poça que se formou no chão a mesa pingando e a poça enorme no chão quando me recuperei do que vi, os dois estavam abraçados e se beijando apaixonadamente. Quando voltaram a si R com a cara meiga me convidou: ” Vem, amor vamos brincar.” Eu disse que sim, mas que iríamos para o quarto.

Quando entramos, a cama já estava perfeitamente feita, com a luz amarela do abajur ligada, ar ligado com a temperatura mais agradável possível. ela sentada na cama, eu encostado na cabeceira e R29 finalmente teve suas calças arrancadas. Quando ela puxou sua cueca, pulou um pau de dar inveja. Branco, com veias saltando e o tamanho que realmente era conforme as fofocas…enorme, uma cabeça gigante. R lambeu, mamou, bateu na cara…parecia que acabava de ganhar um presente novo, levantei e coloquei meu pau p fora e ela mamava os dois com maestria.

A diferença de tamanhos era grande. O meu é bem grosso mas o dele dava uns 3 ou 4 de tamanho. enfim fiquei imaginando o estrago que faria naquela bucetinha pequena. R29 começou a esfregar aquele cacete na buceta dela, pelas beiras, pelo clitóris, preparando a foda. Mais uma vez me afastei p ver a cena, cada pincelada daquela rola, R se contorcia, feito uma serpente. Quando o tesão já não cabia mais, percebi que a rola ia entrar peguei da gaveta uma camisinha e entreguei para ele.

Tomei a segunda porrada da noite. Ela disse: ” Não precisa disso, e também essa camisinha não cabe nele.” Eu pensei comigo:” Essa puta já conhece cada centímetro dessa rola, eu fiquei tonto de tesão, de ciúmes e aquela sensação de impotência. Um cara mega dotado vai devorar sua esposa na tua frente, sem camisinha…que sensação indescritível. Fui “acordado” dos meus pensamentos com os berros de R e o barulho do saco batendo na buceta. Eu não consegui ver como aquela vara entrou na buceta dela, mas vi que entrava e saia com um facilidade assustadora. Como pode uma buceta tão pequena e apertada aguentar uma trolha do tamanho de uma régua?!.

Foram tantas trocas de posição que me perdi. Quando ela finalmente sentou por cima dele, entrei novamente no ato. Ajustei a pica dele na entrada da buceta dela. Era uma pica pesada, não cabia nem na minha mão, quando apontou na buceta dela, foi sugada para dentro. A cena daquele rabo branco p cima, a buceta empalada pela pica, não pensei duas vezes, atochei meu pau no cu de R e ali ficamos numa alternância de piroca, os gritos de R já pareciam um pedido de socorro, mas a buceta melava toda a perna de R, senti ela gozando naquela pica e logo depois também jorrei.

Acho que gozei litros naquele cu. sentei de lado e R29 levantou e perguntou: “Quer tentar levar no cu, R? Nessa hora eu já não duvidava de mais nada. Nós tínhamos um acordo de que no cu seria somente eu, mas recentemente quebramos esse acordo em outra brincadeira nossa, então esse assunto já era superado por nós. O único empecilho era o tamanho daquela jeba. R empinou o rabo de novo e pediu que fosse devagar e que aproveitasse que ainda estava largo e com meu leite dentro.

Ele cumpriu quase tudo, menos a parte do “devagar” deu duas pincelas e enfiou bastante. Ficou mais da metade p fora. Nessa hora R apertou meu braço com tanta força que deu para sentir a dor que ela sentia com aquela rola no rabo. ele tirou um pouco e deu p ver aquela pica toda melada de leite e cu aberto, cena linda.

Peguei um anestésico, passei no cuzinho dela e R29 veio novamente atracar nela aquela picona, dessa vez foi tudo, e ali ficaram por vários minutos, eram gritos, gemidos em certo momentos ela pedia: “mete tudo.” Realmente foi uma noite de dar prazer a ela, gozou de novo dando a bunda. Nunca tinha feito comigo, mas com ele parecia fácil.

Quando parecia que não terminaria mais, finalmente ele jorrou ela puxou minha cabeça sentou em cima e mandou eu abrir a boca, deu duas apertas no cu e o leite desceu….tive que beber, mas confesso que foi estranho, mas ao mesmo tempo excitante. depois de lamber o cu e a buceta deixei limpinha também. os dois se abraçaram e dormimos ali, todos satisfeitos e ela com a cara de quem dizia: “Consegui!”

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