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Chantageei e comi minha tia
Não vou me alongar muito nos antecedentes. Hoje tenho 23 anos e o que vou contar aconteceu há mais ou menos 1 ano. Me chamo José, mas me chamam de Pepe no bairro e na família. Tenho 1,70m, trabalho como ajudante de pedreiro desde o ensino médio, então tenho uns músculos. De pinto, não sou dotado – tem uns 16cm e grossura normal. De rosto, nunca me achei bonito, mas também não sou feio. Sempre aproveitei as oportunidades que as mulheres me deram pra comer elas, e foi o que aconteceu com a coprotagonista dessa história.
Bom, quando terminei o ensino médio, continuei na construção civil, como antes. Trabalhei em vários lugares da cidade até entrar numa empresa de construção. Não pagavam muito bem, mas tinham todos os benefícios, então fiquei por lá. Dois meses depois, começamos a construir um motel nos arredores da cidade. Como eu era o mais novo e novato, sempre me mandavam fazer os serviços. Fui conhecendo o dono do motel e a gente se dava bem. Quando a obra estava quase terminando, ele me propôs trabalhar como recepcionista do motel à noite, nos fins de semana.
Aceitei porque pagava bem e na época eu queria trocar de moto. Foi assim que passei o primeiro mês vendo entrar e sair casais de homem e mulher, só de homens, trios e mais. Nenhum conhecido tinha aparecido porque, não sei como é em outros países, mas aqui a gente pede o RG só pra confirmar maioridade – ninguém quer ser cumprimentado por um familiar num motel.
No segundo mês, tudo normal, até que, pra minha surpresa, encontrei a esposa do meu tio paterno. Como sempre, entrou um carro, pediram um quarto na janelinha, segui o protocolo e ela me entregou os documentos. No começo nem percebi, mas quando revirei, vi minha tia, aquela “católica”, com outro homem que não era meu tio. Aproveitei a situação, tirei foto do RG dela e entreguei de volta pra eles irem pro quarto. Mas fiquei ali, planejando como usar isso.
Minha tia – vamos chamar de Hilda – sempre foi uma das minhas fantasias desde adolescente. Ela é baixinha, não passa de 1,55m, cabelo comprido e cacheado. De rosto não é bonita, mas tem uma bunda grande, bem empinada, e uns peitos enormes que, toda vez que lembro, me deixam de pau duro. Ela casou nova com meu tio e sempre se fez de santinha na frente da família.
Depois de semanas que vi ela entrando no motel pela primeira vez, ela apareceu de novo com um homem que não era meu tio – diferente do primeiro. Aproveitei e tirei foto do RG dela de novo, e também das câmeras onde dava pra ver o carro que entraram.
Sem perder tempo, no dia seguinte consegui o número dela e comecei a mandar mensagem. No começo, fingi que era vendedor de internet, dizendo que tinha uma oferta, só pra confirmar que o número era dela. Depois de um tempo trocando ideia, perguntando dados, perguntei se ela era casada e ela respondeu que sim. Foi aí que mandei a foto do RG dela junto com o do primeiro amante, com a mensagem: “E seu marido sabe que você vai a motéis com esse cara enquanto ele trabalha?”
Ela respondeu na hora com um monte de mensagens. Perguntava quem era, de onde conhecia ela, que ia me denunciar e várias outras coisas. Mas eu só respondi: “Me deixa te comer uma vez e isso morre aqui.”
Ela leu e não respondeu, então mandei outra mensagem – e ela tinha me bloqueado. Mudei de número e mandei uma mensagem mais específica: disse quem era o marido, onde ele trabalhava, a igreja que eles frequentavam, e terminei dizendo: “Me desbloqueia do outro número se não quiser que eu mande as fotos agora pro seu marido.”
Ela me desbloqueou na hora e mandou outra enxurrada de mensagens. Perguntou quem eu era, o que eu queria, ofereceu 5 mil pesos pra eu apagar tudo e não falar nada. Mas não aceitei. Respondi que o que eu queria era comer ela pelo cu e que aí o assunto morria. Ela respondeu com raiva, me chamando de louco, disse que nunca faria isso, que ia falar com o dono do motel, que ia mandar me bater e um monte de coisas. Aí mandei a foto do RG dela com o segundo amante, e a foto do carro que ela entrou, e disse: “Vai lá falar com o dono. Se me mandarem embora, vou postar essas fotos nos grupos da cidade e das igrejas.”
Ela respondeu na hora me xingando de miserável, abusivo, disse que ia descobrir quem eu era, que eu apodrecesse, que nunca ia se deitar comigo. Mesmo com raiva, respondi com o endereço da família do marido e disse: “Se eu contar pro seu marido, ele pode te perdoar, mas a família dele, acho que não.”
Ela respondeu só com: “Miserável. Quem me garante que você não vai mandar as fotos mesmo se eu deitar com você?”
Já era. Ela tinha caído. Faltava pouco pra ela ser minha. Respondi: “Quando a gente se encontrar, você vai ver porque eu não vou vazar nada depois que você for minha.” E, pra não alongar, nos dias seguintes combinamos onde nos encontrar.
Até que uma sexta-feira cheguei no hotel que a gente tinha marcado. Ela já estava lá, me esperando dentro do quarto pra ninguém ver a gente. Ela não sabia que o recepcionista do hotel era meu amigo. Quando cheguei, ele disse que ela tinha vindo sozinha de táxi e já estava lá em cima.
Não vou negar, tava nervoso, mas também tava com muito tesão. Subi, bati na porta e ouvi ela dizer: “Entra.”
Quando entrei, ela estava de costas. O cabelão comprido quase até a cintura e aquele rabo que se destacava com a calça justa no corpo me deixaram de pau duro na hora. Aproximei por trás e falei no ouvido dela: “Que rabo gostoso, hein?” Ela virou e me deu um tapa forte na cara, gritando meu nome: “O que você tá fazendo aqui? É você que tá me chantageando? Sou sua tia, por que você tá fazendo isso comigo?” Tudo com um tom de raiva.
Respondi: “Você é só a esposa do meu tio, e tá traindo ele.” E me joguei pra beijar ela. No começo ela se esquivou, mas depois correspondeu ao beijo e a gente caiu na cama, com ela por cima de mim.
Ficamos nos beijando e eu apertando aquele rabo enorme, até que ela se afastou e começou: “Não, não, não. Não posso fazer isso. Você é sobrinho do meu marido.” Mas eu interrompi com outro beijo, e fomos tirando a roupa aos poucos. Eu falava “vai ser só hoje” cada vez que ela se arrependia – mas eu tava enganado.
Quando eu já estava sem camisa e ela sem blusa e sutiã em cima de mim, joguei ela pro lado, baixei a calça e mostrei meu pau pela primeira vez. Pra minha surpresa, ela riu, um riso safado, e começou a baixar a calça também. Ajudei ela e, finalmente, realizei uma das minhas fantasias de adolescente: tinha na minha frente a mulher das minhas várias punhetas, pelada, deitada e de pernas abertas, à minha disposição. Não perdi tempo. Montei nela e comecei a beijar o corpo inteiro, enquanto ela gemia e agarrava meu cabelo.
Tava completamente louco com o cheiro do corpo dela, com os peitos dela, com os gemidos. Pela primeira vez na vida chupei uma buceta. Desci igual um louco até a calcinha dela, afastei a tanga e vi a buceta com um pouco de pelo. Meti a boca ali. Era um gosto estranho pra mim, mas delicioso. Ainda mais quando ela começou a gemer mais alto e, com as mãos na minha cabeça, me guiava pra passar a língua por toda a fenda dela. Foi uma das melhores experiências sexuais que já tive. Adorava o gosto dela, adorava como ela apertava minha cabeça com as pernas quando eu metia os dedos. Meu pau nessa hora já tava duríssimo, escorrendo, doido pra enfiar logo. E enfiei quando, entre gemidos, Hilda pediu, entrecortado: “Me mete, me mete.”
Coloquei camisinha, me posicionei entre as pernas dela e fui enfiando devagar, até entrar tudo. E comecei a comer ela com força. A buceta dela era quente, babenta, e apertava meu pau de um jeito tão gostoso que fiz de tudo pra me segurar. Nessa posição, Hilda me agarrava pelos braços e gemia sem parar: “Aaaah, aaaah, aiiii, hmmmm.” Nunca nenhuma mulher tinha gemido tão alto enquanto eu comia. E aqueles gritos me deixavam com mais tesão ainda. Ver o corpo dela balançando cada vez que eu metia era um manjar pros meus olhos. E, igual um bezerro, agarrei e chupei os peitos dela.
Não sei quanto tempo a gente ficou nessa. Depois, agarrei as pernas dela, puxei, deixando a buceta mais perto do meu pau, e empurrei as pernas dela quase até os ombros. Comecei a meter com força. Nessa posição, ela gritava e gemia mais ainda, pedindo mais rápido, mais forte. Acelerei e meti com mais força, mas senti que ia gozar se continuasse. Então agarrei a cintura dela, virei ela de quatro. Hilda não negava nada. Se eu mexia com ela, ela se mexia, sem parar de gemer e repetindo: “Me mete, me mete.” Nessa posição, cuspi no cu e na buceta dela, e meti pela buceta. Comecei a penetrar e dar uns tapas fortes naquele rabão, e ela respondia: “Sim, sim!” Como vi que ela adorava os tapas, agarrei o cabelo dela e puxei pra trás. Ela gemeu: “Aaaahhh!” E continuei metendo nessa posição até ela começar a gemer mais e mais forte, até gozar.
Nunca tinha visto mulher gozar tão rápido. Achei que eu tinha sido foda, mas depois descobri que ela gozava fácil com qualquer um. Bom, ruim, pau pequeno, pau grande… Depois que gozou, ela quis se jogar na cama, mas eu ainda tava duro. Levantei a cintura dela, coloquei ela de quatro de novo, dei mais uns tapas, cuspi direto no cu e coloquei a ponta do pau na entrada. Fui enfiando devagar.
Hilda gritava pra eu tirar, que doía, mas o cu dela apertava meu pau de um jeito tão delicioso que segurei a cintura dela e continuei metendo, mesmo ela pedindo pra parar. Não durei muito comendo ela por lá, mas o suficiente pra sentir que ia gozar. Quando ela empurrou o corpo pra frente, tirando meu pau do cu porque tava doendo, aproveitei, tirei a camisinha e, depois de bater umas punhetas, gozei no cu e nas costas dela.
Mas a tarde não acabou aí. Quando gozei, ela se deitou na cama de bruços, suspirando e reclamando que eu tinha o pau muito grande, que tava doendo a buceta e mais ainda o cu. Peguei o lençol, limpei meu leite do cu dela e deitei do lado. Como se fôssemos amantes há tempos, ela virou a cabeça, me olhou e disse: “Que corpo gostoso você tem, sobrinho. E que pau.” Eu ri e a gente começou a conversar. Foi aí que ela confessou que amava meu tio, mas que ele nunca queria transar com ela e que ela precisava de ação. Me disse que os homens com quem ia ao motel eram ex-namorados, e que os dois eram casados. Se eu vazasse as fotos, ia ferrar três famílias. Eu disse que ia cumprir minha palavra. E, nessa posição, a gente começou a se beijar de novo.
Eu tava suado, ela nem tanto. A gente se beijou um bom tempo até que ela virou o corpo, subiu uma perna por cima das minhas e foi descendo, beijando meu abdômen até meu pau. Agarrou ele, masturbou um pouco enquanto a gente se beijava de novo, e depois desceu de vez pra chupar. Foi uma das melhores boquetes que já recebi na vida. Ela chupava delicioso, sem parar de masturbar. Chupou minhas bolas, esticando elas. Me fez arrepiar o corpo inteiro quando passava a língua na junta das minhas pernas com meu pau, ou quando lambia do meu umbigo até o pau. Fez garganta profunda com uns “glub, glub, glub” gostosos. Cuspia e voltava a chupar. Apertava, e quando minha glande inchava, ela passava a língua por baixo, por cima, até chegar no furinho, onde enfiava a ponta da língua. Foi um boquete tão incrível que, toda vez que ela chupava minha glande, eu sentia que ia gozar. Aviso: “Vou meter.”
Ela se levantou na cama na hora, virou de costas e se abaixou, enquanto eu ainda tava colocando a camisinha. Quando terminei, ela mesma levantou um pouco a cintura, pegou meu pau e enfiou sozinha. A buceta dela tava quente igual antes, mas mais molhada. Ela mesma começou a cavalgar enquanto eu segurava e via aquele rabo enorme quicando no meu pau. Hilda era uma especialista cavalgando. Quicava mais forte, mais lento, em círculos, pra trás, pra frente, e em todos os movimentos meu pau nunca saía. Ela não parava de gemer. Mas ver aquele rabo quicando e sentir a buceta quente não foi tudo. Num dos pulos, agarrei o cabelo dela e puxei pra trás. Ela se apoiou com os braços no meu abdômen e gemeu mais forte até que se levantou e virou de frente. Agarrou meu pau de novo e sentou, começando a cavalgar sozinha de novo. Mas agora eu não fiquei parado.
Enquanto ela quicava, eu levantei o abdômen e abracei ela, começando a chupar os peitos dela sempre que dava, ou mordendo de leve. Quando ela já tava suada e cansada, joguei ela de lado. Ela começou a abrir as duas bandas do cu e pediu: “Me dá no cu.” Não esperei ela repetir. Cuspi no cu, espalhei com os dedos e fui enfiando devagar. Agora ela não pedia pra tirar, só gemia: “Aiiii, aiiii, aiiii.” Comecei a meter e tirar pra ir alargando o buraco. Quando senti que o cu não apertava tanto, comecei a meter mais rápido e forte. Ela pediu mais devagar. Por um momento, fiz assim. Mas quando ela não gemia mais “ai, ai, ai” e sim “hmmmm, que gostoso, me mete, me mete”, agarrei a cintura, levantei ela, coloquei de quatro sem tirar o pau do cu nem um segundo, e comecei a meter com toda força. O cu dela era delicioso, apertadinho e quentinho.
Nessa hora, perdi a cabeça. Metia com tudo o que podia, o mais rápido que dava. Puxava o cabelo, dava tapas na bunda. Hilda adorava. Não parava de gemer e pedir mais. Eu também não parei. Continuei metendo sem parar. Mas quando senti que ia gozar, tirei o pau do cu. Hilda, entre gemidos, pediu: “Goza nos meus peitos.” Ela virou, e eu, de pé na cama, me segurando pra não gozar, me abaixei perto dos peitos dela. Gozei com a ajuda das mãos dela, que me masturbaram…
Essa foi a segunda vez que a gente transou naquele dia. Mas não foi a última. Ainda tomamos banho juntos, igual um casal de namorados. Nos ensaboamos, nos provocamos, nos masturbamos. Enfiei os dedos no cu e na buceta dela enquanto ela me masturbava. Depois, ela me ensaboou, passando as mãos nos meus braços e músculos, me enchendo de elogios. Quando saímos do banho, ela vestiu a roupa íntima mais rápido. Mas aproveitei que ela tava de quatro na beira da cama e tirei uma foto só do rabo. Depois, outra com meu pau mole entre as bandas dela.
Semanas depois de a gente trocar mensagem, nos encontramos de novo e transamos. Dessa vez, fiz ela gozar só masturbando a buceta com meus dedos, e comi o cu dela em várias posições. Depois disso, a gente deve ter transado umas 5 vezes. Até que um dia, a esposa de um dos amantes dela vazou conversas dela com o cara na igreja. Ela e meu tio se mudaram pra outra cidade.


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