Fevereiro 16, 2026

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Comi a ex do meu primo

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Tudo começou quando meu primo me apresentou a namorada dele há uns 3 anos. A Celia era uma menina baixinha, uns 1,45 de altura, mas com uns peitos bem bonitos e uma bunda que chamava atenção. Meu primo apresentou ela num churrasco em família e, na época, eu tinha namorada, então nem passava pela minha cabeça qualquer coisa com ela.

Uns meses depois, terminei com minha mina e meu primo, sempre parceiro, falou: “Vamo fazer um churrasco na sua casa pra você espairecer”. Topei na hora. No dia, chegaram ele, a Celia e outros amigos. Durante o churrasco, eu sentia que ela me olhava de um jeito diferente, mas pensei que era coisa da minha cabeça. Ela tava com um shortinho jeans bem curto que marcava a bunda, e uma blusa decotada que mostrava o começo dos peitos. Toda vez que ela se abaixava pra pegar alguma coisa, dava pra ver um pedaço da calcinha. Eu disfarçava, mas meu pau já tava prestando atenção.

Depois desse dia, passei uns três meses sem ver ela. A família do meu primo teve que se mudar de cidade, e por causa disso ele terminou com a Celia. Fiquei sabendo e, pra ser sincero, nem pensei muito no assunto.

Mas aí, pra minha surpresa, uma semana depois recebi uma mensagem dela no WhatsApp. “Oi, tudo bem? Tô sentindo falta do seu primo, queria distrair um pouco, cê topa a gente se ver?”. Respondi na hora, claro. Marquei de encontrar com ela num shopping, a gente comeu um lanche, conversou sobre a vida, ela reclamou do término, eu fingi que tava ouvindo. Mas o tempo todo eu não conseguia parar de olhar pra ela. Ela tava com um vestido preto colado, daqueles que marcam cada curva. Dava pra ver o formato dos peitos, a cintura fina, e a bunda redonda empinada quando ela se levantava.

Quando fui levar ela em casa, no caminho ela pediu: “Posso usar seu banheiro antes de subir?”. Eu moro perto, então falei que sim. Enquanto ela tava no banheiro, eu fiquei na sala bolando um baseado pra fumar mais tarde. Já tava até imaginando ela pelada, meu pau começou a endurecer dentro da calça.

Foi quando ouvi a porta do banheiro abrir. Antes que eu pudesse me virar, senti duas mãos me agarrando por trás. Uma delas passou pela minha barriga e desceu direto pro meu pau, apertando com força por cima da calça. Ela colou o corpo no meu, os peitos pressionando minhas costas, e sussurrou no meu ouvido: “Sabe, não era seu primo que eu tava sentindo falta… era de transar. E você sempre me chamou atenção”.

Meu pau ficou duro na hora, parecia pedra. Tentei falar alguma coisa, tipo “não pode, a gente não devia”, mas a mão dela já tava abrindo meu zíper. Em segundos, ela enfiou a mão dentro da minha cueca e puxou meu pau pra fora. Quando senti a mão quente dela envolvendo minha rola, qualquer pensamento de certo ou errado desapareceu.

Ela me virou de frente, se ajoelhou na minha frente, e sem dizer mais nada, colocou meu pau na boca. Meu Deus, que boquete. Ela chupava com uma fome, com uma vontade, como se não chupasse um pau há anos. A língua dela lambia a cabeça, descia pelas veias, voltava e engolia tudo de novo. Eu gemia, segurando a cabeça dela, vendo meus dedos se enterrarem no cabelo preto liso enquanto ela trabalhava. Tinha saliva escorrendo pelo canto da boca dela, descendo até as bolas, e ela não parava, cada vez mais fundo, cada vez mais rápido. Senti a garganta dela apertando a cabeça do meu pau, e por pouco não gozei ali mesmo.

Puxei ela pelos cabelos e levantei. “Agora é minha vez”. Joguei ela na cama do quarto, puxei o vestido dela por cima da cabeça num movimento só. Ela ficou nua na minha cama, só de calcinha preta, os peitos grandes e firmes, com uns piercingzinhos nos mamilos que brilhavam com a luz do abajur. Tirei a calcinha dela e vi a buceta mais linda que já vi – completamente depilada, os lábios rosados e já completamente molhados, escorrendo, prontos.

Deitei sobre ela, chupando seus peitos, mordendo de leve os mamilos, puxando os piercings com os dentes. Ela gemia alto, arqueando as costas, as unhas cravadas nas minhas costas. Desci a língua pelo corpo dela, passei pelo umbigo, e quando cheguei na buceta, ela já tava segurando minha cabeça, me puxando. Lamber aquela buceta foi uma das melhores coisas que já fiz. O gosto dela era doce, salgado, viciante. Chupei o grelo dela com força, enfiei a língua fundo dentro dela, lambi tudo, e ela gritava, se contorcia, puxava meu cabelo.

Quando ela tava quase gozando, subi e enfiei meu pau nela de uma vez. Ela gritou mais alto, as pernas enganchando na minha cintura. Comecei a meter com força, rápido, fundo. Cada estocada fazia a cama bater na parede. Nós dois suados, gemendo, nos beijando com uma língua louca. Virei ela de quatro e meti por trás, vendo aquela bunda redonda batendo na minha virilha, ouvindo os gemidos dela abafados no travesseiro. Bati na bunda dela, deixando a marca da minha mão, e ela pedia mais.

Ficamos a noite toda transando – de frente, de lado, ela sentou em mim e rebolou até gozar no meu pau, eu levantei ela e comi de pé encostada na parede. Quando o sol já tava raiando, gozei dentro dela pela última vez, e a gente desabou na cama, exaustos, melados, sem forças nem pra falar.

Quando acordei horas depois, ela não estava mais lá. Só o cheiro dela no travesseiro e os lençóis bagunçados provando que não foi sonho.

Depois disso, a gente continuou se vendo. Muitas vezes. Sempre que dava, ela aparecia aqui em casa, e a gente repetia a dose – e sempre era tão bom quanto a primeira vez. O problema é que ultimamente ela começou a misturar as coisas. Diz que me ama, que quer algo mais sério, que não quer só sexo. E eu… bom, eu só quero continuar comendo aquela buceta gostosa. Tô numa sinuca de bico, porque perder essa foda seria foda, mas também não quero criar expectativas nela. Enfim, é isso.

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