Outubro 22, 2019

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Enrabei a Dentista Casada

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Os cabelos loiros estavam presos num coque e usava um óculos de armação verde que ressaltava os olhos também verdes. Ela apontou a cadeira onde eu deveria sentar e tive uma breve oportunidade de observá-la enquanto ela própria se sentava do outro lado da mesa. Mesmo de baixo do jaleco, sua bunda me chamou muita atenção, porque me pareceu grande, redondinha e deliciosa. Chutei que ela tinha 35 anos. A consulta foi ótima e Dra. Lídia se mostrou uma pessoa muito simpática, boa de conversar e atenciosa. Elogiou meus dentes, o que para os dentistas deve fazer muita diferença (ponto para mim!). Logo na primeira consulta já deu conhecer um pouco sobre ela e falar um pouco sobre mim. O ruim foi ver que ela era casada, mas isso me impediria de pelo menos homenageá-la quando chegasse em casa rs.

Como dentista não é uma coisa que a gente vai toda semana, só voltei lá vários meses depois. Logo ela me cumprimentou pelo nome, e isso me surpreendeu.

– Não achei que fosse lembrar de mim.

– Um sorriso bonito desses a gente sempre lembra. Até comentei aqui na clínica que tinha atendido um garoto com a dentição perfeitinha – ela falou e depois riu – Não liga não, dentista é tudo maluco com essas coisas.

Eu ri e fiquei todo besta, mas aquele comentário tinha despertado meu lado flertador (ainda que não tivesse expectativas, era sempre bom jogar charme para uma pessoa tão interessante). A consulta transcorreu normalmente, mas dessa vez fui eu que puxei mais papo, inclusive com coisas mais pessoais do tipo “onde você estudou?”, “o que você gosta de fazer?” e essas coisas (nada sexual). Dra. Lídia entrou na conversa numa boa e quando saí de lá eu estava com a agradável sensação de quem sabe que conseguiu causar uma boa impressão. Sem falar que tinha apreciado um pouco mais o contorno de sua linda bunda por baixo do jaleco.

Mais alguns meses e fui lá pela terceira vez. Dra. Lídia já me cumprimentou bastante animada e a consulta toda foi muito prazerosa. Quando acabou e eu fui sair da sala, ela fez questão de abrir a porta para mim e tive a ligeira impressão de que, naquele momento, ela se aproximou de mim mais do que precisava e isso não saiu da minha cabeça pelo resto do dia. De noite, resolvi enviar uma mensagem para testá-la, inventando algum pretexto sobre meus dentes que já nem lembro mais. Ela me surpreendeu respondendo com uma mensagem de áudio e muita simpatia, um sinal duplamente positivo, já que além de me responder bem ela também nem se incomodou de estar fora do horário de trabalho. No dia seguinte resolvi testar um pouco mais minha sorte e a mandei outra mensagem, dessa vez sem nenhuma ligação com o trabalho, e sim fazendo referência a um assunto que tinha sido parte da nossa última conversa. Trocamos mensagens espalhadas pelo resto do dia, e naquele ponto eu já tinha consciência de que meu interesse por ela era plenamente correspondido. A dúvida que restava era se ela teria coragem…

Essa dúvida acabou quando ela própria me mandou mensagem no dia seguinte, com um assunto nada relacionado ao trabalho. Lógico que fui 100% receptivo e conversamos pelo dia inteiro. De noite, resolvi rolar os dados.

– Quer almoçar amanhã? – perguntei por mensagem.

– Que bom que você não é de enrolar – ela respondeu. Li umas cinco vezes para ter certeza de que não estava entendendo errado.

No dia seguinte, na hora do almoço, passei lá de carro. Logo que ela entrou perguntei:

– Onde vamos?

– Sei um lugar ótimo. Vira aqui – ela falou e foi guiando o caminho.

– Na verdade, eu não estou com fome – eu disse.

Ela riu e arrematou:

– Eu sei. Não estou te guiado para um restaurante não, gatinho.

Fomos para o motel. Assim que entramos nos beijamos e logo virou uma agarração bem gostosa. Minha prioridade foi conferir aquela bunda deliciosa e minhas mãos puderam constatar que era mesmo tudo aquilo que eu imaginava. Percebendo minha atenção em sua bunda (e com certeza plenamente consciente dessa grande qualidade), Dra. Lídia me jogou na cama e ficou de pé sobre ela, de costas para mim. Se livrou do jaleco e começou a baixar a calça jeans lentamente, rebolando aquele rabo gostoso na minha frente. Quando tentei agarrá-la pela cintura levei um tapa no rosto e um empurrão, e depois ela retomou o showzinho. Logo ela estava livre e eu completamente apaixonado por aquela bundona deliciosa, grande, redondinha e muito firme, que ficava ainda mais perfeita em contraste com sua cintura fina. Ela ainda me fez o favor de puxar de lado uma das bandas, me dando a visão maravilhosa do cu. Aí eu não aguentei mais e caí de boca.

Enfiei a cara entre suas nádegas, beijando, lambendo e chupando seu cuzinho lindo (sorte que ela tinha feito os preparativo todos para esse tipo de coisa). Depois Dra. Lídia se deitou na cama com a bunda para cima, tornando um pouco mais confortável meu trabalho de chupar seu cu. Minha dentista gostosa suspirava de tesão e eu devorava sua bunda como um animal. Depois, a virei de frente e cai de boca em sua bucetinha, enquanto mantinha seu cuzinho em jogo brincando com ele usando as mãos. Aí sim Dra. Lídia pirou, gemendo intensamente e me xingando.

– Mama bem gostoso, cachorro! Chupa a buceta da sua cadela!

Ficamos naquilo um bom tempo e minha língua já começava a doer, mas valeu a pena quando escutei ela gozar pela primeira vez naquele “almoço”. Antes que ela se recuperasse, aproveite que estava abertinha ali para mim e meti o pau naquela xota. Comi Dra. Renata com muita vontade, num delicioso papai-mamãe. Em dado momento passei uma das mãos embaixo dela e enfiei meu dedo em seu cu enquanto a fodia.

– Me fode de quatro, gatinho! – ela pediu… Ou melhor, mandou… Eu logicamente obedeci.

Ter aquela delícia loira ali de quatro para mim foi uma das melhores sensações do mundo. Com aquela bunda maravilhosa exposta para mim, fiz com ela de tudo. Soquei com força e a enchi de apertões e tapas, cada um deles respondido com um gemido tesudo ou um xingamento sacana. Também não descuidei do cuzinho, e passei a bombar com o polegar o bolinando, até que parei sem avisar e posicionei meu pau no buraquinho traseiro da doutora. Ela me deu sinal verde olhando para trás com um sorriso de puta, então enfiei, primeiro com muito cuidado pois não tínhamos usado lubrificação especial e meu pau era bem grosso, e depois com mais confiança diante das reações de aprovação que recebi.

Comecei o vai e vem, indo aos poucos cada vez mais fundo, até o ponto em que conseguia atoar meu pauzão inteiro em seu rabo. Fui metendo com cada vez mais energia e Dra. Lídia ficou cada vez mais entregue. A segurava pelos cabelos e arrombava sua bundona enfiando a piroca com muita força. A coisa toda estava selvagem, e os gemidos da safada eram verdadeiros gritos, enquanto eu também quase urrava feito um homem das cavernas. Não demorou e nossa trepada intensa atingiu seu clímax, quando anunciei que ia gozar.

– Enche esse cuzinho de porra, seu cavalo! – ela respondeu.

Com a missão cumprida, nos deitamos acabados na cama espaçosa. Alguns minutos depois Dra. Lídia conferiu o celular. Uma foto com o marido estava em sua proteção de tela. Senti uma pontada de culpa, mas se bem que não era da minha conta.

– Que horas tem que voltar? – perguntei.

– Só tenho paciente às quatro – ela respondeu. Ainda eram 13: 40.

Tivemos a tarde toda para aproveitar. Da cama fomos para a banheira, onde transamos novamente. Ainda fico de pau duro só de lembrar daquela cena, com ela sentando de costas para mim, quicando com o cuzinho espetado na minha piroca, água fazendo “plaft plaft” cada vez que ela descia… Ainda teve um momento em que seu marido ligou, bem enquanto a doutora boquetava minha rola na cama e a safada atendeu com a maior cara de pau do mundo (ou “com a cara no pau” rs) sem parar de me punhetar, até eu gozar na cara dela enquanto ela conversava com o corno. Depois trocamos mais algumas carícias deitados e fomos para o chuveiro porque ela tinha que voltar para a clínica. Quando a deixei lá, tirando o cabelo molhado, Dra. Lídia estava perfeitamente recomposta (e mesmo o cabelo podia ser facilmente explicado).

Nas duas semanas seguintes, “almoçamos” mais quatro vezes. Antes que marcássemos a quinta, ela me mandou uma mensagem dizendo que seu marido tinha descoberto tudo e que não era para procurá-la mais. Eu até respeitei, mas sou um pouco sacaninha. Poucos meses depois, marquei uma consulta rsrs. Ela riu bastante quando apareci em seu consultório, mas não rolou nada além de boas conversas. Mas valeu a pena.

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Uma resposta

  1. anônimo

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