Agosto 31, 2025

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Minha cunhada

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Cheguei em casa cansado do trabalho, ainda de terno, quando ouvi risadas vindas da sala. Minha esposa estava animada recebendo a irmã caçula, que tinha vindo passar uns dias conosco. Assim que virei o corredor e a vi, senti meu corpo reagir na hora.

Ela estava jogada no sofá, de shortinho jeans curto e uma blusa simples, mas que deixava parte dos seios empinados à mostra. Morena, pele marcada pelo sol, cabelo ondulado caindo pelos ombros… e aquele jeito de menina sapeca que sabe o efeito que causa.

— Esse é o cunhadão que eu não via faz tempo… — disse, se levantando e me abraçando. O corpo dela encostou no meu, senti o calor, o perfume doce misturado com cheiro de praia.

Sorri, tentando manter o controle. Eu era um homem casado há mais de doze anos, firme, mas não pude deixar de notar os olhos dela me encarando de cima a baixo, demorando um segundo a mais na região do meu peito e braços fortes.

Nos dias seguintes, a provocação só aumentou. Na cozinha, ela passava atrás de mim encostando demais, a mão roçando “sem querer”.

O dia seguinte foi ainda mais difícil de aguentar. Estava calor, e minha esposa tinha saído para resolver algumas coisas. Fui até a piscina para relaxar um pouco e encontrei minha cunhada já deitada na espreguiçadeira.

O biquíni dela era mínimo, daqueles que parecem feitos para não cobrir nada. O tecido claro deixava em evidência a marca do sol na pele morena, aquele contraste perfeito. A parte de cima mal segurava os seios grandes, e a parte de baixo, fina, marcava cada curva da bunda redonda.

— Vai entrar ou vai ficar só olhando, cunhado? — ela disse rindo, colocando os óculos escuros.

Fingi naturalidade, mas sabia que ela tinha percebido meu olhar. Entrei na água, tentando me concentrar. Ela, então, mergulhou também. Quando saiu da piscina, a cena me deixou sem fôlego: a água escorrendo pelo corpo, o biquíni colado, revelando cada detalhe. O tecido molhado deixava visível até o volume discreto dos pelos da boceta por baixo da calcinha fina.

Ela se deitou de bruços na espreguiçadeira, ajeitando a parte de baixo do biquíni com calma, como se fizesse questão de me mostrar a bunda grande, empinada, brilhando sob o sol.

— Passa um pouco de protetor aqui pra mim? — pediu, mordendo o lábio, sem disfarçar a malícia.

Peguei o frasco e me aproximei. Minhas mãos deslizaram pela pele quente, espalhando o creme pelas costas, descendo devagar até a cintura fina. Quando cheguei perto do quadril, ela arqueou um pouco mais, como se estivesse me oferecendo. O cheiro doce da pele misturado ao calor do corpo me deixou duro na hora.

Ela percebeu. Olhou por cima do ombro e sorriu, maliciosa:

— Acho que tá ficando difícil disfarçar, né, cunhado?

Fiquei parado por um instante, com a mão ainda pousada na curva da cintura dela. O corpo inteiro pedia para avançar, mas minha cabeça tentava manter o controle. Ela virou de lado na espreguiçadeira, de frente para mim, e ajeitou o biquíni de propósito, deixando ainda mais à mostra o volume dos seios.

— Tá tenso, cunhado? — disse com aquele sorriso de provocação.

— Você não tem jeito, menina… — tentei brincar, mas minha voz saiu mais rouca do que eu queria.

Ela passou a língua pelos lábios devagar, o olhar fixo no volume que crescia na minha sunga. — Eu sei muito bem o que tô fazendo com você…

Se aproximou, sentando-se bem na beira da espreguiçadeira, a pele molhada brilhando no sol. O cheiro dela, a respiração quente, aquele olhar atrevido… era impossível ignorar. Minha mão foi parar sozinha na coxa dela, deslizando pela pele lisa e quente.

Ela não recuou. Pelo contrário, abriu um pouco as pernas, deixando a calcinha mínima se esticar e marcar ainda mais a boceta. Os pelos discretos apareciam no contorno, molhados da piscina.

— Toca, vai… — sussurrou, mordendo o lábio.

Meu coração acelerou. Passei os dedos pela lateral da calcinha, sentindo a textura molhada que não era só da água. Ela estava excitada, quente, esperando. Quando encostei de leve, ela fechou os olhos e soltou um gemido baixo, quase um sussurro, mas que me fez estremecer inteiro.

— Eu sabia que não ia resistir muito tempo… — disse ofegante, empinando a bunda de leve contra minha mão.

Nesse momento, qualquer noção de certo ou errado desapareceu. Eu era um homem casado, mas ali, diante daquela provocação, da pele quente, da boceta latejando pedindo por mais, não havia volta.

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