Minha Esposa Vagabunda
A noite estava abafada, carregada com aquela eletricidade que só o Carnaval e a distância conseguem criar. No 2pº andar daquele hotel, o silêncio do quarto era um contraste bizarro com o caos que eu imaginava que você estaria vivendo na Bahia.
Eu ainda usava a armadura de executivo — aquela camisa social branca, esticada no peito pelos treinos, e o jeans que não deixava nada para a imaginação, marcando cada centímetro da minha altura de 1,90m. Eu era o puro suco do empresário negro sport, mas com o sangue fervendo de saudade da minha preta.
Eram vinte dias sem te tocar. Vinte dias sem sentir o peso da sua bunda gigante ou o bico dos seus peitos redondinhos contra a minha pele.
Quando liguei, você estava no banho, em algum lugar remoto da Bahia, e eu, ali, no meio do luxo impessoal de um hotel, comecei a me despir daquela pose de sério. A câmera focou no que importava. Enquanto você se tocava, molhada, eu soltava o cinto, baixava a calça e deixava o desejo guiar minha mão. Ver você ali, naquela tela, era um misto de agonia e êxtase. Gozar assistindo você foi o gatilho que faltava para as comportas se abrirem.
Foi naquela noite que o jogo mudou.
As palavras saíram sem filtro, cruas. Eu confessei o que estava guardado no escuro: o desejo de ver você sendo possuída por outro, de ver sua cara de prazer enquanto é fodida de verdade, enquanto eu assisto, imóvel, dominado pela cena.
Você não recuou. Pelo contrário, você avançou. Lembrou daquele meu amigo, daquela tensão antiga que eu já suspeitava, e usou isso para me encurralar. Você disse que queria me ver ali, pequeno diante da sua luxúria, me humilhando enquanto você recebia o que queria de outro…..
O ápice veio quando eu menos esperava. Eu estava naquele jantar de negócios enfadonho, fingindo prestar atenção em conversar de negócios, mesmo sabendo que no meu celular já tinha chego algumas fotos suas, mas não podia abrir, não ali no meio daqueles caras. Mas e se abrisse e alguém visse sem querer você? Pensei nisso tbm, mas melhor não..
Quando cheguei no hotel e abri o celular. Lá estavam as fotos. Você, minha mulher, se exibindo para o mundo. O piercing no umbigo brilhando, os fios da calcinha por cima do short, e aquele peito aparecendk o biquinho durinho .
aquele bico preto e lindo que você apertava com uma vontade que eu sentia daqui!!! Te conheço, estava cheia de tesão na foto. Não tirou a foto pra mim, tirou para se exibir lara outro te querer..
Eu não aguentei.
No meio daquela suíte luxuosa, eu fiz a minha homenagem.
Gozei em cima da sua imagem no celular, um tributo de um homem completamente rendido à sua “vagabunda” particular.
Enviei para ti a foto, do trabalho feito e orgulhoso de ver vc toda gozada na tela, mas recebi um contra golpe. O golpe de misericórdia foi o vídeo de visualização única. .
O post: “Será que meu marido vai gostar?”.
E os comentários… dezenas de caras, sedentos, dizendo que eu não dava conta de você, que você precisava de um homem de verdade.
Ela tinha postado aquele corpo gostoso a mais de 4 horas atras, provavelmente enquanto ainda falava comigo. E lá estava ela, se deliciandk com vários olhares diferentes e picas chegando no inbox querendo bater uma pensando nela ..
Em vez de raiva, eu senti um tesão que quase me quebrou ao meio.
E você, com aquela voz de quem sabe exatamente o poder que tem, só disse:
“Só fiz o que você pediu. Obedeço bem.”
A aventura estava só começando. Quando você me mandou a foto daquele cara aleatório, gozando por sua causa, pedindo o “leitinho” dele na sua boca, fando putaria para o cara gozar pensando em vc, na sua foto, no seu corpo, no seu peito e sua vontade de dar para outro.
Você sabe disso, mas não quer assumir ainda.
De provar outro enquanto segura o meu, de quicar e se deliciar do jeito que se deliciou com outro aquele dia no carro, uma foda pra se lembrar..
Eu entendi que a distância tinha criado um monstro. E que eu, o executivo impecável de 1,90m, estava agora nas mãos da preta mais poderosa que já conheci, que agora está insaciável.


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