Fevereiro 9, 2026

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Minha sogra me puxou pra despensa na festa do sogro, ficou de joelhos e chupou meu pau até eu gozar na boca dela

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Era uma daquelas festas de família que começam inocentes…Meu sogro tinha feito 60 anos, churrasco farto, cerveja gelada saindo de caixa térmica sem parar, cachaça artesanal que o compadre trouxe de Minas e um pagode rolando no som que ninguém desligava. Eu e a Carol (minha esposa) tínhamos chegado cedo, mas por volta das dez da noite já estávamos todos no mesmo nível: alegres demais, desinibidos demais….

Minha sogra, a Dona Lúcia, aos 57 anos ainda mantinha um corpo que chamava atenção sem esforço. Cintura marcada, quadril largo, seios pesados que balançavam quando ela ria alto. Sempre usava aquelas blusas decotadas “sem maldade”, como ela dizia. Naquela noite estava com um vestido leve florido, sem sutiã — dava pra ver os bicos marcando o tecido fino toda vez que ela se mexia…Nossa relação sempre foi boa, ela sempre brincava comigo…Falava que a filha tinha tido sorte…de ter um negão daquele em casa…que a filha estava bem servida…eu, só dava risada, e imaginava…como seria comer aquela vovó…

Eu já tinha perdido a conta da dose de cachaça quando ela veio me chamar pra dançar um pagodinho. “Vem cá, genro, mostra que sabe rebolar!” — riu, já com a voz embolada. Puxou minha mão e me levou pro meio da varanda. A Carol estava lá dentro conversando com as primas, nem prestou atenção. A gente começou a dançar colado, aquele rebolado lento que o pagode pede. Ela de costas pra mim, empinando a bunda redonda contra minha virilha. No começo era só zoeira de bêbado, mas o álcool faz tudo descer mais rápido. Senti ela apertar de propósito, rebolar mais devagar, esfregando exatamente onde meu pau já meia bomba e rapidamente ficando duro pra caralho dentro da bermuda….

Olhei pros lados. Todo mundo bêbado, ninguém prestando atenção. Meu sogro roncava numa cadeira de balanço no canto do quintal. A Carol nem aparecia na porta.

Lúcia virou o rosto de lado, boca quase encostando na minha orelha: — Tá gostando, safado? Não respondi com palavra. Só apertei a cintura dela com mais força e deixei ela sentir o volume inteiro roçando na sua bunda. Ela deu uma risadinha baixa, safada, e continuou rebolando como se fosse só dança.

Depois de uns 2 minutos daquilo…ela pegou minha mão e me puxou pro corredor que levava pra dispensa. “Vem pegar mais gelo comigo”, disse alto o suficiente pra quem ouvisse por perto. Ninguém ouviu. Ou fingiu que não ouviu. Entramos na dispensa escura. Mal fechou a porta e ela já estava de joelhos, puxando minha bermuda pra baixo com as duas mãos. Meu pau pulou pra fora, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo…

— Caralho, genro… tá assim por causa da sogra? — murmurou, olhando pra cima com os olhos vidrados de cachaça e tesão.

Não deu tempo de responder. Ela abriu a boca e engoliu metade do pau de uma vez, gemendo baixo na garganta. A língua quente rodava na cabeça enquanto a mão apertava a base, masturbando o que não cabia na boca. Eu segurei a nuca dela, os cabelos tingidos de loiro já meio bagunçados, e comecei a foder a boca devagar.

Ela chupava com vontade, babando, fazendo barulho molhado que ecoava na lavanderia. De vez em quando tirava pra respirar, cuspia em cima, lambia as bolas, voltava a engolir tudo. Eu sentia as pernas tremendo, o álcool misturado com o tesão deixando tudo mais intenso.

— Vou gozar, porra… — avisei com a voz rouca. Ela não tirou. Pelo contrário: enfiou mais fundo, até encostar a garganta, os olhos lacrimejando, mas sem recuar. Segurou minhas coxas com força, como quem diz “pode mandar tudo”. Explodi.

Gozei forte, jorro atrás de jorro, enchendo a boca dela. Ela engoliu o primeiro, o segundo, mas o terceiro escapou pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo, pingando no decote do vestido. Gemeu alto com a boca cheia, vibrando no meu pau, o que me fez gozar ainda mais.

Quando terminei, ela tirou devagar, limpou os lábios com o dorso da mão, olhou pra mim com um sorriso torto de quem sabe que acabou de fazer uma putaria das grandes. Ela se levantou eu apertei a bunda dela, já querendo virar ela de costas…tava doido pra comer…mas, ela me afastou…sorrindo e fazendo sinal de não com a cabeça…

— Isso fica entre nós, genro… — sussurrou…ajeitando o vestido.

Passou o dedo no queixo, recolheu o que tinha escorrido e lambeu, me olhando nos olhos.

— Agora, finge que tá tudo normal. E volta pra festa daqui uns 10 minutos, com o gelo, por que ainda não acabou a festa.

Saiu rebolando como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei ali como ela ordenou, pau ainda meio duro, respirando pesado, tentando entender o que tinha acabado de rolar.

Voltei pra festa. Com o saco de gelo. Sentei na cadeira e de longe, sentada na cadeira ao lado do maridom..ela piscou devagar, passou a língua nos lábios discretamente….

Eu só sorri, já sabia…eu iria comer aquela coroa…

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