Outubro 27, 2025

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O Botijão e o Entregador

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O sábado em Belo Horizonte estava daqueles de derreter o asfalto, um calor que fazia a pele grudar na roupa. Enquanto meu marido, o Eduardo, saía todo animado pra ver o Galo na Arena MRV, eu fiquei sozinha no apartamento com um fogo interno que nem o ar-condicionado dava conta de apagar. A viagem ao Nordeste tinha me deixado com uma coceira na boceta que não passava, uma lembrança dos paus que eu tinha chupado na praia, dos gemidos abafados sob o barulho do mar. Vestindo só um shortinho de algodão e um top sem sutiã, eu tentei me distrair preparando o strogonoff que ele tanto gosta, mas minhas mãos tremiam e meu corpo pedia por algo mais picante.

Quando o gás do fogão decidiu falhar, eu vi minha chance. Não era um plano muito elaborado, só uma provocaçãozinha, algo leve pra aliviar a tensão. Liguei pra distribuidora pedindo um botijão com urgência e corri pro quarto. Troquei o short por um vestidinho de alcinha, daqueles tão finos que você praticamente vê através, que mal cobria minha bunda e marcava meus mamilos durinhos de tesão. Nem me dei ao trabalho de colocar calcinha. Enquanto esperava, preparei o cenário: deixei o notebook na bancada da cozinha com a webcam ligada, disfarçada pela playlist de MPB, e apoiei o celular numa prateleira pra gravar de outro ângulo. A ideia era só chupar o entregador rapidinho e mandá-lo embora, um lanchinho rápido pra matar a vontade.

Quando a campainha tocou, meu coração acelerou. Abri a porta e lá estava ele: Zé, o entregador. Um homem comum, na casa dos quarenta, com aquela barriga saliente sob o macacão suado, cabelo grisalho e um rosto que não prometia nada demais. Mas quando seus olhos escuros percorreram meu corpo, parando nos meus mamilos duros marcando o vestido, eu senti um choque percorrer minha espinha. “Boa tarde, dona. O botijão,” ele disse com uma voz rouca que me fez molhar na hora.

“Entra, Zé, é ali na cozinha,” respondi, fazendo questão de rebolar bem na frente dele enquanto guiava o caminho. Sentia o olhar dele queimando minhas costas, focando na minha bunda que o vestido deixava quase à mostra. Enquanto ele trocava o botijão, eu me inclinei sobre a bancada, deixando o vestido subir ainda mais. “Que calor, né?” disse, com a voz mais doce que consegui.

Ele não perdeu tempo. “Tá quente mesmo, dona… mas cê tá esquentando mais ainda.” A resposta veio com uma segurança que me pegou de surpresa. Ri, sentindo o jogo escapando do meu controle, mas o tesão falou mais alto. “Você acha, é? Então vem cá me ajudar a esfriar.” Ajoelhei-me no chão da cozinha, minhas intenções ainda sob algum controle ilusório. Mas quando abri a calça dele e o cheiro me atingiu – aquela mistura forte de suor, trabalho braçal e masculinidade pura – quase me arrependi. O pau dele era mais grosso do que eu imaginava, meio sujo, com veias saltadas e umas bolas grandes e pesadas que exalavam um odor animal que fez meu estômago embrulhar.

“Mudei de ideia, Zé… acho que não…” tentei dizer, me levantando, mas foi tarde demais.

Com um movimento rápido que me pegou desprevenida, ele pegou meus cabelos cacheados compridos e fez um laço com eles nas próprias mãos, puxando com uma força que me fez gritar de dor e surpresa. “Agora não, dona. Cê começou, vai terminar.” Ele esfregou o pau e a barriga na minha testa, as bolas suadas roçando no meu rosto, aquele cheiro dominante me envolvendo completamente. O pânico subiu na minha garganta, mas junto com ele veio uma onda de tesão tão forte que me deixou tonta. Submissa, obediente, abri a boca e engoli aquele pau grosso, o gosto salgado e sujo enchendo meus sentidos. Ele grunhiu, puxando meu cabelo como se fossem rédeas, forçando minha cabeça pra baixo até eu engasgar com a cabeça do pau dele batendo na minha garganta. “Chupa direito, sua vadia,” ele rosnou, e eu obedeci, chupando com uma voracidade que nem eu sabia que tinha, lágrimas escorrendo pelo meu rosto enquanto o cheiro dele me dominava completamente.

Ele me forçou a lamber suas bolas pesadas, que nem cabiam na minha boca de tão grandes, o gosto amargo e salgado da porra acumulada me enojando e excitando ao mesmo tempo. Enquanto isso, a webcam e o celular gravavam tudo – meu rosto vermelho e molhado, o pau dele entrando e saindo da minha boca, meus gemidos abafados. De repente, ele me puxou pelo cabelo again, me levantando com força. “Chega de boquete. Hora de foder essa puta casada.”

Antes que eu pudesse reagir, ele me jogou sobre a bancada da cozinha, abrindo minhas pernas com brutalidade. “Zé, eu sou casada, é só um boquete!” tentei argumentar, o medo finalmente batendo forte. “Se for me foder não pode deixar marcas! Seja bonzinho, senão eu chamo a polícia e te acuso de estupro!”

Ele riu, um som seco e cínico. “Relaxa, dona, não vou marcar… mas cê vai me querer depois disso.” Cuspiu direto na minha boceta já encharcada e enfiou o pau com uma força que me fez gritar. Ele socava com uma brutalidade incrível, cada investida parecendo querer chegar no meu útero, o som molhado da nossa foda ecoando pela cozinha junto com meus gemos altos. “Por favor… só isso, Zé…” implorei, mas ele ignorou completamente, metendo ainda mais forte.

Quando ele me puxou do balcão e me arrastou pra sala, jogando-me de quatro no sofá de couro marrom, eu sabia que tinha perdido completamente o controle. “Abre esse rabo, vadia,” ele ordenou, e eu, submissa, obedeci, empinando mais ainda. Ele cuspiu no meu cu e começou a esfregar a cabeça do pau na entrada, me fazendo tremer de medo e antecipação. “Zé, não, por favor…” mas ele já estava entrando, arrombando meu cu com uma única estocada brutal que me fez gritar de dor. A sensação de rasgo foi agonizante, mas logo se transformou num prazer perverso e profundo enquanto ele começava a socar, cada movimento fazendo meu corpo inteiro estremecer. Suas mãos calejadas apertavam minha bunda com força, e eu sabia que estava deixando marcas vermelhas apesar do meu pedido. “Cê queria provocar, agora aguenta,” ele rosnou, puxando meu cabelo amarrado com ainda mais força. Gozei violentamente, minha boceta pulsando mesmo sem ser tocada, as contrações do orgasmo misturando-se com a dor e o prazer da foda anal.

Ele gemeu alto e começou a gozar dentro do meu cu, mas de repente puxou o pau para fora num giro rápido. Antes que eu entendesse, ele estava de frente pro meu rosto, e um jato grosso e quente de porra atingiu meus olhos, me cegando momentaneamente. “Abre essa boca, puta!” ele ordenou, e eu obedeci, sentindo a porra quente enchendo minha boca, escorrendo pelo meu queixo, pescoço, seios. Era tanto leite que eu mal conseguia engolir tudo. Quando acabou de gozar, ele enfiou o pau ainda meio duro na minha boca. “Chupa, deixa ele bem limpinho,” ele ordenou, e eu, completamente submissa, obedeci, chupando e lambendo até não restar uma gota de porra.

Ele se afastou, guardando o pau no macacão com um sorriso satisfeito. “Se precisar de gás, é só chamar, dona.” E saiu, me deixando ali no sofá, o vestido no chão, o corpo todo marcado, melado de suor e porra, com o cheiro dele impregnado em mim.

Assim que a porta fechou, corri pra desligar as gravações. Minhas mãos tremiam enquanto salvava os vídeos. Lembrei que nem tinha pago o botijão, mas isso era o de menos. Limpei tudo às pressas, mas as marcas vermelhas na minha bunda doíam a cada movimento, lembrando que ele tinha ignorado todos meus limites.

Quando Eduardo chegou, todo feliz com a vitória do Galo, eu já estava “arrumada”, com outro vestido. “Que cheiro bom, meu amor!” ele disse, me abraçando com aquele carinho que tinha voltado a me dar depois da viagem. Eu sorri, respondendo com beijos, mas por dentro o fogo queimava mais forte que nunca. Enquanto ele contava sobre o jogo, eu só conseguia pensar nos vídeos guardados no computador.

Naquela noite, depois que ele adormeceu, fui pro banheiro e assisti a tudo de novo. O cheiro de Zé parecia ainda estar em mim, a sensação do pau dele na minha boca, a dor gostosa do meu cu sendo arrombado. Toquei-me gozando de novo, mais forte que antes. O carinho do Eduardo era bom, mas não apagava minha vontade de ser usada como uma puta. Já estava planejando a próxima – talvez o vizinho do 507, ou o porteiro novo do prédio. Os riscos? E se alguém descobrisse? E se Zé voltasse pra cobrar o botijão ou tentasse me chantagear? A possibilidade do perigo só me deixava com mais tesão. Eu precisava de mais.

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