Por
O Casal Perfeito e o Cu da Marta
A última frase do Telmo não me saía da cabeça “Arquitecto, acho que vai ficar o amante fixo da minha esposa, pense nisso”
O que será que queria dizer amante fixo? Será que iam ter mais parceiros ou eu ia ser o único amante da Marta? Confesso que me exita a ideia daquela mulher ser também minha, num trio em que o Telmo lhe dá todo o suporte de marido e eu dou-lhe o melhor sexo da vida dela, novas experiências e abrir-lhe todo um mundo sexual.
A Marta tem aquele de atrevida, mas ao mesmo tempo tem um ar muito inocente, que dá vontade de explorar! Enfim… os dias iam passando e eu sempre a pensar neles. Que casal tão especial, sensuais, de bem com a vida, boa onda o sexo com a Marta era incrível e o Telmo parecia estar a gostar bastante… Estava cheio de vontade de estar com eles, mas não ia ser eu a iniciar o contacto. Quero criar zero pressão neles.
Passaram cerca de duas semanas, numa sexta-feira, final da tarde, estava eu em casa, a vestir-me para ir jantar à rua, recebo um whastapp, era do Telmo.
Caro Arquitecto, tem passado bem? Se não tiver planos para hoje, quer fazer-nos companhia para uma sobremesa depois do jantar?
A minha resposta vai 5 minutos depois a dizer: -Claro Telmo, quero muito. Onde me devo encontrar convosco?
– Venha ter ao bar do Four Seasons Hotel Ritz Lisbon, pelas 22 horas, estarei à sua espera.
Assim foi, tive de bater uma punheta antes de ir, estava mesmo muito excitado e queria dar uma noite muito especial à Marta.
Da última vez foi ela que comandou a foda, mas ela não sabe o quanto dominador eu sou, hoje ia descobrir isso em mim. O buraquinho fechado do cu dela, não me saía da cabeça…
Chego ao Hotel, dirijo-me ao bar e encontro o Telmo, sozinho! Mau, pensei imediatamente, onde está a Marta?
O Telmo dirige-se a mim e calorosamente dá-me um abraço e um aperto de mão! Caro Arquitecto, já tinha saudades suas, venha dai beber alguma coisa comigo.
– Dois Gins Tonicos, por favor, pede ao empregado.
– Caro arquitecto, ainda bem que veio, queria dar-lhe uma palavrinha a sós.
Nem me deu tempo para perguntar pela Marta… vamos lá ver o que tinha a dizer.
– Sabe arquitecto, a última vez que tivemos juntos, foi muito produtivo para todos, espero que concorde?
– Sim, concordo, foi de facto um dia muito especial para mim.
– Ai sim? Então diga-me lá, o que achou mais especial?
Penso imediatamente: este gajo está doido… quer que lhe diga o que achei de mais especial à frente do empregado?? Não posso responder que foi o buraquinho do cu da esposa dele…. Um bocado sem saber o que dizer…. sai-me pela boca o seguinte:
– Bom, é difícil escolher uma única coisa, mas devo dizer que vocês são provavelmente o casal que conheço mais apaixonados e com maior cumplicidade. (não era mentira…. só faltou dizer que o momento que achei mais especial foi o beijo que ele lhe deu, numa boca que ainda sabia ao meu caralho e que enquanto a beijava apaixonadamente estava esporra minha a sair da cona dela, mas achei que dizer isso à frente do empregado era demasiado)
– Caramba Arquitecto, você é mesmo um homem com muito saber. Tem toda a razão e é importante que assim seja, caso contrário não podíamos ter feito o que fizemos.
– Tenho de concordar consigo, diga-me Telmo, para si, qual foi o momento mais especial?
(isto é como jogar Padel, ele atirou-me uma bola, agora era a minha vez)
– Sem dúvida beijar a minha esposa e ainda conseguir sentir o seu sabor na boca dela enquanto a respiração dela ainda estava ofegante… deu-lhe bem caro arquitecto!
(olho para o empregado e vejo que ele percebeu. Não há duvidas que o Telmo está muito à vontade com esta situação, se calhar até foi ideia dele)
– Sabe Telmo, foi fácil uma pessoa deixar-se levar pela situação, a Marta e o Telmo são um casal muito especial.
– Ainda bem que diz isso caro Arquitecto, pois é exatamente o que lhe vou pedir, para se deixar ir.
– Muito bem Telmo, mas tenho de lhe perguntar, existe algum limite que eu tenha de respeitar?
– Arquitecto, a Marta é uma mulher que se quer divertir e eu também, vou-lhe apenas dizer que a Marta não gosta de sexo anal nem gosta que me venha na boca dela, tenha cuidado, pois como sabe os broches dela são muito… intensos!
(neste momento percebo que o Telmo está excitado e, na verdade eu também estou, mas não vim para aqui para estar a conversar com o Telmo, vim aqui para lhe foder a esposa de todas as formas que me apetecer)
– Telmo, não querendo abusar, posso perguntar se a Marta se vai juntar a nós neste magnífico bar de hotel?
– Não…. (dá um golo no gin durante uns 5 segundos), a Marta está lá em cima num quarto de Hotel vestida com roupa que não é apropriada para vir ao bar. Talvez possamos subir, quer?
– Claro, claro que sim!
– Coloque a conta no quarto 542. Vamos arquitecto?
Subimos no elevador, em silêncio, mas os nossos olhares cruzaram-se algumas vezes. Na minha cabeça só está o cuzinho da Marta e o marido dela sabe disso.
A porta do quarto abre-se e vejo que Marta está deslumbrante, deitada na cama, de barriga para cima a olhar para mim com um ar sexy, tem apenas um fio dental! Mamas à mostra… já vi que está com vontade de ser ela a foder-me, mas hoje vai ser como eu quero!
Por isso, sem dizer uma única palavra, aproximei-me da cama, despertei o cinto, abri as calças e tirei o caralho para fora. Ela põe-se de quatro na cama, e gatinha até à borda da cama. Agarra-me no caralho, e começa a lamber-me só a cabeça. Via aquela língua a lamber-me, até que o abocanha, senti o calor da sua boca, e começa a mamar.
Que delicia, mas eu queria mais, mais fundo, coloquei a mão na nuca dela e puxei-a para mim com calma. Ela entendeu o que queria e começou a ir mais fundo. Que tesão, a Marta a mamar, aquela boca quente passava a língua no meu caralho. Resolvo enterrar até ao fim, empurro até ao limite e deixo-me quieto, ela aguenta uns segundos, e tira para respirar, mas logo cospe nele e volta a pôr na boca. Comecei a foder-lhe a boca, com calma, ela não se opôs e agarrou-me nos colchões, cada vez que ia fundo, sentia-os tomates quase a bater-lhe no queixo dela. Vejo que o Telmo está sentado no cadeirão, de perna cruzada, totalmente hipnotizado..
Eu não posso ir contra à pessoa que eu sou e eu sou um dominador doido por anal.
Lambi os dedos, e enquanto ela me mamava, passei uma mão pelas costas dela até chegar ao cu. Comecei a passar os dedos pelo buraco do cu, estava fechado e seco, com a saliva que tinha nos dedos, acariciei até sentir que o estava a relaxar. O cuzinho dela estava mesmo apertado, consegui meter um pouco do dedo, mas não muito.
A Marta para de me mamar, eu perco acesso ao cu dela, já percebi que temos aqui muito trabalho pela frente, põe-se de joelhos na cama e beija-me, um bom linguado. Com uma mão acariciei as mamas, que mamas boas, de encher a mão, e com a outra passei nos lábios da cona, já estava molhada.
Beijei-a no pescoço e fiz com que ela se deitasse de costas na cama. Ela estava com fome, abriu as pernas de imediato, fui para cima dela, ainda a beijar-lhe o pescoço e enterrei a cabeça do caralho na cona. Estava molhada, entrou bem. Ela gemeu um pouco, e comecei a comer-la. A cona não estava tão molhada como imaginava, quando comecei a enterrar mais fundo, ela gemia mais alto.
Olhei-a nos olhos e reparei que ela olhava para o Telmo, que continuava sentado a observar a foda, ambos com um ar apaixonados e de total cumplicidade, o que me deu ainda mais tesão, e enterrei tudo naquela cona, ela soltou um gemido alto, e eu deixei-o todo enterrado na cona.
Ainda com ele todo enterrado, puxa-a para a beira da cama, e ponho-me em pé, queria ver o meu caralho todo enterrado naquela cona. Volto a foder-lhe a cona com alma, ela fecha os olhos e deixa-se ir, faço com que as estocadas vão deste a parte mais baixa da cona, mas também que quando vai fundo lhe toque no ponto G, não demora muito a vir-se.
Olha-me com um ar surpreso e diz-me:
– Estou a vir-me caralho ! estou a vir-meeee ….
Que delicia, aquela cona começa a ficar encharcada, e eu continuei a foder, às tantas tive que reduzir o ritmo, não me queria ficar por ali.
– Foda-se aquitecto, foda-me, foda-me a cona caralho !
Agarrei-lhe o pescoço, apertei, e fodi-a bem fundo, ela começa a ter uns espasmos, a vir-se à grande, eu abrandei o ritmo e fiquei a assistir ao espetáculo.
Ela acaba por acalmar. Senta-se na borda da cama com um ar satisfeito e cansado, e diz, que grande foda.
O Telmo levanta-se e fica de joelhos na borda da cama e começa a beijar intensamente a Marta. Acho que ficaram a achar que a foda tinha acabado, mas não… ia agora começar.
Não resisto e começo a bater ao de leve com o caralho no bico das mamas, que ficam imediatamente duros.
Diz o Telmo:
– Marta, eu penso que o nosso amigo Arquitecto ainda não se veio, não podes ser assim. Ele levanta-se e volta a sentar-se
Eu não me faço de esquisito, deito-a na cama de barriga para cima, com a cabeça na borda da cama já a sair da cama, para ficar com acesso completo à boca dela. Ela percebeu e até tentou rodar ligeiramente, mas eu coloco as minhas mãos na cara dela e começo a dar-lhe o meu caralho. Ela estava nervosa, porém, eu não lhe dei hipótese, assim que sentiu o caralho naqueles lábios carnudos da boca dela, relaxou.
Voltei a comer-lhe a boca. A Marta mamava com alma, a provar a sua cona, com saliva do Telmo na boca, ela mamava-me loucamente. Eu apertava-lhe os bicos das mamas e ela doida. Até que decidi meter o caralho todo. Começo a meter até que sinto os tomates no nariz dela, ela aguenta bem uns 5 segundos e eu tiro para fora, tenho o caralho todo molhado, saliva por todo o lado… Vou-lhe foder a boca e volto a meter o pau… Vejo ela a sugar, a lamber e vejo o meu pau nas bochedas dela, que visão. Ela a mexer-me nas bolas, com as pernas todas abertas e eu aproveito para lhe mexer no clitoris. Tinha a cona tão, mas tão molhada… Ainda pensei em vir-me na boca dela, mas hoje era o dia que ia tentar o cu dela.
Queria come-la de quatro, e assim o fiz, mas queria que ela olhasse para o Telmo. Dou por mim a pensar que quanto mais exibo a foda para o Telmo, mais exitados todos ficamos.
Dei a volta à cama, fiquei por trás dela e ela ficou de cara virada para o Telmo. Cona virada para o amante e cara virada para o marido, é assim que deve ser.
Comecei a comer a cona por trás, devagar mas fundo, via o Telmo ao fundo a assistir e ela com os olhos nele. Ela arqueia as costas, e ainda vai mais fundo naquela cona, ponho um pé em cima de cama, e enterro tudo o que tenho, ela põe uma mão na minha perna, para não enterrar demasiado, e com a outra agarra o lençol, que visão de tesão, senti a cona a abrir-se toda, e a ficar muito molhada. Fodi-a à bruta, sem piedade por aquela cona! Só se ouvia o meu corpo a bater no rabo dela
A Marta vinha-se pela segunda vez, gemia alto, de cabeça enfiada na cama, agarrada ao lençol da cama. Que delícia, estava com uma tesão do caralho, desta vez não sentia que me ia vir, martelava forte, e estava a adorar ver o Telmo a assistir a tudo, mas confesso que já me faltava o fôlego.
Parei, ela deitou-se de barriga para cima a curtir o orgasmo e eu deitei-me ao lado dela.
Disse-lhe ao ouvido: Ainda não me vim, mas agora vou-te foder de tal maneira que também eu me vou vir.
Com o pau começo a pincelar da cona (molhada) até ao buraquinho do cu molhado. Penso que o Telmo ainda não percebeu por onde andava a cabeça do meu caralho.
Tento meter só um bocadinho da cabeça no cu, entra só mesmo um bocadinho e a Marta diz:
– Arquitecto, no cu não.
Oiço o Telmo a dizer:
-Arquitecto, nem vale a pena, não sabe a quantidade de vezes que ouvi esse não.
Agora é a minha vez de falar:
– A Marta, já percorreu um percurso tão longo e agora diz-me que não se vai render aos prazeres do anal?
– Prazer? Arquitecto, o anal só me provoca dores, eu nunca dei o cu a ninguém, nem ao meu marido.
Cum caralho, aquele cu estava a deixar-me doido e ainda por cima era a estrear ?
– Ó Marta, a serio ? nunca experimentou ? Não ?
Olho para o Telmo e ele acena com a cabeça, como que a dar permissão. Eu tinha um gel próprio estrategicamente colocado junto à almofada. Tirei e passei um pouco no cuzinho da Marta, depois passei um pouco no meu pau, para ficar todo lambuzado.
Cuspi na minha mão, ficamos de lado, eu por trás e passei a mão no cu dela, massageando-lhe o olho do cu, e enterrei a cabeça do dedo do meio. Ela gemeu, e logo a beijei.
Volto a cuspir na mão e a molhar mais aquele cu, enquanto isto senti a mão dela a procurar o meu caralho e a bater levemente uma punheta. Encaminho o meu caralho para o cu e dela, faço um pouco de pressão, e digo à Marta.
– É bom ?
Ela responde simmmm.
– Então vá, enterre um pouco, A Marta é que controla.
Ela empurra o cu para mim, mas vai com demasiada sede, a cabeça do meu caralho entra um pouco ! Ela solta um grito ! Ai foda-se !
– Calma, calma, deixe estar lá dentro.
A Marta pára e começa a mexer-se muito lentamente e acaba por entrar a cabeça do caralho no cu.
É bom ? pergunto eu
Simmm, simmm, mas está a doer um pouco.
Com calma, digo eu, -vá com calma. Enquanto isso começo a acariciar as mamas
Deixo lá dentro uns 2 minutos e começo a comer-lhe o cu, muito devagar, só a entrar a cabeça do caralho, mas sem tirar
-É bom assim ?
– Éeeeee, continue, continue
Já estava a entrar melhor, mas sabia que não podia abusar e disse.
-É bom ?
– Simmm – Diz a Marta
Começo a enterrar mais naquele cu, e vou até o enterrar todo, mas mesmo muito devagar
– Posso por mais ? pergunto eu
-Sim, sim, simmmm
Ao fim de pouco tempo, tinha o caralho todo enterrado naquele cu casado a estrear e isso deu-me uma tesão incrível.
O caralho ia ficando mais duro dentro do cu, e a Marta gemia e gemia a senti-lo bem duro.
Para minha surpresa, começa a foder-me o caralho com aquele cu apertado. Eu fico quieto e ela começa a foder-me, a empurrar o cu para trás, com ele sempre bem fundo. Deixei-me estar, olhava para ela e para o Telmo, a expressão dele era diferente, a ver algo que nunca tinha visto. Havia um misto de tesão com um ar preocupado também, mas a verdade era só uma: Ela estava a gostar de dar o cu.
Peguei e levantei-lhe uma perna para cima, agora sim o Telmo podia ver a cona da mulher molhada e o cu preenchido pelo meu caralho e começei eu a foder-lhe o cu.
Ela diz:
– Amor, ele está a tentar comer o meu cu.
– Ao que eu respondo, a tentar não, a conseguir.
(agora fico a aguardar pela reação do Telmo)
– Arquitecto, você é incrível, conseguiu em 3 fodas o que eu não consegui em 15 anos, agora não deixe o trabalho a meio!
A Marta deve ter gostado de ter ouvido a voz do tempo, pois começo a sentir o cu a relaxar, estava a gostar Não hesitei, comecei eu a comer-lhe o cu com mais intesidade.
Ela gemia muito, sentia tudo, estava mesmo a abir-lhe o cu. Sabia que de quatro ia mesmo abrir aquele cu, e resolvi arriscar.
– Marta, agora vou tirar do cu, ok ?
– Está a ser tão bom assim….
– Está sim, mas vai gostar de quatro
Tirei do cu, com muita calma, ainda estava fechado aquele cu casado. A Marta fica de quarto, e eu olho para aquele cu de sonho. Continuava fechado, mas com a cona molhada, cuspi-lhe no cu e encostei de novo o caralho naquele cu, e comecei a comer-lo devagarinho.
Foi difícil abrir aquele cu, continuava apertado, enterro novamente até ao fim e espero que ela se habitue.
– Ai Caralho, está a abrir-me toda !
– Ainda vai abrir mais querida
Começo a foder-lhe o cu apertado, vi-a o caralho a entrar naquela peida, e o Temo ao fundo a apreciar o espetáculo Ela levanta a cabeça, e olha fixamente o Telmo, eu a martelar aquele cu, e ela a olhar para ele, que tesão !
– É bom no cu Marta ? pergunto eu, enquanto lhe como o cu tudo.
Cabrão, abre-me toda !
Continuei a comer fundo, mas com calma, a Marta ainda não estava pronta para uma verdadeira foda no cu.
Nisto o Telmo levanta-se e aproxima-se da Marta, eu vi a língua dele a entrar na boca dela, eu fodia o cu da Marta e o Telmo beijava-lhe a boca.
Resolvi abusar um pouco daquele cu, já o sentia aberto, ela gemia com a boca metida na boca do Telmo e eacelerei o ritmo mais um pouco.
Não aguentei, queria muito vir-me, ainda pensei em perdir permissão, mas para quê interromper aquele momento tão apaixonado entre eles?
Vim-me todo naquele cu. Estava exausto da foda, deito-me na cama e continuo a ver a Marta e o Telmo a beijarem-se apaixonadamente, sem falarem, só a curtir.
Abro um bocadinho as nalgas da Marta, só para ver a “arte final”, vejo uma cona vermelha, um rabinho um bocadinho aberto, e com um pouco de esporra a sair.
O Telmo, aninha-se com ela, e passa a mão no cu dela, sente a esporra!
Eu decidi levantar-me, beber um pouco de água e visto-me.
Fico durante uns 3 minutos a apreciar aquele casal a namorar! Ela despida, com esporra no cu e ele vestido, com o pau de fora e enquanto ela lhe batia uma pequena punheta.
Também estava cansada.
Decido não dizer nada e sair de fininho! Que casal de sonho, que foda de sonho! Estou a viver o melhor filme da minha vida.
Decido passar no bar do hotel, estava a precisar de uma bebida. Peço um whishey com gelo e oiço o empregado a perguntar: Noite complicada?
Apenas sorri e respondi, não, pelo contrário, fosse tudo tão simples e a vida seria mais fácil.
-Interessante, tenha uma boa noite senhor, aqui está a conta, ou coloco no quarto 542?
– Pode colocar. Obrigado


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