O Exame do Cardiologista
O meu marido e eu temos um jogo. Um jogo perigoso, sujo, e que nos deixa sempre a arder por mais. Depois daquela vez em que a mãe do Lucas me apanhou de joelhos a chupar o pau do filho, o vício só piorou. A adrenalina de ser apanhada, de correr o risco, é como uma droga para nós. E desta vez, o cenário não podia ser mais diferente: o consultório luxuoso de um cardiologo de cinquenta anos, um homem casado, respeitável, com um anel de ouro no dedo que brilhava sob as luzes fluorescentes. E eu, deitada na maca de exames, apenas de soutien e com aqueles peitos que tanto gosto de exibir.
Tudo começou numa consulta de rotina. O Dr. Álvaro era um homem imponente, de cabelos grisalhos bem cortados e mãos suaves que inspiravam confiança. Mas desde o momento em que os seus olhos pousaram no decote da minha blusa, eu soube. Era o mesmo olhar faminto que eu via nos homens na praia, mas contido sob uma capa de profissionalismo. Durante o exame, os seus dedos, ao auscultarem o meu coração, demoraram-se um pouco mais do que o necessário na curva do meu seio. A sua respiração ficou ligeiramente mais ofegante. E eu, a sacana que sou, arquejei as costas, pressionando-me ainda mais contra o seu toque.
“Tudo parece estar em ordem, Dona Adriana”, disse ele, a voz ligeiramente rouca, enquanto os seus olhos não se desprendiam do meu soutien.
“Fico contente, doutor”, respondi, baixando os olhos com um falso ar de modéstia. “Às vezes sinto uma certa… aceleração. Especialmente em situações… inesperadas.”
Ele limpou a garganta, ajustando o estetoscópio. “Situações inesperadas?”
“Sim”, sussurrei, levando a minha própria mão ao decote e abrindo mais um botão da blusa, expondo ainda mais a preta do meu soutien de renda. “Às vezes, só de pensar em certas coisas, o meu coração dispara.”
O ar no consultório ficou pesado, carregado. Ele fitou-me, e eu vi o conflito nos seus olhos – o médico versus o homem. O homem venceu.
“Talvez… talvez devêssemos fazer um exame mais… minucioso”, propôs, os seus dedos a tamborilar na maca. “Para descartar qualquer arritmia provocada por… fatores externos.”
“O que sugere, doutor?”, perguntei, inocente como uma ovelha, enquanto deslizava para a borda da maca, abrindo ligeiramente as pernas.
Ele levantou-se e foi trancar a porta do consultório. O clique da fechadura ecoou na sala silenciosa como um tiro de partida. Quando se virou para mim, a máscara do profissional tinha desaparecido completamente. Os seus olhos estavam escuros, dilatados pela luxúria.
“Sugiro que tire a blusa, Dona Adriana. Preciso de auscultar… sem interferências.”
Não me fiz de rogada. Levantei-me e, com movimentos lentos e deliberados, tirei a blusa, deixando-a cair no chão. Fiquei apenas de soutien e saia. O ar condicionado fez os meus mamilos endurecerem contra o tecido da renda.
“E o soutien?”, ele perguntou, a voz agora um sussurro áspero.
Sorri, virei as costas e desapertiei-o, deixando-o cair nos meus pés. Quando me virei de frente para ele, os meus seios estavam completamente expostos, pesados, com os mamilos erectos e duros, a apontar para ele como uma acusação. Um suspiro rouco escapou-se-lhe.
“Meu Deus…”, murmurou, aproximando-se.
As suas mãos, outrora clínicas e impessoais, agarraram os meus seios com uma ganância que me fez gemer. Eram mãos grandes, fortes, que os moldaram e apertaram como se lhes pertencessem. A sua boca encontrou o meu pescoço, e depois desceu, lambendo, mordiscando, até finalmente envolver um mamilo. Ele chupou com força, como um homem sedento, e a sensação da sua língua experiente a circular em volta do mamilo fez-me arquear as costas e agarrar-me aos seus ombros.
“É isto que lhe acelera o coração, sua puta?”, rosnou ele, com a boca cheia do meu peito.
“Sim… porra, sim…”, gemi, puxando-lhe o cabelo grisalho.
Ele empurrou-me de volta para a maca, a pele nua das minhas costas a colar-se ao papel de exame que rangiu sob o nosso peso. A sua boca nunca me largou, alternando entre um seio e o outro, enquanto as suas mãos abriam a minha saia e puxavam a minha cueca para baixo. Estava completamente exposta, nua, sob as luzes brilhantes do seu consultório, e a ideia de que alguém podia bater àquela porta a qualquer momento encheu-me de um terror delicioso.
Ele afastou-se por um momento, apenas o suficiente para abrir a sua bata e puxar o seu pau para fora. Era mais velho, sim, mas era grosso e imponente, a latejar com uma urgência que beliscava a sua idade. Cuspi na minha mão e esfreguei-lhe na cabeça, e depois dirigi-a para mim, espalhando a minha própria humidade.
“Vai ter de me examinar por dentro, doutor?”, provoquei, abrindo as pernas ainda mais.
A resposta dele foi um grunhido. Posicionou-se entre as minhas pernas e, sem mais cerimónias, enterrou-se em mim de uma só vez. Um grito abafou-se na minha garganta. Era uma sensação de preenchimento brutal, a sua pila a rasgar-me por dentro com uma força que eu não esperava. A maca rangia e batia contra a parede com cada bombada, um som metálico e obsceno que se misturava com os nossos gemidos.
“Gostas de foder o médico casado, não gostas, sua cabra?”, gritou ele, as suas mãos a agarrarem os meus quadris, a puxarem-me contra ele com uma fúria que me deixou a ver estrelas.
“Adoro! Fode a tua putinha, doutor! Fode-me bem!”, gritei de volta, completamente perdida no prazer e no pecado.
Ele mudou de posição, puxando-me para a beira da maca e levantando as minhas pernas sobre os seus ombros. Desta forma, entrava ainda mais fundo, e cada investida fazia o meu corpo sacudir violentamente. Eu olhava para o teto, para os posters anatómicos do coração humano, e ria-me internamente da ironia. O bom doutor estava a dar-me o melhor exercício cardiovascular da minha vida.
O seu ritmo acelerou, tornando-se mais errático, mais desesperado. Eu sentia as suas bolas a baterem-me no rabo, e o som húmido da nossa foda enchia o consultório.
“Vou gozar dentro de ti, sua sacana”, rosnou ele, o rosto contraído pelo esforço e pelo prazer.
“Goza, doutor! Enche esta tua puta de porra!”, ordenei, a puxá-lo para mim.
Ele enterrou-se até ao fundo e rugiu, um som gutural e primitivo, enquanto a sua pila pulsava e jorrava o seu sémen quente no meu interior. A sensação fez-me explodir logo a seguir, um orgasmo violento que me percorreu das pontas dos pés ao cabelo, fazendo-me gritar e tremer incontrolavelmente sob o seu corpo.
Ele desabou sobre mim, ofegante, o seu suor a misturar-se com o meu. Ficámos assim por um longo minuto, os nossos corpos a pulsarem em uníssono no silêncio a seguir à tempestade.
A realidade regressou com o toque gelado do ar condicionado na minha pele nua. Ele saiu de cima de mim, e eu sentei-me na maca, a sentir a sua porra a escorrer-me pelas coxas. Ele limpou-se com umas toalhas de papel, a mão a tremer ligeiramente.
“Isto… isto não pode voltar a acontecer”, disse ele, evitando o meu olhar enquanto se vestia.
“Claro que não, doutor”, menti, com um sorriso nos lábios enquanto me vestia, a cueca a colar-se humedecida à minha pele.
Mas nós ambos sabíamos que era mentira. Enquanto saía do consultório, com o cheiro dele ainda em mim, já sabia que ia marcar outra “consulta” em breve. O meu marido ia adorar ouvir todos os detalhes. E o Dr. Álvaro, o respeitável cardiologo casado, tinha acabado de se tornar o nosso mais recente e viciante brinquedo. A adrenalina de corromper um homem daqueles, de o ver perder o controlo, era melhor do que qualquer cocktail de drogas. E eu, bem, eu estava apenas a começar. O consultório era apenas o cenário. Havia tantos outros homens respeitáveis por aí, tantas vidas perfeitas para desarrumar. E os meus peitos e eu estávamos mais do que dispostos a fazer esse trabalho sujo.


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