Por

Outubro 23, 2025

345 Visões

Outubro 23, 2025

345 Visões

O Favor no Parque

0
(0)

O sol do meio-dia batia forte no Parque Ibirapuera, mas a sombra daquelas árvores antigas era refrescante. Eu, Martha, tinha sugerido ao Lucas, meu colega de trabalho, que a gente fugisse daquele almoço enfadonho de escritório para comer uma esfiha ao ar livre. Ele aceitou na hora, com um sorriso meio cansado que não combinava com os seus 32 anos bem cuidados. O Lucas é daqueles homens que a gente olha e pensa: “Que desperdício estar casado”. Alto, com um corpo que ainda mantinha o vigor da academia, olhos castanhos claros e um jeito tranquilo que escondia uma tensão que eu já vinha notando há semanas.

A gente se sentou num banco afastado, longe do movimento dos corredores. A conversa fluiu fácil, como sempre, cheia de fofocas do trabalho e piadas internas. Mas hoje tinha um peso a mais. Ele falou da mulher, a Carol, grávida de seis meses. Disse que estava tudo bem, mas o cansaço nos olhos dele contava outra história. “É tudo uma maravilha, Martha, mas às vezes é complicado… você sabe”, ele disse, mordendo a esfiha e evitando o meu olhar. Eu sabia. Sabia muito bem. A Carol, com os hormônios à flor da pele, as noites mal dormidas, e o sexo que, obviamente, tinha virado uma lembrança distante. “E a vida íntima, Lucas? Como é que fica com toda essa correria?”, perguntei, fingindo uma ingenuidade que não possuía, lambendo o dedo mindinho onde um fio de queijo tinha escorrido.

Ele riu, um som seco e sem graça. “Ah, Martha, para de brincar. A Carol tá exausta, inchada. O último ultrassom foi mais excitante que as nossas últimas tentativas.” A piada era triste, e eu vi a frustração estampada no rosto dele. Era a minha deixa. “Que pena”, disse, baixando a voz e inclinando-me para a frente, deixando o decote do meu vestido florido trabalhar a seu favor. “Um homem como você, todo vigoroso… deve ser difícil ficar tanto tempo sem.” Os olhos dele pousaram no meu decote por uma fração de segundo a mais do que o socialmente aceitável. Eu vi o clique, o momento exato em que a ideia, proibida e suja, cruzou a mente dele.

“É… é complicado mesmo”, ele gaguejou, levando a garrafa de água à boca.

O parque estava relativamente vazio naquela hora mais quente. Atrás de nós, uma densa moita de arbustos e uma árvore grande criavam um cantinho isolado, escondido da vista dos caminhos principais. Era arriscado, era insano, e era exatamente o tipo de coisa que me fazia sentir viva. “Sabe, Lucas”, comecei, brincando com a alça do meu vestido. “Às vezes, uma amiga de verdade ajuda um colega em necessidade.” Ele ficou mudo, olhando para mim como se eu tivesse crescido chifres. “O que você está sugerindo, Martha?”, ele perguntou, a voz um fio de ar.

Em vez de responder, levantei-me. “Vem comigo”, disse, e caminhei em direção aos arbustos, sem olhar para trás. Ouvi os passos dele hesitantes atrás de mim. Entre as folhagens, havia um pequeno claro, escondido do mundo. Virei-me para ele. O coração batia forte no meu peito, não de nervosismo, mas de antecipação. “Ninguém vai nos ver aqui.” Ele parecia um cervo paralisado pelos faróis de um carro. “Isso é loucura, Martha. Se alguém…”

“Se alguém o quê?”, cortei, fechando a distância entre a gente. “Vai contar pra sua esposa grávida que comeu a colega de trabalho num parque?” Coloquei a mão no peito dele, sentindo o coração disparado sob a camisa social. “Relaxa, Lucas. É só um alívio rápido. Um favor entre amigos.” E então, puxei a cabeça dele para a minha e beijei-o.

Foi um beijo lento no início, cheio da hesitação dele, mas rapidamente se transformou em algo desesperado e faminto. Meses de abstinência, de frustração, explodiram naquela boca. As suas mãos agarram a minha cintura, puxando-me contra ele, e eu pude sentir o volume duro e promissor pressionando a minha coxa. “Meu Deus, Martha”, ele gemeu, quando as nossas bocas se separaram.

“Quero sentir essa pica, Lucas. Agora”, ordenei, sussurrando no ouvido dele antes de morder suavemente o lóbulo. A linguagem direta fez o resto. Qualquer resistência que restasse evaporou-se. Ele me virou de costas para ele, pressionando-me contra o tronco áspero da árvore. As suas mãos subiram a barra do meu vestido, descobrindo que eu não usava calcinha. Um gemido abafado escapou-lhe. “Você é uma puta, sabia?”, ele rosnou, e o tom de admiração na sua voz era mais excitante do que qualquer palavrão.

“Sua puta, Lucas. Só por hoje”, respondi, arfando, enquanto ele abria o zíper das calças. O som do metal correndo foi obsceno naquele silêncio natural. Senti as suas mãos tremulas a puxar as minhas nádegas, separando-as, e então a ponta quente e úmida do seu pau na minha entrada. Ele estava enorme, muito maior do que eu imaginava, veiudo e pulsante. “Por favor, mete”, supliquei, empinando mais ainda. Ele não precisou de ser convidado duas vezes.

Com um grunhido baixo, ele enfiou-se em mim de uma só vez, uma estocada profunda e brutal que me fez gritar e agarrar a casca da árvore para não cair. A sensação de preenchimento foi avassaladora. A minha boceta, que já estava encharcada, adaptou-se perfeitamente àquele invasor. “Caralho, Martha, você é tão apertada”, ele gritou, os seus quadris já batendo contra as minhas nádegas num ritmo frenético e desesperado. Era foda crua, sem rodeios, movida a tesão acumulado e oportunismo. Cada investida era um soco no meu útero, e eu amava cada segundo.

As suas mãos agarravam os meus quadris com uma força que certamente deixaria marcas, puxando-me para ele a cada embate. O suor escorria pelas suas têmporas, e ele enterrava o rosto no meu pescoço, os seus gemos abafados contra a minha pele. “Fala, sua puta. Fala de quem é essa boceta”, ele ordenou, a voz rouca e possessiva.

“É sua, Lucas! É toda sua! Enche essa puta de porra!”, gritei, sem me importar com quem pudesse ouvir. A perversidade da situação, o risco de sermos descobertos, o facto de eu estar a ser comida pelo colega de trabalho com a esposa grávida em casa, tudo se combinava num cocktail de prazer proibido que me levou ao orgasmo num instante. Tremedeira, as pernas fracas, eu gemi o seu nome enquanto as contrações da minha boceta se apertavam em volta do pau dele.

Sentir-me gozar foi o estímulo final que ele precisava. Os seus movimentos tornaram-se ainda mais descontrolados, erráticos. “Vou gozar, porra! Onde?”, ele gritou, num pânico delicioso.

“Dentro! Goza tudo dentro de mim, Lucas! Quero sentir!”, gritei de volta, e foi a ordem que ele precisava ouvir. Com um rugido abafado que parecia sair das suas entranhas, ele enterrou-se o mais fundo que pôde e explodiu. Senti os jorros quentes do seu esperma a inundarem-me, a encherem-me, uma sensação suja e maravilhosa. Ele ficou ali, ofegante, o corpo colado ao meu, enquanto as últimas pulsações do seu pau ecoavam dentro de mim.

O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pela nossa respiração ofegante e pelos pássaros no parque. Aos poucos, ele se afastou, e o som do zíper sendo puxado pareceu um ponto final barulhento na nossa loucura. Virei-me e vi-o, o rosto corado, o cabelo despenteado, a camisa toda amarrotada e manchada de suor. Ele parecia um rapaz que tinha feito algo terrível, mas os seus olhos ainda brilhavam com o resquício do prazer. “Meu Deus, Martha… o que foi que a gente fez?”

“A gente se aliviou, Lucas”, disse eu, puxando a barra do meu vestido e sentindo o seu esperma quente a escorrer pelas minhas pernas. “Agora vai lá buscar a sua esposa grávida no ultrassom.” Um sorriso lascivo cruzou os meus lábios. “E amanhã no trabalho, quando você me ver, vai lembrar que a sua porra ainda tá escorrendo da minha boceta.”

O choque e o desejo no rosto dele foram a minha recompensa final. Ele não disse nada, apenas assentiu, ainda atordoado, e saiu de entre os arbustos, ajustando a roupa. Fiquei ali por mais um minuto, apoiada na árvore, a sentir o corpo latejar e o cheiro do sexo dele em mim. Era verdade, eu tinha feito um favor ao Lucas. Mas quem saiu ganhando fui eu. A rotina do escritório ia ficar muito, muito mais interessante. E a Carol, bem, a Carol podia ficar com o bebé e os ultrassons. Eu tinha tido a melhor parte do seu marido.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Visitando minha irmã.

anônimo

04/04/2025

Visitando minha irmã.

Ladrão faminto

anônimo

18/01/2022

Ladrão faminto

namorada novinha assediada pelo primo

anônimo

13/06/2018

namorada novinha assediada pelo primo
Scroll to Top