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O Negão e a Esposa do Chefe
Bom, hoje em dia é moda ser preto, e pra minha sorte, eu sou o verdadeiro esteriótipo de negão. Traços grossos, boca grande, comecei fazer academia a menos de 6 meses, mas sempre tive “shape” de natureza, e o principal, o dote que marca e da volume em qualquer roupa que eu uso.
Trabalho a pouco mais de 1 ano em uma empresa da área industrial, sou mecânico. Durante o expediente, sempre me sujo muito, acabo tomando banho no vestiário pra não sujar meu carro indo pra casa, geralmente é só uma ducha rápida pra tirar o excesso de sujeira, em casa tomo outro.
Alguns meses atrás, após o fim do expediente, fui tomar banho, nesse momento, chegou um pedido de emergência, havendo necessidade de que eu fizesse hora extra. O supervisor já tinha ido embora, e o gerente que nunca sequer havia deferido a palavra até mim teve que ir no vestiário atrás de mim pra me pedir pra ficar e fazer hora extra. Quando ele chegou, me viu tomando banho e arregalou um olho na hora que me viu nu. Ele me explicou a situação e perguntou se eu poderia ficar por mais duas horas, enquanto o diálogo rolava, eu percebia que toda hora ele desviava o olhar pra ver meu pau, de início achei que ele era gay enrustido.
Aceitei fazer a hora extra e nesse dia em específico devido a complexidade do projeto, eu acabei dobrando o turno e sai da empresa enquanto os outros funcionários estavam chegando.
Ao chegar em casa, antes de dormir fui tomar uma cerveja, pra dormir melhor, já que de dia é quente e eu não tenho ar condicionado em casa. Depois de ler o jornal, fui conferir as redes sociais e uma mulher espetacular tinha pedido pra me seguir. Branca igual leite, perfil aberto, muitas fotos de biquíni e em uma das fotos dava pra ver uma tatto bem pequena no cox, o símbolo de ♠️, que geralmente é associado ao meio liberal.
Vasculhei o perfil dela todo, não vi sequer uma foto acompanhada, então fiquei em dúvidas. Quando segui de volta, nas opções de seguidores recomendados próximos a ela, apareceu meu gerente, cujo qual tinha o @ dela na bio. Na hora eu associei tudo, mas por medo de perder meu emprego, preferi não dar nenhum passo. Não sei porque o algoritmo do insta começou a me mostrar coisas do meio liberal, visto que eu nunca tinha tido nenhum contado com isso, mas sempre que eu via, tinha curtida dela.
Uma semana com esses pensamentos, até que meu gerente me escalou pra ficar de hora extra, eu estranhei pois todo serviço dava pra ser feito durante o horário comum, e geralmente quem escalava era o supervisor, e não ele. Além do fato que não foi escalado nenhum ajudante ou soldador pra me acompanhar, da empresa toda, só EU.
Fiquei com muito receio de ele estar com ciúmes e querer vir de judaria pra cima de mim, mesmo eu não tendo feito absolutamente nada, além de seguir ela de volta. E não seria a primeira vez em que isso me acontece. Em duas ocasiões eu fui surpreendido por homens ciumentos que vieram tirar satisfação comigo sendo que eu nem sequer sabia quem eram suas mulheres.
No horário de almoço, fui na casa do meu irmão, peguei o trabuco e coloquei no armário. No fim do expediente coloquei ele na cintura e aguardei até o gerente vir falar comigo. Na hora que ele veio na minha direção, coloquei os braços pra trás, ele já bradou de longe, “eu já vi na câmera o que tem por trás de você, calma, só quero conversar”. Ele contou que ficou me observando o expediente todo, falou que eu era um “belo exemplar de negão”. O tom que ele usou me incomodou um pouco mas vida que segue.
Perguntei a ele o porquê de ter sido escalado e ele respondeu que precisava de conversar comigo a sós. Eu ainda tava bem arisco, ele fez um movimento brusco enfiando a mão no bolso e eu coloquei a mão pra trás de novo, ele se assustou e falou que era só um cigarro, até que lançou a pergunta: — Então, o que achou dela? Eu sabia exatamente do que ele estava falando, mas fiz de sonso por medo kkk — Do que exatamente estamos falando? Dá virola? Ficou bacana, mas falta um acabamento melhor — Da minha esposa – ele falou isso com uma cara de “já tô ficando de saco cheio de enrolação” — Como assim? — Vamos direto ao ponto, você sabe do que tô falando, se não não estaria armado – ele realmente tinha um ponto — Ela parece ser bacana, mas não conversamos, pode ficar tranquilo, te mostro meu insta. — Relaxa, é justamente o oposto, conversa com ela, vê se dá certo. Qualquer coisa eu consigo um dia de folga pra você pode encontrar com ela com mais tempo. Nada de ambientes públicos, afinal, temos uma imagem a manter.
Eu fiquei em choque. Não sabia o que responder, e minha resposta foi a mais estúpida possível: — A folga vai descontar minhas horas extras?
Ele deu as costas e foi embora. Eu esperei ele sair da área e também fui embora. Quando entrei no carro e fui conectar o Bluetooth no som, já tinha notificação de mensagem dela. “Oi nego, tudo bem? Meu marido falou que já conversou com você né?”. Deixei pra responder ao chegar em casa.
Antes de responder, conferi as fotos dela novamente pra ver se valia a pena o risco, e confesso que valeu. Puta mulherão, nunca perguntei mas acredito que ela tenha 1.65, corpo durinho, quadril largo e cintura fina, bundão, branca igual leite, coxas grossas, peitinho pequeno.
Entendendo bem a situação, agi como eu faço normalmente com mulheres que eu já pego mas não mantenho contato. Só respondi com um “quando posso te buscar”? Ela riu, mandou um áudio dizendo que eu sou bem direto e disse que era pra eu pegar folga na sexta, iríamos pro sítio do marido dela. Respondi novamente com: “que horas te pego? Qual o endereço?”. Na minha cabeça, eu não precisava perder tempo com ladainha, eu sei o que ela quer e o que eu quero. Não me importa conhecer ela, ela é casada. Se ela quer dar, eu quero comer, e só isso.
Ela respondeu com “o final de semana todo se quiser”, mandou um nude pra que eu pudesse ver o quão gostosa ela realmente era, e na moral, todo preto gosta de uma branca rosinha, eu fiquei maluco. Ela era realmente MUITO gostosa, a ponto de dizer que eu nunca tinha pegado uma mulher igual ela, e eu já peguei bastante mulher gostosa. Eu fiquei louco de tesão depois do nude, de ver aquela buceta lisinha, no laser, apertadinha, parecendo lacrada.
Respondi o nude, pensei em tentar tirar a foto numa pose diferente, mas foi o de sempre mesmo, rola dura, latejando, as veias quase pulando, e perguntei: “Hoje ainda é terça, falta muito pra sexta. Tem planos pra hoje?” Ela respondeu que não. “Então agora tem, se arruma, as 20 tô chegando aí pra te buscar”
Ela me explicou que tem que ser organizado, porque ela mora em condomínio, o marido tem que levar ela pra fora pra eu buscar ela em outro lugar. Combinamos próximo ao shopping, cheguei às 19:40, eu estava extremamente ansioso, apesar de não precisar, chapei um tadala de 20 no peito, pra não correr riscos. As 20 em ponto o carro dele parou na frente do meu, quando ela desceu e eu vi aquele corpo maravilhoso vindo em direção ao carro, com um vestido tubinho torneando perfeitamente cada curva daquela mulher, o nervosismo virou tesão, eu ia descer pra abrir a porta, mas tava com o pau estalando de duro, acabei abrindo a porta por dentro. Quando ela entrou, aquele perfume adocicado inundou meu carro, ela disse boa noite com uma voz meiga.
Eu não resisti, pulei naquela mulher ali mesmo, dentro do carro, com o carro do marido na frente do meu, que provavelmente tava vendo tudo pelo retrovisor. Beijei ela com uma vontade que não sentia por alguém a anos, e ela retribuiu, dava pra sentir a mão dela se tremendo toda. Tentei puxar ela pra cima do meu colo, mas ela disse pra gente ir pra outro lugar.
Depois do sarro intenso, eu tava eufórico, eu precisava de estar dentro daquela mulher, fiz o trajeto do shopping até a minha casa em 17 minutos, sendo que normalmente, faço em 30. Durante o caminho, o tempo todo a mão dela estava revezando entre fazer carinho na minha nuca, descia até o meu abdômen, as coxas e o pau. Até queria colocar ela pra mamar antes, mas meu carro é manual, não ia dar certo. Quando cheguei na minha casa, puxei ela pro meu colo e comecei a sarrar, antes mesmo de sair do carro eu já tinha tirado o vestido, ela tava com uma lingerie vermelha, que dava um contraste perfeito com a pele branca dela. Sai do carro com ela semi nua, no meu colo, assim que entramos na sala, coloquei ela no chão, tirei a camisa, apertei o pescoço dela e falei baixo e firme: “Ajoelha.”
Não precisei de falar duas vezes, ela ajoelhou sorrindo, com uma cara de felicidade absurda, foi direto com as mãos na minha calça, o sorriso que era contagiante virou uma gargalhada de felicidade na hora que ela pôs pra fora minha tora preta dura. 23cm, grosso, veiudo, pelos aparados baixinho, até babando. Deu uma linguada na cabecinha e esticou o fio de babá que escorria da cabeça do meu pau, depois foi de uma vez, tentou enfiar o máximo que conseguisse. Naquilo eu conseguia sentir a garganta dela tentando abrir pro meu pau passar, ia na lua e voltava quando eu sentia isso. Ela continuou, as vezes parava e ficava olhando e admirando meu pau todo babado, batia e roçava na cara toda e voltava a chupar, dava pra ver no olhar daquela puta quão feliz ela tava fazendo aquilo.
Então ela pegou o celular e pediu pra que eu gravasse pra mostrar pro corno. Apesar de todo tesão, num primeiro momento, foi meio incomodo essa parte de humilhar ele. Ela comecou a chupar com vontade, mais do que antes, bateu com o pau na cara e falou “olha seu corno, isso que é macho, olha essa tora que vai arrombar sua esposinha, vou voltar pra casa depois de realizar o sonho de ter um negão me fudendo do jeito que você nunca fez, seu broxa, corno otário. E sexta eu quero ele de folga, pra me comer lá no sítio, na nossa cama, e eu vou daqui até lá mamando ele no SEU carro”.
Depois disso, ela levantou, pediu pra eu abaixar pra ela dar pé de falar no meu ouvido, disse baixinho “fode a putinha do seu chefe, desconta no fundo do meu útero cada raiva que ele já te fez passar”. Aquilo foi o gatilho pro tesão voltar ao ápice, a intenção era levar ela pro quarto, mas nem sequer consegui fechar a janela da sala, qualquer um que passasse na rua iria ver nitidamente tudo que estava acontecendo.
No meio tempo que virei pra pegar a camisinha na carteira, ela já estava deitada no sofá de pernas abertas, aquela bucetinha rosinha, lacradinha, eu já estava na intenção de ir direto meter mas minha língua salivou, cai de boca naquela buceta com uma vontade insaciável coloquei um dedo e percebi que a buceta dela estava literalmente escorrendo de tão molhada, dava pra ver as gotas escorrendo pelo cuzinho até chegar nas costas e acabar no meu sofá, coloquei dois dedos, fazendo gancho pra cima, com os dedos eu socava e com a língua e chupava, não demorou muito pra ela se tremer toda, revirar os olhos e empurrar minha cabeça.
Tirei os dedos, e levantei, fui em direção a janela pra fechar, achei que era um timing bom pra ela respirar pra poder continuar, eu fui e ela foi atrás, segurou meus braços e falou “não fecha, eu sou uma vagabunda, quero ser usada igual uma vagabunda, quero que me vejam sendo a vagabunda desse macho gostoso”
O tesão que eu sentia dobrou, eu só precisava de fuder aquela mulher, cada particula, cada atomo do meu corpo queria isso. Joguei a camisinha na casa do caralho, puxei aquela puta e coloquei de bruços no para peito da janela, disse “que que vejam? Então vão ver sua piranha”.
Devido ao tesão eu dei um tapa na bunda dela, que confesso que pode ter sido exagerado, ela deu um grito e começou a espernear. Eu firmei o corpo ela com o meu e tampei a boca dela. Aproveitei a oportunidade e enfiei o pau, ela já tava toda melada e tinha acabado de dizer que queria ser usada igual uma vagabunda, então foi assim que a tratei. Geralmente as mulheres precisam de alguns segundinhos pra se adaptar com o tamanho e a grossura quando eu meto, eu sei e vou devagarinho no início, mas com ela não. Enfiei tudo de uma vez, com força, senti meu pau entrando da cabeça até às bolas encostarem, cada cm do meu pau preto, iam preenchendo aquela buceta com violência, com força. Ela não queria ser usada igual vagabunda? Ela foi.
Meti com força, dei umas 3 ou 4 bombadas e ela me empurrou pra trás, ela começou a se contorcer e gozou de novo e dessa vez, com um breve esguicho, molhando a parede da minha sala. Ela amoleceu o corpo, mas nem sequer dei tempo, dei uma pincelada com o pau do lado de fora e soquei de novo. Puxei o cabelo dela pra trás até ela ficar em pé, sussurrei no ouvido dela “queria ser vagabunda de preto? Você vai ser, a noite toda.” Fiquei uns 5 minutos fudendo ela devagarinho, até perceber que ela já tava com o corpo firme de novo. Puxei ela pro sofá, sentei ela sentou em cima do meu pau, sem colocar ele pra dentro, rebolou, roçou, colocou a cabecinha e quando pensei que ela ia sentar com tudo, a vadia levantou, ajoelhou e começou a mamar. Entre engasgadas e barulhos de bolha feitos por um boquete bem babado, ela disse “quero conseguir por ele todo na boca”, respondi com um “vai ter que treinar muito, até hoje, ninguém conseguiu”. Ela simplesmente ignorou e continuou chupando.
Depois de babar o pau todo, tinha baba escorrendo até pro meu cu, eu puxei a vadia e disse “depois você treina mais, vem sentar no seu macho”. Aquela mulher fez a cara mais safada que já vi na vida, ver ela levantando com aquela cara vagabunda, com a cara toda babada, maquiagem escorrendo, o corpo cheio de baba escorrendo depois de ela chupar meu pau como se não houvesse amanhã, ah meus amigos, aquilo foi a perdição. Ela veio sentar, tentou fazer de novo a mesma coisa, roçar em cima do meu pau sem por ele pra dentro, segurei o pescoço dela enforcando e puxei bem perto do meu rosto, olhei no fundo dos olhos dela e falei “você está confundindo as coisas, você está por cima, mas quem manda sou eu, sua piranha”. Meu pau tava estalando de duro, não foi nenhuma dificuldade pra fazer ele ficar em pé, mesmo com o tamanho, eu levantei ela com os braços e segurei ate sentir que a cabeça do meu pau já estava dentro, depois só soltei, meu pau entrou de uma vez. A vadia começou a sentar, disse no meu ouvido que “a vida toda sonhou com um homem igual você, homem que manda, que faz, que fode”
A cada quicada que ela dava, mais perto eu sentia que tava de gozar, eu tava morrendo de vontade de gozar na cara dela, levar ela pro quarto com a cara pingando de porra, botar ela de 4 e continuar fudendo. Eu sabia que ia rolar, tadala no peito da confiança de sobra. Quando anunciei que tava perto de gozar, ela começou a sentar mais rápido, mais forte, sentia a buceta dela contraindo e relaxando no meu pau a cada quicada. Na hora que senti a porra vindo, segurei a cintura dela pra puxar ela, mas a vadia me abraçou e travou o calcanhar na minha coxa, ela não pediu, ela implorou “por favor macho, me enche de leite, eu quero cada gota da sua porra escorrendo do fundo da minha buceta, por favor, não tira, joga tudo dentro, por favor, por favor, goza dentro, enche a buceta da sua puta”. Não resisti, gozei. Eu nunca gozei tanto na vida, senti os jatos de porra enchendo a buceta dela.
Ficamos por alguns segundos abraçados e respirando pra repor o fôlego, quando ela me pediu pra pegar o celular dela, ela queria gravar um vídeo quando eu tirasse o pau da buceta dela, se eu tirasse o pau com ela por cima, imediatamente iria escorrer, então sem tirar de dentro, coloquei ela deitada no sofá, ela alcançou o celular que estava no braço do sofá, me entregou e pediu pra eu gravar.
Ela falou pra eu começar a gravar, comecei, eu esperava mais humilhação pro corno, porém o que saiu foi “olha amiga, do jeito que eu sempre sonhei, tô toda arrombada, gozei várias vezes”, enquanto puxava meu pau pra fora dizia “e finalizei cheia de leite na buceta, vê se esse macho não é um sonho” e virou a câmera pra mim. Pegou no meu pau e falou “olha o tamanho disso, a sensação de sentir essa pirocona preta enchendo seu útero de porra, com certeza é a melhor coisa que já senti.”
Levei ela pro quarto, continuamos a noite. Ficamos até às 4 da manhã transando, no outro dia eu estava incapacitado de ir trabalhar e simplesmente faltei. Já cheguei da balada bêbado as 6 da manhã pra ir trabalhar as 7, mas o chá que aquela mulher me deu, no outro dia, meu corpo todo tava dolorido, parecia que tinha sido atropelado. Lá pelas 9 me ofereci pra levá-la em casa, mas ela disse que iria chamar o Uber, não podia ser vista comigo. Ela chamou o Uber, e já estava toda arrumada enquanto esperava, o Uber marcava 18 minutos. Então fomos pra sala novamente. Ela olhou pra minha cara e falou “será que em 18 minutos, consigo te fazer gozar?” Respondi “depois de me fazer gozar a noite toda, acho difícil ter mais alguma coisa pra sair daqui” – enquanto colocava o pau que já estava duro pra fora.
Pensei que ela iria me chupar de novo, mas não, jogou a calcinha de lado, subiu o vestido até a altura da cintura, e sentou. Sentou gostoso, falou baixinho no meu ouvido “eu só saio de cima de você com a buceta cheia de leite, é bom o Uber demorar”. No fim não gastamos os 18 minutos, em menos de 15 os dois já tinham gozado e ela tava tampando a porra que escorria da buceta com a calcinha. ” Quando o Uber chegou, ela simplesmente disse, “até sexta”, entrou e foi embora.
Sei que ficou extenso mas a medida que fui escrevendo, fui relembrando os detalhes.
Essa foi somente a primeira experiência, hoje fazem 2 anos que continuo no meio, namorei com ela por quase 8 meses. Se gostarem, conto mais depois. Inclusive, sobre a amiga que recebeu o vídeo.


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