Janeiro 5, 2026

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O Reencontro Perigoso no Carro

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Esta história é baseada em fatos reais que aconteceram comigo. Os nomes foram alterados para preservar a privacidade dos envolvidos.

Tudo aconteceu quando eu tinha cerca de 19 anos. Eu havia acabado de entrar na faculdade e foi ali que conheci minha namorada na época, Bianca.

Nosso relacionamento começou de forma comum. Estudávamos no mesmo campus e acabamos nos aproximando por meio de um amigo em comum. Bianca era divertida, inteligente, mesmo que meio ciumenta, tinha cabelo castanho liso e um corpo com curvas mais “humildes”, mas gostosa. Onde nossa sintonia falhava era na falta de experiência e no modo mais conservador dela na cama, o que me frustrava um pouco.

Para muita gente, isso seria um detalhe irrelevante, até desejável. Para mim, no entanto era o inferno. Sempre gostei de alho mais bruto nessas horas, algo que para ela simplesmente não fazia sentido.

Ainda assim, nunca pressionei. Gostava dela por tudo o que ela era além disso, companheira, divertida, alguém com quem conversar fluía naturalmente. Apesar do ciúme, ela nunca me proibiu de ver meus amigos e amigas, por mais que isso tenha sido motivo de algumas discussões (No final das contas ficou decidido entre nós que sempre que eu fosse sair com meus amigos era para ir atualizando ela), mas eu realmente acreditava que não havia problema algum ali. Tinha certeza absoluta de que jamais a trairia.

Até que ela voltou para minha vida…

Ana, a menina com quem tive meu primeiro beijo, a menina que durante o ensino médio, só de sentir seu cheiro eu ficava louco de tesão. Acho que nunca havia tido tanta química com uma pessoa antes ou depois de Ana, estar na presença dela sempre deixava aquele ar tão denso que ficava difícil de respirar, aquele sentimento que seu coração dispara e você sabe que a outra pessoa está sentindo a mesma coisa que você.

Ana era uma menina de cabelo cacheado, 165cm ±, peitos pequenos, mas provavelmente a cintura e bunda mais bonitas que eu já tive o prazer de ver, na verdade ver ela era sempre um grande prazer rs.

Eu e Ana tivemos uma história conturbada durante o ensino médio, começamos como bons amigos, mas logo foi escalonando a putaria. Com o tempo começamos a trocar nudes quando estávamos com tesão, entravamos em call para falar putaria, ela me mostrava os pornos que gostava de ver (ela era viciada em pornografia… sei que é meio problemático mas me dava um tesão do caralho imaginar que aquela putinha não conseguia ficar sem se masturbar), apesar de tudo isso nunca ficamos de verdade, eramos jovens, inexperientes e parecia que o universo armava contra a gente. Por fim acabamos nos separando depois de umas merdas que ela fez que me deixaram bem decepcionado na época, posso contar no futuro caso queiram saber. (pensa com a buceta e faz merda).

Enfim, depois de alguns anos, já na faculdade e namoradando, eu acabei reencontrando ela em um dos cinemas da minha cidade, conversamos um pouco, rimos e acabamos trocando nossos novos números. Quando contei isso para a minha namorada, foi motivo de briga, eu já tinha contado dessa menina e minha namorada sabia a putinha que ela era, mas argumentei que já fazia tempo, que ela devia ter amadurecido, mudado… e acabamos nos resolvendo.

Os meses foram passando, nos fomos nos reaproximando, a Ana conheceu meus amigos da faculdade, fez amizade com a Bianca e tudo parecia realmente certo, até que comecei a notar umas atitudes estranhas da Ana, ela passou a me elogiar muito, nos rolês começou a tentar ficar sozinha comigo, começou a demonstrar ciúmes e sempre estava fazendo cafuné e colocando a mão em mim… Falando assim parece bem óbvia as intenções dela, mas ao mesmo tempo ela sempre estava elogiando minha namorada e fingindo simpatia com ela, não era certo dar corda, mas era tão difícil dizer não para aquela situação. Imagine sua mima deitada no seu colo enquanto outra mina te faz cafuné.

Porém, com o tempo, ela foi cansando dessa falsa simpatia, e o que eram elogios sobre a Bianca começaram a virar xingamentos velados e indiretas. E isso já não era mais passível de pano, eu precisava ter uma conversa séria com Ana, é assim eu fiz, chamei ela para darmos uma “volta” e conversar na próxima semana.

Nesse meio tempo evitei de falar do comportamento de Ana para Bianca, afim de evitar problemas. Não queria acabar com a amizade delas antes de ter tudo resolvido.

Chegando o dia combinado, pego meu carro e dirijo até a casa dela. Virando a esquina vejo a Ana, mais putinha do que nunca, usando mini saia preta e um baby look que contornava perfeitamente sua cintura, ela definitivamente sabia o que estava fazendo.

Entrando no carro ela me dá um abraço desajeitado sobre o freio de mão do carro e me pergunta o que vamos fazer hoje, com aquele olhar de “implorando por pica”. Por Deus, não consigo descrever o quão duro eu estava, eu estava zonzo com aquele imagem, com o cheiro daquele perfume…

Mas tentei seguir firme, falei que precisávamos conversar sobre algo importante e comecei a dirigir, era difícil se concentrar e organizar as ideias, então depois de alguns minutos quieto comecei a tentar falar, mas eu não conseguia parar de gaguejar e me enrolar nas ideias. Até que ela colocou a mão no minha perna e falou “eu te deixo nervoso assim?” e deu uma risadinha. Depois disso, fiquei quieto por alguns segundos, tentei organizar as ideias novamente, que pareciam ter se esvaziado depois do comentário dela, e comecei a falar novamente, dessa vez com mais convicção e firmeza; enquanto eu falava que não achava aquilo certo, que a Bianca confiava nela, que eu não queria… ela ia subindo a mão até chegar no volume que se formava na minha calça moletom.

Logo que acabei de falar, como se não tivesse escutado nada, ela falou “Sempre quis ver isso ao vivo, queria saber se ele parece tão grande quanto nas fotos que você me mandava no ensino médio… talvez esteja até maior agora, né?”

Eu realmente não conseguia pensar mais na direção, no discurso e nela ao mesmo tempo, parei o carro em frente a uma praça e tentei falar novamente que aquilo não era certo, que eu não queria, mas novamente ela ignorou, ela apenas abaixou uma fresta na minha calça e puxou meu pau para fora.

Então ela falou “Está muito duro pra quem não quer isso, se você realmente estivesse tão empenhado em não trair ela, você já teria me chutado desse carro a muito tempo” então ela olha para baixo, dá uma risada curta e fala “nem de cueca você veio”.

Era verdade, não que eu quisesse admitir isso pra mim mesmo, mas mesmo repetindo na minha cabeça que eu não iria trair, eu havia me depilado, eu tinha colocado uma calça fácil de desabotoar, eu tinha reabastecido as camisinhas na carteira e estava com a galeria cheia de fotos minhas, esperando que ela abrisse por acidente.

Eu não sabia o que responder, enquanto pensava em tudo aquilo, enquanto lidava com a culpa e o tesão absurdo que só a Ana conseguia fazer eu sentir, ela pegou a minha mão e puxou para o meio das coxas dela e falou “Não fica com vergonha, eu também vim sem calcinha”. Eu nunca havia visto minha namorada ficar tão molhada quanto Ana estava e isso me deixava louco.

Por fim não resisti aquele cheiro, senti que se não beijasse ela naquele momento eu teria um ataque cardíaco…

Continua…

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