O Vídeo que Meu Marido Escondeu
Tá bom, gente. Vou contar a história. A que tá no vídeo que o imbecil do meu marido escondeu no notebook. Acho que depois de tudo que postei aqui, vocês merecem. E eu também, preciso botar pra fora.
Tudo começou numa sexta-feira qualquer. Fazia uns três meses que a gente tinha se mudado pro apartamento novo. Ainda tinha caixa pra caramba pra desempacotar, a casa era uma zona. O Henrique, meu marido, tinha comprado uma mesa nova pro escritório dele, uma daquelas gamer gigante que parece cockpit de nave. Ele tava todo animado, montando, passando fio, a porra toda.
Eu tava cansada pra caralho. Tinha saído do trabalho, pego um trânsito infernal, e ainda tinha que pensar no que fazer pra jantar. Cheguei em casa e ele tava lá, no meio da sala, com a mesa desmontada no chão, peças pra todo lado.
“Amor, cheguei”, eu falei, jogando a bolsa no sofá.
“Oi, gata! Tá vendo essa belezinha?”, ele disse, levantando uma das pernas da mesa. “Vai ficar foda.”
“Tá sim. Tô morta. Vou tomar um banho.”
Fui pro banheiro, liguei o chuveiro bem quente. Deixei a água cair, lavar o dia. Quando saí, só envolvi o cabelo na toalha e botei aquele roupão velho e gostoso, aquele de felpudo que parece um cobertor. Tava com preguiça até de me vestir.
Saí do banho e o cheiro de pizza chegou. O Henrique tinha pedido. O coração dele é bom, eu juro.
“Achei melhor a gente não cozinhar nada hoje”, ele falou, abrindo a caixa. “Duas calabresas. Tá liberada.”
A gente comeu na sala, vendo uma série boba na TV. Ele me contou dos planos dele pra mesa, dos jogos que ia jogar, dos cursos que ia fazer. Eu ouvia, comendo, meio desligada. O cansaço tava batendo forte. O roupão tava aberto no meio, mas eu nem ligava. A gente é casado, né.
Depois da pizza, a gente ficou mais um tempinho no sofá. Eu deitada com a cabeça no colo dele. Ele passava a mão no meu cabelo ainda molhado.
“Tô com sono”, eu disse, bocejando.
“Vamos então. Amanhã eu termino de montar essa desgraça.”
A gente foi pro quarto. Eu tirei o roupão e joguei em cima da poltrona. Fiquei só de calcinha. Era uma daquelas básicas, de algodão, cor de pele. Nem sexy era. Ele já tinha tirado a camiseta e tava só de bermuda.
Deitei na cama, do lado de sempre. Ele deitou do meu lado. A luz do abajur ainda tava acesa, aquela luz amarela e fraca. Eu fechei os olhos, já quase dormindo.
Foi aí que a mão dele veio.
Não foi nas costas, nem no ombro. Foi direto na minha barriga. A palma quente se espalhou logo abaixo do umbigo. Os dedos desceram, devagar, passaram por cima do elástico da minha calcinha.
“Henrique… tô com muito sono”, eu gemei, sem abrir os olhos.
“Só um pouco”, ele falou. A voz dele tava mais grossa, perto do meu ouvido.
A mão dele apertou minha calcinha, puxando o tecido pra baixo, só um pouquinho. O dedão dele encontrou o osso do púbis, fez um círculo lento. Eu deixei. Tava gostoso, na real. O cansaço deixava tudo mais sensível.
Ele se virou, ficou de lado, encostado em mim. O braço dele passou por baixo do meu pescoço. A outra mão continuou o que tava fazendo. Agora os dedos deslizavam por dentro da calcinha.
Encontrou os pelinhos. Eu tava por fazer a depilação, então tava mais aparadinho, mas não lisinho. Ele ficou brincando com eles, enrolava nos dedos. Daí desceu mais.
Encontrou minha boceta.
Eu já tava molhada. Sem querer. O sono, o toque dele… tinha dado uma ligada. Ele percebeu.
“Tá molhadinha”, ele sussurrou. Era mais uma afirmação do que uma pergunta.
Os dedos dele abriram os lábios. Um dedo, o do meio, eu acho, deslizou de cima pra baixo, bem devagar. Passou pelo clitóris, que já tava inchadinho. Eu dei uma sacudida, um choquinho gostoso subiu.
Ele fez isso de novo. E de novo. Cada passada era um pouco mais firme, um pouco mais molhada. O som baixinho enchia o quarto. O dedo dele descia até a entrada, fazia uma pressãozinha, mas não entrava. Só provocava.
Eu abri as pernas, só um pouco. Um convite. Ele aceitou.
O dedo dele enfiou. Só a ponta. Depois um pouquinho mais. Eu soltei o ar. Tava quente lá dentro. O dedo dele começou a mexer, pra dentro e pra fora, mas sem pressa. Era como se ele tivesse explorando, sentindo cada dobra, cada cantinho.
A outra mão dele, a que tava debaixo do meu pescoço, desceu. Pegou no meu seio por cima, apertou. O polegar achou o mamilo e começou a esfregar em círculos, através do tecido do sutiã. Eu não tirava o sutiã pra dormir. Ele sempre reclamava.
“Tira essa merda”, ele pediu, a voz rouca.
Com alguma dificuldade, eu levantei um pouco os ombros e ele desfez o fecho. Puxou as alças, o sutiã saiu. Jogou no chão. A mão voltou pro seio, agora direto na pele. Apertou mais forte. O mamilo ficou duro feito pedra entre os dedos dele.
Eu tava totalmente acordada agora. O sono tinha ido pro caralho. O corpo tava todo ligado, cada nervo pinicando. O dedo dele dentro de mim acelerou um pouco. Ele adicionou um segundo dedo.
Dois dedos são bem diferentes de um. Enchem mais. Esticam. Eu gemei mais alto.
“Shhh”, ele fez perto do meu ouvido. “O apartamento é novo, mas a parede é fina.”
Eu mordi o lábio. Os dedos dele bombavam dentro de mim, num ritmo constante. A palma da mão batia no clitóris a cada entrada. Era uma delícia do cacete. Eu levantei meu quadril, encontrei o movimento dele. Queria mais.
Ele tirou os dedos de repente.
Eu soltei um gemido de frustração.
“Vira de costas”, ele ordenou, suave mas firme.
Eu virei. Fiquei de lado, de costas pra ele. Ele se colou atrás de mim. O corpo todo quente. A bermuda dele. E o pau. Duro, enorme, pressionando minha bunda através do tecido.
A mão dele voltou pra minha boceta, por cima da calcinha agora. Ele esfregou a palma no lugar, me fazendo esfregar no pano úmido. Eu gemi de novo, abafando no travesseiro.
Ele puxou minha calcinha pra baixo, até os joelhos. Não tirou totalmente. A perna dele, por cima da minha, prendeu o tecido. Me deixou presa.
E então eu senti a cabeça do pau dele. Quente, dura, escorregadia. Ele tinha botado lubrificante? Ou era só o meu melado mesmo? Ele esfregou a cabeça entre minhas nádegas, procurando.
Encontrou a entrada. Pressionou.
“Relaxa”, ele falou, e mordeu meu ombro.
Eu tentei. Ele entrou. Devagar. Centímetro por centímetro. Eu senti cada milímetro abrindo, esticando, entrando. Ele é grande. Sempre foi. E depois de um tempo sem fazer, parece que fica ainda maior.
Quando ele estava todo dentro, a gente parou. Os dois ofegantes. Ele enterrado em mim até o talo. A sensação de estar totalmente preenchida, invadida, era absurda.
Ele começou a se mexer.
Lento. Profundo. Cada investida empurrava meu corpo pra frente na cama. A cabeça batia no travesseiro. A mão dele agarrou meu quadril, os dedos cavando na minha pele, me puxando pra ele a cada vez que ele entrava.
Eu não aguentava ficar quieta. Levei a mão pra minha boceta, pra esfregar o clitóris. Mas ele pegou minha mão e prendeu atrás das minhas costas.
“Não. Só sente”, ele mandou.
E eu senti. Cada inchada dele, cada vez que ele raspava naquele ponto lá dentro que me fazia ver luz. O suor começou a escorrer. Meu cabelo, ainda meio molhado, colou no pescoço. A cama rangia. Um rangido baixo, mas constante. Acho que foi aí que ele pensou na porra da mesa nova, na sala ao lado. Tô ligada agora.
O ritmo dele foi aumentando. A respiração dele, ofegante, quente, no meu pescoço. A mão que tava no meu quadril subiu, agarrou meu seio, apertou com força.
“Você é minha”, ele grunhiu, no meu ouvido. Era possessivo, animal.
“É, seu porra. É tua”, eu respondi, a voz saiu toda quebrada.
Ele meteu mais forte. Tava me fudendo de verdade agora. A bunda batia nele com um som de pele molhada. Eu tava gozando, quase. A barriga toda em choque, as pernas tremendo.
“Tô gozando”, eu avisei, num gemido.
“Goza. Goza no meu pau.”
Foi o que bastou. Uma explosão. Meu corpo travou, depois tremeu tudo. A boceta ficou apertando ele, pulsando. Eu gritei no travesseiro. Foi um orgasmo forte, profundo, que me deixou fraca.
Sentindo eu gozar, ele perdeu o controle. As estocadas ficaram desordenadas, rápidas, brutais.
“Caralho, Camila…”, ele gemeu, e então enterrou fundo mais uma vez e parou. Fiquei quieta. Senti o jorro quente dele lá dentro, enchendo. Foram várias pulsadas. Ele tremia todo atrás de mim.
A gente ficou assim. Conectados, ofegantes, cobertos de suor. Ele ainda dentro de mim. Aos poucos, o pau dele foi amolecendo, até escorregar pra fora. Um fio quente escorreu pela minha coxa.
Ele se deitou, puxou o lençol. Me puxou pra perto dele, de conchinha. A mão dele ficou na minha barriga de novo, mas agora só repousando. Em segundos, o ronco dele começou. Leve, constante.
E eu fiquei acordada. Exausta, mas acordada. Feliz. Satisfeita. Amada. E dormi.
NUNCA, em nenhum segundo, eu ouvi o clique de uma câmera. Nunca vi um brilho de tela no escuro. Nada. O filho da puta deve ter deixado o notebook na mesa, a câmera ligada, e o programa de gravação aberto. Ele montou a mesa no outro dia. Tudo planejado.
E eu, trouxa, pensando que era um momento nosso. Íntimo. Espontâneo.
É isso. O vídeo tá aqui. Eu tô aqui. E ele tá no trabalho, sem saber que eu sei. A pergunta que fica é: e agora? Eu finjo que não sei e deixo ele ter o fetiche dele de me gravar? Eu confronto e brigo? Ou eu uso isso como desculpa pra fazer coisas piores, sabendo que ele tá gravando?
A enquete de vocês disse pra eu confrontar. Mas a minha boceta, agora, lembrando de tudo… ela diz outra coisa.


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