Fevereiro 1, 2026

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Retribuindo aos Moradores de Rua

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Uma jovem chamada Sófia de 21 anos, depois de ter discutido com o namorado sobre traições que ele cometeu, decidiu ir embora sozinha para casa. Foi parando em bares e bebendo álcool para esquecer, por volta da uma da manhã volta para casa mas enganou-se nas ruas de Lisboa e passa por uma zona mais perigosa para caminhar sozinha a noite, logo foi abordada por uns sem abrigo e ela como não estava bem derivado ao álcool, parou para falar com eles. Eles disseram que ela se pode sentar e foi aí que ela tropeça e cai de lado.

Logo a puxaram para a tenda e começam a tentar tirar a roupa, ela tenta resistir, foi quando ela disse que apenas deixava um deles ficar com ela, eles aceitaram e apenas ficou um. Fecharam o feixo da tenda e ela disse que apenas deixava fazer uma coisa que era só tocar nela, ele aceitou e começa a apalpar seus seios e pede para ela relaxar e deitar se para trás, ela caiu logo depois daquele momento de esforço e ao álcool ingerido.

Ele apalpa o peito e começa a meter as mãos por baixo do sutiã, logo a seguir a mão esquerda desliza pela barriga e chega a parte íntima mesmo por cima das calças, ele pede a ela:

Abre um pouco as calças.

Sem pensar bem, ela própria facilita a abertura dos botões e baixa um pouco as calças, ele começa a acariciar um pouco e logo com um dedo vai por baixo das cuecas e ao mesmo tempo que apalpava os seios, começa mexer na vagina dela, completamente depilada ele sente os pequenos lábios e aparece um fluido da jovem, ele nem queria acreditar no que estava a sentir na mão vindo daquela jovem tão novinha. Começa a acariciar o clitóris e ela se contorce de prazer, e ele aproveitando para ir baixando mais as calças e abrir mais as pernas dela, nem perguntou e decidiu começar a fazer sexo oral. A jovem como estava, nem resistiu deixou e aproveitou o momento de prazer que estava sentido vindo do morador de rua que lambia e até se lambuzava todo na vagina dela, o sabor dos fluidos vaginais dela eram indescritíveis. Depois de um tempo ele para e levanta o corpo, olhando para aquela jovem ali a sua frente com os seios de fora, mas com o sutiã ainda por tirar, as calças e cuecas pelos joelhos, as pernas aberta com aquela vagina toda exposta para ele, ela cheia de prazer, ele baixa as suas calças e nem pensou duas vezes, penetra ela… Sentindo a sua vagina contraindo de prazer, ela gemendo, sem dizer nada continuou a aproveitar o momento.

Ela apesar de estar a deixar também sentia prazer por estar a retribuir ao seu namorado o mesmo e a sentir a felicidade que aquele homem estava a ter, ela nunca tinha experimentado alguém assim com uma vontade fenomenal, ela sentia estar a fazer uma boa ação com aquele sem abrigo, é aí que ele lhe pede:

Podes virar te?

Já também virando o seu corpo, retirando as roupas por completo dela, coloca a cabeça dela toda para baixo, a anca toda para cima abrindo lhe as pernas e posiciona-se atrás dela e continua a fazer sexo. Ela como estava muito alcoolizada deixasse levar pelo o momento e perde um pouco a noção. E passado um tempinho sente ele a parar e logo a seguir ele a tentar colocar novamente, mas com dificuldade e parecia estar a ser alguém diferente, olhando para trás ele vê outro homem, assim muito forte segurando na cintura dela a tentar colocar, ela vai logo para a frente, mas eles eram dois e viram ela para cima, um deles abre e puxa suas pernas para cima e o outro mais forte fica com ela totalmente desprotegida a sua frente e avança, ele tenta colocar mas como estava mole não estava a conseguir. Acaba por entrar e ela sente aque pénis assim ainda mole a avançar dentro da sua vagina, ele era bem carnudo, e vai até bem fundo e mantém, volta a vir a trás e para a frente e ela sente ele a engrossar, e a engrossar cada vez mais, o homem sempre metendo cada vez mais rápido e forte, ela quase sem conseguir aguentar com aquele pénis, sentindo a barriga dele cobrindo o seu corpo, mas mesmo assim sem querer ela atinge o orgasmo com esse, bem intenso, o que gerou ainda mais força naquele momento do homem que nem acreditava estar a sentir a vaginazinha dela a contrair e toda húmida, vendo as caras que a jovem fazia de prazer. Nem quis saber das consequências chega ao clímax desprotegido dentro da jovem. Finalmente, ele desistiu, caindo em cima de Sofia, ofegante e satisfeito.

Ela pensando que seria o último relaxou por completo que fechou os olhos adormecendo por uns minutos, mas não, já estava outro que só tinha apenas aberto o feixo das calças e retirado o pénis para fora, já inserindo nela sem qualquer tipo de proteção, sentindo toda a fluidez da vagina da jovem Sofia, assim foi mais uns homens naquela noite. Sofia não conseguiu responder, apenas olhou para eles com os olhos nos olhos entreabertos, seu corpo preparando-se silenciosamente para o próximo momento. Ela não tinha mais forças para resistir, apenas aceitava a realidade cruel e desagradável em que se encontrava. Mas logo em contrário um misto de sensações boas quando começava a fazer o sexo e só de sentir aquela vontade com que eles faziam com ela, como lhe tocavam e como a olhavam durante o acto, ela sentia que o prazer que lhe estavam a dar ela retribuía com seu corpo a disposição.

Todos que por ali passaram se satisfizeram-se com aquela jovem, todos ficaram redondamente fascinados com ela não podiam acreditar em tal entrega de beleza de corpo, aqueles homens de meia idade estavam incrédulos principalmente com sua cara e a vagina dela não queriam mesmo acreditar!

No final ela permaneceu ali por alguns instantes, corpo tremendo de exaustão, mas ainda sentindo o calor e a energia dos homens.

Quando finalmente se ajeitou, Sofia olhou para eles com um misto de pavor, perda e… satisfação? Ela nunca experimentara isso antes, e, apesar das circunstâncias, sentiu que fizera algo bom por aqueles homens, encontrando muito prazer no processo.

Com um aceno de agradecimento, Sofia se vestiu e se preparou para sair, decidida a não falar mais sobre a noite para ninguém. Mas dentro de si, sabia que jamais esqueceria a sensação de aquele momento com os moradores de rua.

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