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Minha Primeira Vez com um Negão
Gente, vou contar uma coisa que mudou minha vida sexual pra SEMPRE. Sério, depois disso, nunca mais fui a mesma. Tava num rolê com minhas amigas na Lapa, aquele som ao vivo tocando, todo mundo bebendo e dançando, quando eu vi ELE. Não dava pra não ver, né? Um negão simplesmente GÊNIO, deve ter uns 1,90m, aqueles ombros largos que dava pra subir igual numa montanha, e um sorriso mais branco que neve. Ele tava num grupo de amigos, mas nossos olhos se encontraram através da multidão e PÁ, foi como um choque. Eu, moreninha baixinha, toda tatuada, com meus 1,60m, me senti uma formiguinha do lado daquele monumento. E adivinhem? Eu ADOREI a sensação.
Não demorou muito pra ele vir falar comigo. O nome era Jorge, uns 30 e poucos anos, e a voz… minha Nossa Senhora, a voz era tão grossa que dava pra sentir vibrando no chão. A gente trocou umas ideias, ele era super gente boa, e eu já tava toda derretida. Quando ele perguntou se eu queria ir pra um lugar mais quieto, eu nem pensei duas vezes. Deixei minhas amigas com a maior cara de “olha a trouxa ai” e fui, kakakaka.
Ele morava num apê simples mas limpinho, não muito longe dali. A gente sentou no sofá, tomou uma cerveja, e a conversa foi esquentando. Até que ele se aproximou e me beijou. E QUE BEIJO. A boca dele era enorme, mas do jeito certo, a língua dele invadia minha boca com uma confiança que me deixou molhada na hora. Minha mão, meio sem jeito, desceu pelo peito dele e senti aqueles músculos duros. Tava na hora de ver a encrenca de perto.
“E aí, branquinha… tá com medo?”, ele sussurrou no meu ouvido, enquanto a mão dele abria o botão da minha calça.
“Medo do quê, gato? Tô é com é curiosidade”, menti, porque eu tava era cagadinha de medo e tesão ao mesmo tempo, kkkk.
Ele me levou pro quarto, e na hora de tirar a roupa, meu coração parecia um tambor. Quando a cueca dele desceu, eu quase caí pra trás. GENTE. EU NUNCA TINHA VISTO UMA COISA DAQUELAS. Não era um pau, era um TREM. Negro, grosso, veinudo, parecia um pedaço de ébano polido, e o tamanho… meu Deus, o tamanho era simplesmente desumano. Parecia que ele tinha escondido um braço dentro da cueca. Eu fiquei paralisada, olhando, a boca aberta.
“Caralho, Jorge… isso aí é real?”, foi a única coisa que consegui dizer.
Ele deu uma risada baixa, gostosa. “É real, branquinha. Vamos ver se você aguenta.”
Aí eu pensei: “Keeynia, você já chegou até aqui, agora é vai ou racha”. E fui. Me joguei na cama e abri as pernas, sentindo meu coração batendo na garganta. Ele se ajoelhou entre minhas pernas e começou a me chupar, e a língua dele… NOSSA. Larga, grossa, ela cobriu meu clitóris inteiro de uma vez. Ele não tava brincando de fazer carinho, não. Ele tava DEVORANDO minha buceta, com uns gemidos guturais que saíam da alma dele. Em segundos eu tava gozando na boca dele, gritando, segurando os cabelos crespos dele. Ele não parou, lambeu tudo, limpou direitinho, e olhou pra mim com uns olhos cheios de fogo.
“Agora é a minha vez, princesa”, ele disse, e a voz tava ainda mais grossa.
Ele pegou um lubrificante na gaveta do criado-mudo (abençoado seja quem inventou essa porra) e passou nele e em mim. MUITO. Quando ele encostou a ponta daquela monstruosidade na minha entrada, eu senti um desespero. Não ia caber. Era fisicamente impossível.
“Relaxa, gata… vai devagarinho”, ele sussurrou, segurando minha cintura.
Ele começou a empurrar. E eu juro, gente, pela primeira vez na vida, eu senti que ia ser partida ao meio. Foi uma pressão INSANA, uma sensação de estar sendo aberta, esticada, de um jeito que eu nem sabia que meu corpo era capaz. Eu gemi, um gemido de dor e prazer misturados, e ele parou.
“Tá doendo?”, ele perguntou, preocupado.
“Tá… mas não para, por favor”, supliquei. Porque no meio da dor, tinha um prazer tão intenso, tão profundo, que eu não queria que aquilo acabasse.
Ele continuou, centímetro por centímetro, com uma paciência de santo, até que, de repente, PÁ. Ele entrou todo. Eu senti ele bater no fundo de mim, e um misto de alívio e êxtase tomou conta de mim. Eu estava CHEIA. Completamente preenchida. Não sobrou um espacinho vazio dentro de mim. Era a sensação mais incrível e aterrorizante da minha vida.
“Caralho… você é apertadinha, hein, branquinha?”, ele gemeu, e eu vi suor escorrer da testa dele.
Ele começou a se mover. Devagar no começo, e cada movimento era uma descoberta. Eu sentia cada veia, cada curvatura daquela pica preta raspando em pontos dentro de mim que eu nem sabia que existiam. A dor foi dando lugar a um prazer absoluto, primitivo. Eu gemia, gritava, arranhava as costas largas dele, completamente perdida. O som dos nossos corpos batendo era obsceno, molhado, e o quarto cheirava a sexo e suor.
Ele me virava, mudava de posição, e em cada uma era uma nova aventura. De quatro, eu sentia a profundidade, e ele batia num lugar que me fazia ver estrelas. Por cima, eu podia controlar o ritmo e ver a cara de prazer dele enquanto eu cavalgava aquela jeba. Ele me chamava de “minha putinha branca”, e eu, que sempre fui cheia de atitude, me vi completamente submissa àquele homem, àquela pica. Era como se meu corpo tivesse sido feito especificamente para aguentar aquilo.
A gente transou por what felt like horas. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta. Até que ele pegou meu quadril com uma força desumana, me prendeu contra ele e meteu com uma força que fez a cama bater na parede.
“Vou gozar, sua gostosa… abre bem essa bucetinha”, ele rosnou.
“Goza, Jorge! Enche minha buceta de porra!”, gritei, sem a menor vergonha.
Ele enterrou até o talo e eu senti o pau dele pulsando dentro de mim, jorrando porra quente, uma quantidade que eu nunca tinha sentido na vida. Foi tão intenso que eu gozei junto, um orgasmo que veio dos pés e me deixou tremendo, gemendo, quase chorando.
Ele desabou em cima de mim, ofegante, e a gente ficou assim, os dois suados, colados, com ele ainda dentro de mim. O silêncio só era quebrado pela nossa respiração ofegante.
Depois que ele saiu, eu me senti… vazia. Literalmente. Mas era uma sensação gostosa. Eu estava dolorida, arreganhada, mas completamente realizada.
A gente dormiu abraçadinho, e no dia seguinte ele me levou pra tomar um café da manhã reforçado. Troquei número com ele, óbvio.
E é isso, gente. A primeira vez com um negão mudou meu padrão pra sempre. É uma combinação de medo, respeito, e o prazer mais fodidamente intenso que você pode imaginar. Agora é só olhar pra um cara e já comparar, “hmm, não é um Jorge”. KAKAKAKA! É osso! Mas é isso, se tiverem a oportunidade, NÃO PERCAM. Mas aviso: exige MUITO lubrificante e coragem! 😈🔥


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