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Dezembro 31, 2025

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O dia que meu chefe, um negrozaço casado, finalmente me comeu!

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Aí, agora que comecei a falar da minha fascinação por caralhos negros, sinto que não consigo parar. É como abrir a caixa de Pandora, mas em vez de desgraças, só saem picas enormes e pretas.

Preciso contar outra história, uma que me fez entender como é gostoso montar numa besta daquelas.

Isso foi há uns anos, quando tinha 20 anos recém-completos e trabalhava como promotora numa loja de bebidas. Meu chefe era… ufa. Um negro de uns um e oitenta, com uns ombros que não cabiam nas portas, pele de ébano polido e uma presença que acalmava até a loja mais bagunçada. Sempre impecável, sempre respeitoso. Casado, com filhos, eu conhecia a esposa dele, uma senhora muito fina que às vezes vinha buscá-lo. E ele, o cavalheiro, tinha uns bons 20 anos a mais que eu. Mas eu, bem putinha, desde o primeiro dia que o vi soube que debaixo daquela roupa e daquele sorriso distante havia um touro selvagem esperando a hora.

Uma sexta-feira, tivemos uma venda animal. A loja lotou, os caixas não paravam, e no final do dia, pra comemorar, tiraram umas cervejas. Pra mim subiu rápido. Com outras duas promotoras, começamos a rir, a dançar em cima de uma mesa que tínhamos esvaziado, dando mole pra uns caras que estavam lá. Elas se deixavam apalpar, eu também, mas enquanto esses manos, todos morenos ou latinos magrelos, me pegavam, eu só conseguia pensar nele. No meu chefe que estava no escritório, vendo os números, mas cujo olhar eu tinha sentido nas minhas costas o dia todo, pesado e quente.

Nenhum daqueles caras cumpria minhas expectativas, nem minhas necessidades. As mãos deles pareciam de menino, os olhares, vazios. Eu precisava de algo que me enchesse, que me dominasse de verdade.

Quando a festa acabou, fui ao escritório dele buscar meu envelope com o pagamento. A porta estava entreaberta. Bati e entrei. Ele estava sentado atrás da mesa, com as mangas da camisa arregaçadas, aqueles antebraços negros e musculosos que me deram água na boca. Ele me olhou, e aquele olhar já não era o do chefe respeitoso. Era escuro, intenso, carregado de algo que ele vinha segurando há anos.

“Bom trabalho hoje,” disse, a voz mais grossa que o normal.

“Valeu,” respondi, e em vez de estender a mão pro envelope, cheguei perto da mesa dele. Olhei direto nos olhos dele. “A comemoração foi boa, mas… fiquei com vontade.”

Ele não se mexeu. Só reclinou a cadeira e abriu um pouco mais as pernas. Não disse nada. Não precisava. Eu baixei o olhar e lá estava. Mesmo por cima da calça social, dava pra ver um volume monstruoso, uma protuberância obscena que prometia o céu e o inferno.

Me ajoelhei. O chão do escritório era frio, mas meu corpo todo ardia. Com as mãos trêmulas, desfiz o cinto, o botão da calça, baixei o zíper. A cueca preta não dava conta. Quando ele se soltou, o pau saltou na minha cara, batendo na minha boca. Aaaaaah, meu Deus. Era maior do que eu tinha sonhado. Preto, grosso como meu pulso, com as veias marcadas como corda e uma cabeça roxa, enorme e pingando. Cheirava a homem maduro, me deu água na boca e na boceta também.

Agarrei com as duas mãos e abri a boca. Não cabia. Nem de perto. Mas isso não me parou. Comecei a chupar, a lamber, a tentar fazer pelo menos a cabeça entrar. Ele gemeu, um som baixo e gutural, e pôs as mãos enormes na minha cabeça, não pra me guiar, mas pra pressionar. “Engole tudo, sua puta,” ele me disse enquanto empurrava.

Quase me engasguei. Senti aquela massa de carne preta abrindo minha garganta, me fazendo lacrimejar, me dando ânsia. Mas eu estava tão excitada, tão doente de tesão, que continuei. Enfiava e tirava, me afogando no gosto salgado dele, no cheiro de macho, sentindo ele pulsar contra minha língua. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, a saliva babava no meu queixo, mas eu não parava. Queria aquela porra, queria que ele me usasse até se fartar.

Depois de um tempo, ele me puxou pra cima de uma vez. “Quero esse cu,” disse, e me virou, me empurrando sobre a mesa. Ele puxou meu short e minha calcinha de uma vez só, e me deu um tapa na bunda tão forte que o estalo ecoou no escritório inteiro.

“Você é uma garotinha safada que precisa de castigo,” rosnou, e me deu outro, e mais outro, até minhas nádegas queimarem.

Eu só pensava: ‘Isso, isso, ahhh, mais forte, que delícia…’

Senti a camisinha, depois a pressão daquela cabeça monstruosa na minha entrada. Eu estava encharcada, pingando, mas quando ele começou a entrar, gritei. Era como ser aberta com um machado. Ele começou a meter, e cada socada movia a mesa, batendo na parede. Ele me agarrava pelos quadris, enfiando até o fundo, e eu gritava e gemía, uma mistura de dor e prazer tão intensa que me deixava louca.

“Gosta do meu pau? Gosta que eu coma a mulher dos outros?” ele me perguntou, e eu só conseguia gemer: “Siiim, amo seu pau pretoo!”

Mudou o ângulo e me comeu pelo cu, sem avisar, e aí sim eu vi Deus. Foi brutal, primitivo, glorioso. Gozei como uma louca, gritando o nome dele, e ele, com uma última enfiada selvagem, gozou dentro da camisinha com um gemido que vinha do fundo da alma.

Ele me deixou ali, tremendo, destruída sobre a mesa, com minha boceta e meu cu absolutamente arregaçados, inchados e doloridos. Ele me limpou com um lenço, com cuidado, como se não tivesse me feito em pedaços um minuto antes. “Vai pra casa,” disse, voltando a ser o chefe. “E amanhã, pontual.”

No dia seguinte, voltei. E na semana seguinte. E na outra. Porque uma vez que você prova um pau daqueles, de um homem daqueles, não tem volta. É um vício…

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