Outubro 22, 2025

410 Visões

Outubro 22, 2025

410 Visões

Última Noite no Resort

0
(0)

Um dia antes de ir embora, uma chuva forte estragou tudo — o céu desabou de repente, trovões ecoando como se o paraíso se revoltasse, virando o resort num labirinto de poças e vento uivante. A meteorologia no app do celular prometia sol no dia seguinte, tempo bom pra voar de volta pra casa sem atrasos. No Tinder, vi que muitos iam furar — mensagens evasivas de “chuva tá louca, outro dia?” —, mas eu já tava marcando com dois pros últimos momentos: um pras 2 da tarde, depois de um almoço leve pra eu tá descansada, e o segundo pra noite, pra dormir comigo e sair de manhã cedo. O jogo de sexo e sedução tava no auge; eu tava nua só com uma camisola fina de seda preta, que mal cobria as coxas, esperando o primeiro na sala do quarto, o som da chuva batendo na janela como trilha sonora.

Ele se chamava Amadou, 32 anos, um guia de ecoturismo que eu matchara dois dias antes — alto, magro mas definido, com dreads curtos e um sotaque suave que misturava francês e wolof. Bateu na porta às 2 em ponto, molhado da chuva, short jeans colado nas pernas e camisa polo encharcada. Ficou meio sem graça ao me ver assim, olhos baixando pros peitos semi-visíveis sob a camisola, mas já veio me apertar ali na porta, mãos na minha cintura puxando pro corpo dele. “Você é mais linda ao vivo”, murmurou, beijo na boca urgente. Não podíamos ir pra varanda por causa dos ventos e da chuva que chicoteava as cortinas, então ficamos na sala conversando e escutando música — um playlist de afrobeats suave no celular, ritmos que faziam o corpo balançar. Até que ele veio roubar um beijo de verdade, e não fiz jogo sujo: retribuí platônico no começo, línguas se tocando devagar, mãos subindo pelas costas dele. Fomos pra cama, eu o colocando deitado de barriga pra cima, tirando a calça molhada enquanto ele se livrava da camisa polo encharcada. Vi o pau duro saltando pra fora, veiado e pronto, e caí de boca salivando, chupando devagar a cabeça antes de engolir mais fundo, sentindo ele pulsar na língua. Foi um sexo gostoso e tenso, conduzido por mim: montei nele vaginal devagar, rebolando pra guiar o ritmo, dei oportunidade de gozar na buceta com estocadas fortes que me faziam arquear — ondas me atravessando enquanto ele gemia rouco. Depois mudei pro cu, guiando ele pra dentro lubrificado, apertando ao redor até ele não aguentar, finalizando sujando a minha cara toda com jorros quentes que pingavam do queixo pros seios. Rimos um pouco depois, ofegantes na cama bagunçada, outra cerveja gelada do frigobar pra brindar a loucura. Ele foi embora logo, beijo na porta: “Volto se der.” Eu pro banho rápido, água quente lavando o suor e os resquícios, pra descansar pro jantar mais tarde — corpo mole, mente vazia de prazer.

O que ia vir à noite tava com dificuldades pra chegar — me parece que ele trabalhava com energia elétrica, e precisavam dele pra emergência por causa das chuvas e ventos que derrubavam linhas. Jantei sozinha no bufê, salada leve e peixe grelhado, sem esperança dele vir, já acreditando no bolo que ia me dar, o garfo batendo no prato como eco do tédio. Lá pelas 10 da noite, o celular vibrou: ele ligando, voz ofegante: “Tô com o carro da empresa na esquina do hotel. É tarde pra te receber?” Falei que não era, coração acelerando: “Vem, eu espero.” Me arrumei rápido nessa, escolhendo uma lingerie linda de renda vermelha que abraçava as curvas, transparência que mal escondia os mamilos e a buceta depilada, coberto por um robe curto.

Recebi ele — se chamava Bakary, 42 anos, cheinho com aquela barriguinha de quem come bem e trabalha pesado, barba cheia e olhos castanhos que devoravam devagar — na porta, o cheiro de chuva e graxa misturado ao suor dele me acertando em cheio. Tomamos a metade de uma garrafa de vinho tinto que ainda sobrava no frigobar, sentados na cama conversando sobre o dia dele na “emergência das linhas caídas”. Antes de começar, ele implorou: “Me deixa tomar banho, tô imundo do trabalho.” Com um beijo na boca, disse sim, meu amor, guiando ele pro banheiro. Fiquei olhando pela porta entreaberta: ele se despindo devagar, a rola pesada balançando entre as pernas grossas, ensaboando o corpo sob o jato quente, espuma escorrendo pela barriga e pelas coxas. Não deu outra — sentei no vaso esperando ele terminar, pois se entrasse ia molhar minha lingerie, e quando saiu do box, nu e pingando, agarrei o pau dele e chupei como nunca, forçando pra entrar tudo na garganta, sentindo as veias pulsar contra a língua, saliva escorrendo pelo queixo. Queria aquele homem atravessando minha garganta toda, mas não dava o tamanho; ele pegou na minha cabeça com mãos firmes e fodeu a boca quase me fazendo vomitar, gemidos roucos ecoando no azulejo.

Levantei ofegante, fiquei em pé com uma das pernas na pia, ele pincelando a cabeça do pau no meu clitóris inchado, roçando devagar enquanto eu via tudo de perto pra garantir que não fizesse bobagem sem camisinha. “Cama agora”, murmurei, e fui pra lá de quatro, bunda empinada: “Me chupa toda.” Ele obedeceu, língua na bucetinha lambendo os lábios molhados, mãos apertando as nádegas com força, enfiando a cara toda no meu rabo e empurrando a língua dentro do cu, círculos quentes que me faziam gozar horrores, esguichando no lençol enquanto arqueava as costas. Parei um pouco pra ganhar fôlego, pernas tremendo, e ele de pé pegou e colocou a camisinha na rola, balançando o pau grosso e perguntando com voz rouca: “Quer assim?” Me abri toda na cama, mandei vir, e quando entrou na buceta, senti estrelas explodindo — muito bom ele dentro de mim, preenchendo cada canto com estocadas fundas. Segurava meus braços acima da cabeça, socando fundo enquanto eu gemia, ganhando muita rola e isso que eu queria, o corpo dele me dominando como um touro.

Brutalmente, me colocou de bruços na cama e veio por trás, fodendo como se procurasse petróleo dentro de mim — pau atolado, quadris batendo forte na bunda, eu gritando muito com a mão dele na boca pra abafar, ele me segurando forte como um verdadeiro touro selvagem, suor pingando nas minhas costas. Me virou de pernas abertas na beira da cama, ele em pé no chão levantando minhas coxas pros ombros, comendo como nunca, estocadas que me faziam ver borrado. Assim, tirou o pau de dentro de mim, removeu a camisinha e gozou litros em cima da minha barriga — jorros quentes e abundantes que escorriam pros lados, me deixando marcada e ofegante. Fiquei ali deitada, brincando com a porra no corpo, dedos traçando linhas pegajosas na pele, enquanto ele ia pegar mais uma bebida, andando de um lado pro outro do quarto com o pau invergonhado e duro apontado pra baixo, esperando voltar a me fuder de novo.

Me sentei na cama e chamei ele pra eu chupar pra reanimar — brinquei por um bom tempo, lambendo devagar as veias, chupando as bolas suadas, até o pau ressuscitar mais duro como antes. Coloquei uma camisinha nova com a boca no pau dele, rolando a borracha grossa com a língua, e me levantei pra ficar de bruços na cama com as pernas abertas: “Escolhe onde meter.” Não deu outra — ele empurrou aos poucos dentro do meu cu, rasgando devagar o anel apertado, eu agarrando e apertando os lençóis da cama, gritando de dor e prazer misturados. Creio que quando chegou na metade, ele ficou no movimento circular até empurrar tudo pra dentro, me fazendo ficar nas pontas dos pés com ele me levantando pela cintura de 69 cm, mãos calejadas marcando a pele. Arrei na cama, ele por cima foi me comendo na pura violência e na dor, como um demônio querendo me atravessar, judiando de mim com estocadas que batiam no fundo. Nessa hora, comecei a chorar e não sabia por quê — lágrimas quentes escorrendo enquanto ele não parava de socar, me virando de lado pra continuar fundo. Me colocou deitada na cama, levantou minhas pernas pros ombros e continuou comendo o cu mais e mais, nateando forte na bunda que ecoava no quarto, puxando meus cabelos loiros e dando tapas na minha cara que ardiam gostoso. Ele era um verdadeiro monstro na cama, até que sentiu a camisinha estourar no meio de uma bombada forte — parou ofegante, pegou outra da mesa e o lubrificante que eu tinha na mala, espalhando generoso na rola e no meu cu esticado. Parei de chorar pela boa ação dele, um gesto de cuidado no caos, e de quatro na cama recebi ele no cu aos montes, estocadas ritmadas que me faziam uivar baixo.

Eu achei que ele ia gozar de novo, mas se deitou ao meu lado, tirou a camisinha suja e comecei a chupar o pau dele com ele me segurando forte pelo cabelo pra gozar na boca — chupei com força, sugando as bolas e lambendo a base, fazendo toda a porra ser engolida por mim sem deixar uma gota fora, o jorro salgado enchendo a garganta enquanto ele estremecia todo o corpo, gemido rouco ecoando. Nos beijamos como um casal romântico depois, línguas se entrelaçando devagar, e servi algo pra ele comer que eu tinha no frigobar — queijo e frutas secas, simples mas carinhoso. Fomos dormir de conchinha, o corpo dele quente e pesado me envolvendo, o pau mole roçando as nádegas enquanto o sono vinha.

Acordamos às 6 da manhã pra uma rapidinha — ele me acordando com beijos no pescoço, pau endurecendo contra mim —, e antes de ir trabalhar, deu aquele jato forte e quente todo dentro da minha boca, eu engolindo faminta enquanto ele gemia baixo, mãos no meu cabelo. Esse ia deixar saudade, um monstro que me marcou de um jeito que o Atlântico não apagaria. Agora, o que me restava era arrumar as coisas: mala aberta na cama, dobrando roupas sujas de suor e prazer, tomando um café rápido no bufê antes do meio-dia. Checkout no hotel, o shuttle nos levando pro aeroporto de Banjul, Leo ao lado rindo das “aventuras secretas”. Duas semanas de fogo, e o avião de volta pra São Paulo parecia pequeno perto do que eu levava na memória.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

pecados da mente

jose

29/09/2021

pecados da mente

descobriu um segredo

relatoseroticos.es

18/11/2015

descobriu um segredo

a filha do coronel e um demonio parte2

jose

26/10/2021

a filha do coronel e um demonio parte2
Scroll to Top