Janeiro 5, 2026

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Final de semana numa pousada litorânea

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Deitada de bruços à beira da piscina, minha namorada tinha a bunda velada por um simples fio dental branco que praticamente nada cobria daquele rabo delicioso. Suada, por conta da temperatura que fazia no verão, sua pele refletia os raios do sol dando a superfície do seu corpo uma brilhosidade convidativa. Nós estávamos hospedados no quarto térreo de uma pequena pousada de dois andares. Este cômodo ficava em frente à piscina e, assim como todos os outros quartos, possuía uma sacada que avançava para além da fachada do prédio. Acima do nosso quarto estavam hospedados uma família composta por um casal de quarentões e um garoto bem jovem. Este se encontrava na piscina nadando de uma ponta à outra. Percebi que ao passar por minha companheira, ele virava a cabeça para respirar e aproveitava para olhar com atenção para aquele monumento feminino.

Alguns instantes depois, ele decide sair da piscina e ao subir a escada percebo que o garoto está excitadíssimo, dado o volume que se mostrava no seu calção de praia. Minha namorada continua impassível na sua missão de bronzeamento. Se passam cerca de 10 minutos e, repentinamente, vejo que alguns pingos caem na bunda da minha companheira. Não consigo identificar, apesar de saber que não eram gotas de chuva. Ela se assusta, vira-se e passa a mão. Então, ela me chama e diz baixinho: “Amor, que estranho, mas acho que senti jatos de gala caindo na minha bunda!”. Acho que ela está viajando, entretanto, ao levantar discretamente os olhos, vejo que o garoto está em pé na varanda só com o pau ereto pra fora do short. Fiquei chocado. O rapaz não aguentou o tesão e bateu uma punheta olhando minha companheira deitada e a força da esporrada lançou jatos de porra que caíram na bunda dela. Disse pra ela o que tava acontecendo. De rabo de olho, ela viu que o rapaz levou a mão até o pau e reiniciou uma outra punheta. Não demorou e ele novamente gozou bastante. Dessa vez, como estou próximo a ela, vejo os jatos baterem e escorrerem na bunda dela. Ela, bem safada, pediu que eu espalhasse o esperma do garoto na sua bunda bem devagar. Não resisto e começo a massagear sua bocetinha com o fluido do garoto. Ela não demora e goza. Levantamos e entramos no nosso quarto para uma foda incrível.

Pela manhã, fomos tomar café. Encontramos o casal com o filho tarado. O moleque demonstrava estar tenso. Parecia que tinha medo de se r dedurado. Minha companheira vendo a tensão no ar, aproveitou-se e sempre que o garoto ia pegar algo para comer ela se demorava na escolha dos alimentos. Usando uma saída de praia branca de crochê via-se com nitidez o biquíni fio dental vermelho que mal escondia o reguinho. Num desses encontros do lado das frutas, ela segurou sensualmente um morango e o mordeu deixando o sumo escorrer pelos lábios descendo pelo queixo até as gotas caírem entre os seios. O jovem ficou com os olhos vidrados entrando num transe hipnótico libidinoso. Ela direcionou o olhar para o short do rapaz que já não podia esconder o tesão que se encontrava. Seu pau estava duro e deixava a frente do short bastante saliente. Minha companheira então adota uma postura mais agressiva e apoia a mão na mesa deixando-a bem próxima do pênis ereto do garoto. Ele então aproxima a cabeça da pica da mão dela que não faz qualquer movimento. Discretamente, o safado roça o pau que começa a expelir um líquido molhando o short azul claro evidenciando o tesão que ele sentia. Ela deixa a mão até que sente que o líquido aumenta e esquenta as costas da sua mão. O moleque mais vez havia esporrado, agora sem precisar tocar na rola. A safada vendo aquilo vai até a nossa mesa e fala no meu ouvido que quer que eu a devore no quarto. Eu largo o café e vou com ela para lá. No caminho, ela não parava de cheirar e mão que ainda exalava o cheiro de esperma do garoto. Trepamos gostoso no banheiro, tomamos um banho e voltamos para terminarmos o café da manhã. O garoto já não se encontrava mais lá. Somente os seus pais. Certamente,tinha ido para o seu quarto bater mais uma punheta na intenção da safada da minha companheira.

Ainda passaríamos mais dois dias na pousada. Isso sigficava que outras situações iriam acontecer e a minha namorada estava determinada a provocar ainda mais o moleque tarado. Não demorou muito, pois a administração da pousada ofereceu às pessoas hospedadas um passeio gratuito para mergulharmos nas piscinas naturais. Nesse dia, ela colocou o biquíni branco e uma canga preta de crochê que contrastava com o fio dental e com sua pele branquinha da bunda. Lá fomos nós, então! Já na saída, ela fez questão de entrar na van à frente do garoto. Bem devagar, ela subiu no veículo simulando dificuldade pela altura do carro, aproveitando para empinar o rabo para que o rapaz tivesse um ângulo privilegiado. Ela, inclusive, simulou um tropeço que fez com que o desequilíbrio do corpo encostasse a bunda no pau do punheteiro. Depois ela me contou que a pica dele já estava dura. Ele simplesmente ficava excitado toda vez que a via. Eu, orientado por ela, sai mais tarde do quarto. Por isso, o moleque sentou ao lado dela, enquanto eu tive que ficar em outro banco de onde consegui ver a perna dela encostada na dele. Ao começar o deslocamento, a safada começou a roçar a coxa na do parceiro ao lado. Nesse momento, deu pra ver que o garoto estava com a rola muito ereta. Ele tentava disfarçar, mas o short de praia não segurava a pica excitada. Bem discretamente, ele colocou uma bolsa no colo e começou a apertar a cabeça da rola. Ela olhava para os movimentos que ele fazia, indicando pra ele que sabia o que estava acontecendo. A excitação dele era tão grande que não demorou muito para jatos de gozo saírem da pica molhando o short. Ela ficou olhando para a mancha de gala do short e para o garoto. Ela bem discretamente tirou uma foto do short dele e mandou pra mim pelo whatsapp com a legenda: “Amor, esse moleque tá doido pra me comer!”. Isso me deixou muito excitado. Mais situações ainda iriam acontecer até o final do dia.

A próxima parada era a praia com as piscinas naturais. O acesso era feito em jangadas à vela, conduzidas por pessoas da região. Mais uma vez, a libido da minha companheira fez com que ela fosse na mesma jangada do moleque. Só que dessa vez, ele tinha um concorrente. O jangadeiro quando viu aquela mulher monumental coberta por uma canga furadinha que revelada suas curvas e a bundinha roliça, não tirava os olhos dela. Percebendo isso, a safadinha estendeu a mão para ele ajudá-la a subir. Com agilidade ela sobe e faz um giro ficando de costas para o estranho. Ele imediatamente baixa os olhos e fixa no traseiro gostoso dela. O garoto que vinha logo atrás percebe e sinto que ele se incomoda. Será que estava sentindo ciúmes? Certamente! Mas, como ela estava se divertindo e se excitando com as reações do rapaz, voltou a concentrar as ações nele. Assim, agora sentada à frente ao jovem, ela pega a garrafa d’água e toma um gole, deixando cair o líquido gelado no biquíni, como ela havia baixado a canga, a parte superior fica encharcada deixando o biquinho do peito arrepiado e como era branco à mostra. Era muita provocação. Como tinha percebido os olhares do jangadeiro, a safada se vira pra ele e pergunta quanto tempo duraria a travessia. Ele respondeu fitando os peitinhos com os biquinhos durinhos sem nem olhar para o rosto dela. Eu ia na jangada que saiu depois. O que aconteceu na travessia eu fiquei sabendo depois. Além do garoto, iam também seus pais. Aqui e acolá, ela ajeitava o biquíni deixando os peitos quase totalmente à mostra. Como o garoto já havia se deliciado com a visão que tinha, ela se vira outra vez e fica pagando o peitinho para o jangadeiro que não tira os olhos, pelo contrário, faz questão de mostrar que está vidrado na delícia que vislumbra. Ao chegarem às piscinas, ele joga a âncora e pula para o mar. Espertamente, se dirige ao casal para ajudar a mãe do garoto a descer, deixando minha companheira por último. Depois passa-se a seguinte sequência: ele a segura pela cintura e inicia a descida encostando os dois corpos. Ela sente o volume do macho excitado passando pela sua bocetinha. Ele ousadíssimo aperta-a contra o pau duro, que segundo ela estava debaixo do short sem cueca. Seu tórax também fica comprimindo os peitinhos dela. Ela me contou depois que sentiu uma quantidade enorme de líquido saindo da boceta. Como a água do mar é bem cristalina, ela olha para baixo e vê a pica do jangadeiro pra fora do short. A safada me disse que teve vontade de segurar pra sentir a carne roliça e tenra. Mas, se controlou. Ele a solta e ela começa a mergulhar deixando a bunda à mostra na superfície. Um pouco mais à frente, está o garoto também mergulhando. Ela passa por ele e vê o volume ainda no short. O pênis dele ainda estava enrijecido. Ela safada, impulsiona o corpo em sua direção até tocar levemente no mastro juvenil. O garoto se assusta e interrompe o mergulho. Ela também para e se volta para ele que bem mais confiante e ousado se atira na água e mergulha em direção a ela que espera a conclusão da ação do garoto. Ele com muito fôlego fica um bom tempo flutuando em frente à boceta dela que puxa o biquíni pra cima, deixando os lábios vaginais visíveis aos olhos do faminto macho. Uma hora depois o passeio termina e a volta para a pousada acontece sem maiores novidades libidinais. A não ser por uma boceta encharcada de líquido lubrificante natural depois de provocar e ser provocada por dois machos estranhos.

À noite, resolvemos tomar um vinho à beira da piscina. Na verdade, foi ideia dela ficarmos bebericando à noite. Depois ela confessou o plano safado que havia urdido desde à volta do passeio. Ao chegarmos a área da piscina, encontramos o nosso jovem hóspede. Minha namorada depois me disse que ouviu o garoto perguntando à mãe se ele poderia curtir a piscina depois do jantar sozinho, pois os pais iriam para um show. A safada urdio esse plano assim que ouviu a resposta positiva da mãe para o moleque. Ele nadava de um lado ao outro. Mas, quando a viu interrompeu as braçadas e deu uma olhada comendo-a pois ela estava só de biquíni. Ela vai até ao chuveiro e começa a se banhar fazendo movimentos sensuais de frente e de costas, alisando os seios, descendo ate a boceta e virando para banhar a bunda deliciosa. Após banhar-se no chuveiro, ela inicia a descida para a piscina ficando de costas para o rapaz. Só entendi porque ela pediu para eu colocar suco no cooler depois que ela ofereceu a bebida ao moleque. Eu comecei a beber a taça de vinho, enquanto ela oferecia o suco pra ele. Ela começa a subir as escadas seguida pelo rapaz. Na metade da escada, ela para e ele fica quase que com o rosto enfiado no reguinho dela. Nesse instante, ele já está muito excitado. Após entradas e saídas na piscina, copos de suco e taças vinho, ela pergunta ao moleque se ele quer ir ao banheiro e oferece o nosso quarto argumentando que seria mais cômodo pra ele que aceita imediatamente. Eles entram no quarto e eu os sigo um tempo depois. A ideia dela era que eu ficasse escondido na varanda por trás da cortina e como o ar condicionado estava ligado, a porta de vidro da varanda estaria fechada. Quando entrei ele estava no banheiro e ela me esperando. Rapidamente, me escondo atrás das cortinas e aguardo o transcorrer das cenas. Ele sai do banheiro e ela entra logo depois.

Demora um instante e ela sai de lá pedindo ajuda para amarrar o biquíni de laço lateral. Ele não tinha ficado ainda tão perto daquele rabo monumental. Ela muito safada, quando ele começa a amarrar o laço, solta o outro lado fazendo com que a frente do biquíni caia mostrando a bocetinha. O moleque olha fixamente para a vagina descoberta. Ela então pergunta se ele já tinha visto uma boceta tão de perto. Ele gagueja e diz não. Ela segura na mão dele e encosta na bocetinha quente e já molhada. Ele toma a iniciativa e desata o outro laço deixando a bocetinha à mostra. Nesse momento, eu apareço e o rapaz se assusta. Mas, imediatamente, início uma conversa para acalmá-lo. Pergunto se ele quer tocar nela. Ele balança a cabeça afirmativamente. Então, ele a toca mas timidamente. Passo, então, a orientá-lo. Indico a necessidade dele aproveitar o líquido que sai da xoxota para massagear o grelinho já ficando protuberante. Ele presta atenção como faço e inicia uma siririca que deixa minha namorada excitadíssima. Agora ela já tinha desatado a parte superior do biquíni deixando os peitos desnudos. Levo minha companheira a cama e a deito com.as pernas abertas e começo a chupá-la, mostrando ao moleque como deve fazer. Levanto-me e deixo que ele continue o serviço, ao mesmo tempo que começo a chupar os peitinhos dela que já está enlouquecida de tesão. Vejo que o garoto de bobo não tem nada pois já está sem o short de banho revelando o mastro vistoso. Oriento que ele a penetre devagar. O moleque vai ser posicionando e lentamente vai enfiando a pica na boceta totalmente lubrificada. Ela geme e para evitar que o som nos denuncie, começo a beijá-la avidamente. O garoto agora já dá estocadas mais rápidas e fortes. Falo pra ele meter devagar tirando o pau quase todo para fora e metendo até a base para fazê-la sentir a penetração. Ela começa a falar palavras desconexas. Um turbilhão de adjetivos soltos como gostoso, tesudo, safado, cachorro etc. Olha para o garoto e no seu rosto vejo o nível de excitação em que se encontra. Percebo que o gozo não vai demorar a chegar, então, oriento que ele tire o pau pra retardar a gozada, mas ele não consegue segurar mais e esporra todo o gozo dentro dela. Sinto que ela está num grau de tesão que seria frustrante não gozar, então, rapidamente, afasto o moleque e penetro a boceta cheia de porra e começo a bombar dentro dela. Não dá outra, ela goza gostoso apertando-me ao seu corpo. Continuo e logo começo a gozar enchendo ainda mais a sua bocetinha de gala. Ao sair de cima dela, pudemos ver a quantidade de porra que escorre. Então, convido o moleque a chupá-la. Ele num primeiro momento hesita, mas ao ver que eu começo a chupar a boceta cheia de nossos espermas, ele resolve continuar a chupada. Ela começa a sentir arrepios e afasta a cabeça dele. A gozada foi muito intensa, deixando a boceta muito sensível. Levantamos, nos recompomos e voltamos para a piscina. Cerca de meia hora depois, os pais dele chegam e o garoto nos deixa em direção ao seu quarto. Pela manhã, ainda nos vimos no café da manhã, mas eles iam voltar para casa. Trocamos as contas do Instagram e nos despedimos. Quem sabe um dia nos reencontraremos ou viveremos outras aventuras com outras pessoas.

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