Por

Março 24, 2026

13 Visões

Março 24, 2026

13 Visões

A Nova Garota Peituda - Capítulo 1

0
(0)

As aulas de educação física acabavam com qualquer um, não era como no ensino médio, na faculdade era para valer, quem não tivesse um físico atlético e gostoso, certamente não aguentaria. Quem fizesse o curso teria que ter em mente que ficaria suado, e só o banho pós aula seria revigorante o suficiente para acabar com a fadiga. Para as garotas, o banho era a melhor parte. Todas gostavam de um banho quente, das conversas, das amizades, e da nudez descompromissada que só um ambiente feminino poderia proporcionar sem segundas intenções; apenas bundas brancas e molhadas circulando por aí enquanto o cheiro de shampoo domina o ambiente. E a heterossexualidade feminina era a lei máxima.

Dalia era a nova aluna, que já tinha chamado atenção no jogo de vôlei por seu físico descomunal, o cabelo negro que ia até o fim das costas e pela física de seus peitos massivos. Era o seu primeiro dia de aula após uma transferência, e como uma boa garota gostosa, não teria vergonha de tomar banho com outras garotas.

O ambiente estava lotado, nenhuma garota tinha faltado naquele dia. Todas estavam peladas em destaque por um banheiro completamente branco. Algumas tomavam banho, outras ficavam de bobeira com a bunda encostada na parede, algumas recebiam massagem nas costas, tinha até quem enxugava as amigas que esqueceram a toalha, e quem competia para ver quem tinha a maior bunda, coxa ou peito.

Os homens ficariam incrédulos em saber como é um banheiro feminino depois de um exercício físico — os comportamentos, as fofocas absurdas, os objetos que são emprestados, as piadas que nenhum homem poderia ouvir, as brincadeiras de Verdade ou Desafio, as guerras de toalha, as guerras de calcinha, as garotas que deslizavam de barriga e peito no chão ensaboado, os toques nas amigas sem frescura ou dupla intenção; e tantas outras coisas indescritíveis e que nem eu como narrador me atrevo a falar.

Dalia guardara suas roupas no armário no inicio do banheiro, ficara pelada sem timidez, mesmo que fosse sua primeira vez nesse tipo de banheiro. Andou despreocupada com o queixo levantado ao chuveiro mais próximo, e parecia ter se deliciado com o cheiro de sabão misturado com vagina molhada.

Sasha, Débora e Enide, as três maiores peitudas do curso, perceberam que foram brutalmente moggadas por uma novata, e que apesar de seus peitos serem gigantescos, não davam nem metade dos peitos de Dalia. Mesmo com um físico perfeito, uma vagina invejável e uma bunda quilométrica, todas as garotas ficaram espantadas vendo os tetões gigantes e rosados de Dalia. Então os cochichos começaram.

— Caralho, que melancias gigantes — disse Enide batendo o cotovelo em Sasha. — Que cachorra, como pode ser tão gostosa e sair por aí com os peitões de fora balançando como se não fossem nada demais? Parecem tão pesados.

— Isso é real? — perguntou Débora. — Eu não sabia que era possível ter tetas desse tamanho — Débora arregalou os olhos. — Que inveja, vão até o fim da barriga de tão grandes.

— Parece que fui superada em tamanho por aqueles mamilos fofinhos e simpáticos — Sasha desabou os ombros tendo sua autoestima quebrada. — Os peitos dela são perfeitos em tamanho e formato, são lindos! Eu era a maioral, agora vou ter que me contentar com o segundo lugar.

Ninguém tirava o olhar de Dalia, ou melhor, de seus peitos. O rosto branco, cansado e cheio de rubor, foi agraciado com a água do chuveiro e Dalia renasceu — ficou cheia de energia e lavou o cabelo de comprimento gigante que estava quase chegando em sua bunda. Usava sabão, shampoo e sabonete íntimo.

— Vamos, garotas, que tal tomarmos outro banho para vermos aquela semideusa mais de perto? — convidou Sasha.

As três tomaram banho ao lado de Dalia, fascinadas olhando os peitos da novata. Sasha e suas amigas fizeram uma rápida amizade com Dalia e as quatro garotas passaram sabonete uma no corpo da outra, até mesmo na bunda e na vagina, mas o trio sempre evitava o sabonete nos peitos de Dalia. Elas tinham um medo irracional, entretanto não tiravam o olho.

— Parece que vocês esqueceram de passar sabonete nos meus peitos — Dalia ergueu os peitos na direção dos rostos das garotas mostrando a ausência de sabão. E todas ficaram assustadas com os peitos tão próximos de suas bocas. — Vejam, só! Parece que terei passar sabonete sozinha — Dalia soltou os peitos e eles despencaram com força assustando as garotas. — Mas não tem problema não, vocês foram tão gentis.

— Sua gentileza é bem maior que a nossa, Dalia — Enide nem piscava e nem mascarava o seu olhar.

— E bota maior nisso… — Débora ficou hipnotizada com a água escorrendo nos peitos de Dalia.

— Dalia, eu posso fazer uma pergunta? — Sasha fixou um olhar diabólico nos peitos de Dalia, almejando aqueles peitos como se fossem sua propriedade.

— É claro que pode, fofa — Dalia deu um selinho amigável em Sasha e continuou passando o sabonete durante o chuveiro ligado.

— Os seus peitos são naturais? — todas miraram em Sasha como quem pensa “como teve coragem de perguntar?”.

— São 100% naturais — Dalia balançou os peitos com o movimento do tronco do corpo. — Difícil acreditar, né? Só tocando para ter certeza.

— Eu… posso tocar? — Sasha falou com a voz trêmula.

Enide começou a roer as unhas e Débora colocou as mãos na cintura olhando Sasha.

— Como somos só garotas dentro do banheiro, por mim tudo bem — disse Dalia.

— Você vai mesmo fazer isso, Sasha? — Enide riu de nervosa.

— Vai fundo, Sasha, e me diz se é silicone — a pálpebra de Débora tremia de tanta expectativa.

Sasha botou as mãos nos peitos de Dalia e fez massagem mesmo sem conseguir fechar as mãos de tão grande que eram; sentiu que eram naturais e macios. Deus, isso é bom, que teta gostosa de apertar, que pele incrível de macia, eu poderia brincar com esses peitos o dia todo, pensou Sasha.

— São naturais mesmo — Sasha brincou tanto com os peitos que a situação começou a ficar estranha e Dalia ficara excitada e sem jeito.

Todo mundo olhou estranho para Sasha.

— Já pode parar — Dalia escondia o prazer.

— Só estou brincando, não leve para o lado da maldade — Sasha levantava os peitos para cima e para baixo para sentir o peso. — É como um homem pegando nos músculos de um bombado, não tem frescura.

— Nada demais, é isso aí — disse Débora.

— Quer saber? Pode brincar com eles — Dalia segurou as mãos de Sasha e induziu movimentos contra seus peitos. — Eu gostei de sentir uma amiga brincando com eles.

— Eu quero brincar também — Enide brilhou os olhos e pegou uma teta por baixo.

— Pegar nos peitos das amigas não devia ser um bicho de sete cabeças, vou entrar nessa— Débora agarrou com força a outra teta.

Sasha pegou seus próprios peitos e esfregou eles nos peitos de Dalia dizendo “guerra de mamilos”. Elas riram e se divertiram com os peitos uma da outra. Dalia era o alvo principal. Todas as outras alunas quiseram tocar nos peitos de Dalia e ela se viu rodeada de garotas pegando nos seus peitos. Uma brincadeira de apertar peitos e esfregar mamilos em um sentimento confuso e gostoso.

Dalia foi pega desprevenida, Sasha deixou seus impulsos falaram mais alto e chupou os seus peitos — após chupar, riu com vergonha alegando que era zueira, mas Dalia gostou tanto que pediu de novo. Débora e Enide foram mais rápidas que Sasha, e caíram na brincadeira chupando os peitos de Dalia.

Sasha queria dar um selinho em Dalia, porém acabou se empolgando e o selinho virou um beijo de língua.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Dividindo o apartamento

anônimo

07/12/2020

Dividindo o apartamento

O bolo é rico

relatoseroticos.es

06/03/2010

O bolo é rico

A garota do bar

anônimo

07/09/2019

A garota do bar
Scroll to Top