Novembro 5, 2025

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Meu duplo e a orgia nazista

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Em 1920, no coração pulsante de Berlim, durante a efervescência da República de Weimar, o arquiteto Walter Voss, um devoto da Bauhaus com suas linhas retas e funcionais, encontrou-a no Cabaré Voltaire. Ela era Liesel Voss, uma performer dadaísta de beleza estonteante, com cabelos negros cortados em bob assimétrico, olhos verdes que desafiavam o caos pós-guerra e um corpo curvilíneo que parecia esculpido para performances provocativas: seios fartos e pesados que balançavam hipnoticamente sob vestidos soltos, cintura fina que se alargava em quadris largos e uma bunda grande, redonda e macia que ondulava a cada passo. Casaram-se na igreja luterana de São Tomás, em Berlim, trocando votos em meio a poemas fonéticos de Tristan Tzara e risadas de Hugo Ball. Logo após, mudaram-se para a Mansão Voss, em Dessau, em 1921, uma obra-prima bauhausiana projetada pelo próprio Walter: paredes brancas imaculadas, janelas amplas que capturavam a luz funcional, mobília minimalista e um salão vasto para festas, onde o ar sempre cheirava a tabaco, absinto e pele suada.

A mansão tornou-se um refúgio antinazista. Reuniões constantes reuniam amigos do Cabaré Voltaire – Marcel Duchamp, Hans Arp, Max Ernst – e pacifistas que debatiam Dadaísmo, Nova Objetividade e o florescimento cultural contra a sombra crescente da polarização. Festas regadas a absinto e jazz proibido ecoavam até o amanhecer, com performances onde Liesel dançava nua, recitando colagens aleatórias de jornais, seu corpo suado brilhando sob luzes geométricas, mamilos duros roçando o ar, boceta depilada reluzindo de excitação enquanto mãos alheias a apalpavam sem pudor, dedos escorregando entre suas coxas úmidas.

Tudo mudou numa tarde chuvosa de 1928. Walter, na sala principal, viu pela janela uma mulher idêntica a Liesel saindo de um BMW 328 azul, o mesmo modelo dela. A sósia vestia o mesmo vestido branco fluido, mas desapareceu antes que ele chamasse a esposa. “Uma ilusão”, disse Liesel, rindo, mas sua voz tremia. Os avistamentos persistiram. Pela janela, no jardim, na rua. Liesel mudou: tornou-se reclusa, paranóica, trancando-se no quarto, murmurando sobre uma “outra eu” que a julgava, olhos vidrados de medo e desejo reprimido.

Incentivada por Walter, começaram a sair. A noite berlinense os engoliu. Liesel se soltou ao extremo oposto: dançava provocativa com estranhos, roçando-se em homens no Cabaré, quadris rebolando contra paus endurecidos sob calças, até com Sturmabteilung – camisas-pardas do Partido Nazista. Numa noite, sumiu por meia hora. Voltou à mesa furiosa, despenteada, batom borrado em riscos vermelhos pela boca inchada, rímel escorrendo em trilhas pretas pela face corada, cheirando a sexo e suor alheio. “Vamos pra casa”, sibilou, chorando de raiva, coxas tremendo sob o vestido amarrotado. “Aquela mulher estava lá! Me censurou por dançar com eles!” Walter desconfiou, sentindo o cheiro de porra seca em sua pele.

Levou-a ao psicólogo, Dr. Heinrich Müller. Uma hora depois, Liesel saiu suada, rosto corado, retocando o batom com dedos trêmulos, vestido desalinhado revelando marcas de dentes nos seios. “Perfeitamente normal”, disse o doutor, olhos desviando. Mas Liesel passou a sair pela manhã, voltando à noite, corpo exausto, boceta latejando de uso. “Estava com amigos no Cabaré”, mentia, voz rouca de tanto gemer. Walter contratou o detetive Karl Becker. Após uma semana, fotos: Liesel em becos escuros, motéis fétidos, com homens variados – paus na boca, no cu, na boceta, porra escorrendo por coxas e rosto. “Ela o trai diariamente”, disse Becker, voz grave. “Com um amante?” “Não. Com qualquer homem.” Becker omitiu detalhes gráficos – as fotos mostravam Liesel se entregando em orgias, chupando paus até engasgar, pedindo para ser fodida em todos os buracos, mas poupou Walter. O arquiteto desabou, pagou e despediu o detetive, coração partido.

Começou a segui-la. Ela chegava desalinhada, cheirando a sexo cru, suor e sêmen, vestido rasgado, marcas de mãos na bunda. “Aquela mulher me abordou de novo”, disse Liesel, voz trêmula. “Fala mal da minha moral. É religiosa, acho. E é idêntica a mim. Igual.” Seus olhos brilhavam com uma mistura de ódio e excitação.

Estamos em 1935. Hitler, chanceler. Liesel encontrou dois soldados do Heer, da Wehrmacht, num café. Loiros, lindos, uniformes impecáveis, corpos musculosos moldados por treinamento. Subiram a um quarto de motel barato, cheirando a mofo e desejo. Ela os beijou num beijo triplo, línguas entrelaçadas em um emaranhado úmido, saliva escorrendo pelos queixos, mãos febris apalpando as virilidades duras – paus grossos, veias pulsantes, cabeças roxas latejando sob calças apertadas. Eles a despiram com violência: vestido rasgado ao meio, seios enormes saltando livres, mamilos rosados e inchados eretos, buscando bocas sequiosas que chuparam com fome, dentes mordiscando até doer, línguas circulando as auréolas sensíveis. Mãos grandes apalparam sua bunda grande, branca e macia, dedos afundando na carne farta, separando as nádegas para expor o ânus rosado.

“Apanhem-me!”, implorou Liesel, voz rouca de tesão, boceta já encharcada pingando no chão. Um soldado a esbofeteou na cara – tapa estalado deixando vermelhidão ardente, bochecha latejando; o outro na bunda, palmadas fortes e ritmadas fazendo a carne tremer como gelatina, marcas vermelhas surgindo em forma de mãos, ela gemendo alto, clitóris pulsando. Chupadas vieram: um ajoelhou, lambeu sua boceta raspada e inchada, língua grossa circulando o clitóris túrgido, sugando o néctar doce e salgado, dedos curvados fodendo o interior molhado; o outro meteu o pau na boca dela, fodendo a garganta com força, bolas peludas batendo no queixo, ela engasgando em saliva e pré-gozo. DP vaginal: um deitado na cama imunda, pau cravado até o talo na boceta esticada, paredes vaginais pulsando ao redor; o outro por cima, forçando entrada dupla, paus grossos roçando dentro dela, fricção insana fazendo-a gritar de êxtase, fluidos escorrendo pelas coxas. “No cu! Fodam meu cu!”, pediu, olhos revirando. Um de cada vez: primeiro anal lento, pau grosso lubrificado por saliva e fluidos vaginais invadindo o ânus apertado, esfíncter se abrindo centímetro a centímetro, dor misturada a prazer explodindo; ela uivando, unhas cravadas nas costas. Escalandando: DP anal, dois paus esticando o cu ao limite máximo, bolas batendo ritmadamente, gemidos ecoando no quarto, intestinos cheios. Final: ejaculações simultâneas no rosto, cabelo emaranhado, seios balançando – jatos quentes, espessos e pegajosos de porra cobrindo-a como glacê, escorrendo por narinas, boca aberta, mamilos endurecidos. Limpou-se com toalha imunda, porra seca grudando na pele, e saiu cambaleante.

Na porta, quatro SS de uniformes impecáveis, botas lustrosas: “Judia? Documentos. O que fazia aqui?” “Fodi dois soldados. Gozei muito, me encheram de porra”, disse com franqueza lasciva, lambendo lábios. Sorriram entre si, olhos famintos, e a levaram sob custódia para “averiguação”. No complexo da SS e Gestapo, em Niederkirchnerstraße, Berlim – perto do bunker de Hitler –, um alojamento grande com beliches de metal frio e, ao fundo, sala do cassino dos oficiais: cama redonda giratória, colchão de couro manchado de fluidos antigos, projetada para “recreação e relaxamento” dos arianos superiores.

Carregada nos ombros musculosos e brancos dos soldados, como uma oferenda pagã, boceta e ânus ainda escorrendo esperma residual dos dois soldados – fios brancos pingando pelas coxas internas, cheiro de sexo impregnado –, foi jogada na cama giratória como uma boneca de pano lasciva. Dez militares formaram um círculo perfeito ao redor dela: praças jovens com paus eriçados sob uniformes, oficiais mais velhos com cicatrizes de guerra, todos loiros, altos, deuses nórdicos com olhos azuis gélidos e corpos esculpidos, cheirando a sabão ariano e testosterona. Liesel, nua e vulnerável, seios arfando, boceta inchada e vermelha latejando, ânus dilatado piscando, sorriu com luxúria insana. “Colaboro de bom grado. Na verdade, estou até ansiosa, meus deuses… mas primeiro preciso de um banho para me purificar para vocês”, disse ela, voz tremendo de excitação febril, clitóris pulsando visivelmente.

Os deuses nórdicos, paus já duros forçando as calças, a levaram ao chuveiro coletivo – um espaço amplo de azulejos brancos frios, chuveiros múltiplos jorrando água tépida como uma cachoeira ritual. Tudo parecia um sonho delicioso e profano. Liesel lembrou-se, culpada, de Walter em casa, esperando fielmente, mas logo que mãos macias e calejadas passaram a lhe ensaboar os seios enormes – espuma cremosa escorrendo por mamilos escorregadios, dedos beliscando e torcendo até doer de prazer –, a boceta inchada – sabão invadindo dobras sensíveis, clitóris sendo masturbado em círculos lentos, fluidos misturando-se à espuma –, e o cusinho latejante – dedos ensaboados dedilhando o ânus dilatado, entrando e saindo com facilidade –, e dez bocas começaram a beijar-lhe o corpo e a boca ao mesmo tempo – línguas grossas na boca dela em beijos triplos, quádruplos, saliva trocada em orgia oral; chupadas nos mamilos, dentes marcando; línguas lambendo axilas, pescoço, orelhas; uma boca sugando a boceta com fome, língua fodendo o interior; outra rimando o cu, língua circulando o esfíncter –, a imagem do marido evaporou feito fumaça, substituída por êxtase puro.

Óleos aromáticos – lavanda, sândalo, almíscar – foram derramados como lubrificante sagrado, escorrendo por curvas, tornando a pele brilhante e escorregadia. Paus foram libertados: grossos, longos, veias saltadas, cabeças vermelhas pingando pré-gozo. Orgia inicial no chuveiro: Liesel de joelhos, chupando dois paus ao mesmo tempo, mãos masturbando outros, garganta profunda engolindo até as bolas, engasgando em água e porra; um soldado a fodendo por trás na boceta, bolas batendo na bunda molhada; outro no cu, DP úmido e escorregadio; seios sendo titfucked por paus oleosos, porra prévia misturando-se ao óleo. Gemidos ecoavam sob a água, corpos colidindo em splashes, vapor enchendo o ar com cheiro de sexo coletivo.

Levaram-na, ainda pingando, à cama redonda giratória, girando lentamente como um altar profano. Orgia desvairada explodiu: Liesel, a dona de casa, esposa “fiel”, portando-se como cadela no cio insaciável, uivando por mais. Girava a cama, corpos suados e oleosos colidindo em coreografia caótica. Chupava paus em fila interminável, garganta profunda até vomitar saliva, bolas lambidas e sugadas, rosto coberto de pré-gozo; boceta fodida por um oficial enquanto outro no cu, DP constante, paus roçando através da parede fina, intestinos e vagina cheios ao limite, fluidos esguichando a cada thrust; seios enormes titfucking paus duplos, mamilos sendo chupados por bocas sequiosas; mãos masturbando paus livres, dedos no próprio clitóris em frenesi. Escalou: tripla penetração – boceta, cu e boca ao mesmo tempo, ela girando na cama como um carrossel de luxúria, gritando obscenidades dadaístas misturadas a gemidos; gangbang total, corpos empilhados, paus entrando e saindo de todos os orifícios, porra escorrendo em rios por coxas, barriga, costas; uma roda de fodas onde ela era o centro, girando para receber cada ariano.

Fila final pro anal: perfeita ordem militar ariana, um de cada vez, enquanto a cama girava devagar. Uns com carinho teutônico – paus deslizando devagar no cu oleoso e dilatado, beijando nádegas marcadas, mãos acariciando seios, sussurrando elogios em alemão gutural; outros com selvageria primal – socando brutal como martelos, bolas estalando contra a carne, puxando cabelo, esbofeteando bunda até roxa, ela uivando de dor-prazer masoquista, esfíncter rasgando levemente, sangue misturando-se a lubrificante. Cada um gozava sobre suas nádegas fartas e costas arqueadas: jatos quentes, espessos, volumosos de porra ariana pura, escorrendo em camadas pegajosas, cobrindo-a como uma pintura abstrata de sêmen, pingando no colchão. Dez ejaculações, uma após outra, até ela ser um mar de porra, corpo trêmulo, exausto, mas ainda implorando por mais com olhos vidrados.

Soldados exauridos, paus murchos, dormiram empilhados na cama giratória, roncos misturando-se a gemidos residuais, corpos suados entrelaçados em pilha pagã. Liesel, coberta de porra seca e fresca, tomou banho sozinha, água lavando pecados, vestiu-se com vestido rasgado e voltou à mansão no BMW 328 azul, pernas tremendo, buracos latejando de uso extremo.

Ao chegar, outro BMW idêntico estacionado. Entrou: não viu Walter, mas Liesel – a sósia. Vestido branco igual, exceto manchas amareladas de esperma seco endurecido.

“O que faz aqui?”, gritou Liesel, furiosa, cheiro de orgia ainda emanando.

“Eu sei o que você fez, sua puta!”, rebateu a doppelgängerin, olhos flamejantes de julgamento.

Discussão moral: a sósia censurava a devassidão absoluta, a traição conjugal, a entrega total ao inimigo nazista em orgias degradantes. Passos na escada em curva. “Vou contar tudo pro seu marido”, disse o clone, voz triunfante.

Desesperada, Liesel pegou o estilete da escrivaninha e esfaqueou dezenas de vezes, lâmina afiada cravando carne macia, sangue jorrando em golfadas quentes. O vestido branco da doppelgängerin lavou-se em sangue vermelho-escuro, corpo caindo inerte, olhos abertos em acusação eterna.

Walter desceu, gritou horrorizado. Correu ao telefone: “112, emergência!” “Calma, querida, eles já vêm… tudo vai ficar bem.”, disse Walter, abraçando-a, mãos tremendo no corpo ensanguentado.

Liesel não entendeu… até o espelho grande da sala: seu vestido branco virou vermelho-sangue, só ela e Walter na sala. Ninguém mais. O corpo era o dela própria.

Na Clínica de Erich Kraft, psiquiatra: “O mito doppelgänger é uma cópia exata, ‘duplo ambulante’. Presságio de morte ou réplica maligna. Strindberg: ‘Quem vê seu duplo vai morrer’. Na psiquiatria, é a Sombra de Jung – desejos reprimidos, instintos negados. Confrontar o duplo é punir o ego. Apunhalando-se, seu inconsciente castigou de forma extrema sua última atitude extrema (a orgia com o inimigo).”

“Tem cura, Doutor?”, perguntou Walter, voz quebrada.

“Psicanálise engatinha. Anos ou décadas. Sem previsão”, disse Kraft, tom clínico.

Walter olhou pela janelinha da cela acolchoada – Liesel murmurando sobre a “outra” –, saiu desolado à mansão. Dois BMW azuis lado a lado. Entrou: Liesel. Perfeita, intocada, cheirando a lavanda fresca.

“Liesel!”, exclamou, coração acelerado.

“Realmente, meu nome também é esse, mas sou outra totalmente diferente dela. E te amo muito.”, disse ela, se aproximando devagar, curvas balançando, abraçando-o com seios macios contra o peito, beijando na boca com língua doce e prometedora. “Vou te fazer muito feliz. Para sempre.”

Walter pegou-a no colo, subiu ao quarto com ela nos braços. Embaixo, empregados ouviram gemidos intensos, gritos de orgasmo ecoando pelas paredes bauhausianas – fodas apaixonadas, corpos entrelaçados em êxtase puro, camas rangendo, fluidos misturando-se em união perfeita.

Walter pensou, enquanto gozava dentro dela: “Ela é criação da minha cabeça ou real? Não importa. Agora estou mais feliz do que nunca.”

A Liesel original, ex-esposa, nunca mais recebeu visitas. Morreu louca no sanatório, gritando que a outra lhe roubou o marido, unhas cravadas nas paredes acolchoadas. Enfermeiro aplicou sedativo; dormiu… pra sempre.

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