Dei o Cu Pela Primeira Vez
Oi, gente… Meu nome é Lúcia, 47 anos, moro sozinha desde que o ex foi embora há quatro anos. Corpo normal de quem já viveu: peitos que caem um pouco, barriga que não some mais, bunda grande que eu sempre achei bonito mas nunca explorei direito. Sexo eu tinha, mas era básico: missionário, rapidinho, acabar logo. Cu? Nem pensar. Achava que era dor certa, sujeira, coisa de filme.
Conheci o Eduardo num grupo de caminhada no app. Ele tem 42, divorciado também, fala baixo, ri fácil, daqueles que escutam de verdade. A gente começou saindo pra tomar café, depois jantar, beijo no carro… Aos poucos fomos ficando mais íntimos. Uma noite, na casa dele (apartamento simples, cheiro de café e livro velho), depois de um vinho barato e filme na Netflix, a gente tava no sofá, eu deitada no peito dele, mão dele acariciando minha coxa por baixo do vestido.
Ele falou, voz baixa, quase sussurrando:
— Lúcia… posso te perguntar uma coisa meio… pessoal?
Eu ri, nervosa, sentindo o coração acelerar.
— Pode. Mas se for muito safado eu te dou um tapa.
Ele riu também, beijou minha testa.
— Eu gosto muito de você. Gosto de te tocar, de te ver gemer… Mas às vezes penso em outras coisas. Tipo… te tocar lá atrás. No cu. Devagar, com calma. Só se você quiser. Se não quiser, a gente esquece e pronto.
Fiquei quieta uns segundos. Senti o rosto queimar. Nunca ninguém tinha falado isso comigo de forma tão… respeitosa.
— Eu… nunca fiz. Nunca nem pensei direito. Acho que dói pra caramba. E se ficar sujo? E se eu não gostar?
Ele apertou minha mão.
— Pode doer no começo, sim. Por isso a gente vai devagar. Muito lubrificante, muito carinho, parar se você pedir. E se ficar sujo… a gente toma banho juntos depois. Não tem problema. O importante é você se sentir bem.
Eu fiquei olhando pro teto, pensando. Meu corpo já tava quente só de imaginar. Respirei fundo.
— Tá… mas só tentar. Se eu falar pra parar, para na hora. Promete?
— Prometo. E se você não quiser continuar, a gente faz outra coisa. Beijo, chupada, o que você quiser.
Levantei, tirei o vestido devagar. Ele me olhou como se eu fosse a coisa mais bonita do mundo. Me deitou na cama de lado, ele atrás de mim, corpo colado. Beijou minha nuca, costas, desceu devagar beijando cada pedacinho. Chegou na bunda, abriu as nádegas com cuidado, soprou ar quente. Eu ri, envergonhada.
— Tá me dando arrepio…
— Bom sinal — ele murmurou, rindo baixo.
Pegou o lubrificante (tinha um vidrinho novo na mesinha — ele tinha preparado, o safado). Pingou bastante na ponta do dedo, geladinho. Circulou a borda devagar, sem entrar. Eu fechei os olhos, respirando fundo.
— Tá gelado… mas gostoso.
— Relaxa. Só isso por enquanto.
Depois de uns minutos, ele perguntou:
— Posso entrar um pouquinho? Só o mindinho.
— Pode… mas devagar.
Entrou. Ardência leve, estranha. Ele parou.
— Tá doendo?
— Um pouco… mas continua. Vai girando.
Ele girou devagar. Aos poucos a ardência virou formigamento quente. Minha buceta começou a ficar molhada sozinha, escorrendo pelas coxas. Eu gemi baixinho.
— Ai… tá ficando bom…
— Sério? — voz dele animada, surpresa.
— Sério. Pode colocar outro dedo.
Dois dedos agora. Ele mexia devagar, abrindo, entrando e saindo. Eu empinei a bunda sem perceber, gemendo mais alto.
— Eduardo… tá gostoso… não para.
Ele beijou minhas costas.
— Você tá linda assim. Quer que eu tente o pau? Só a cabecinha, pra ver.
Eu hesitei, mas o tesão já tava grande.
— Tá… mas devagar. E fica me falando o que tá acontecendo.
Ele se posicionou, pau duro encostado. Pingou mais lubrificante, esfregou na cabeça. Pressionou devagar. Quando passou a cabeça, eu prendi a respiração.
— Ai… tá abrindo… dói um pouco…
— Para?
— Não… espera… respira comigo.
Ele parou, mão no meu clitóris, esfregando devagar. A dor diminuiu, virou pressão cheia, quente. Ele empurrou mais um pouco.
— Tá entrando mais… meu Deus, tá cheio…
— Você tá aguentando tudo, amor. Tá lindo.
Começou a mexer: saía um pouquinho, entrava devagar. Cada movimento mandava ondas de prazer novo. Minha buceta pulsava sem ninguém tocar. Eu gemia rouco, voz tremendo:
— Mais rápido… por favor… tá batendo num lugar… ai…
Ele acelerou um pouco, ritmado. O prazer cresceu rápido demais. Senti uma pressão forte na barriga, como se fosse explodir.
— Eduardo… tô sentindo algo… forte… não para…
— Goza, Lúcia. Deixa vir.
Esfregou o clitóris mais rápido. Explodi. Gritei alto, corpo tremendo inteiro. Meu cu apertou em volta dele em espasmos, e veio o esguicho: jatos quentes saindo da buceta, molhando o lençol, as coxas dele. Nunca tinha acontecido antes. Chorei de tanto prazer, rindo ao mesmo tempo.
— Caralho… eu esguichei… no cu… tô gozando no cu…
Ele gemeu, meteu fundo e gozou dentro, porra quente enchendo tudo. Ficamos assim uns minutos, ofegantes. Ele saiu devagar, me abraçou por trás.
— Você foi incrível. Tá bem?
Eu virei, beijei ele com gosto de sal e suor.
— Tô ótima. Acho que quero de novo… tipo… sempre.
Rimos juntos, suados, grudados. Tomamos banho depois, ele me ensaboando com carinho. Desde então, toda vez que a gente se vê, rola um “e o cu hoje?”. E eu respondo sorrindo: “Claro, amor. Mas devagar no começo, hein?”


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