Desculpa no Cuzinho
Ela chegou em casa às 2h da manhã cheirando a álcool e um perfume doce, subiu direto para o quarto. Usava um vestido preto colado, desenhando todo seu corpo. Ela era morena, 1,65 de altura, tinha o cabelo curto, os peitos pequenos, a cintura fina e a bunda enorme. Usava um maquiagem leve, mas ainda perceptível: blush, rímel e um batom cor de vinho. Tinha saído para beber com as amigas e esqueceu de me avisar que chegaria tarde.
— Me desculpa, amor, de verdade! – Disse com voz de bêbada. Tirou o vestido e o sutiã e deitou ao meu lado de bruços, com uma calcinha fio dental preta. A bunda, que era enorme, ficou para cima.
Eu estava pronto para dormir. Deitado e irritado com a falta de aviso. Desliguei a televisão e fiquei em silêncio.
Ela chegou mais perto, deixando a bunda ainda mais evidente.
— Não fica assim, por favor! Já pedi desculpas. – E levantou a bunda, provocando. Eu olhei, fraco que sou por aquela gostosa. Começou a beijar meu pescoço e levantar ainda mais a bunda. – Te preparei uma surpresa e você vai ficar assim?
Pegou minha mão e colocou na bunda dela. Olhou para meu pau e viu que já estava ficando duro.
— Sabia que você não ia resistir. – Desceu com a boca e começou a beijar meu pau por cima do shorts do pijama. – Eu te acho tão gostoso, sabia?
Colocou meu pau para fora e começou a beijar. Sem falar mais nada. Colocou a cabeça na boca e chupava fazendo uma pressão e passando a língua. Sabia que desse jeito eu focava louco. Ela queria ouvir que estava desculpada, ou ouvir um gemido de prazer, mas isso era muito pouco para me fazer ceder. Puxou a calcinha fio dental preta para o lado, me mostrando o cuzinho e começou a engolir meu pau.
Nada disso era o que eu queria. A puxei pelo cabelo para mais perto de mim, me movi até chegar ao ouvido dela e surrei que, por conta da mal criação, só perdoava se hoje fosse só cuzinho.
— Hoje não, amor. Da última vez transamos três vezes e não teve bucetinha. Você meteu só no meu cuzinho. – E limpou a baba que escorria da boca. – Deixa eu voltar a chupar seu pau.
— Você é minha e hoje vai me obedecer. – Dei um tapa na cara dela, ela sorriu e me empurrou para wue eu votlasse a me deitar. Sentou na minha cara, esfregando o cuzinho e voltou a chupar meu pau. Eu ia ficando cada vez mais louco de tesão.
Chupava ela todinha e ouvia os gemidos com meu pau na boca, até que ela pediu para trocar. Deitou ma cama e eu chupava aquela buceta como se fosse meu último dia de vida. Metia meus dedos e chupava. Pouco tempo depois ouvi ela dizendo que ia gozar. As pernas começaram a tremer e ela gozou, molhando meu rosto e todo o colchão. Eu engoli com gosto.
— Pode meter no meu cuzinho agora, amor. Mas só um pouquinho pra você gozar.
Eu tremia de tanto tesão. Ela levantou as pernas, colocou os pés em meu peito, encaixei meu pau naquele cuzinho apertado e enfiei aos poucos. Ela gemia e eu também. Comecei a meter mais rápido e ela delirava. Parei de meter, fui até a mesa de cabeceira e pegar o vibrador que tínhamos. Ela sorriu. Voltei a meter nawuele cuzinho, mas agora tinha akuda. Ela tremia novamente e gozou rapidinho, molhando o colchão outra vez.
— Goza, amor, vai… – Me empurrou com o pé e virou de bruços. Abriu a bunda e disse: vem foder sua putinha e joga tudo dentro do meu cu!
Minha vontade era entrar inteiro nela, de tanto tesão que sentia, mas só era possível o pau. Metia e beijava sua nuca. Deitei, colando meu peito nas costas dela enquanto massageva seu clitóris. Ela disse que assim ia gozar outra vez. Pedi para gozarmos juntos. Ela gostou e começou a rebolar no meu pau. Não durei muito. O gozo da semana inteira sem meter foi dentro daquele cu. Gemi e tremi se me aguentar. Desabei cansado. Ela me pediu para sair de cima e, quando foi levantar, a empurrei e caí de boca naquela buceta para faze-la gozar outra vez.
Ela estava desculpada.


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