O Treino de Anal da Noivinha Crente
Comi o cu da noivinha, colega de faculdade crente e virgem
Traição
Seu nome era Larissa. Todo mundo na sala a chamava de Lari, menos eu. Pra mim sempre foi Larissa, com as três sílabas bem pronunciadas, como se o nome dela merecesse cuidado.
Ela sentava na carteira ao meu lado desde o início do semestre. Branquinha, cabelo liso castanho que parecia sempre cheirar a xampu de bebê, óculos de armação fina que escorregavam no nariz pequeno quando ela abaixava a cabeça pra anotar alguma coisa. Magrinha, quase esguia. Usava aquelas saias jeans escuras, compridas, que as meninas da igreja chamam de “saia de crente” — ia abaixo do joelho, sem fenda, sem graça, mas que, sei lá por quê, em Larissa ficava estranhamente sensual. Talvez pelo contraste: tanto tecido cobrindo, e ainda assim dava pra perceber as coxas finas, o formato delicado da cintura.
A gente virou amigo devagar. Primeiro era só trocar apontamentos. Depois começou a pedir pra eu explicar alguma coisa de Contabilidade Gerencial que ela não entendia. Aos poucos, o papo foi ficando mais solto. Ela ria fácil, mas com a mão na frente da boca, como se tivesse vergonha de mostrar os dentes. Tinha um noivo, o tal do Thiago. Engenheiro civil, crente fervoroso também, filho de pastor auxiliar. Namoravam há três anos. Ela falava dele com orgulho e, ao mesmo tempo, com uma pontinha de cansaço que tentava esconder.
O trabalho em dupla caiu pra gente no meio do semestre. Marcamos na minha casa eu morava sozinho em uma kitnet. Ela chegou pontualmente às 15h, com a mochila nas costas e uma garrafa d’água na mão, como se fosse fazer prova. Sentou na ponta do sofá, pernas bem juntas, saia esticada sobre os joelhos.
A gente trabalhou por umas duas horas. Depois veio o café, o refrigerante, o silêncio que não era desconfortável. E aí ela começou a falar do Thiago.
— Ele tá me pressionando, sabe? — disse baixo, olhando pro copo vazio. — Quer… antes do casamento. Diz que é normal, que Deus entende o amor. Mas eu… eu prometi. Pra mim, pra igreja, pra minha mãe. Quero chegar virgem no altar.
Fiquei quieto um tempo. Depois perguntei, quase sem pensar:
— E você? Você quer?
Ela levantou os olhos rápido, surpresa. Depois baixou de novo.
— Quero… muito. Às vezes penso nisso o dia inteiro. Meu corpo inteiro fica quente só de imaginar. Mas tenho medo de decepcionar Deus. E tenho medo de… não saber fazer direito. De ser ruim pra ele.
Foi aí que eu disse, meio brincando, meio sério:
— Tem outras formas, né? Não precisa ser do jeito clássico pra você continuar “virgem” pro casamento.
Ela franziu a testa.
— Tipo o quê?
Engoli seco.
— Anal.
O rosto dela ficou vermelho na hora. Mas não desviou o olhar. Ficou me encarando, como se estivesse calculando alguma coisa.
— Isso… dói muito?
— Pode doer no começo. Mas se for com calma, com lubrificante, com paciência… muita gente acha mais gostoso que o normal.
Ela não respondeu na hora. Ficou roendo a cutícula do polegar, coisa que fazia quando ficava nervosa.
Duas semanas depois, na saída da aula, ela me puxou pelo braço no corredor vazio.
— Você… ensinaria pra mim? — perguntou quase sussurrando. — Tipo… me mostraria como é? Pra eu não passar vergonha com ele. Pra eu saber o que fazer.
Eu achei que tinha ouvido errado.
— Larissa…
— Não é traição — ela cortou rápido. — Não vou beijar você. Não vou te olhar nos olhos. É só… treino. Só o corpo. Por favor.
Fiquei na dúvida, que maluquice, meio incrédulo, mas já de pau duro….Aceitei.
Marcamos pra sexta à noite, na minha casa…
Ela chegou usando a mesma saia jeans de sempre, mas por baixo tinha colocado uma calcinha branca de algodão simples e sutiã combinando. Tirou a blusa e a saia devagar, como quem cumpre um ritual. Ficou só de lingerie, braços cruzados na frente do peito, tremendo um pouco.
Eu tirei toda a minha roupa na frente dela. Ela arregalou os olhos quando viu meu pau já duro, mas não falou nada. Só respirou fundo.
— Pode deitar na cama — eu disse.
Ela obedeceu. Deitou de costas, pernas fechadas.
Comecei devagar. Primeiro beijei o pescoço dela (ela deixou, desde que não fosse na boca). Depois desci pros seios, por cima do sutiã. Ela gemia baixinho, quase surpresa com o próprio som.
Quando tirei o sutiã, os mamilos estavam duros, rosados. Chupei devagar. Ela se contorcia.
Depois desci mais. Tirei a calcinha dela. A bucetinha era quase sem pelos, só uma penugem clarinha. Molhada. Muito molhada.
— Nunca ninguém… — ela começou a falar.
— Eu sei — respondi, antes de encostar a língua.
Ela gozou rápido. Muito rápido. As coxas tremendo, as mãos agarrando o lençol, um gemido longo e abafado que terminou num soluço.
Deixei ela respirar um pouco. Depois a coloquei de quatro. Empinei a bundinha pequena, branquinha. Passei lubrificante nos dedos, devagar. Primeiro um dedo. Ela arfou. Depois dois. Ela apertava, relaxava, apertava de novo.
— Tá doendo? — perguntei.
— Um pouco… mas é bom. Continua.
Comecei a pincelar. A cabeça do pau roçando na entradinha apertada. Depois roçando na bucetinha dela também, só pra melar mais, só pra provocar. Ela empinava mais, gemia baixinho:
— Vai… vai devagar, por favor…
Fui entrando. Milímetro por milímetro. Ela reclamava da dor, mas ao mesmo tempo empurrava o quadril pra trás. Queria. Queria muito.
Quando metade já estava dentro, ela soltou um “ai” longo, mas não pediu pra parar. Pelo contrário. Forçou mais.
— Tá tudo dentro… — ela sussurrou, surpresa.
— Tá sim, Larissa.
Comecei a mexer devagar. Sai e entra. Sai e entra. Ela gemia cada vez mais alto. A bucetinha pingava. Literalmente pingava no lençol. O mel escorria pelas coxas.
Aumentei o ritmo. O barulho da pele batendo, o lubrificante, os gemidos dela. Ela não aguentava mais segurar.
— Vai… mais forte… ai senhor, perdão…perdão meu Deus, mas que delícia….faz o meu cu virar buceta… por favor…
Eu obedeci.
Segurei a cintura fina dela com força e meti até o talo. Rápido. Fundo. Ela gritava. Não de dor. De tesão. O corpo todo tremendo.
Eu não aguentei muito mais. Senti o leite subindo.
— Vou gozar dentro…
— Goza… goza no meu cu… — ela pediu, voz rouca.
Enchi ela. Jato atrás de jato. Enquanto eu gozava, ela apertou o cu com força, tremeu inteira e gozou de novo. A bucetinha contraindo no vazio, mel escorrendo pelas coxas, o cu pulsando em volta do meu pau.
Quando terminei, saí devagar. Ela ficou ali, de quatro, ofegante, o cu aberto, vermelho, um fio branco escorrendo devagar, a bucetinha encharcada…
Ela virou o rosto pro lado, sem me olhar.
— Obrigada — sussurrou. — Agora eu sei como fazer.
Não nos beijamos. No final muito esquisito, ela me puxou para um abraço, quase fraternal…
Ela foi ao banheiro, se vestir, e saiu como chegou, uma crente comportadinha, mas, com o cu arrombado, estava até mancando um pouco…
Antes de sair, parou na porta.
— Não conta pra ninguém. Nem pra você mesmo.
E foi embora.
Na segunda-feira, na sala, sentou do meu lado como sempre.
Sorriso discreto.
Saia jeans abaixo do joelho.
E um segredo que só nós dois carregávamos.


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