Comi a Mãe Gostosa do Meu Amigo
Antes de começar a história vou descrever os personagens (nomes fictícios por questão de privacidade). Eu Lucca, moreno, magro, filho único, sempre solitário. Bruno, meu amigo nerd, moreno, sempre de óculos, criado por sua mãe e seu pai que viajava sempre (era motorista de ônibus), e Angelita, loira alta, branquinha como um leite, pele macia, sem nenhuma marca, peitos grandes, bunda gigante e um quadril que mais parecia um violão.
Tudo começou pelas tardes, na casa do Bruno tinham sempre o mesmo ritual. A mochila largada no canto da sala, o videogame ligado antes mesmo de a televisão terminar de aquecer a imagem, e nós dois sentados no sofá, disputando quem ficava com o controle melhor conservado. Era uma rotina simples, quase automática, daquelas que a gente só percebe o valor muitos anos depois.
A casa dele tinha um cheiro próprio. Não era exatamente perfume, nem comida. Era algo entre limpeza recente e vida acontecendo. A mãe dele, Angelita, costuma chegar no fim da tarde, era funcionária de um grande supermercado da cidade. Ela quando chegava em casa, não se intrometia, mas sua presença era marcante, porém silenciosa, eu contava os segundos para sua chegada, meu coração era como o tique-taque do relógio.
Em algum momento da tarde, senti vontade de ir ao banheiro, para sincero, na minha cabeça, só passava uma coisa, Angelita, eu esperava por sua chegada, adorava ver o corpo dela, ela era uma mãe extremamente carinhosa, e gostosa, foi o motivo das minhas primeiras masturbações, e tudo começou por um abraço errado, quando em um dia despretensioso ela abraçou meu corpo por engano, achando que era o Bruno. Mas vamos aos fatos… Levantei sem pausar o jogo — erro clássico — e ouvi o Bruno reclamar enquanto eu atravessava o corredor estreito.
– Bruno: já que estragou com jogo, vê se usa o banheiro do quarto da minha mãe, vou aproveitar e ir ao banheiro também.
– Lucca: tá bom.
Me dirijo ao quarto de Angelita, era minha segunda casa já, então eu me sentia a vontade. A luz estava apagada, mas a claridade que vinha da janela do banheiro bastava.
O banheiro era diferente do resto da casa. Mais silencioso. Mais íntimo. Ali, longe da tela piscando e dos sons do jogo, a cabeça começava a funcionar de outro jeito. A gente não percebe quando é jovem, mas certos espaços carregam um peso estranho, como se guardassem histórias que não nos pertencem.
Lavei as mãos mais devagar do que o necessário. Observei detalhes bobos: a toalha dobrada com cuidado, o espelho com pequenas marcas do tempo, o armário entreaberto. Nada demais. Ainda assim, senti aquele aperto no peito, uma mistura de curiosidade e culpa, como se estivesse ultrapassando um limite invisível apenas por estar ali.
Quando olho para o lado, vejo no registro do chuveiro uma lingerie preta pendurada, meu coração automaticamente dispara, me pergunto, será que usou na noite anterior? Qual o motivo de estar ali? Porque algo tão íntimo ficaria exposto, mesmo que no quarto dela?
Tomo coragem, dou dois passos, tranco a porta me aproximo, sinto um cheiro doce, misturado com cheiro de Angelita, mas não de qualquer parte, e sim da buceta da mãe do meu melhor amigo. Paro, fico refletindo, me culpando, achando que tudo que sentia era errado, deixo a lingerie no lugar, corro para sala.
Chegando na sala, encontro Bruno no sofá me esperando para continuar nossa jogatina, mas me sentia diferente, minha respiração não era a mesma, meu coração estava disparado, aquilo era errado, mas poxa, era a mãe gostosa do meu amigo…
Olho para Bruno e falo: mano, acho que comi algo que não me fez bem, posso usar o banheiro novamente?
Bruno: eu sabia que tinha algo contigo, usa o do quarto da minha mãe, se der cheiro, pelo menos não vai afetar a sala…
Então, me levanto e corro para quarto de Angelita, entro no banheiro, nem tranco a porta, adrenalina era tanta… Vejo a lingerie, pego em minhas mãos, sinto novamente o cheiro, sento no vaso sanitário, e me masturbo usando a lingerie, para cima e para baixo, encostando em todo meu pau, era a primeira punheta no quarto da mulher que eu mais sentia atração no momento…
Mas o inesperado acontece, Angelita chega em casa, com pressa, mal fala com Bruno e vai silenciosamente (até hoje eu não sei como) até o quarto, ela precisava pegar alguma conta, que vencia no dia, o balcão que ficava as contas era de frente para a porta do banheiro, assim que entrou no quarto, deu de cara comigo, sentado no vaso sanitário de seu banheiro, masturbando-se com sua lingerie…
Eu tomo um susto, fico sem reação, meu pau estava duro, eu não sabia o que falar, era jovem, mas já havia tomado várias broncas de Angelita quando ela ouvia algum palavrão ou assunto inapropriado entre eu e Bruno, mas o inesperado acontece…
Angelita me olha e fala bem baixinho: ei garoto, aqui não é o lugar para fazer isso, ainda mais com minhas coisas, e você é o melhor amigo do meu filho, tenho idade para ser a sua mãe…
Olho para Angelita e falo: desculpa tia, foi um erro meu.
Angelita responde: fecha essa porta, eu já volto e vamos conversar. Juro, eu não sei quanto tempo passou, apesar de parecer horas, minha cabeça estava conturbada nesse momento, pensei que Angelita iria contar tudo para meus pais, e a conversa acabaria bem diferente.
Eis que ela volta e fala:
– Lucca, falei com Bruno na sala e pedi por que a porta do meu quarto estava fechada, ele me disse que você estava aqui, pois não estava bem, então eu ordenei que ele pegasse sua bicicleta e fosse até a loja pagar a conta, pois estava cansada do trabalho e que você aguardaria ele para jogar.
Nesse instante meu pau já estava mole, meu coração ainda disparado, Angelita me olha e continua: Lucca, isso que aconteceu é totalmente normal, sua idade, seus hormônios estão a flor da pele, não precisa sentir-se culpado, jamais vou contar algo do que aconteceu, mas preciso entender isso.
Respondo:
– Então, ultimamente você tem frequentado minha mente, eu me sinto um homem e gozo só de pensar em você nua.
Nesse instante Angelita me olha com seu olho verde, seus lábios carnudos e fala:
– Lucca, isso é algo errado, e que não pode voltar acontecer, esse quarto é meu, o banheiro possui minha intimidade e você é muito jovem para qualquer coisa…
Eu era virgem e muito jovem na época, realmente ela estava com toda razão, entretanto seu lábios, seu perfume, e o leve decote, mostrando parte inicial dos seus peitos, fizeram com que meu pau, voltasse a ficar duro… Nesse instante Angelita percebeu, encostou sua mão em meu rosto e disse:
– Meu marido está há 10 dias longe de casa, você se parece tanto com ele, posso te abraçar?
Amigos, eu não sabia o que fazer: então sem reação ela me puxa e abraça forte, e me rouba um beijo com aqueles lábios carnudos, e como se fosse um sonho, fala:
– Vai e senta na minha cama, Bruno voltará daqui a pouco.
Eu faço o que ela manda, sento e olho para ela, nesse instante ela tira seu vestido e naquele momento o tempo para, como se fosse em câmera lenta, vejo o vestido vermelho cair no chão, então ela tira sua calcinha e sutiã… Angelita, mãe do meu melhor amigo, nua em minha frente…
Ela vem até mim, se ajoelha, olha nos meus olhos e fala:
– Lucca, é assim que tudo começa, eu preciso deixar seu pau bem molhado, para que ele entre na minha bucetinha sem machucar, e então, chupa ele, descendo por todo o pênis, lambendo, deixando bem babado, e chupando até a parte dos testículos, o som era como um beijo, ela engolia todo ele, e babava… Eu estava nas nuvens…
Então ela levanta, deita na cama e abre as pernas, me pega pelo cabelo e me explica onde chupar e como eu deveria fazer, como comentei Angelita era branquinha, mas sua bucetinha era toda rosada, ela tinha da faixa dos seus 40 anos, sua bucetinha tinha um pouco de pelo, formando uma linha no centro, eu acho que ela gostou, pois fechava o olho e apertava seus peitos, gemendo a cada segundo enquanto chupava
Então, ela me deita na cama, sobe em cima de mim e fala: hoje você vai ser o meu homem. Nossa, eu só lembro do meu pau encaixar, e ela começar a cavalgar, ela intercalava o ritmo e gemia sem pudor, alto, e eu me segurava como conseguia para não gozar… Angelita me olhava e falava:
– Lucca, que garoto lindo você é, um doce, que pau gostoso, eu vou gozar, e aumentava o ritmo, mais e mais e mais, até que como se fosse um basta, ela para, coloca-se de quatro na cama e me ordena: vai e me come assim, coloca todo esse pau na minha bucetinha, então eu fiz, coloquei tudo, bombava, puxava o cabelo dela, dava tapas em sua bunda e apertava seus peitos, parava, voltava, aumentava, e Angelita gemia, gemia intercalando com a seguinte frase:
– Mete, mete nessa putinha, come a mãe do seu amigo que eu vou gozar, aprende como é ser homem de verdade.
Eu não aguentei, não consegui segurar, era bem inexperiente na época, dei um gemido alto e gozei, joguei vários jatos de leite na buceta de Angelita, e deitei por cima dela, sentido o cheiro de seu cabelo, e sua buceta toda molhada do meu leitinho…
Nisso, Angelita levanta beija e minha boca e fala:
– Hoje foi seu dia de sorte, coloca sua roupa e vai para casa, eu explico tudo para Bruno assim que ele chegar. Não fale para ninguém o que aconteceu, foi um momento de fragilidade e isso nunca mais vai se repetir. Vou tomar um banho e não se preocupa.
Hoje fico imaginando o quando isso foi sensacional, gozar na bucetinha rosa da mãe do meu melhor amigo, sem camisinha, na minha primeira relação sexual…
Sempre fui um garoto de sorte…
(OBS: vou soltar o conto sem revisão, amanhã vejo os possíveis erros).
E para quem ficou imaginando se a história acabou por aí, respondo, dependendo da aceitação eu conto se teve ou não um “algo” novo. Mas garanto a todos vocês, que foi real, e foi a minha primeira relação sexual…


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.