Fevereiro 22, 2026

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Minha Madrasta Me Punhetou

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Ontem eu fiz um exame diferente após a aula. Era uma espécie de teste de potência dos espermatozoides o qual media a quantidade e viscosidade, afim de garantir que eu estava saudável, pois após completar dezoito anos comecei a sonhar com umas coisas bem gostosas e… meu lençol branco passou a manchar de amarelo todo santo dia. A minha madrasta não estava entendendo a razão de ser tão recorrente, mas estava cansada de ter que lavar tanto minhas roupas de cama. O médico disse que a minha dor no saco era perigosa e eu precisava liberar toda a minha porra sempre que precisasse. Incrivelmente, eu acordava molhado e ainda não tinha soltado tudo. Era preciso bater umas até gozar todo o resto. O canal onde a porra passa incha e forma uma bolota, doendo pra caralho a ponto de eu ficar irritado e nos piores casos, rolar de dor. De contrapartida, quando eu gozo, parecem tiros!

Hoje, acordei um pouco sujo e ainda sentindo a maldita dor. Precisava liberar mais, mas o desafio era conciliar bater uma gostosa enquanto minha madrasta estava em casa. Ela me acordou para tomarmos o café matinal após se sentar na ponta e ao puxar o lençol, olhou diretamente pra minha barriga onde tava com poças de porra. Ela havia se esquecido da minha situação e no susto, colocou as mãos no rosto e se levantou da cama rapidamente enquanto pedia desculpas. A loira oxigenada ficou com a pele rosa em dois segundos. Virou-se de costas e pediu para eu resolver logo. Ela saiu do quarto, me esperou na mesa e quando cheguei, ela não conseguiu me acompanhar de tanta vergonha, imagino. Me levou de carona pra universidade sem olhar na minha cara…

Durante a aula, tive outra dor intensa. Puta que me pariu! Eu tinha que fazer alguma coisa, mas era foda pra caralho aguentar, só tinha mina gata na sala… Pra onde eu olhasse, tinha uma rabuda escorada na mesa ou uma biscate com um decote escancarado. Joguei a minha mochila nas costas e fui ao banheiro, passando na frente da professora, interrompendo ela sem querer. Ao chegar no banheiro, entrei no box sanitário e nem me sentei no vaso. Saquei o pau pra fora e comecei a bater, bater e bater. Nada saia… a dor se mantinha, e eu tava quase a ponto de chorar de desespero. O que estava acontecendo? Eu sentia tesão mas não conseguia chegar lá. Tentei pensar em tudo, mas daí uma ideia surgiu: tentar me lembrar do sonho da última noite. – quem sabe, ele me faria gozar novamente e desta vez, a ponto de esvaziar? Pois bem, flashes começaram a surgir na minha mente, meu pau começou a ficar mais firme, eu via pequenos detalhes mas não conseguia memorizar todos eles, porém, assim que uma breve imagem da minha madrasta surgiu, eu quis gozar. Fiquei receoso, me deu uma sensação estranha, mas a dor era maior. Permaneci no pensamento, deixei minha madrasta domar minha cabeça, segui batendo pensando nela e nos seus traços e então… gozei! Porra pra todo lado, sujando a parede, o vaso, o chão, tantos tiros longos que pareciam até uma mijada parcelada. Senti meu pau vibrar a cada jatada, uma sensação maravilhosa, como se eu realmente estivesse esvaziando o saco e conseguindo sentir isto.

Após a aula, cheguei em casa, tomei um banho, jantei e me deitei para ler. A concentração tinha ido pro caralho, porque eu não parei de refletir sobre ter batido uma gostosa pensando na Renata. Ela namora meu pai já tem uns cinco anos, e em momento algum eu tive desejo por ela. Sempre busquei as minas da minha idade, sempre pensei nas garotas do colégio, depois do curso, daí da universidade. E agora, dede que descobri o meu problema (que para muitos, é foda), me sinto culpado por apreciar a minha madrasta. Tudo bem que não é minha mãe de sangue, é diferente, mas é zoado, esquisito e… gostoso! É tão bom, mesmo assim. Ela é realmente bonita, nem tão corpuda mas tem umas pernas boas graças ao spinning, seios pequenos mas ao menos naturais. É uma quarentona conservada. Só que, essas dores no meu saco, ter que lidar com elas na punheta será bem triste.

Uma semana depois, acordei seco. Um milagre. A Renata passou reto da porta do meu quarto, mas deu marcha ré e me perguntou se eu precisava de ajuda. Ela entrou no quarto, fechou a porta, se sentou na ponta da cama e lutou com si mesma para conseguir me olhar nos olhos. Ao vencer a luta, nem exitou em dizer: “Olha, eu sei que foi esquisito, que estamos há dias sem nos falar direito, mas, o que eu vi aqui, na sua… barriga… era algo totalmente normal de se ver, e, você é saudável, jovem, portanto, acordar gozado faz parte. Eu como namorada do seu pai tenho um breve dever de agir como responsável, e se cuidar de você fizer parte desta responsabilidade, espero que me aceite e que me permita me preocupar com você, da forma que eu puder”. – E olhei para ela meio chocado, ainda me sentindo culpado, porque uma mulher tão generosa se tornou minha inspiração para minhas punhetas. É claro que a aceitei e a tranquilizei quanto a tudo isso, pois eu precisava de ajuda e, quanto mais eu a tivesse por perto falando comigo, melhor eu me sentiria.

Dois dias depois, acordei pensando que estava morrendo. Uma dor absurda que eu não tinha sentido antes, aguda a ponto de latejar no meu saco. Gritei e gemi de dor logo às cinco da manhã, dando nem tempo de descansar até às oito daquele sábado. Segurei as bolas com as mãos enquanto me debatia no colchão. Renata abriu a porta desesperada e logo se sentou ao meu lado na cama. Sozinha, pois meu pai estava no plantão, falava comigo perguntando onde exatamente doía. Eu, sem pensar, peguei a mão dela e guiei até minhas bolas, fixando o indicador dela encima de uma delas. Ela, surpreendentemente, não deu para trás, mas tentou massagear o local, delicadamente. Dedos leves, mão macia, meio fria, mas carinhosa. Por cima do meu shorts ela já conseguia amenizar a dor, mas ainda não era o suficiente. Ela pergunta novamente se estou melhor, e a resposta é negativa, logo, sinto a mão dela soltar meu saco e lentamente deslizar passando por cima da minha rola, que estava dura feito pedra. Daí, ela se espantou, fazendo uma expressão engraçada arregalando os olhos, rapidamente devolvendo a mão no saco, então eu disse que estava tudo bem e que ela poderia continuar. Renata desliza a mão para cima novamente, usando a ponta dos dedos, massageando meu pau como uma punheta de tabela. Com o tempo, ela aumentou a velocidade, dando uma sensação ainda mais gostosa, usando a outra mãos para massagear meu saco ao mesmo tempo. Em poucos minutos, senti uma vibração vindo debaixo, um calor intenso, uns tremores nas pernas. Eu estava prestes a gozar! Comecei a gemer baixo, tremer o quadril e enquanto isso, Renata aumentava ainda mais a velocidade em seus dedos. Em fração de segundos, comecei a gozar, muito, muito mesmo, a ponto de atravessar o tecido do meu shorts e transbordar pela minha barriga, escorrendo pelas laterais do meu abdômen. Minha madrasta dizia “Meu Deus” repetidas vezes, bem baixo, enquanto fazia cara de espanto e terminava a massagem. Deu tudo perfeitamente certo, minha dor se foi e Renata ficou aliviada. Ela me limpou com o lençol dizendo que o lavaria na mesma manhã, se levantou e voltou a dormir. Dormi também e acordei bem tarde.

Hoje, escrevo este texto como um memorando do que ocorreu esta semana. Estou espantado e um pouco em choque, mas muito feliz e empolgado ao mesmo tempo. Eu ganhei uma punheta da minha madrasta e foi a melhor que já tive! Espero ter mais oportunidades como essa.

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