As duas escravas
Tenho uma mudança de planos e tenho que parar na cidade onde mora a minha amante MILF. Chego lá de surpresa, mas não encontro Luiza, só a filha dela. Janaína abre a porta só de shortinho colado no corpo e um sutiã de ginástica. Ela tinha o corpo bem menos sensual que a mãe, magro e em forma, mas com peitos pequenos e quase sem curvas.
— A sua mãe está?
— Não, ela chega tarde hoje.
— Que pena.
— Mas eu estou aqui — Ela responde abrindo as pernas e me mostrando o contorno da bocetinha visível através do shorts.
— Você sabe o que eu faço com a sua mãe?
— Sei sim, eu escuto vocês dois e me masturbo pensando que você esta me maltratando como faz com ela.
— Tira toda roupa — Eu ordeno para testa-la e a putinha fica pelada em poucos segundos pois só estava com aquelas duas peças de roupa.
— Pronto
— Afasta os pés e coloca as mãos na nuca.
Com ela nessa posição, eu a inspeciono. Testo a sensibilidade dos mamilos, dedilho a penugem da boceta dela e passo o dedo para ver se a vadiazinha estava molhada. Sim, ela estava melada. Eu puxo um poucos os pelinhos acima do grelo dela e digo:
— Vai até o banheiro e se raspa inteira, depois você me encontra no quarto da sua mãe, toda lisinha.
Eu vou para o quarto, tiro a minha roupa e espero. Ela então chega peladinha e lisinha. Eu então mando ela sentar na cama e abrir as pernas para eu inspecionar se ela estava toda lisinha. Com uma pinça eu tiro alguns pelos que haviam sobrado e então falo para ela.
— Se masturba, mas não ouse gozar. E fique com as pernas assim, abertas.
Vejo ela começar a se tocar, mas então saio e vou no banheiro da mãe dela. Pego a escova de dentes e coloco um pouco de pasta de dente e volto.
Espero Janaína estar quase gozando e então mando ela pegar a escova da mãe e escovar o grelo com a pasta.
— Hmmm, isso está queimando e arranhando o meu grelo.
— Isso mesmo, é o que vadias como você e a sua mãe merecem.
— Sim, somos duas putas que tem que ser castigadas — Ela diz e esfrega a escova mais forte na boceta.
Isso é demais para mim, eu mando ela parar e ai enfio a escova na boceta e depois seguro a cabeça dela e enfio o pau na boca dela. Eu fodo a boca da putinha sem dó, sufocando-a de tempo em tempos. A uso sem dó até gozar.
— Abre a boca, deixa eu ver a porra.
Ela abre a mostra a língua. Eu tiro a escova de dentro da boceta dela e lambuzo-a com a minha porra. Depois a coloco de volta no banheiro de Luiza.
Quando eu volto, vejo Janaína com as pernas abertas falando: — Me come.
— Você é virgem?
— Não.
— Ótimo, mas eu não vou te comer, você vai ser so o meu brinquedo sexual e eu vou te usar.
Ela começa a se tocar: — Hmm, isso me dá muito tesão.
— Pare de se masturbar. A partir de agora, você está proibida de tocar na sua boceta.
— Sim…
— Sim, o quê?
— Sim senhor.
— Perfeito. Agora se veste que a gente vai esperar a sua mãe. Coloca uma minissaia e uma blusa, mas sem nada por baixo. Você vai parar de usar calcinha e sutiã.
— Sim senhor.
Eu então pego um dos plugs anais de mãe dela e digo: — E o plug também, eu quero que você use esse plug no cu todos os dias.
— Sim senhor.
— Boa garota — Eu digo e a beijo na boca.
A gente fica na sala assistindo TV. Janaína deita no sofá e encosta a cabeça no meu colo.
Não demora chega a mãe dela e nos vê assim, além disso a saia de Janaína já estava na altura do quadril dela, Luiza não chega a falar nada pois eu vou até ela e começo a pega-la na frente de filha.
— Não na frente da Janaína!
— Ela já sabe de tudo, deixa a moça assistir, isso pode ser bom para a educação dela.
Trato então de despir Luiza na frente da filha, dá para ver que ela está claramente envergonhada, mas eu não ligo. Coloco-a em pé com as mãos no encosto do sofá e a pego por trás, começo a foder Luiza, que geme como uma puta, pois fazia um mês que eu não deixava ela gozar. Nisso, ela perde todos os limites e aceita ser fodida na frente da filha.
Gozo na boceta da mãe, depois vou com o pau até a filha e digo: — Limpa com a língua o pau que acabou de foder a sua mãe.
Janaína obedece. E limpa a minha pica inteira enquanto Luiza assiste. Eu então vou tomar banho e me trocar, ao voltar para a sala as duas já estão vestidas, eu então digo para Luiza:
— A sua filha agora é minha escrava também.
— Sim senhor — Luiz responde em um misto de submissão e decepção de ver a filha virando uma escrava como ela, mas ela não tinha moral para reclamar. Eu então continuo: — As regras são as seguintes:
Nenhuma das duas tem autorização de gozar sem a minha permissão As duas bocetas tem que estar sempre depiladas Luiza continua se vestindo como mulher descente, mas Janaína tem que se vestir sempre como putinha. Vocês não são mais autorizadas a usar calcinha e tem que estar com plug sempre que sair de casa. Janaína tem que ser uma biscate fácil e aceitar os avanços de qualquer um, mas nunca deixar ninguém meter na sua boceta, ela é só minha. Portanto você vai ter que se oferecer para chupar todas as picas que chegarem perto de você. Eu quero a minha nova escrava especialista em boquete. A mãezinha vai garantir o comportamento da filha, qualquer erro é para Luiza castigar Janaína com as duas nuas e é para a filha ser chicoteada na boceta e nos peitos pelos menores delitos.
— Hmm, você vai me acertar bem na minha rachinha? Mamãe?
— Você está sendo desrespeitosa, minha filha.
— Pode começar agora, escrava.
E nisso eu vejo a minha escrava colocara filha com as pernas completamente abertas amarrada no sofá e chicotear a boceta raspada dela até a garota estar com lágrimas nos olhos.
Eu já tinha gozado duas vezes, mas com essa cena eu fico com o pau duro de novo e por isso autorizo mãe-e-filha e me chupar juntas e gozo as últimas gotas de porra nos peitões da mãe.


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