Novembro 7, 2025

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Escrava vendida.

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Estou presa em uma “cadeira” que na verdade era somente dois H de metal, completamente vasada, o meu peso apoiado pelas minhas coxas direto no tubos de metal. Essa posição me obrigava a ficar com as pernas completamente aberas e a boceta arreganhada. Momentos antes eu havia sido depilada com laser, não tinha mais nenhum pelo abaixo do pescoço para me dar o mínimo de modéstia.

Meu braços estavam presos para trás, esticados, algemados nas colunas de metal atrás de mim. Uma barra acolchoada passava pelas minhas costas em uma posição que me obrigava a ficar com o peito para frente, realçando ainda mais as minhas tetas grandes. Havia um prendedor bem na minha língua, preso por uma correntinha, que dava a volta por uma outra barra na minha frente e depois se dividia em duas garras presas nos meus mamilos. A corrente era bem curta, por isso eu tinha que colocar a cabeça para frente para diminuir a dor nos meu peitos, mas não podia me mover muito pois o meu pescoço estava com uma coleira de metal presa em uma corrente.

Fora isso, na minha frente havia uma grande tela, que ficava mostrando sexo, mulheres sendo usadas e humilhadas das mais diferentes maneiras, algumas que eu nunca havia imaginado que existiam. No meu corpo haviam vários eletrodos, nos meus peitos e na minha boceta, altém disso um sensor que era como um prendedor no meu clitóris, mas não era dolorido, ele só media o quão duro o meu grelo tava, assim como uma barra de metal enfiada na minha boceta, para medir as contrações dela.

De tempos em tempos, eles soltavam a minha lingua e faziam perguntas sobre o que eu gostava e o que eu odiava no sexo e dependendo da resposta, se os dados dos sensores não os convencessem de que eu estava falando a verdade, eu era eletrocutada com um bastão para gado. Isso se repete várias vezes até eles estarem satisfeitos.

Sou solta e levada até um enorme banheiro onde sou recebida por garotas nuas, escravas como eu iria me tornar. Mas essas escravas tinham anéis de metal grosso nas bocetas, furando ambos os lábios da xoxota, trancado-as para que elas se concentrassem somente na função delas. Essas eram as que não tinham os corpos perfeitos, e portanto não serviam para ser usadas para sexo.

Elas me lavam, depois eu vou para uma sala com uma cadeira e espelhos triplos. Eu me sinto completamente exposta enquanto as escravas fazem as minha unhas, cabelos e maquiagem, tudo para aumentar o meu valor.

Por fim, recebo algemas e correntes nos meus tornozelos e punhos, uma nova coleira e sou puxada pela guia até a sala de leilões. Um grande salão chic, as pessoas todas bem vestidas, somente eu e as outras 4 escravas nuas. Temos as nossas guias presas em postes de metal no centro do salão. Do lado de cada poste havia um cartaz com os nossos dados: idade, origem, medidas e preferências e rejeições sexuais.

No meu falava: “Putinha louca por pica. Entusiasta com sexo de todas as formas: oral, vaginal e anal. Completa rejeição a lesbianismo”. Isso era verdade.

Por uma hora nós ficamos lá e somos examinadas pelas pessoas. Ninguém nos trata como pessoas, eles simplesmente nos apalpam, nos beliscam os peitos, as bocetas, enfiam dedos nas nossas vaginas para avalia-las. Eu ouço vários me chamando de safada por que a minha boceta estava escorrendo de tesão.

Mas então chega uma mulher de cabelos pretos curtos, pele bem branca, vestindo uma paletó, mas sem nada por baixo. Dava para ver que ela era bem magra e quase não tinha peitos. Mas os olhos, parecia penetrar a minha alma. Ela enfia dois dedos em mim, eu gemo.

— Hmmm, tem nojo de mulher. É desse tipo que eu gosto.

Para o meu horror, na hora dos lances, é ela que faz o maior para me comprar. Na hora da inspeção final, antes deu ser enviada para a minha nova Dona, ela enfia de novo os dedos na minha boceta e diz:

— Você nunca mais vai ter uma pica nessa sua boceta de puta.

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