Março 25, 2026

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Usei minha mulher sedada

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Lembrando que tudo realizado aqui é consensual.

Bom.. a alguns meses atrás, minha mulher começou a ler livros, se tornando rapidamente um hobby pra ela. No começo, ela se interessou por romances leves, mas logo foi evoluindo para Ali Hazelwood, Colleen Hoover, etc., até chegar em Leigh Rivers, mais especificamente Little Stranger.

Esse livro é bem pesado, e ela me mostrava alguns trechos deles no qual ela mesma dizia que achava… interessante, digamos assim. Como em nossa relação já haviam fetiches pesados estabelecidos, como dom/sub e freeuse, não fiquei tão surpreso, afinal parecia uma evolução natural dos gostos dela.

Certo dia, resolvi fazer um quiz com ela estilo mojo upgrade, pra ver o que ela começou a gostar depois de ler tantos livros. Fiquei curioso com algumas coisas, uma em especial sobre ela querer ser usada, sedada(completo ou parcialmente), e ser submissa total, como se estivesse sendo forçada. Isso já seria uma evolução do nosso freeuse, entrando já no espectro de abuso/CNC/rapeplay. No começo não soube como reagir, mas conforme os dias foram passando, comecei a pensar melhor e cheguei a conclusão que talvez eu quisesse fazer algo assim com ela.

Parei pra pensar por um tempo, e rapidamente meu plano estava formado. Mandei mensagem pra ela perguntando, bem sutilmente, sobre o que ela achava de tomar um calmante antes de transar, igual a ideia que ela tinha de sedar. Ela demorou pra responder, mas disse que apesar de parecer perigoso, gostaria de tentar.

Resolvi ir numa farmácia, comprei um remédio que pesquisei, e guardei sem contar pra ela.

Chega final de semana, estamos em casa curtindo nosso momento a sós. Estávamos assistindo um filme na cama, entre uma passada de mão aqui e ali, começamos a nos pegar. De repente, ela vira pra mim e me fala:

Hoje eu quero que você faça o que quiser comigo. Inove, faça o seu melhor.

Não pensei duas vezes, aquele era o momento. Levantei da cama e fui pro guarda roupa. Ela ficou sem entender, mesmo depois de ver o remédio.

O que você vai fazer com isso? Tá doente?

Não, esse é o meu plano pra hoje a noite.

Não entendi..

Você vai tomar um comprimido desse remédio, e ele vai te deixar com muito sono.

Hmmmmmm gostei. Mas gato, isso vai me apagar?

Se você tomar o remédio e deitar, sim. Provavelmente irá acordar só amanhã.

Aí você vai me usar assim? Você fantasiou isso?

Sim e não. Minha ideia é não deixar você dormir. Você vai ficar com muito sono, mas acordada.

Depois que ela ouviu isso, ela ficou pensando. Pensou, pensou e pensou mais um pouco. Acho que ela estava com receio por parecer torturante. Mas não demorou muito pra ela começar a imaginar coisas, começou a morder os lábios e a rir sozinha. Provavelmente estava fantasiando as cenas do livro, só que com ela.

Logo, ela se vira pra mim e acena com a cabeça.

Manda bala. Posso tomar já?

Pode, mas ele só vai fazer efeito mesmo em uma hora. Até lá, vou brincar um pouco com você.

Adorei, faça o que tiver que fazer. Só não quero nada no cu hoje, de resto estou toda livre pra você.

Ela toma o remédio e continuamos a nos pegar. Por conta do tempo de espera, resolvemos continuar assistindo o filme.

Meia hora depois, os primeiros sinais de sono aparecem. Foi fácil de começo, fui chamando ela pelo nome toda vez que eu via que o sono batia, mas começou a chegar um momento que só isso não resolvia. Foi aí que comecei a brincadeira: segurei o rosto dela, e dei um tapa nela. Ela se assustou, voltou para si, deu um sorrisinho e falou:

Ainda tá muito fraco pra me manter acordada.

Eu entendi o recado alto e claro. Nas próximas vezes, os tapas foram mais e mais fortes. Ela não reclamava, pelo contrário, gostava e pedia mais.

Cerca de 1 hora depois dela ter tomado o remédio, já não conseguia pensar direito. Sua fala estava levemente debilitada, não conseguia formar sentenças direito. Parecia estar bêbada, caindo para os lados. Esse era o momento que eu estava esperando. Peguei ela, levantei e tirei a roupa dela. Dei alguns beijos nela, peguei um par de algemas que havia escondido ao lado da cama, fiz ela ficar de joelhos e a amarrei em um dos pés da cama. Nisso, tirei meu pau pra fora, e comecei a passar ele no rosto dela. Estava duro desde quando comecei a dar os tapas nela, então imagina que agora ele já estava latejando, esperando pra gozar.

Com meu dedão, abro levemente a boca dela, e começo a enfiar meu pau dentro. Ela me olha com um olhar sedutor, mas turvo. Ela não conseguia manter contato visual por muito tempo, provavelmente estava tonta, mas mesmo assim ela parecia que estava penetrando minha alma com aqueles olhos, e aquilo estava me deixando com mais tesão ainda.

Ela usa a língua para me dar prazer, enquanto eu agarro ela pelos cabelos e faço o movimento pra frente e pra trás. Fui testando os limites dela, nunca havia feito ela me chupar estando grogue desse jeito. Mas, pra minha surpresa, estava correndo tudo muito bem. Comecei a aumentar o ritmo, ir mais fundo. A garganta dela era maravilhosa, seria até falta de respeito foder ela e não gozar. Mas eu não queria gozar ainda. Em certos momentos, forçava o meu pau inteiro na garganta dela, e tampava o nariz ao mesmo tempo. Esse era o meu novo “tapa”, meu método de mantê-la acordada por enquanto.

Eu estava aproveitando(talvez até demais), enquanto ela estava lá, jogada, toda babada. Ela parecia ir e voltar do sono, mas não expressava nenhuma palavra. Talvez porque meu pau estava na boca dela esse tempo todo. Tiro o pau da boca dela, ela tosse e respira fundo. Estava na hora de trocar. Desfiz as algemas delas, e mandei ela se levantar, mas acho que ela não entendeu e continuou no chão. Tive que pegar ela pelo braço e levantar, pra aí poder jogar ela na cama. Dessa vez, algemei apenas a mão direita dela.

Deitada, abri as pernas dela, me posicionei e comecei a chupar a buceta dela. Estava uma mistura de lubrificante com saliva, escorrida de quando abusei da boca dela, mas eu tinha certeza que ela estava molhada de prazer. O cheiro de buceta era forte, afrodisíaco. A cada lambida, um leve gemido. Sua buceta ficava mais e mais molhada, nunca tinha visto ela assim. Lá em cima, ela estava toda contorcida, mordendo sua mão e com seus olhos revirados. Mas, vendo isso, o tesão acabou falando mais alto..

Você quer ser usada né vadia, então vou te usar.

Viro ela de costas, coloco uma mão por debaixo da barriga e começo a tocar uma pra ela. Ao mesmo tempo, abro a bunda dela e começo a chupar seu cu. De repente, ouço ela falando algo.

N…n..

Eu não conseguia entender, mas resolvi continuar. Até que senti a mão dela empurrando minha cabeça.

No cu não..

Ouvi ela reclamando, mas não segui.

Não se preocupe, não vou enfiar nada nele. Só estou usando ele um pouco, é rapidinho.

Sinto que não está tendo mais resistência dela. Dou uma checada e ela apagou. Aí eu entro em um dilema: paro e acordo ela, ou continuo usando ela apagada?

Fico observando ela, com aquela bunda empinada pra mim, sem saber o que fazer. Mesmo desacordada, sua buceta e seu cu continuavam pulsantes. Acho que deve ser involuntário, seu corpo pedindo mais enquanto sua mente nem sabe o que está acontecendo. Enquanto pensava, sentia as pernas dela começando a tremer. Meu dilema acaba aí: meto um dedo na buceta dela, e continuo lambendo seu cu. Ela treme mais e mais, e um gemido alto acaba saindo dela, enquanto se contorce na cama.

Filho da puta, falei que no cu não.

Parece que a gozada fez ela recobrar a consciência.

Ora, achei que gostasse de ser abusada igual os trechos dos livros que me mandava. Agora está achando ruim?

Ela murmura, tenta falar alguma coisa mas não sai.

Isso aí, fica caladinha e só aproveita. Mas não se preocupe, não vou mais mexer aqui atrás, ok.

Ela levanta a cabeça e me encara com um olhar meio sério. Ao mesmo tempo, ela usa sua mão livre pra abrir sua bunda, revelando sua buceta. Chegou a hora, me posiciono por cima dela, e começo a enfiar meu pau dentro. Não houve resistência, ela estava super molhada. Agarro ela pelos cabelos, e puxo sua cabeça pra trás. Ela me encara com o mesmo olhar sério, enquanto eu metia nela de lado. Entre beijos babados, cuspes e tapas, ela revirava os olhos como se estivesse tentando se manter acordada, mesmo com tudo isso acontecendo.

Fui aumentando o ritmo e a força, até a cama tremer. Ela tenta passar a mão em meu peito, mas logo desiste. O cansaço parecia estar vencendo. Ela volta a não conseguir mais contato visual constante, e seus gemidos ficam mais e mais baixos. Puxo ela novamente pelos cabelos, e com a outra mão a enforco por um tempo considerável. Quando solto, ela tosse pela falta de ar e volta a ficar acordada, finalizo com um tapinha no rosto só pela graça.

Com ela acordada, me afasto e ajeito ela pra ficar de 4. Dou um tapa na bunda tão forte que fica vermelho na hora, enfio 2 dedos na sua buceta e já boto o pau em seguida. Entretanto,ela não consegue se manter nessa posição por muito tempo, e acaba escorregando até o momento que a parte de cima está totalmente deitada, somente com a bunda empinada.

Ela não podia dormir, não agora. Pego meu dedão e dou uma chupada, e enfio ele inteiro sem dó no cu dela, fazendo ela se contrair, gritar e me xingar de vários nomes. Eu não estava nem aí pra isso, continuei comendo ela com o dedo em seu cu. Não era pra ser abusada? Pois vai ser então! Conhecendo ela, deve tá só fazendo graça pra não usar o cu dela. No fundo, ela deve tá adorando.

Na mesma posição que ela ficou, comecei a foder ela mais e mais forte. Sua buceta ficava muito apertada com meu dedo atrás. Eu não conseguia segurar mais, eu ia gozar. Preencher o útero da minha mulher com a minha porra era o que faltava pra dizer que eu a usei hoje.

Ela percebeu que eu estava quase lá, deu uma acordada e virou pra mim, perguntando:

Você vai gozar?

Vou sim.

Depois que respondi, senti ela mais apertada. Minha mulher era uma vadia, seu corpo pedia leitada dentro. Não neguei a vontade dela, gozei com vontade dentro. Nós 2 quase perdemos a consciência, minha pressão parecia que tinha caído. Quando tirei meu pau de dentro dela, a porra começou a escorrer na hora, e aos montes. Peguei o que escorreu com a minha mão, e esfreguei no rosto dela. Logo em seguida, fiz ela chupar meu pau pra limpar ele. Mesmo sem nem conseguir abrir os olhos, ela me chupou até secar meu saco.

Me sentei ao lado dela, bebi um pouco de água e dei um pouco pra ela também. Soltei sua algema também. Ela consegue se sentar, da uma risadinha e me fala:

Gato..

Fala gatinha.

Não vou conseguir me manter acordada. Vou me virar pra dormir aqui, você vai ter passe livre pra fazer o que quiser enquanto isso. Pode fazer tudo, sem restrição.

Eu já ia fazer isso de qualquer maneira.

Eu vou e dou um beijinho na testa dela.

Boa noite gatinha. Durma bem.

Boa noite. Amanhã me conte tudo.

Ela acorda na manhã seguinte. Seu cabelo está bagunçado, sua buceta e rosto estão grudentos, sua boca está com um gosto amargo e seu cu doendo. Sem nem levantar da cama antes, ela me acorda e pergunta o que aconteceu na noite anterior. Vou contando detalhe por detalhe, até que chega um momento que ela não resiste e começa a tocar uma enquanto eu falo. Apesar das dores, ela adorou a experiência, e já quer a próxima. Dessa vez, ela não quer ser avisada quando for acontecer..

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