Vida de Escrava
Meu sonho era ser vendida como escrava em um leilão, sem poder escolher o meu Dono. O que eu não esperava era que eu ia ser comprada por uma mulher. Poderia ter desistido de tudo isso, mas me submeter completamente à uma mulher no final aumentava ainda mais o meu desejo de submissão. O que eu não sabia era que mulheres podiam ser muito mais cruéis com outras mulheres do que homens.
Dra. Vieira era uma advogada de sucesso e além disso herdeira de uma boa fortuna. Ela tinha um grande casarão na cidade com duas criadas e um motorista. Claro que eles sabiam, a minha Dona só me deixava vestir a coleira no meu pescoço. Eu passava o dia nua na na casa, sendo vista pelos criados enquanto ela trabalhava. E quando ela chegava ela me fazia servir o jantar dela. Eu esperava em pé, nua, pernas afastadas, com os braços para trás, observando a minha Dona, esperando por ela me chamar para repor o copo ou servir a sobremesa.
Depois do jantar eu ia com ela no imenso banheiro privado e lhe lavava o corpo antes de irmos para a suíte. Ela gostava de vestir meias 7/8 e um robe de seda. Ela era bem magra e sem peitos, com uma aparência mais Elfa do que de modelo. Eu assisto ele se vestir sentada no chão, ela então senta na cama e em seguida ela perguntava:
— Está com tesão, escrava?
— Sim senhora, muito.
— Que pena, pois eu comprei o seu corpo junto com todos os seus orgasmos. Se masturba para me entreter, mas não ouse gozar.
Eu me humilho me masturbando enquanto ela acende um cigarro e fuma. Estava tão melada, que só de tocar no meu grelo eu quase gozo, mas me seguro até a minha Dona me mandar parar, deitar no chão e levantar o quadril. Ela então aproveita para usar a minha boceta como cinzeiro, derrubando as cinzas bem no meu grelo.
— A sua boceta me dá nojo, putinha. Esse seu grelo é desproporcional e ofensivo.
— Desculpe senhora por lhe ofender com o meu corpo — Meus deus, nenhum homem havia me humilhado com palavras como ela.
— Seja útil e venha me chupar!
Eu vou de quatro até a minha Dona e começo a lamber a boceta dela por entre os pelos. Ela podia ter pelos, só eu, que era uma escrava, tinha que estar sempre raspada. Dra. Vieira deita na cama com as pernas abertas e eu vou junto e enfio a cara no sexo da minha Dona para lhe dá prazer. Eu não gostava de mulher, chupa-la é uma extrema humilhação, meu sexo pulsava de tesão, eu sentia que o meu grelo podia quebrar de tão duro, mas não ouso me tocar, eu só servia para dar prazer.
E não só para a minha Dona, como ela era bi, as vezes ela ia com homens na casa, sempre rapazes mais jovens. No começo eles ficavam surpresos em me ver ali nua na casa e eu ficava com mais vergonha for estar nua na frente de um desconhecido, mas cumpria o meu dever e servia os dois enquanto a minha Dona se pegava com o boytoy dela. Logo eu sou oferecida para o rapaz, a minha Dona me manda chupar o cara até ele ficar duro.
Sinto o pau dele na minha boca e isso só me deixa com mais tesão. Era a primeira vez em muito tempo que eu sentia uma pica no meu corpo, pena que não era onde eu mais queria. Não resisto e tento me tocar enquanto chupo, mas a minha Dona tira a minha mão da minha boceta e amarra os meus punhos para trás. Ela então segura o meu rosto enquanto o ficante dela me fode o rosto. Ele goza na minha boca e eu bebo toda a porra.
Depois disso ela me puxa para a cama e beija a minha boca esporrada, toca o meu sexo, eu sinto um choque só dele roçar o dedo, mas logo em seguida a minha Dona pega uma correntinha de 3 pontas com prendedores e os coloca nos meu mamilos e no meu grelo sensível. Ela então balança a corrente e diz para o ficante:
—Olha que grelo mais ridículo dessa puta, parece até um pinto ridiculamente pequeno.
E dizendo isso ela me faz chupa-la na frente do cara, com a cara na boceta dela e o meu cu empinado virado para ele que nos assistia. Quando ela vê que o pau dele estava bem duro, ela o chama para come-la. O cara deita na cama e a Doutora monta nele e começa a cavalga-lo.
— Como você gozou, eu vou aproveitar essa pica dura o quanto eu quiser. Não ouse derramar essa sua porra em mim.
E ela então cavalga ele e goza na pica várias vezes sem deixar ele gozar. Ela aperta os mamilos dele, se curva e o morde, literalmente estuprando o cara até que ele fala:
— Eu vou gozar!!
Ela então sai de cima do cara, que deita na cama e a minha Dona pega com a mão cheia o pau e o masturba até ele gozar, só que em vez de parar, ela diz:
— Escrava, lambe o cu dele, eu vou extrair até a última gota de porra desse garanhão.
Eu me coloco de frente para a bunda do rapaz e começo a enfiar a língua no cu dele, enquanto a minha Dona continua masturbando o pau sensível dele até sair as últimas gotas de porra. Depois disso ela o dispensa, ele se veste e vai embora e só então ela tira os prendedores dos lugares mais sensíveis do meu corpo.
As empregadas simplesmente ignoravam o fato deu passar o dia nua, mas o motorista me usava quando queria, Doutora havia dito que ele só não podia foder a minha boceta ou deixar que eu gozasse. Ele então gostava de foder o meu cu e o pau dele era bem grosso e me arrombava inteira e de novo eu ficava sonhando com aquela pica grossa na minha boceta, mas tinha que aguentar ser invadida, o que me causava dor e tesão.
Fora os abusos sexuais, a minha Dona me controlava de outras formas. A primeira regra é que eu tinha que estudar durante o dia e periodicamente a minha Dona me fazia chamada oral. Ela se vestia de professora sexy e eu me sentia no pesadelo de estar nua na escola. Para cada pergunta errada eu era castigada com a régua, eu tinha que ficar em pé com as pernas afastadas e ela me dava uma reguada bem na minha boceta. Se eu fosse muito mal, ela colocava pregadores nos meus peitos, nos lábios da minha boceta e no meu grelo, e me obrigava a ficar no canto da sala, de frente para a parede e nas pontas dos pés enquanto ela se masturbava com um vibrador assistindo o meu sofrimento.
Meu deus como eu queria gozar!!!


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