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A Noiva Quietinha no Ateliê
Bianca fechou o vestido conosco há quase dois meses. 22 anos, noiva aparentemente perfeita, mas com sinais de repressão que a gente percebia aos poucos: pele clara que corava violentamente a cada toque, pernas longas que tremiam quando ficava exposta, bunda redonda e carnuda que ela tentava manter imóvel, cintura fina que apertava de ansiedade, peitinhos médios e firmes com bicos rosados que endureciam contra a vontade dela, cabelo castanho ondulado que ela ajeitava nervosa, olhos verdes que desviavam rápido, aliança brilhando como lembrete constante. Ela chegava pontual, vestidinho comportado, voz baixa e educada, sempre com um sorriso forçado.
Primeira sessão – medidas básicas. Ela tirou o vestido devagar, ficou de sutiã e calcinha branca simples. Eu medi o busto: fita em volta dos peitos, dedos roçando de leve as laterais, polegar “ajustando” e encostando sutil nos bicos que endureceram na hora. Ela corou forte, prendeu a respiração, olhos no chão, mas não disse nada — só ficou quietinha, imóvel. Fernanda mediu a cintura: dedos deslizando discretamente um centímetro abaixo do elástico, roçando a pele quente da virilha. Bianca tremeu de leve, mordeu o lábio inferior, mas silêncio total. Medição de quadril: eu atrás, corpo próximo “pra precisão”, pau meia-bomba roçando disfarçado na bunda dela enquanto apertava a fita. Ela arqueou sutilmente as costas por um segundo, depois rigidizou, rosto vermelho, sem uma palavra.
Segunda sessão – corpete. Ela chegou mais tensa, tirou tudo exceto calcinha nude. Medi o tórax sem sutiã: mãos por baixo dos peitos levantando de leve pra fita, polegar circulando discreto os bicos duros. Ela fechou os olhos por um segundo, respiração travando, uma lágrima escapando no canto do olho, mas não falou nada — só deixou acontecer, corpo tremendo sutil. Fernanda mediu as costas: mãos descendo devagar pela coluna, parando na base da bunda, polegar roçando de leve a racha por cima do fio. Bianca abriu um pouco mais as pernas sem perceber, depois fechou rápido, rosto corado até o pescoço, silêncio pesado. Interno de perna: eu ajoelhado, fita subindo lenta pela coxa interna, polegar pressionando a carne macia perto da umidade que já marcava. Ela soltou um suspiro baixinho abafado, pernas tremendo, mas nada disse.
Terceira sessão – saia. Ela chegou calada, olhos baixos, tirou tudo tentando cobrir o corpo. Medição de quadril: eu atrás, mãos apertando sutil as nádegas “pra ver o caimento”, dedos roçando a racha de leve.
Ela empinou mínimo contra a vontade, depois rigidizou forte, uma lágrima escorrendo silenciosa. Fernanda na frente: dedos deslizando discreto por baixo do elástico da calcinha, roçando o monte depilado que brilhava de molhada. Bianca mordeu o lábio até ficar branco, respirou fundo várias vezes, mas continuou quieta, deixando os toques acontecerem. Comprimento da saia: minha mão subindo pela coxa de trás, dedos roçando sutil a bucetinha encharcada por baixo do tecido. Ela tremeu inteira, olhos marejados, mas silêncio absoluto.
Quarta sessão – prova completa. Ela chegou visivelmente abalada, tirou tudo nua com mãos tremendo. Eu ajustando o corpete: mãos apertando de leve os peitos inteiros, polegar circulando os bicos duros. Ela virou o rosto, lágrimas silenciosas escorrendo, corpo arqueando sutil apesar da rigidez. Fernanda ajustando a saia: polegar deslizando discreto na bucetinha molhada. Bianca fechou as pernas por um segundo, depois abriu de novo, soluçando baixinho sem som, mas não parou a sessão. Eu atrás: pau duro roçando disfarçado, dedo polegar pressionando sutil o cuzinho. Ela empinou contra a vontade, lágrimas caindo livres, silêncio quebrado só pela respiração pesada.
Sessão final – sábado à tarde, casa vazia. Bianca chegou destruída, olhos inchados de chorar, vestidinho branco sem nada por baixo. Tirou tudo tremendo forte, lágrimas já escorrendo. Eu apertei os peitos com mais força agora, torcendo sutil os bicos duros. Ela reagiu pela primeira vez: tentou empurrar minha mão, voz chorosa e quebrada “Thiago… não… para… eu sou noiva… isso não pode…”. Fernanda com dedos entrando devagar na bucetinha encharcada: Bianca tentou fechar as pernas com força, chorando alto “Fernanda… tira… eu não quero trair… eu jurei fidelidade… para… por favor…”. Ela se debateu sutil no sofá, soluços profundos, “eu não aguento mais… mas eu não posso… meu noivo…”.
Mas o corpo traiu tudo. Ela desabou, lágrimas correndo livres, voz rouca entre soluços: “Porra… eu não queria ceder… meu noivo… ele tá sempre cansado, chega reclamando de tudo, estressado… nem me toca mais há meses… não me olha como mulher… eu me sinto tão sozinha… vocês me tocam faz semanas e eu fico molhada só de pensar… eu me odeio por isso… mas eu preciso sentir alguma coisa… me fodam… só hoje… me façam esquecer essa culpa…”.
Explodiu completo.
Beijos grossos e urgentes, línguas se chupando com desespero acumulado, lágrimas dela misturadas enquanto rasgávamos tudo. Bianca nua no meio, bucetinha pingando meses de repressão.
Deitei ela de costas no sofá, pernas escancaradas nos ombros. Cuspi no pau latejando, entrei fundo de uma vez — quente, apertada de tensão. Ela gritou rouco entre soluços “Thiago… mete forte… me arromba…”. Socações violentas até o talo.
Fernanda atrás de mim: língua babada no cu, enfiando fundo, dedos na próstata enquanto eu destruía.
Mudamos: Bianca cavalgando em cima de mim, rebolando louca chorando de alívio, bunda batendo forte. Fernanda atrás dela: língua no cuzinho, dedos esticando a bucetinha junto com meu pau. Ela gritou “Fernanda… ai porra… tô gozando… finalmente…”.
Gozo forte, jorrando tudo.
Fernanda de quatro. Eu metendo violento nela. Bianca debaixo em 69: chupando voraz o clitóris da Fernanda.
Terceira: Bianca de lado no chão. Eu socando fundo de novo. Fernanda na cara dela — Bianca chupando faminta.
Gozei grosso dentro da Bianca, enchendo até transbordar.
Fernanda mandou “Abre tudo… vou limpar essa bucetinha cheia da porra do meu marido…”. Mergulhou a boca sugando tudo, engolindo minha porra com o mel dela até Bianca gozar na cara dela gritando entre lágrimas “Fernanda… engole toda a porra do teu marido, já que o corno do meu não é capaz de fazer isso… ai caralho… eu precisava tanto…”.
Desabamos suados, Bianca chorando baixinho no nosso colo: “Eu tentei resistir tanto… mas não aguentei… quero mais sessões assim… escondido… pra eu suportar o casamento com aquele corno…”
Casais que curtem junto: já acumularam meses de toques discretos com uma noiva/cliente que ficava em silêncio culpado até reagir chorando na última sessão? Qual parte te fez gozar mais: o silêncio tenso das primeiras medições, a resistência emocional com lágrimas na final, ou as posições seguidas depois do desabafo? Conta os detalhes mais sujos nos comentários.🔥


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