Fevereiro 17, 2026

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Comida pelo Casal na Lapa

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Meu nome é Amanda, tenho 33 anos, e essa é a continuação da história da Janaína, que contou sobre aquela noite na Lapa. Eu sou a tal mulher que eles encontraram na balada, e vou contar do meu lado, porque o que aconteceu depois que a Janaína parou de escrever foi ainda mais intenso, mais sujo e mais gostoso do que ela imaginou. Então senta que lá vem história.

Era uma sexta-feira, eu tava na Lapa com minhas amigas, comemorando minha recente separação. A noite tava quente, úmida, aquele típico calor carioca que gruda a roupa no corpo e faz a gente querer beber algo gelado o tempo todo. A gente foi pra “Noite Carioca”, uma balada que eu adoro porque lá tudo pode acontecer. Tava usando um vestido preto curto, daqueles bem decotados, com uma fenda na lateral que mostrava a coxa. Salto alto, cabelo solto, maquiagem caprichada. Eu tava afim de me sentir desejada, de ser vista, e de preferência, de pegar alguém. Ainda não sabia quem, mas o destino tava prestes a me surpreender.

Lá pelas duas da manhã, minhas amigas já tinham se engraçado com uns caras e sumido. Eu fiquei sozinha no balcão do bar, tomando uma caipirinha e observando a pista de dança. Foi quando eu notei um casal sentado no mezanino. Eles não dançavam, só observavam, e eu senti que eles tavam me olhando. Não um olhar qualquer, mas um olhar que parecia me despir. Ela era bonita, cabelo castanho, corpo firme, e ele… meu Deus, ele era lindo. Moreno, forte, com uma camisa social aberta nos primeiros botões mostrando o peitoral. Eu desviava o olhar, mas sempre voltava. Era como se um imã me puxasse.

Em dado momento, ela se levantou e foi ao banheiro. Ele ficou sozinho. Eu pensei “é agora ou nunca”. Peguei minha caipirinha e fui na direção dele, disfarçando, como quem vai pro mezanino olhar a vista. Quando passei perto da mesa, ele falou:

“Vista bonita, né? Melhor que a da pista.”

Eu parei e sorri. “Bonita, mas a companhia também ajuda.”

Ele riu, um riso solto, e puxou uma cadeira. “Senta aqui um pouco. Tô sozinho por alguns minutos.”

Sentei. A conversa fluiu fácil. Ele disse que se chamava Edson, que tava ali com a esposa, a Janaína. E que eles tinham um lance diferente. Quando ele falou, eu já tava com a mão na perna dele por baixo da mesa, sentindo o músculo duro. Ele não recuou. Pelo contrário, abriu as pernas e deixou minha mão subir um pouco mais.

“Não quero ser invasiva”, falei, com a voz cheia de malícia.

“Pode ser”, ele respondeu, os olhos escuros brilhando.

Foi quando a Janaína voltou. Ela viu minha mão na perna dele, e em vez de ficar brava, sentou do outro lado com um sorriso que me desarmou. “Então você é a tal?”, ela perguntou, direta.

“Qual tal?”, respondi, sem tirar a mão.

“A que vai me ajudar a realizar uma fantasia.”

Meu coração acelerou. Ela explicou rapidamente, sem rodeios. Que tinha fetiche de ver ele com outra, que já tinham feito uma vez, e que eu parecia perfeita pra ocasião. Eu fiquei em choque, mas ao mesmo tempo, uma onda de tesão subiu da minha buceta até a cabeça. Olhei pra ele, que tava com o pau duro debaixo da calça, e depois pra ela, que tinha os olhos brilhando de excitação.

“E o que vocês querem de mim?”, perguntei, já sabendo a resposta.

“Queremos que você seja nossa por uma noite”, ela disse. “Sem compromisso, sem nomes, só prazer.”

Nem precisei pensar. “Tô dentro.”

Ela pagou a conta e fomos pros fundos da balada, onde tinha um corredor escuro que levava aos banheiros e a uma área de serviço. Ela puxou a gente pra lá, um lugar fedendo a lixo e urina, mas que pra mim naquele momento era o lugar mais erótico do mundo. Ela me empurrou contra a parede e começou a me beijar. Que beijo! Ela tinha uma língua quente, macia, que explorava minha boca enquanto suas mãos subiam pelo meu vestido. Enquanto isso, ele ficou atrás dela, abraçando-a, beijando seu pescoço, suas mãos apertando os seios dela por cima da blusa.

Ela parou o beijo e olhou pra ele. “Quer ver ela?”

Ele só concordou com a cabeça, os olhos fixos em mim. Ela então puxou meu vestido pra baixo, deixando meus seios à mostra. Eles eram médios, firmes, com mamilos duros. Ela se inclinou e chupou um deles, enquanto ele assistia, a mão dentro da calça da Janaína, dedando ela ali mesmo. Eu gemi, jogando a cabeça pra trás. Sua língua no meu mamilo, combinada com o fato de ter um homem assistindo, me deixava louca.

Ela desceu, ajoelhou no chão sujo, e puxou minha calcinha. “Tô vendo que você já tá preparada”, ela murmurou, passando o dedo na minha buceta molhada. “Ela tá pingando, Edson. Vem ver.”

Ele se aproximou, e enquanto ela lambia meu grelo, ele colocou a mão no meu rosto e enfiou dois dedos na minha boca. “Chupa”, ordenou. E eu chupei, com vontade, olhando nos olhos dele. A mulher dele, de joelhos me chupando, e ele me olhando como se eu fosse a última mulher da Terra. Foi a coisa mais doida que já vivi.

Ela me fez gozar em poucos minutos, minha buceta se contraindo na língua dela enquanto eu mordia os dedos dele pra não gritar. Quando terminei, ela se levantou, o rosto brilhando com minha lubrificação, e eles se beijaram. Era um beijo sujo, com gosto de mim, e aquilo me excitou mais ainda.

“Quero ver você comendo ela”, ela sussurrou pra ele.

Ele me virou de costas pra parede, levantou minhas pernas e me enfiou sem camisinha. Sim, sem. Eu devia ter pedido, mas na hora, com o tesão absurdo, não pensei. Ele era grande, grosso, e entrou fundo de uma vez. Eu gritei, abafando o som no ombro dele. Ele começou a meter com força, enquanto ela assistia, a mão dentro da própria calcinha, se masturbando.

“Olha pra ela”, ele mandou, segurando meu rosto pra que eu visse a Janaína se tocando. “Ela tá adorando ver você sendo comida.”

E eu adorava ser vista. Cada vez que eu olhava pra ela, via seus olhos fixos em mim, sua mão trabalhando, e isso me fazia gemer mais alto. Ele metia cada vez mais forte, mais rápido, e eu sentia que ia gozar de novo.

“Goza nela”, a Janaína pediu, a voz trêmula. “Quero ver você gozando nela.”

Foi o que ele fez. Com mais algumas estocadas, ele gemeu meu nome – ou o nome que eu tinha dito antes, não sei – e gozou dentro de mim. Senti cada jato quente, e aquela sensação de estar sendo preenchida por um homem enquanto a esposa dele via, me fez gozar junto, um orgasmo violento que me deixou sem ar.

Ficamos ali, ofegantes, por alguns segundos. Ele ainda dentro de mim. Ela se aproximou e me deu um beijo suave, diferente dos outros. “Obrigada”, ela sussurrou.

Quando ele saiu de mim, senti o esperma escorrendo pela minha coxa. Ela viu, e com a mão, pegou um pouco e passou nos próprios lábios, provando. “Delícia”, ela disse.

Nos arrumamos rápido, sem falar muito. Eles me pagaram um Uber de volta pra casa. Antes de entrar no carro, a Janaína me deu um papel com um número. “Se quiser repetir, é só chamar.”

Naquela noite, cheguei em casa, tomei um banho demorado, mas não consegui lavar a sensação. Deitei na cama e me masturbei mais duas vezes lembrando de cada detalhe. No dia seguinte, mandei mensagem. E sim, repetimos. Mais algumas vezes, sempre na casa deles, sempre com ela assistindo, às vezes participando. Até que eu me mudei de cidade.

Mas essa primeira vez, no meio do lixo da Lapa, com a esposa excitada assistindo… essa nunca vou esquecer.

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