Outubro 21, 2025

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Dupla Penetração no Motel

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Pasada uma hora um carro buzinou na porta da minha casa esse dia eu coloquei uma tanga preta bem metida no meu cu de renda, e levava um vestido posto mas não tinha sutiã, tinha os mamilos duros e desde o momento que entrei nesse carro e senti o cheiro da pica suada desses dois homens minha vagina começou a escorrer. O ar dentro do carro era quente e pesado, uma mistura de suor, tabaco e aquele perfume barato que homem usa pra tentar disfarçar o próprio cheiro de macho. Eu sentei no banco de trás, entre os dois, e já senti a energia diferente, uma parada pesada, sabe? O que estava do meu lado direito, mais velho, com uns dedos grossos e uma aliança no dedo, colocou a mão na minha perna assim que o carro arrancou, o suor dele já impregnando o tecido fino do meu vestido. O outro, mais novo, loiro com a pele queimada de sol, só ficou me encarando com uns olhos azuis que pareciam querer me devorar viva.

“E aí, gata, tá pronta pra gente acabar com você hoje?”, o mais velho falou, o hálito carregado de cerveja. Eu só soltei uma risada baixa, puta, deixando a cabeça recostar no encosto, deixando o vestido subir mais um pouco nas minhas coxas. “Acabar comigo é muito, querido. O negócio é me deixar bem arrasada, mas eu sempre levanto, pode ter certeza.” A minha mão foi até a perna dele, sentindo o músculo duro sob a calça, e então, sem nenhuma cerimônia, eu apalpei o volume que já crescia lá. Era grande, duro, uma promessa do que estava por vir. O meu coração bateu mais forte, não de nervosismo, mas de antecipação, aquele fogo no meu sangue que sempre vem quando eu sei que vou ser bem comida.

O carro seguiu até um motel barato na saída da cidade, aqueles com luzes neon piscando e garagem fechada. Mal entrei no quarto, o cheiro de cigarro e desinfetante não conseguiu disfarçar a energia animal que tava no ar. O mais novo, o loiro, não perdeu tempo. Ele me empurrou contra a porta, a boca dele encontrou a minha num beijo molhado e ganancioso, a língua dele invadindo minha boca como se tivesse com fome. Eu gemi, sentindo a minha humidade crescer, a tanga já estava encharcada. As mãos dele agarravam os meus seios, os dedos callosos pinçando os meus mamilos duros através do tecido do vestido, uma dorzinha gostosa que me fez arquejar. “Gosta disso, sua puta?”, ele sussurrou no meu ouvido, e eu só consegui balbuciar um “isso, assim mesmo”.

O mais velho veio por trás, puxando o meu vestido pelos ombros, deixando os meus seios livres pro ar frio do ar condicionado. Ele os agarrou com força, os dedos dele afundando na minha carne, enquanto a boca do loiro descia pelo meu pescoço, mordiscando, sugando, marcando o seu território. Eu estava sendo atacada por todos os lados e era exatamente o que eu queria. O mais velho puxou o meu cabelo, puxando a minha cabeça pra trás, e beijou o meu pescoço com uma urgência que fez um calafrio percorrer a minha espinha. “Tira essa merda desse vestido, quero ver o teu rabo agora”, ele ordenou, e a voz grossa dele me deixou ainda mais molhada.

Eu me virei, com um sorriso provocante, e deixei o vestido deslizar pelo meu corpo até o chão. Fiquei só de tanga e salto alto, a renda preta contrastando com a minha pele morena. Os olhos dos dois homens percorreram cada centímetro do meu corpo como se fossem donos dele. O loiro ajoelhou-se na minha frente, enterrou o rosto na minha virilha e, através do tecido molhado da tanga, lambeu meu grelo com uma força que me fez tremer. “Que buceta melada, gosta mesmo é de rola, não é, sua vagabunda?”, ele falou, a voz abafada contra a minha carne. A resposta foi um gemido longo e sujo, as minhas pernas tremiam, eu segurei a cabeça dele e esfreguei o meu sexo no rosto dele, querendo mais, sempre mais.

O mais velho veio por trás outra vez, puxou a minha tanga pro lado com um puxão seco e, sem nenhum aviso, cuspiu nos seus dedos e esfregou na minha entrada. “Abre bem essas pernas, puta”, ele grunhiu, e então eu senti a cabeça dura e larga da pica dele pressionando contra mim. Ele não foi devagar, não teve delicadeza. Com um empurrão único e brutal, ele me enfiou toda a pica, me preenchendo de uma vez, um grito gutural escapou da minha garganta. Era enorme, stretching me por dentro, batendo num lugar profundo que os outros caras nem sempre alcançavam. Ele começou a meter com uma fúria possessiva, cada investida me empurrando contra o corpo do loiro, que continuava a chupar meu clitóris com uma dedicação de faminto.

O som da pele batendo na pele, os grunhidos deles, os meus gemos altos e sem vergonha, tudo se misturava numa sinfonia de putaria. O loiro se levantou, a pica dele impaciente e latejante na minha frente. “Abre essa boquinha, vou te ensinar a ser uma boa puta”, ele disse, e eu abri a boca, deixando ele enfiar o pau até a garganta. Eu engasguei, as lágrimas welling nos meus olhos, mas eu não recuei. Eu chupava ele com uma raiva, com uma vontade de engolir ele inteiro, enquanto o outro continuava a me foder por trás, as mãos dele agarrando meus quadris com tanta força que eu sabia que no dia seguinte estariam marcados.

Eu estava no meio deles, um brinquedo para o seu prazer, e era a coisa mais libertadora do mundo. A pica na minha boca, a pica na minha buceta, eu estava sendo usada, preenchida, possuída. O mais velho mudou o ritmo, metendo mais devagar mas mais fundo, cada movimento uma tortura deliciosa. “Vai gozar, sua puta? Vai gozar com a pica dentro desse cu apertado?”, ele rosnou no meu ouvido, e a verdade é que eu estava à beira do orgasmo há minutos. A língua do loiro no meu clitóris, a pica grossa do mais velho me abrindo por dentro, era demais.

“Goza pra mim, sua cadela”, o loiro ordenou, puxando o pau da minha boca e esfregando a cabecinha vermelha no meu rosto. Foi o gatilho. Um tremor violento percorreu o meu corpo inteiro, começou nas minhas profundezas e explodiu, um tsunami de prazer que me fez gritar e contrair em torno da pica que ainda me fodia. O meu orgasmo foi longo e convulsivo, uma onda atrás da outra, e eu senti o mais velho gemer e enterrar ainda mais fundo, o jato quente dele disparando dentro de mim, enchendo-me, marcando-me por dentro. Ele continuou a meter, mais devagar agora, prolongando o seu próprio prazer e o meu.

Assim que ele se afastou, sentindo o seu esperma a escorrer pelas minhas pernas, o loiro me virou de bruços na cama. “Agora é a minha vez, e eu quero esse cu”, ele disse, a voz rouca de desejo. Ele cuspiu na sua mão e esfregou no meu ânus, a saliva uma preparação rápida e suja. A pressão foi intensa, uma ardência que se transformou num prazer profundo e proibido quando ele finalmente entrou. Ele meteu no meu cu com uma fome incontrolável, e eu gemi no travesseiro, o meu corpo sensível e sobrecarregado de prazer respondendo com mais uma onda de excitação. Ele não durou muito, os gemos dele ficaram mais altos e ele gozou dentro do meu ânus com um longo uivo, o corpo dele colado ao meu, ofegante.

Eles se deitaram ao meu lado, os três cobertos de suor, o ar no quarto pesado com o cheiro do sexo. Eu estava exausta, usada, completamente arrebentada. E um sorriso largo e satisfeito se abriu no meu rosto. “Porra, homens…”, eu disse, a voz rouca, “agora é que vocês me deixaram no chão.” E eu não trocaria aquele sentimento por nada nesse mundo.

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