Janeiro 26, 2026

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A Crente Safada na Casa dos Sogros

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Fui passar o final de semana na casa dos meus sogros e a filha safada deles.

A garota (19) era fervorosa na igreja e com os pais, mas comigo, aquela mulher era a personificação do pecado.

Loira, peituda e bundona. Tinha uma voz angelical que me fazia fazer qualquer coisa.

Na primeira noite, os pais dela, confiantes da filha que tinham, nos deixaram dormir na mesma cama. Só não sabiam do que ELA era capaz.

Assim que todas as luzes foram apagadas, ela nem pensou duas vezes, começou a deslizar a mão pelos meus shorts. Eu, nervoso com aquela situação, mandava ela parar, mas ela continuava.

Ela colocou a mão por dentro e agarrou meu pau com os dedinhos delicados dela. Então começou a me masturbar em movimentos gostosos pra cima e pra baixo. Ela gemia baixinho, excitada de pegar no pau. Eu dizia pra ela parar,as tava gostoso demais aquela mão morna batendo uma pra mim.

Ouvimos um estalo e então o barulho de uma porta no corredor sendo aberta. Ela tirou a mão rapidamente e a mãe dela simplesmente abriu a porta com tudo e acendeu a luz. Fingimos que estávamos quase dormindo com a voz arrastada, mas o cheiro de pika no quarto era inconfundível. Eu sutilmente coloquei mais um lençol por cima do meu pau, mas ainda dava pra ver a minha rola ali se ela prestasse atenção.

– Vim ver se precisavam de alguma coisa, desculpa ter acordado vocês.

Assim que todas as luzes foram desligadas, aquela safada não pensou duas vezes. Desempacotou meu pau e colocou a mão na minha rola, fazendo movimentos pra cima e pra baixo de novo. Quando eu estava prestes a gozar ela para bruscamente.

– Retomou o juízo né? – digo.

Ouço ela descendo da cama e do nada sinto uma língua quentinha enfiada na minha piroka Ela começa a fazer movimento pra cima e pra baixo, me deixando maluco. Consigo sentir cada parte da língua quente dela. Na descida fazia o barulho de algo sendo engolido e na subida de algo muito molhado. Ficava cada vez mais alto e ela não parava de mamar freneticamente, como se precisasse daquilo.

Quando sinto que estou quase liberando o leite aviso a ela, que começa um novo movimento: boquete parafuso. Fico enlouquecido e quando ela afunda a cabeça e enfia todo o meu pau na boca, gozo na garganta dela.

Começo a bater na cama, e a colocar o travesseiro na boca para não gritar de tanto tesão. Ela coloca a cabeça para cima, desesperada. Pega meu pau firmemente com a mão e coloca na língua, chupando a cabeça, me deixando maluco, querendo gritar que aquela safada era louca. Ela chupa cada gota e ainda diz que tava gostoso.

Na manhã seguinte, o pai dela pergunta se ela gostaria de café com leite. Eis que olho nos olhos dele e digo: pode deixar que eu já servi pra ela.

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