Acordando no Natal com a boca cheia de leite💦🤤
A ceia da Véspera de Natal foi uma loucura, muita comida, mais bebida e risadas até tarde. Os meus amigos subiram, para os seus quartos, e nós ficamos no quarto de hóspedes, que era a suite principal deles. A cama era enorme, com lençóis novos que cheiravam a amaciador, e desde o primeiro momento que a vi, só pensei numa coisa: estreá-la a foder como animais.
O meu parceiro, no entanto, tinha outros planos. Depois do terceiro copo de conhaque, desabou no colchão, ressonando suavemente, completamente desmaiado. Eu fiquei ali, ao lado dele, com o tesão a comer-me por dentro. Ouvia as risadas abafadas e os passos dos meus amigos lá em cima, e essa ideia, a de que eles estavam tão perto, excitava-me ainda mais. Mas não adiantou. A noite passou e ele não acordou nem quando lhe pus a mão no pacote, que estava mole e inútil.
Esta manhã, com a ressaca a pintar o ar, as coisas mudaram. Abrimos a janela para entrar o ar fresco, e do pátio chegaram vozes e risadas. Os meus amigos já estavam acordados, a arrumar ou a preparar algo. Esse som, saber que eles estavam ali, do outro lado da parede, fez com que o tesão da noite passada voltasse com o dobro da força.
Virei-me para o meu parceiro, que estava a espreguiçar-se, e sem dizer uma palavra, baixei o lençol e meti-me debaixo dele. Ele ainda estava meio a dormir, mas o seu corpo reagiu instantaneamente. Através da cueca, já sentia o pau dele a crescer. Tirei-o de fora, já firme e quente, e sem mais preâmbulos levei-o à boca.
Ele tentou protestar, um sussurro de “espera, que eles ouvem-nos”, mas eu já estava no meu mundo. Chupei-o com vontade, molhando-o bem com a minha saliva, fazendo os ruídos mais obscenos que consegui. Queria que se ouvisse. Queria que os meus amigos, ali fora, soubessem o que estava a acontecer. A minha própria entreperna estava encharcada, e esfreguei-me contra o lençol à procura de algum alívio.
Ele é tímido, eu sei, e tentou parar-me, pondo as mãos na minha cabeça para me afastar suavemente. Mas eu cravei-lhe o olhar, com o pau dele ainda entre os lábios, e disse-lhe, com a voz rouca da excitação: “Cala-te e aproveita”. Isso parou-o. Os olhos dele fecharam-se e um gemido escapou-lhe dos lábios.
Acelerei o ritmo, usando uma mão para massagear as bolas dele enquanto com a boca trabalhava a cabeça, sensualmente, para depois enfiar tudo até à garganta. Sentia como o corpo dele se tensionava, como os dedos se enredavam no meu cabelo. Sabia que ele estava quase lá.
“Vou-me vir”, ofegou, e dessa vez não houve protesto. Apenas um aviso. Eu anuí, sem o largar, e continuei a chupá-lo com mais determinação. Com um tremor, ele soltou um gemido abafado e senti o jato quente do leite dele na minha língua. Engoli tudo, cada última gota, enquanto ele se estremecia debaixo de mim.
Quando me afastei, ele ficou ofegante, com um sorriso de derrota e prazer na cara. Do pátio, as vozes continuavam, inconscientes do espetáculo que tinham acabado de ‘ouvir’. Eu limpei a boca com o dorso da mão, sentindo um triunfo sujo e delicioso. A manhã toda tenho estado com tesão, a lembrar-me do seu gemido final e do sabor salgado na minha boca. Hoje vai ser um dia longo, e a minha mente já está a pensar na próxima vez que conseguir provocar esse som, talvez com um público um pouco mais atento.
Uma resposta
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Uma namorada como você pra me acordar assim todos os dias 😍


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