Por
Boquete na Praça Pública
(Relato verdadeiro!)
Carro parado em praça publica, desejo de dar prazer de uma maneira diferente. Perigo e tesao combinação perfeita Esse era o pensamento. Seco. Sem romantizar.
A praça era só um detalhe errado no meio daquilo tudo. Tarde demais, gente de menos, luz suficiente pra dar medo e tesão ao mesmo tempo.
Em meio a conversas surgem pensamentos, Eu sentia meu corpo pesado, quente, impaciente. Não era carinho. Era vontade acumulada.
— Você tá me olhando como se quisesse me usar — ele disse, meio rindo, meio tenso.
— Talvez seja exatamente isso — respondi, sem baixar os olhos.
O ar mudou. Ele engoliu seco. Olhou em volta. Voltou pra mim.
— Você sabe que isso é loucura. Quero muito
— Sei. Por isso não consigo parar.
Meu corpo reagia antes da cabeça. Pulsava. Pedia. Eu não queria conversa, nem conexão emocional. Queria te ver perder o controle, coloquei minha mão dentro das calças dele e toquei a onde já estava latejando queria sentir o efeito que eu tinha sobre ele. Queria aquele olhar sujo, aquela respiração quebrada.
— Se alguém ver… — ele começou.
— Então fica quieto — cortei. — Ou vai me dizer que não tá morrendo de vontade?
Ele não respondeu. O silêncio foi resposta suficiente. O tipo de silêncio carregado, quase obsceno. Eu me senti poderosa por isso. Excitada por isso.
Meus pensamentos não eram bonitos: quero você tenso, querendo gozar rápido, com medo e tesão misturados.
E eu sabia que ele estava exatamente assim.
— Você vai acabar comigo — ele murmurou, a voz já sem firmeza nenhuma.
— É a ideia.
Fui em direção ao pau dele com a boca salivando, tudo ali era meu, mas tinha que ser rápida outras pessoas poderiam nos vê e até sentir prazer com isso. Mas era o nosso momento.
Coloquei tudo na boca, babei inteiro aquele pau que latejava por mim, a cabeça dele foi para trás nas pontinhas do pé todo esticado de desejo
O tempo ali foi curto e intenso demais. Não teve delicadeza, nem cuidado. Teve urgência. Corpo reagindo. Controle indo embora. O risco deixava tudo mais forte, mais sujo, mais verdadeiro.
Quando acabou, ele ficou alguns segundos em silêncio, respirando pesado, como quem tinha passado de um limite interno.
— Isso não foi normal — ele disse.
— Não era pra ser — respondi. — Era pra ser bom.
Levantei primeiro. Arrumei a roupa. O coração ainda acelerado, o corpo satisfeito de um jeito quase arrogante. Eu sabia que ele não ia esquecer aquela noite.
Nem eu.


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