Fevereiro 9, 2026

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Boquete na Praça Pública

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(Relato verdadeiro!)

Carro parado em praça publica, desejo de dar prazer de uma maneira diferente. Perigo e tesao combinação perfeita Esse era o pensamento. Seco. Sem romantizar.

A praça era só um detalhe errado no meio daquilo tudo. Tarde demais, gente de menos, luz suficiente pra dar medo e tesão ao mesmo tempo.

Em meio a conversas surgem pensamentos, Eu sentia meu corpo pesado, quente, impaciente. Não era carinho. Era vontade acumulada.

— Você tá me olhando como se quisesse me usar — ele disse, meio rindo, meio tenso.

— Talvez seja exatamente isso — respondi, sem baixar os olhos.

O ar mudou. Ele engoliu seco. Olhou em volta. Voltou pra mim.

— Você sabe que isso é loucura. Quero muito

— Sei. Por isso não consigo parar.

Meu corpo reagia antes da cabeça. Pulsava. Pedia. Eu não queria conversa, nem conexão emocional. Queria te ver perder o controle, coloquei minha mão dentro das calças dele e toquei a onde já estava latejando queria sentir o efeito que eu tinha sobre ele. Queria aquele olhar sujo, aquela respiração quebrada.

— Se alguém ver… — ele começou.

— Então fica quieto — cortei. — Ou vai me dizer que não tá morrendo de vontade?

Ele não respondeu. O silêncio foi resposta suficiente. O tipo de silêncio carregado, quase obsceno. Eu me senti poderosa por isso. Excitada por isso.

Meus pensamentos não eram bonitos: quero você tenso, querendo gozar rápido, com medo e tesão misturados.

E eu sabia que ele estava exatamente assim.

— Você vai acabar comigo — ele murmurou, a voz já sem firmeza nenhuma.

— É a ideia.

Fui em direção ao pau dele com a boca salivando, tudo ali era meu, mas tinha que ser rápida outras pessoas poderiam nos vê e até sentir prazer com isso. Mas era o nosso momento.

Coloquei tudo na boca, babei inteiro aquele pau que latejava por mim, a cabeça dele foi para trás nas pontinhas do pé todo esticado de desejo

O tempo ali foi curto e intenso demais. Não teve delicadeza, nem cuidado. Teve urgência. Corpo reagindo. Controle indo embora. O risco deixava tudo mais forte, mais sujo, mais verdadeiro.

Quando acabou, ele ficou alguns segundos em silêncio, respirando pesado, como quem tinha passado de um limite interno.

— Isso não foi normal — ele disse.

— Não era pra ser — respondi. — Era pra ser bom.

Levantei primeiro. Arrumei a roupa. O coração ainda acelerado, o corpo satisfeito de um jeito quase arrogante. Eu sabia que ele não ia esquecer aquela noite.

Nem eu.

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