Abril 6, 2026

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Meu primeiro beijo grego

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Era uma noite abafada. Ela me empurrou na cama, tirou minha cueca e abriu minhas pernas sem pressa. Meu coração batia forte, uma mistura quente de tesão e vergonha queimando no peito.

A primeira lambida foi lenta e molhada, subindo da base das bolas até o meio da minha bunda. A língua quente, macia e escorregadia pressionou direto no meu cu, circulando devagar, achatando-se contra a entrada apertada. Senti cada textura: a suavidade da língua, o calor úmido da saliva, o leve arranhar da ponta quando ela endurecia para sondar. O cheiro íntimo de sexo enchia o ar. Meu cu piscava involuntariamente contra ela.

Ela lambeu com mais fome, enfiando a língua mais fundo, girando, chupando a pele sensível. Saliva quente escorria pela fenda da minha bunda, molhando tudo, pingando no lençol. Cada movimento produzia sons molhados, obscenos, ecoando no quarto silencioso. Meu pau latejava dolorosamente, babando fios grossos de pré-gozo que desciam pela cabeça inchada.

Então o dedo. Ela cuspiu um jato grosso e quente bem no meu cu, espalhando com a ponta do indicador. A pressão era firme, insistente. Meu anel apertou por reflexo, resistindo, mas ela continuou lambendo ao redor enquanto empurrava. O dedo deslizou para dentro, centímetro por centímetro — quente, invasivo, preenchendo. Senti a pele esticando, o interior macio sendo massageado.

Quando a ponta curvada encontrou a próstata, um choque elétrico subiu pela minha espinha. Ela massageou em círculos lentos e firmes, pressionando aquele ponto inchado e sensível. O prazer era profundo, quase insuportável, misturado ao calor úmido da língua que não parava de lamber e chupar ao redor do dedo.

Meu corpo inteiro tremeu. O pau pulsava violentamente. Gozei com força, jatos grossos e quentes explodindo no ar, batendo no peito, na barriga e até no queixo. Cada espasmo fazia meu cu contrair ritmadamente em volta do dedo dela, apertando-o como se quisesse sugar mais fundo. O orgasmo durou longos segundos, me deixando ofegante, suado e tremendo.

Ela subiu devagar e me beijou na boca, o gosto cru e íntimo ainda nos lábios. Foi a primeira vez. E o desejo de repetir já queimava mais forte que a vergonha.

E vocês já exploraram isso? É normal homem sentir prazer assim?

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